domingo, 21 de dezembro de 2014

Monica Lewinsky revela que pensou em se suicidar durante depressão

Ela se formou economista, em Londres, depois do escândalo que protagonizou na Casa Branca...


Monica Lewinsky confessou que desde que foi protagonista do escândalo da Casa Branca, em 1998, usa nomes falsos para conseguir levar sua vida adiante.
 
A ex-estagiária, que teve um encontro sexual com o ex-presidente Bill Clinton, aos 25 anos, no Salão Oval, se formouEconomista em uma universidade de Londres, e confessou ao tabloide Globe, que sua vida não foi fácil por causa desse passado.
 
Lewinsky disse que nunca pensou em mudar legalmente seu nome para evitar ser relacionada com Clinton. Disse que não tem vergonha de ser quem é, mas revela que sofreu muito bullying devido ao escândalo.
 
De acordo com o Globe, Monica ainda confessou que foi vítima de uma severa depressão, que quase a levou ao suicídio. Hoje em dia ela ajuda outras vítimas de bullying a seguir adiante.



quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Bullying? Não, obrigado.

Por  José Paulo do Carmo 


Bullying? Não, obrigado.
É um tema e ainda bem, porque reflecte a preocupação crescente que incide sobre o mesmo. Por isso, quanto mais cliché, melhor. Já o referi em crónicas anteriores que cada vez mais temos a certeza que grande parte dos nossos problemas advém do foro emocional e psicológico. As próprias doenças (algumas, claro) têm origem, sabemo-lo hoje, em deformações e experiências negativas que nos afectam ou afectaram e que ficaram como marcas indeléveis na nossa mente.
Se já é difícil explicar isto a um adulto, como será com crianças?
Embora ainda muito falte para erradicarmos do nosso quotidiano as agressões físicas, estas são bem mais fáceis de detectar e de reprovar. Ao invés, as outras, que deixam repercussões, pedem cada vez mais atitudes, menos conversa, mais atenção e uma acção inequívoca para se atenuar esta praga que assola uma sociedade assimétrica e muitas vezes despida de valores essenciais como o respeito e a educação para o bem.
Se já é difícil explicar isto a um adulto, como será com crianças? Mas diabo, se estas distinguem desde cedo a diferença entre o bem e o mal não perceberão também que existem comportamentos inadmissíveis na nossa sociedade? Será que este tema não exige uma campanha profunda nas escolas e centros culturais e desportivos do nosso país, à semelhança do que foi e é feito com o racismo? 
Nos 14 anos que trabalhei como relações públicas detectei as mais diversas formas de bullying, em eventos e na noite. O rapaz que tem menos posses e é gozado pela roupa, a menina que tem peso a mais e é descriminada ao ponto de se referirem a ela como 'a gorda é a que leva o carro', o desengonçado que leva piadas por dançar, o que cheira mal e é alvo de chacota dos próprios amigos ou o que tem menos imagem e é obrigado a ser subserviente ao ponto de levar 'calduços' e que se vai rindo para esconder o que sente.
Acho que tudo isso pode ser menorizado se tivermos mais atenção ao que nos rodeia, se criticarmos quem trata mal os outros e se forem tomadas medidas sérias para quem passa os limites. Na escola é fundamental que exista uma atenção profunda porque as crianças muitas vezes são maldosas apenas para ganhar estatuto junto dos amigos. Têm de existir medidas de integração dos mais fracos e deve ser dada uma explicação séria dos efeitos nefastos que as atitudes de uns causam nos seus colegas.
Já chega de conversa. É preciso trocar a reactividade pela proactividade, deixar de lado os lamentos e a pena que sentimos por quem passa por este tipo de situações e começarmos a agir perante elas recriminando e demonstrando que os efeitos psicológicos ficam para a vida e determinam o percurso e a felicidade de uma pessoa. É importante desmascarar, mas sobretudo perceber como se pode prever este tipo de comportamento para que mais possam crescer melhor. Bullying? Não, obrigado. 

Isabeli Fontana diz ter sofrido bullying: 'O sucesso é a maior vingança'

Top model revela que não acha mulheres muito magras bonitas: 'Cresci com esse complexo e já quis ser gorda

Giuline BastosDo Gshow, Rio
Isabeli Fontana posa belíssima no Projac (Foto: Giuline Bastos/ GShow)Isabeli Fontana posa belíssima no Projac (Foto: Giuline Bastos/ Gshow)
"Fui muito ofendida quando era criança, cresci sendo o patinho feio por ser muito magra". Você pode imaginar que a frase acima é de uma das maiores estrelas da moda? Sim, Isabeli Fontana já teve dias difíceis. Linda e bem-humorada, a top model conta nos bastidores do Caldeirão que a infância foi marcada por tentativas de mudar o corpo.
Tomava vitamina de banana todos os dias para engordar"
Isabeli Fontana
"Cresci com esse complexo e já quis ser gorda. Nenhum menino gostava de mim e eu perguntava o que fazer para engordar. Disseram vitamina de banana e eu tomava todos os dias!”, relembra Isabeli.
Ao ser questionada sobre algum ex-colega de classe que se arrependeu das ofensas, a modelo solta uma gargalhada e brinca: "A maior vingança é aquela silenciosa: o sucesso!”
Isabeli mostra boa forma no Caldeirão (Foto: Giuline Bastos/ GShow)Isabeli mostra boa forma no Caldeirão (Foto: Giuline Bastos/ Gshow)
Mãe de dois meninos, Isabeli Fontana diz estar de bem com a balança e que, ao contrário da maioria das mulheres, viu melhorias no corpo após a gravidez. "Meu corpo se transformou depois do primeiro filho e eu tinha dezenove anos. Voltei com um corpo mais de mulher, mais quadril e bunda. Nunca gostei de mulher muito magra, acho feio!".


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

“Elas não entendem o sofrimento de um alvo do bullying”

Vinheta: A jovem Júlia Thomazinho, 13 anos, e estudante da EMEB. João Nogueira ficou com o 5º lugar no concurso “Você é o Repórter”. Acompanhe a reportagem da jovem.

PARA PENSAR – O bullying é um mal imenso nas pessoas, é um mal que só nós podemos controlar, um mal que se alastra pelas pessoas sem que nós possamos perceber.

Todos nós sabemos que o bullying hoje em dia é bem comum entre os jovens, alguns jovens sofrem bullying em silêncio e acabam se machucando sozinhos. Você já parou pra pensar o por que que as pessoas praticam o bullying ? Como será que quem sofre o bullying se sente? São tantas perguntas sem respostas, só quem sofre ou já sofreu bullying irá saber. 

‘’As pessoas vivem me zoando por ser gorda, e eu me sinto péssima com isso, mas, pensa comigo, pra que ficar jogando isso na minha cara? Será que eles sentem prazer em me chatear? Eu sei que estou gorda, reconheço isso, mas, não consigo mudar, e isso me faz ter ódio de mim mesma, me faz querer desistir de tudo, só pelo fato de ser gorda. Eu me sinto tão excluída e tão humilhada ao ponto de nem querer mais sair para a rua, ao ponto de querer sumir e nunca mais voltar. As pessoas dizem, ‘vai em frente’, ‘não ligue’, elas acham que é fácil, elas não entendem o sofrimento de um alvo do bullying. Eu só queria poder ser eu mesma sem ser alvo de risada para as pessoas’’, diz G.T (nome fictício), 13.
O bullying é um mal imenso nas pessoas, é um mal que só nós podemos controlar, um mal que se alastra pelas pessoas sem que nós possamos perceber.
“O bullying ocorre, quando existe um movimento real contra uma determinada pessoa. É uma campanha, uma perseguição contra um alvo muito bem definido, o que pode acarretar em traumas emocionais a vítima. A ajuda psicológica se faz necessária para compreender a maneira como essa vítima encara essas agressões, normalmente as vítimas não reagem, pois consideram que não devem, não merecem e não tem força para reagir. Portanto, é importante ajudar a vítima a sentir-se segura e confiante, mostrando que ela tem o direito de não gostar de sofrer agressões. A pessoa que sofre abuso, não percebe que tem o direito de procurar ajuda, pois se sente incapaz e ‘acha’ que tem que fazer tudo sozinha, pois se for a procura de apoio estará confirmando que é fraco. O que não é verdade. E com o tempo aprenderá não sofrer com insinuações e agressões de qualquer tipo, não se abalará facilmente, mesmo diante de situações adversas”, avalia a psicóloga, Ariane Oliveira.
Muitas pessoas já sofreram bullying em vários aspectos, e você, já sofreu?

Reportagem: Júlia Thomazinho
Foto: Divulgação

Aluna de 9 anos escreve carta de apoio a professor após ele anunciar homossexualidade

"Vou sempre tratá-lo da mesma forma como faço agora", escreveu a garota

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)

Uma aluna de 9 anos resolveu encorajar seu professor, após ele revelar que é homossexual. O profesor expôs sua sexualidade durante uma lição sobre bullying e homofobia. O fato foi divulgado pelo site europeu "PinkNews", dedicado ao universo LGBT. A matéria não especifica o colégio e a cidade onde o caso aconteceu, assim como não revela as identidades do professor e da aluna.
A carta enviada pela garota de 9 anos ao professor.
(Foto: Reprodução/PinkNews)
A carta, no entanto, foi publicada na íntegra. O texto diz: "Caro Sr. R. Mesmo que você seja gay, vou sempre tratá-lo da mesma forma como faço agora. Continuo pensando em você da mesma forma que antes. Você é um grande professor e estas são apenas algumas das palavras que usaria para descrever você: ótimo, incrível, fantástico, brilhante, impressionante e corajoso. A razão pela qual digo corajoso é porque você compartilhou um segredo pessoal que foi muito corajoso. Você não tem que se sentir com medo, porque sei que todo mundo na classe pensa da mesma maneira que eu."
O professor contou ao site que, por atuar em escola primária, sempre se preocupou em mencionar sua sexualidade, apesar de seus colegas de profissão falarem sobre maridos, esposas e outras pessoas importantes o tempo todo. "Como parte da semana anti-bullying, perguntei quem já tinha ouvido o termo 'gay' sendo usado como insulto. Quase todos da minha classe levantaram as mãos. Fiquei atordoado", disse o homem.
Na sequência, ele perguntou quem achava que gays ou lésbicas estão, de alguma forma, agindo errado. Quase todos levantaram as mãos novamente. O professor, então, conversou com seu chefe, que concordou que falasse sobre sua sexualidade para a turma. A intenção, era mostrar aos aluns que ele é gay e que, ao usarem o referido termo, estariam falando dele. "A reação foi fantástica - havia um monte de suspiros e olhares chocados e algumas questões básicas - como 'você tem um namorado'. Mas, depois de alguns minutos, eles já haviam superado isso e prosseguimos com aula", conta.
A carta veio alguns dias depois e deixou o professor emocionado. "Levei algum tempo até me recompor. Quando agradeci, ela apenas deu de ombros e repetiu para um dos garotos da turma o que havia dito durante a aula: 'É apenas a vida dele'. Em seguida, ela voltou para seus exercício de matemática", relatou ao site.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Supermercados Estão em Alerta Contra o Bullying

Supermercados Estão em Alerta Contra o Bullying

Varejistas, mesmo os que não atuam no Rio de Janeiro, começam a se precaver e retirar o ovo de páscoa Bis Xtra+ das gôndolas. 

Supermercadistas entrevistados pelo Portal Giro News afirmaram que uma das primeiras providências do dia foi checar se havia itens do produto nas gôndolas, para que fossem tirados de lá imediatamente. 

“Quando acontece esse tipo de coisa, o cliente vem à loja já ciente do problema e reclama ou simplesmente ignora o produto. Não tem por que manter a venda, só ocupar espaço e ainda correr o risco de ter problemas depois com alguma outra proibição que possa vir a acontecer aqui também”, afirmam. Se você ainda não sabe em detalhes o que houve com o ovo de páscoa Bis, 

Geek House – Um espaço pra você ser nerd sem sofrer bullying




Tendo sido convidado pro lançamento da Geek House, um espaço ~diferenciado~ para o nerd moderno [Que, ao contrário dos nerds-padrão, não saem de casa], eu fui lá ver qual que é a parada na terça passada, dia 09 de dezembro. E olha, até que é maneiro. Não é perfeito, óbvio, mas dá pra tirar uma onda de geek [Sério, quem faz isso?].

Como eu fui convidado mas não ganhei nada, posso ser sincero sobre o que achei do ambiente e tudo mais.

A entrada é discreta, parece até uma garagem de casa. Acho que talvez pra dar aquele clima de “casa de um amigo”, mas claro que essa impressão é desfeita assim que você atravessa o batente. Prateleiras com livros, gibis, bonequinhos [Action figure é o caralho], jogos de tabuleiro, e até mesmo uma arara com camisetas e moletons já mostram que o negócio ali é sério. Ou não é brincadeira, apesar de ter vários brinquedos no rolo.


Só achei mancada que o moletom do Deadpool não é aquele maneiro com a touca que pode passar por máscara.

Pode ser por conta do lançamento, pode ser por conta do orçamento ter estourado, ou vai saber lá deus porque, mas várias prateleiras estavam vazias, e a variedade deixou a desejar, mas acredito que isso não seja difícil de ser corrigido. Considerando que é um sobrado com quintal rebaixado, ou seja, várias escadas estreitas, que podem complicar pra mais de uma pessoa passando, ou se você for muito gordo.

 Mas é claro que não pode faltar zumbis.

Porque raios eu falei de escada? Porque, a despeito das coisas legais no andar em que você entra, o filé está no andar superior: Salas pra jogar RPG. Se elas foram feitas pra outra coisa eu não sei, mas uma das salas era ideal pra jogar RPG largado no sofá. E nem era a sala onde estava ocorrendo o workshop de RPG.

 O bom é que dá pra tacar almofada no jogador que não estiver prestando atenção.

Eu olhei pela porta da “sala de RPG” [Todas elas são salas de RPG, pra mim] e vi literalmente um exército de miniaturas, então fiz o que qualquer ser humano com bom senso e sem dinheiro no bolso fez: Virei as costas e fui pro outro lado do corredor pensando “nope, nope, nope, nope, nope, nope, nope”. O problema é que o corredor tinha vários quadros com reproduções maneiras de quadrinhos [Alguns alterados, mas quem vai prestar atenção nisso exceto um bando de nerds a toa e… Pera].

 Jogo das sete alterações que podem ser interpretadas ou como homenagens ou como ofensas.

O problema é: O corredor é estreito pra caralho, e mesmo eu sendo um cara magro, não dá pra passar duas pessoas ao mesmo tempo. E é o corredor onde ficam os banheiros, imagine o estrago na hora do aperto, meu amigo.

 O nosso amigo Tony Pinga conhece esse sofrimento.

No final do corredor, uma sala mais aberta [Que não parece um quarto] e uma varanda com vista pro quintal do próprio estabelecimento, e dos vizinhos também, mas nada que interesse alguém que tá pensando em como passar um machado vorpal flamejante +7 no pescoço do lichdo que em apreciar quintais cheios de mato [No caso dos vizinhos].

 Na volta, cê percebe que o Batmóvel não era pra estar ai, ou pelo menos você acha.

Falando em quintal, ainda sem coragem de ir dar um bizu no RPG, rumei pro quintal, porque tem mato e parece um cenário agradável pra jogar ao ar livre, ou pra essas pessoas que gostam de fazer live action de Vampiro: A Máscara com aquelas roupas vitorianas que matam qualquer brasileiro de calor nesse verão maravilhoso do hemisfério sul.

 O quintal do vizinho é mais legal pra Lobisomem: O Apocalipse, já que tem terra pra caralho pros pulguentos cavarem.

A surpresa ficou por conta do “porão” do lugar, que também tem duas salinhas que, com os móveis do jeito que estavam, também ficariam bem interessantes de serem usadas pra jogar RPG. Sim, eu tenho fixação por jogar RPG quando vou num lugar que me diz que eu poderia jogar RPG fora da minha casa. Porque em casa eu que tenho que arrumar a bagunça. Fora eu só tenho que me preocupar se não tou esquecendo nada.

 Inclusive, dá pra fingir que está numa masmorra sem grandes dificuldades. Exceto pelo fato de que você está confortável.

Só tem que tomar cuidado que, no final da “masmorra”, tem uma escada pros domínios proibidos: A cozinha do lugar. Quer dizer, eu não sei se é proibido, eu sei que eu subi a escada, vi que era a cozinha e sai fora antes que tomasse uma bronca. É, eu tenho trauma por ter sido uma criança “ativa”.

 Como a fotógrafa era covarde, não tem foto da cozinha.

Depois disso, eu tomei vergonha na cara e finalmente fui lá no workshop de RPG, passar vontade. Tinha sistema de heróis que era um bololô da Marvel com a DC, tinha um que eu nem lembro do que era [Mentira, era de Star Wars, mas ninguém liga pra Star Wars], e tinha o bagulho que eu me arrependi de perguntar: Dungeons & Dragons 5º edição, ou para os íntimos, D&D 5.

 A mesa de Star Wars é essa vazia, com o gordinho triste.

A despeito da vontade de ficar lá e jogar, eu só bati um papo rápido com a galera, que eu descobri serem mestres profissionais, ou seja, ganham dinheiro pra mestrar RPG. Cara, meu sonho é um emprego desses. Enfim, falando com o Bruno Cobbi, da Roleplayers, ele me explicou como funciona, mas eu recomendo que cês deem uma olhada no site deles que discorre muito melhor que eu.

 Melhor crossover de todos os tempos!

Além de ganhar dinheiro jogando/mestrando RPG, a gente bateu um papo rápido sobre D&D, e aparentemente a quinta versão melhorou absurdamente o sistema, ainda mais depois da caca que foi a quarta edição. Tudo bem que eu sou mais chegado na edição 3.5, mas é melhor não começar a discutir essas coisas. Se eu não trabalhasse no dia seguinte, teria ficado discutindo. Enquanto jogava.

 Não basta ter miniaturas de criaturas, tem que ter miniaturas de estruturas.

Por fim, o que se há de dizer é o seguinte: Dá uma passada lá, o clima é maneiro, provavelmente não vai ter tanta gente, então pra você, anti-social, talvez a experiência não seja traumática. Fica ali na Alameda Franca, 1055, perto da estação de metrô Consolação. Em São Paulo, pra quem não sabe. E se você for rico, pode ir jogar lá e gastar uma grana com material/comida/traquitanas. E me chama. Funciona de segunda a sábado [Domingo, que é dia de jogar RPG, não abre, vai entender], das 11h as 20h na segunda, das 11h as 21h terça e quarta e das 11h as 23h de quinta, sexta e sábado.

 O lorde Cthulhu lhe abençoa.

Cyber Bullying Must Stop

BULLYING por Inês Costa

Olá!

Como já devem ter percebido, hoje no meu post vai ser abordado o assunto dobullying... Sim, eu sei, não era isto que estavam à espera, mas sinto-me "na obrigação" de postar sobre isto, porque infelizmente muitos sofrem em silêncio...
"Bullying" é usado para descrever atos de violência física ou psicológica provocados intencionalmente por alguem  repetidamente, que causam dor e angústia. Nunca podemos, nem devemos, dizer que o bullying não é um problema de todos, porque é... O bullying é um problema mundial, cuja agressão física ou psicológica repetitiva deixa marcas para o resto da vida na pessoa em  questão...

O agressor deita abaixo o agredido, para o  tentar superar em termos físicos e psicológicos. Na
maior parte das vezes, o agressor não tem ninguém para o apoiar, para o educar, com conselhos e amparos apropriados, e é isso o que incentiva a descarregar nos outros...
Na maior  parte das vezes, a vítima não partilha com ninguém a sua dor, o que passa, e vive com o medo de que se falar com alguém, as consequências serão muito maiores, o que o fará sofrer mais ainda, e é por isso que não reage, não fala, sofre sozinho...

Em grande parte dos casos, o agressor é ou foi vítima de bullying.

Em grande parte dos casos, o bullying não é apenas físico, é também verbal, que é tão, ou mais doloroso que o físico... Porque se virmos bem, as marcas na pele desaparecem, mas o que gurdamos para dentro não desaparece... As palavras, as "bocas", os insultos...

Como as vítimas nunca fazem queixa dos seus agrssores, os principais sinais de alarme quando alguem é vítima de bullying são:
  • frequentes alterações de humor
  • abatimente físico e psicológico
  • falta de paciência
  • queixas de dores (nomeadamente de cabeça e barriga)
  • irritação frequente e extrema
 Agora, para finalizar, não se esqueçam, tentem ajudar enquanto puderem, porque um dia podemos ser nós a precisar...

Fonte: http://oblogdeumaloiradeolhosazuis.blogs.sapo.pt/bullying-2129

Após sofrer bullying, jovem faz séries de mil abdominais e emagrece 40 kg

Roberto conta que se sentia mal ao se olhar no espelho e sofria preconceito. Jovem diz que um dos motivos da mudança foi a falta de sorte com garotas.


LG RodriguesDo G1 Santos
Jovem emagreceu 40 kg em um ano após sofrer bullying (Foto: Roberto Onety / Arquivo Pessoal)Jovem emagreceu 40 kg em um ano após sofrer bullying (Foto: Roberto Onety/Arquivo Pessoal)Após sofrer bullying de várias pessoas por estar acima do peso, um jovem de Santos, no litoral de São Paulo, resolveu mudar a rotina e começou a se exercitar diariamente. O resultado não poderia ter sido mais satisfatório, já que o educador físico Roberto Onety emagreceu 40 kg em um ano, ficou mais saudável e deixou de sofrer ataques.
O jovem conta que sofria preconceito e se sentia mal ao olhar seu corpo no espelho. A insatisfação foi o que motivou Roberto para que ele começasse a alterar sua rotina. “Eu estava sentido dores no corpo, me olhava no espelho e sentia vergonha de mim mesmo. Além disso, qualquer coisa que eu fazia começava a suar igual uma torneira aberta e não chamava a atenção de nenhuma mulher. Foi então que decidi mudar”, explica.
Roberto ainda quer diminuir o percentual de gordura no corpo (Foto: Roberto Onety / Arquivo Pessoal)Jovem ainda quer diminuir o percentual de gordura
no corpo (Foto: Roberto Onety/Arquivo Pessoal)
Os problemas com o peso extra acabavam não o afetando apenas fisicamente, mas também psicologicamente, graças a comentários preconceituosos de pessoas próximas a ele. “Eu era chamado de gordo o tempo inteiro. Zombavam de mim, tudo era motivo de piada e eu sempre era a última escolha em atividades esportivos”, explica Roberto.
Ele resolveu mudar o dia a dia começando pela alimentação e, depois, iniciando uma rotina de exercícios. “Peguei uma dieta na internet de 1.500 calorias por dia. Imprimi e grudei na geladeira de casa. Comecei a correr 30 minutos todos os dias e fazia séries de 1.000 abdominais por dia em casa”, explica.
Roberto começou a nova rotina pesando 116 kg e, em um ano, ele conseguiu alcançar a marca de 76 kg. “Hoje mantenho o meu peso em 86 kg e minha meta atualmente é diminuir o percentual de gordura. Estou com 10% mas o objetivo são os 7%”, conclui.