quarta-feira, 21 de maio de 2014

Bullying é tema de “O Jogo dos Tesouros”

Heloisa Prieto tem mais de 50 obras publicadas e não gosta de se encaixar no padrão infantojuvenil / Foto: Divulgação

Um resumo bem simples de “O Jogo dos Tesouros” pode passar a ideia de que é mais um livro para meninas, como tantos. Mas a narrativa de Heloisa Prieto não chega nem perto disso. É muito melhor.
O resumo: Marinês é uma garota com poucos amigos na escola, que sofre bullying de Olga, a mais popular da turma, e busca refúgio em um mundinho particular. Surpreendentemente, ela se envolve com um garoto americano do intercâmbio, surfista, sonho de todas as alunas.
O que a autora faz é subverter uma história com tudo para ser ordinária. Marinês narra os acontecimentos, que mistura a suas observações da vida e a um jogo que ela inventa, no qual o prêmio maior é sua satisfação pessoal.
Ela vai captando “sinais” no dia a dia, na escola e no parque que adora visitar, e marca todos em um mapa na sua cabeça. Registra ali coisas boas e ruins. Depois, tenta traçar uma rota para atravessá-lo. Parece complicado, mas é divertido de seguir.
Enquanto se põe a engendrar a brincadeira, Marinês vê sua relação com Olga e o americano Mike tomar rumos bem inesperados.
Autora de mais de 50 livros, Heloisa Prieto gosta de não se encaixar nos padrões do infantojuvenil. Escreve sobre medo como se fosse algo divertido, trata monstros como gente normal e transforma coisas corriqueiras em grandes eventos na vida de seus personagens.
Com desenhos do artista austríaco radicado no Brasil Jan Limpens, “O Jogo dos Tesouros” é para leitoras jovens cansadas de mesmice. E para adultos interessados em boa literatura.
Fonte: O Diário de Mogi

terça-feira, 20 de maio de 2014

Mãe agride rapaz de 12 anos por maltratar a filha

Um rapaz de 12 anos foi agarrado pelo pescoço por uma mãe que dizia que a filha sofria de bullying por parte do mesmo, na Califórnia.

Mãe agride rapaz de 12 anos por maltratar a filha

Uma mulher foi acusada de agarrar um rapaz de 12 anos pela garganta, por alegadamente a filha sofrer de bullying nas suas mãos, contaram as autoridades da Califórnia, ao The Hunffington Post.

Delia Garcia-Brathcher, de 30 anos, foi a uma escola básica à hora de almoço e em frente a todos os colegas agarrou o rapaz.

Os funcionários da escola tiraram fotografias às marcas do pescoço do menino.

A mulher foi detida por abuso infantil e foi obrigada a pagar uma fiança de cerca de 22 mil euros.

Fonte: Notícias ao Minutos

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Corrente combate bullying nas escolas

Vítimas permanecem caladas por medo de novas agressões no dia a dia

Professor Aloizio Pedersen passou a utilizar a arte para lidar com bullying<br /><b>Crédito: </b> Arthur Puls / CP Memória
Professor Aloizio Pedersen passou a utilizar a arte para lidar com bullying
Crédito: Arthur Puls / CP Memória
A falta de punição às humilhações e agressões repetitivas e o medo fazem com que o bullying desafie a sociedade e que o seu combate passe por um caminho tortuoso e difícil. Como consequência, a maioria das vítimas segue escondida na escuridão criada pelo medo, sofrimento e pela vergonha. Essas marcas podem deixar sequelas permanentes na vida de quem sofre as agressões.

A principal dificuldade para o enfrentamento do bullying é a diferença entre a teoria e a realidade. E o assunto torna-se mais delicado e complexo nas escolas, onde essa violência tem maior incidência. Segundo Marcos Rolim, sociólogo e autor do livro "Bullying: O Pesadelo da Escola", para trazer à tona os casos de agressão é necessário atuar no anonimato e acompanhar o dia a dia da vida dos estudantes, estabelecendo relações de confiança.

O professor ressalta que muitas vítimas não expõem a situação por temor que a violência aumente, criando uma barreira. E explica que além de prejudicar o desempenho na escola, a agressão afeta a vida social e familiar. "O bullying, por vezes, se mantém porque a vítima não acredita que a violência vai acabar. Tem receio de contar a familiares e desapontá-los", afirma.

Uma forma de confirmar a presença do bullying nas escolas é o anonimato. Quando coletou os dados para o livro em uma escola pública na Capital, Marcos lembra que, no início, ninguém admitia as agressões e tudo o que ocorria era "normal". Quando começou a fazer o estudo anônimo, outra realidade se apresentou. "De repente, apareceram declarações e relatos surpreendentes e tristes", revela.

Ciente da dificuldade em abordar o tema com os alunos, o professor Aloizio Pedersen passou a utilizar a arte para lidar com esse assunto tão complexo em sala de aula. Assim, o projeto desenvolvido na Escola Estadual de Ensino Médio Padre Reus, na zona Sul de Porto Alegre, tem como foco desconstruir o valor e o poder da agressão. "O bullying ocorre porque a vítima é frágil e o agressor está acostumado - muitas vezes, também por sofrer violência - com o uso da força excessiva", diz o docente. E é neste contexto que a arte ajuda a expor a complexidade de sentimentos.

Os trabalhos em sala de aula e as encenações artísticas permitem ainda que os alunos possam vivenciar diferentes realidades, como simular uma situação de violência, se colocando no lugar da vítima e do agressor. Para o professor Aloizio, a escola deve assumir a responsabilidade de enfrentar o bullying, em especial, para tentar frear o sentimento crescente de violência que o agressor carrega consigo.

Violência virtual aumenta

Redes sociais e aparelhos tecnológicos têm sido utilizados, cada vez mais, como ferramentas de agressão. Denominado como cyberbullying ou bullying virtual, os ataques são feitos, basicamente, por meio da propagação de difamações na rede.

Com potencial bombástico e avassalador, rapidamente o material é disseminado, fazendo com que o sofrimento das vítimas seja ainda maior. Essas mesmas características fazem com que seja difícil a identificação dos reais responsáveis pela agressão. Normalmente, elas são feitas através de e-mail, postagens nas redes sociais e vídeos.

Agora engana-se quem pensa que esse tipo de violência fica restrita às escolas. Ao contrário, tem crescido no ambiente de trabalho. Recentemente, uma pesquisa da AVG Technologies, que atua na área de segurança de computadores, mostrou que aproximadamente 30% dos brasileiros acredita já ter sofrido algum tipo de cyberbullying no trabalho. Normalmente, as agressões visam difamar colegas.

A pesquisa também mostrou a preocupação com o efeito das mídias sociais em expor a privacidade dos funcionários. De acordo com o estudo, 58% dos entrevistados disseram que entrariam em contato com algum superior para informar o ocorrido.

Superação vira exemplo


O bullying provoca sequelas, muitas vezes permanentes, em suas vítimas. Elas variam muito em cada indivíduo, a partir da estrutura emocional e do grau das agressões. Em vários casos, as vítimas buscam caminhos próprios para lidar com a situação difícil. O estudante de Jornalismo Dieison Groff, de 26 anos, encontrou um destes rumos.

Morador de Humaitá, município no interior gaúcho, transformou o bullying em uma forma de auxiliar outros jovens a enfrentarem a violência. A triste fase começou quando ingressou no Ensino Médio. Segundo ele, porque não sabia jogar futebol, era chamado de "perna de pau", e também sofria por ter 'sotaque caipira'. Ao lembrar do passado, ele acredita que foi a força de vontade que o fez resistir.

Dieison escreveu dois livros infantis e faz palestras sobre o tema em escolas da região Noroeste do Estado. "As escolas não podem mais falar só sobre conteúdos, como Português e Matemática. É preciso trabalhar as relações interpessoais", alerta.

Fonte: Correio do Povo

domingo, 18 de maio de 2014

Spielberg quer filmar inusitada volta por cima de menina vítima de bullying

Maya Van Wagenen (Divulgação)
Maya Van Wagenen seguiu conselhos de um guia dos anos 1950 sobre como se tornar popular

Há dois anos, a americana Maya Van Wagenen estava em crise porque era vítima de bullying na escola.
Agora ela é uma autora de sucesso e pode ver sua história ir parar no cinema pelas mãos de ninguém menos do que Steve Spielberg.
A volta por cima de Maya começou quando sua mãe lembrou de um antigo guia dos anos 1950, que dava dicas sobre como ser uma adolescente popular.
Ao ver a menina triste, ela sugeriu que a filha, que tinha 13 anos na época, seguisse os conselhos e registrasse tudo num diário.
A princípio, ela se recusou veementemente, como faz a maioria adolescente diante de qualquer sugestão que venha de seus pais. Mas depois ela reconsiderou e pôs projeto em prática.
Entre as dicas, estava por exemplo só usar saias e não dispensar um bom colar de pérolas ao ir às compras.
A experiência não apenas deu certo como também virou um dos livros mais vendidos nos Estados Unidos.
Livro Popular (Divulgação)
Depois de seguir um guia dos anos 1950 (esq.), Maya escreveu um livro campeão de vendas
O sucesso de "Popular: vintage wisdom for the modern geek" (Popular: sabedoria vintage para o nerd moderno, numa tradução livre) chamou a atenção de Spielberg.
Por meio de seu estúdio, o Dreamworks, ele acaba de comprar os direitos para transformar o livro em filme.
"Quase não acreditei. É incrível!", disse Maya ao programa BBC Newsbeat. "Mas será um pouco estranho ver uma pessoa interpretando o meu papel no cinema."

Belfort revela que sofreu bullying por ser magro e gago: ‘Canalizei no esporte’

Baseado na própria experiência, lutador criou projeto para combater a violência nas escola e criticou a briga entre Sonnen e Wanderlei: 'Lastimável'




Força! Vitor Belfort e Fátima brincam  (Foto: Encontro com Fátima Bernardes/ TV Globo)Força! Vitor Belfort e Fátima brincam (Foto: Encontro com Fátima Bernardes/ TV Globo)
Quem vê Vítor Belfort arrasando com os adversários no octógono nem imagina que ele já sofreu por causa do porte físico. “Muitas pessoas não sabem, mas sofri bullying quando criança por ser gago e magro. Canalizei tudo o que eu sentia no esporte”, lembrou o lutador, que começou a praticar judô aos 8 anos e não se cansa de exaltar a importância de uma atividade física: “A partir do momento em que a pessoa pratica esporte, ela determina seu estilo de vida, mas não é apenas isso, o esporte também pode ser um agente social”.
Ciente de que o esporte transforma a vida das pessoas, Belfort usou a experiência difícil que teve na infância para criar um projeto contra o bullying e a violência: a Escola da Paz. “A ideia é ensinar as pessoas a serem cidadãs. É muito fácil fazer um campeão no octógono, mas o mais difícil é fazer um campeão na vida”, comenta o lutador.
Falando em esporte como precursor de cidadania e paz, Belfort aproveitou para comentar a briga entre Chael Sonnen e Wanderlei Silva no reality show TUF Brasil. Ele criticou duramente a postura dos lutadores e disse que se sentiu envergonhado com a atitude antidesportiva dos atletas. “MMA não é briga, é luta de pessoas preparadas dentro de um octógono. É lastimável, achei muito triste. Às vezes, palavras soam mais fortes do que a luta em si. Nesse caso, o que me chocou foram as palavras, não achei certo”, decretou ele.
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Ser valentão pode ser bom para a saúde, diz estudo

 

Hoje em dia é bastante comum lermos notícias sobre o famoso “bullying” e suas consequências sobre as pessoas que são vítimas desse tipo de violência. No entanto, de acordo com o The Verge, um grupo de pesquisadores decidiu conferir quais são os efeitos desse comportamento nos “bullies”, ou seja, nos indivíduos valentões que aterrorizam os demais.
Segundo a publicação, um estudo apresentado em um importante periódico científico demonstrou que ser valentão — especialmente para os que jamais foram vítimas de bullying — efetivamente pode trazerbenefícios para a saúde quando comparado a pessoas que nunca se envolveram com esse tipo de comportamento.


Valentões puros

Os pesquisadores descobriram que os “bullies puros” — ou seja, os valentões que nunca sofreram bullying — apresentam níveis mais baixos de uma proteína chamada c-reativa, que indica a ocorrência de processos inflamatórios. Essa característica, conforme explicaram os cientistas envolvidos no estudo, pode significar uma redução no risco do desenvolvimento de condições como síndromes metabólicas e problemas cardiovasculares.
No estudo, os pesquisadores acompanharam mil crianças da região da Carolina do Norte durante um período de sete anos. No decorrer desse tempo, os participantes tiveram amostras de sangue coletadas e foram entrevistados, respondendo a perguntas como, por exemplo, se haviam sofrido bullyig nos últimos três meses. Esse acompanhamento permitiu que os cientistas analisassem as alterações nos níveis da proteína c-reativa.
Segundo os cientistas, outro resultado interessante foi que o organismo dos participantes que faziam e sofriam bullying não demonstrou qualquer efeito inflamatório positivo ou negativo, apresentando o mesmo resultado de pessoas que não se envolveram com esse tipo de comportamento. Em outras palavras, as ações mistas — de ser bully e vítima — parecem neutralizar os efeitos bons ou ruins sobre a saúde.

Estresse

Os pesquisadores ainda não descobriram o que exatamente provoca essa alteração nos níveis da proteína c-reativa, mas suspeitam que o estresse provocado por situações de bullying e maus-tratos pode afetar a forma como o corpo reage ao estresse em longo prazo. Isso porque essas experiências violentas podem liberar doses de cortisol — um hormônio associado à resposta ao estresse — cedo demais e com muita frequência durante a infância.
Como resultado, o sistema de resposta do organismo às situações de estresse se tornaria desregulado, deixado o corpo mais vulnerável às inflamações. Porém, os “bullies puros” não experimentam — ou sofrem com — esse tipo de estresse. Pelo contrário: os pesquisadores apontaram que os valentões desfrutam de um aumento no status social.
Os cientistas fizeram questão de deixar bem claro que ter níveis altos da proteína c-reativa não indica necessariamente más condições de saúde, senão que esse fator deve ser compreendido como um sinalizador de possíveis problemas no futuro. Além disso, com o estudo, os pesquisadores não estão sugerindo que as crianças devam começar a aterrorizar as outras.
Afinal, existem muitas outras formas de fortalecer o organismo contra a ocorrência de processos inflamatórios, como a prática de esportes, participação em atividades sociais e fazer parte de clubes, por exemplo.

As atitudes que prejudicam o ambiente de trabalho

Fofoca, implicância, bullying, furtos e até assédio moral causam evasão de funcionários e reduz a produtividade



O boato de que estava grávida se espalhou rapidamente pela empresa. A auxiliar administrativa, que teve o nome preservado, apenas ficou sabendo da fofoca que corria pelos corredores da firma, quando os colegas começaram a parabenizá-la pela “vinda da cegonha”. A situação, aparentemente engraçada, ocasionou constrangimento à mulher. Não sendo verdade, ela procurou o “fofoqueiro”, conversou com ele e deu um basta na situação.

O final da história, no entanto, não foi tão feliz para o “leva e traz”. A invenção da fofoca, a princípio sem nenhum motivo aparente, assim como outras condutas pouco salutares ao ambiente de trabalho, acarretaram na demissão dele.

“A fofoca é uma prática que nunca vai acabar”, afirma a psicóloga Liana Esmeraldo, elencando insegurança e ciúmes como alguns dos motivos para a disseminação do boato. Mas não só essa atitude gera constrangimento entre colegas de trabalho. Implicância, bullying, furtos e até assédio moral ocasionam insatisfação, evasão e diminuição do rendimento do funcionário, causando prejuízos para a equipe e para a empresa.

“Quem sofre bullying se desmotiva e produz menos”, destaca a analista de Recursos Humanos, Danielle Aragão. “Já o furto gera a intimidação da vítima, que se sente indefesa, vulnerável, não sabe o que fazer.”

Entre colegas, a situação pode ser mais facilmente resolvida. Se o bullying ou a implicância, no entanto, partem da chefia em relação aos subordinados, o problema tende a ser mais grave, como aconteceu com a copeira que preferiu não se identificar.

Tanto ela como os outros profissionais do mesmo setor da empresa sofriam humilhações por parte da supervisora. Após diversas reclamações, foi configurado o assédio moral (quando há abuso de poder hierárquico), e a ofensora foi demitida. “Tínhamos medo dela. Algumas pessoas choravam, passavam mal quando ela estava perto. Agora tudo melhorou”, afirma a funcionária.

cultura empresarial
A demissão não é a única forma de resolver os problemas internos da empresa. Danielle Aragão destaca que, mais eficaz que o simples desligamento do funcionário, é a disseminação de uma cultura empresarial baseada na ética e no respeito. “A empresa é como uma casa. Se quem já se encontra nela respeita suas regras, os novatos, a partir do exemplo dos veteranos, também respeitarão.

O treinamento de lideranças, orientando os gestores a se aproximarem e conhecerem as equipes com as quais trabalham, assim como a promoção de momentos de integração entre os funcionários, facilitam o diagnóstico do problema e sua consequente solução.

Liana Esmeraldo afirma que é necessário também que os integrantes da companhia tenham um espaço de amparo psicológico, como um setor de RH ou o acompanhamento de profissionais do ramo.

A psicóloga explica que, independentemente do tamanho da empresa, códigos de conduta servem para que os funcionários saibam de seus direitos e dos meios de defesa contra situações desagradáveis no trabalho. Conversar, orientar e alertar sobre as normas da empresa são as primeiras medidas a serem tomadas, nos casos mais leves.

O QUE DIZ A LEI
A empresa pode ser prejudicada por implicância entre funcionários

1. Quando a implicância, a fofoca e o bullying ultrapassam os limites da brincadeira e atingem a honra ou a moral da pessoa ofendida, a vítima pode recorrer às instâncias judiciais para a resolução do problema.

2. No âmbito civil, é possível pleitear indenização por danos morais. No âmbito criminal, o ofensor pode ser condenado por calúnia, difamação ou injúria (arts. 138 a 140 do Código Penal Brasileiro), sofrendo pena de detenção de um mês a dois anos, dependendo do crime, e/ou multa. A legislação penal também tipifica o furto (art. 155), cuja sanção é de um a quatro anos de reclusão e multa. Em determinadas instituições, é possível a instauração de processo administrativo.

3. O funcionário também pode recorrer à Justiça do Trabalho, como no caso do assédio moral. Quem responde ao processo, no entanto, é a instituição empregadora, como explica a advogada Giovanna Santiago: “No âmbito trabalhista, a empresa responde pelas ações de seus funcionários. É como se as condutas praticadas por gerentes e pessoas em cargos de chefia fossem cometidas pela própria empresa”.

4. Para evitar que pequenos problemas ganhem enormes proporções é que Danielle Aragão destaca a necessidade da precaução. “Hoje nos preocupamos muito em resolver o problema, mas é igualmente importante utilizar medidas preventivas, deixando clara a cultura da empresa, para que situações desagradáveis no trabalho não aconteçam. Tudo o que ocorre entre os funcionários reflete na imagem da firma.”
Fonte: Jornal O Povo - Andressa Bittencourt - andressabitten@opovo.com.br

sábado, 17 de maio de 2014

Planeje seu 2º semestre com BULLYING e SUPER AÇÃO que é da Cia Atores de Mar'


Cia Atores de Mar' sempre levando em seus espetáculos BULLYING - o melhor e mais eficaz profeto antibullying do país - e SUPER AÇÃO - teatro do improviso, cada dia uma apresentação diferente - qualidade e comprometimento com a cultura e a educação. 

Abaixo, assista um pouco de nosso trabalho. Dois links de cada e release dos espetáculos.

Trecho BULLYING - http://youtu.be/Lpwuay54Y8g
música O BULLYING É DO MAL - http://youtu.be/Fu0QKsIPeAg

SUPER AÇÃO #1 - http://youtu.be/3QOMC9eFiAQ
SUPER FRENTE E TRÁS #1 - http://youtu.be/BtsSn0-d2XY 

BULLYING retrata o dia a dia do aluno em sala de aula, mostrando o problema e dando uma das possíveis soluções, de forma lúdica, com diversos personagens sendo interpretados pelos atores PATRICK MORAESJUNIOR BEÉFIERRI, VICK DAMASCENA e BRUNA DÓLLOR. Dividido em 4 cenas, intercaladas por dança e música ("LIMITES", "DE VIOLÊNCIA JÁ ESTAMOS CHEIOS", "PENSE UMA, DUAS OU MAIS VEZES", "PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO" e "O BULLYING É DO MAL"). Na primeira, há uma explicação sobre o tema, citando o que é bullying, quais suas causas e consequências, os tipos de bullying que existem e como podemos combatê-lo. Nas outras três cenas, apresentamos o problema (bullying) e damos uma das possíveis soluções, sendo que duas delas são dadas pelos próprios personagens/alunos, fazendo com que se entenda que eles mesmos, platéia/alunos, possam resolver algumas questões sem a interferência dos profissionais da educação. Com isso, trabalhamos também a formação de caráter e ética do aluno. Ao final, há um debate com o roteirista e diretor MAR'JUNIOR, autor do livro "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo.".

PÚBLICO ALVO - alunos do fundamental I, II e Ensino Médio  -  11ª temporada


SUPER AÇÃO - O público é o personagem principal do espetáculo. Todas as cenas são sugeridas pelo público, tornando assim o projeto muito dinâmico e atraindo atenção total. Além disso, em determinados jogos, algumas pessoas do público participam ativamente da cena, junto com os atores MAR'JUNIORPATRICK MORAESJUNIOR BEÉFIERRI e VICK DAMASCENA. Cada dia a apresentação se faz única. O teatro do improviso proporciona isso. Nunca as apresentações são iguais. 

PÚBLICO ALVO - alunos do fundamental II, Ensino Médio e Universitário  -  2ª temporada


Aguardamos o seu contato

Grato

Mar'Junior - Cia Atores de Mar'

Atenciosamente
Assessoria de Comunicação
da Cia Atores de Mar'

PRODUÇÃO RIO DE JANEIRO
(DDD) 21 (SEDE) 24246254 (NEXTEL) 78167987 ID 24*72586 - (TIM) 969107833 - (VIVO) 998135413
email: ciaatoresdemar@gmail.com
site: http://ciaatoresdemar.com

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Bullying na música: Veja o que você pode estar fazendo errado

Nos últimos tempos, a palavra "bullying" se tornou presento no vocabulário do mundo todo, um termo não tão novo assim, mas recentemente popularizado. Muitos de nós crescemos sem saber ou ter a mínima noção sequer no que consiste o ato de praticar bullying contra uma pessoa, seja ela um colega de escola, trabalho, ou por que não, um artista qualquer. 

Apesar de esta palavra ser em grande parte atrelada a relação escolar entre adolescentes, é importante lembrar e ter a consciência de que adultos são constantemente vítimas de violência, esta, principalmente psicológica. 

No geral, praticar bullying nada mais é que fazer o uso de qualquer tipo de agressão física ou psicológica, assédio e intimidação. Práticas essas que podem ser erroneamente associadas apenas ao contato direto de uma pessoa com a outra. Atualmente a internet e suas redes sociais são as principais responsáveis pela disseminação do bullying. Os artistas da música que o digam. 

Diversos músicos atualmente são obrigados a lidar com as mais violentas críticas diariamente. Criticas que ultrapassam os limites de seu trabalho como profissional. Críticas à aparência, postura, relações amorosas já são assuntos comuns nas redes. Além disso, alguns desses artistas são constantemente bombardeados com xingamentos e ofensas do mais baixo calão. Uma violência gratuita vem sendo distribuída e compartilhada por milhares, que muitas vezes nem possuem a consciência de que acima de tudo, esses artistas são seres humanos. 

Alguns dos maiores exemplos do bullying na música podem ser vistos abaixo: 

Anitta 



A cantora que iníciou a carreira no funk e atualmente tenta emplacar uma pegada mais pop, é umas das campeãs na internet quando o assunto é sofrer bullying. Annita é constante alvo de montagens e xingamentos, principalmente na internet. Ela já foi chamada de ratazana, capivara e cabrita, fazendo referência à recente plástica que fez no nariz. Na última semana ela foi bombardeada por fãs do One Direction, simplesmente por tirado fotos com a banda em um show no Brasil. As hashtags de ódio pela cantora são as mais variadas como #anittacaradecamelo e #annitafedemaisqueurubu. 

One Direction 



A boyband que se originou no reality musical The X Factor em 2010, alcançou a fama e uma legião de fãs em pouquíssimo espaço de tempo. Ao mesmo tempo, despertou outra legião, essa composta por milhares que desprezam o trabalho dos jovens. Muitos questionam o talento da banda e também fazem criticas ao estilo pessoal dos integrantes. 

Justin Bieber 



Um dos fatores que mais contribuem para a disseminação do ódio contra Bieber são as próprias atitudes do rapaz. Atualmente Bieber é mais conhecido por suas polêmicas do que por suas músicas, fator que despertou ainda mais o número de "haters" do cantor. Mas não é de hoje que Justin é odiado. Desde que surgiu na internet, quando era apenas uma criança, a qualidade musical do cantor sempre foi discutida, além do mais, o verdadeiro exército de fãs meninas que defendem o músico assiduamente também virou motivo de chacota nas redes sociais. 

Taylor Swift 



A cantora já é presença cativa em diversas listas das "celebridades mais odiadas". Taylor que começou na carreira da música ainda adolescente, sempre foi criticada por escrever canções sobre seus relacionamentos amorosos, em sua grande parte com homens também famosos. A loira já foi chamada diversas vezes de "vadia" e "vagabunda". 

Em resumo, apesar da maioria dos artistas citados acima nem sempre entrarem em detalhes sobre o assédio negativo, já deu pra ter uma boa ideia de que o bullying é o mesmo para todos. Se você é contra essa forma de violência em qualquer âmbito, comece mudando alguns pequenos hábitos. O gosto é de cada um, mas o respeito é para todos. 

Bullying na infância pode causar doença vascular e inflamações na vida adulta


Fonte: iG São Paulo
As consequências do bullying vão além do sofrimento e dos efeitos psicológicos; elas podem inclusive levar a efeitos biológicos no longo prazo. Estudo realizado por universidades americanas mostrou que crianças que sofreram bullying podem apresentar inflamações crônicas e sistêmicas durante a vida adulta. Já aqueles que cometeram bullying, por outro lado, podem ter benefícios na saúde por conta do aumento do status social conquistado.
“Nossas descobertas têm relação com as consequências biológicas do bullying e, por estudar um marcador de inflamação, fornecem um potencial mecanismo para entender como essa interação social pode afetar o funcionamento da saúde anos depois," disse William Copeland, professor de psiquiatria da Universidade de Duke e autor do estudo.
Estudos prévios haviam mostrado que vítimas de bullying na infância sofriam consequências emocionais e sociais na vida adulta, inclusive o aumento de ansiedade e depressão. A descoberta é que crianças que sofreram bullying também relatam problemas de saúde - tais como a susceptibilidade à dor - que podem exceder os resultados psicológicos.
Os pesquisadores usaram dados do Great Smoky Mountains, um grande estudo populacional com informações sobre 1.420 pessoas ao longo de 20 anos. Os indivíduos foram aleatoriamente selecionados paraparticipar do estudo prospectivo.
Os participantes foram entrevistados durante a infância, adolescência e no início da vida adulta. Entre outros tópicos, eles foram perguntados sobre as experiências com bullying. Os pesquisadores também coletaram pequenas amostras de sangue para analisar fatores biológicos e mediram a quantidade de proteína c-reativa, um marcador de inflamação de baixo grau e um fator de risco para problemas de saúde, incluindo a síndrome metabólica e doença cardiovascular.
"Níveis desta proteína são afetados por uma variedade de fatores de estresse, incluindo a má nutrição, a falta de sono e infecção, mas achamos que eles também estão relacionados a fatores psicossociais", disse Copeland. Ele explica que, aocontrolar os níveis de c-reativa (CRP) pré-existentes dos participantes - antes do envolvimento em bullying - foi possível ter uma compreensão mais clara de como o bullying pode mudar a trajetória dos níveis de c-reativa no sangue.
Três grupos de participantes foram analisados: as vítimas de bullying, aqueles que eram tanto agressores como vítimas e, por fim, aqueles que eram os “valentões”. Embora os níveis de CRP tenham aumentado em todos os grupos quando entraram em idade adulta, vítimas de bullying na infância tinham níveis muito mais altos de CRP em comparação com os outros. O nível de CRP aumentou conforme o número de vezes que os indivíduos sofreram bullying.
Já os adultos que haviam sido tanto vitimas como vilões do bullying demonstraram níveis de CRP semelhantes aos daqueles que não se envolveram com bullying. Os que praticavam bullying foram os que tiveram os menores níveis da proteína no sangue.
"Nosso estudo mostrou que bullying pode servir como fator de risco e também até como fator protetor para inflamações. O reforço do estatuto social parece ter uma vantagem biológica. No entanto, existem outras maneiras para que as crianças experimentem o sucesso social, que não seja fazer bullying nos outros”, disse Copeland.
Os pesquisadores defendem que a redução do bullying, bem como a redução da inflamação entre as vítimas de bullying, poderiam ser estratégias para promover a saúde física e emocional e diminuir o risco de doenças associadas à inflamação.