sábado, 24 de março de 2012

Deputado está preocupado com a prática do bullying

Combater o bullying nas escolas é a próxima meta de Mendonça
O deputado Mendonça Prado (Foto: Arquivo Portal Infonet)
O deputado federal Mendonça Prado (Democratas/SE) está preocupado com a prática do bullying nos estabelecimentos de ensino brasileiros. Segundo ele, as estatísticas mostram que um milhão de crianças são vítimas de bullying no mundo. “Está comprovado que as diversas modalidades desses fenômenos tem resultado em consequências danosas para a sociedade”.
Para exemplificar o que pode derivar desses atos, Mendonça Prado relembra sempre o caso de Realengo no Rio de Janeiro, onde o jovem Welligton Menezes de Oliveira que, comprovadamente foi vítima de bullying praticado por seus colegas de escola na infância, entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira, abriu fogo contra os alunos em salas de aula e suicidou-se, constituindo uma tragédia sem precedentes no país.
Conforme dados do parlamentar, o bullying pode se caracterizar pela prática do racismo, da homofobia, da exacerbação da vaidade pessoal e de inúmeros procedimentos discriminatórios e preconceituosos. Mendonça Prado disse ainda que, com o advento da internet e das redes sociais, percebe-se cada vez mais as manifestações denominadas cyberbullying, que se traduzem na divulgação de imagens e/ou mensagens na rede as quais depõem contra a honra e a dignidade das pessoas.
“É preciso levar em consideração a frase célere de Pitágoras: ‘educai as crianças e não precisarás punir os homens’. Assim, a família e a escola devem, além de transmitir o saber, ter as condições para ajudar na correta formação da personalidade do ser humano. O bullying precisa ser visto como um mal para a sociedade”, afirmou. Mendonça Prado está formatando projetos que visam o esclarecimento e sanções concernentes ao tema. Para isso, serão realizadas uma série de audiências públicas e seminários por todo o Brasil.
Fonte: Assessoria de Imprensa
Fonte: Infonet

Promotoria pede proteção a garota agredida por mãe de colega

Promotoria pede proteção a garota agredida por mãe de colega  

Promotoria pede proteção a garota agredida por mãe de colega

O Ministério Público do Rio Grande do Sul decidiu nesta sexta providenciar proteção à adolescente de 14 anos filmada enquanto sofria agressões da mãe de uma colega em frente a uma escola estadual de Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil da cidade. O vídeo que mostra a estudante recebendo socos e chutes de três pessoas circulou pela internet e foi exibido ontem (22) pela TV Globo.

A Promotoria e a Secretaria da Educação do Estado dizem que a menina agredida e a colega dela, de 15 anos, tinham "desavenças pessoais" e trocaram ofensas dias antes das agressões.

No dia 13, a mãe da aluna mais velha foi à saída da escola para tirar satisfações, e acabou agredindo a colega da filha.

A Promotoria da Infância e Juventude foi acionada. Ainda não se sabe que medidas serão tomadas para proteger a estudante agredida e a filha da agressora --teme-se que ela seja alvo de retaliações.

Existe a possibilidade de uma delas trocar de escola ou de turno de aula.

Nesta sexta, a mãe da estudante agredida e a direção da escola foram ouvidas por um promotor de Gravataí.

Segundo a regional da Secretaria Estadual da Educação, a diretora fez um relatório assim que soube do caso e o encaminhou à polícia.

Ainda de acordo com a secretaria, as duas estudantes não chegaram a se encontrar após o incidente. A família da aluna mais velha ficou com receio de que ela voltasse ao colégio devido à repercussão do caso.

A estudante agredida passa bem e já voltou à escola.

Segundo a secretaria, as duas alunas já haviam sido advertidas anteriormente por conta da troca de ofensas. Diz ainda que o caso não tem relação com bullying e que não se trata de um conflito entre grupos de alunos.

A pasta também afirma que vai desenvolver um projeto pedagógico sobre violência com os alunos da escola.

Clique aqui para visualizar o vídeo.

Folha

Fonte: PB Agora

sexta-feira, 23 de março de 2012

BULLYING - Cia Atores de Mar´ no Colégio Bonfim

Apucarana: violência em escolas gera preocupação

Registro de um caso em uma escola estadual envolvendo um

Maurício Borges - Tribuna do Norte - Diário do Paraná.
Crédito: Sérgio Rodrigo, da Tribuna do Norte - Diário do Paraná

menor, teve ampla repercussão entre professores


CONDUTA de estudantes nas escolas deixa professores apreensivos
 
A violência nas escolas, tendo os professores como vítimas, foi debatida em reunião realizada na noite de anteontem, no salão nobre da Prefeitura de Apucarana. O evento havia sido convocado há alguns dias pelo Conselho Tutelar, mas um caso de agressão de um menor a uma professora, no mesmo dia, acabou acirrando ainda mais a discussão.

A agressão, conforme relata a conselheira tutelar Priscila Pedroso, ocorreu numa escola na zona sul. Ela diz que o caso envolveu um aluno de 13 anos, da 6ª série, e foi atendido pela conselheira Izamara Vanessa Holak. “Trata-se de um garoto que apresenta problemas de indisciplina e que reagiu ao ser repreendido”, comentou.

Para o comandante regional da Patrulha Escolar, tenente Dejair Budkevitz, o incidente não foi grave. “O menor apenas segurou a professora pelo braço e ela nem quis representar contra ele”, informou, acrescentando que a educadora relevou o caso, por que o aluno faz uso regular do medicamento Ritalina, indicado para hiperatividade.
 
A reunião, promovida pelo Conselho Tutelar, teve a presença de representantes da Guarda Municipal, Patrulha Escolar e Ouvidoria do Núcleo Regional de Educação, e tinha como principal objetivo definir as demandas de atendimento na área de segurança. Porém, na discussão, professores manifestaram sua preocupação com ofensas e ameaças da parte de menores.
 
O tenente Dejair ponderou que casos de agressão verbal acontecem nas escolas, mas situações de agressão física não existem. “Desde a criação da Patrulha Escolar, há mais de 5 anos, nunca houve registro de vias de fato”, frisou ele, lembrando que palestras de valorização da cultura da paz tem sido feitas nas escolas.

Fonte: TN Online

Violência nas escolas preocupa Governo do Acre

Secretaria de Educação e parceiros lançam projetos de combate à violência escolar

 

O principal objetivo da ação, além de alertar os participantes para que denunciem casos de violência nas suas mais variadas formas, como a doméstica, é conter a violência escolar.

Por meio de debates e palestras que irão discutir assuntos de importância social, como o uso de drogas, bullying e violência na escola, a Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), em parceria com o 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM), lançou na tarde de sexta-feira, 16, os projetos A Escola Faz Direito e Policiar, Musicalizar: Proporcionando Esperança, que atuarão nas escolas de Ensino Fundamental (para turmas dos 8º e 9º anos) e Médio localizadas na área de atuação do Batalhão.

O principal objetivo da ação, além de alertar os participantes para que denunciem casos de violência nas suas mais variadas formas, como a doméstica, é conter a violência escolar em todos os aspectos, proporcionando maior harmonia no convívio escolar e social, desvendando e interpretando suas significações e impacto nos envolvidos para tentar minimizá-las e impedi-las de continuar.

A realização do projeto educacional irá utilizar recursos do próprio batalhão, também possibilitando o apoio de instituições públicas e entidades comunitárias que se interessem em firmar parcerias, sempre em consenso com a abordagem intitulada Cidadão como agente da ética moral, sempre obedecendo a um cronograma previamente estabelecido sobre as atividades desenvolvidas em cada instituição.

O Secretário de Educação e Esporte, Daniel Zen, ressalta que esta é mais uma atividade que vem a somar as atividades que vem sendo desenvolvidas nas escolas por meio de Programas como o Mais Educação que tem como meta aumentar de 11 alunos atendidos em 2011 para 40 em 2012. “São atividades que enriquecem o currículo e leva a educação para além das quatro paredes, abrindo horizontes para outras práticas. É como muito carinho que abraçamos estes projetos com a certeza de que serão um sucesso”, afirma.

Para o comandante do 5º Batalhão, Major Estefan, “a violência é um fenômeno social que atinge crianças, adolescentes e adultos de todos os segmentos sociais e em todos os lugares. Esta problemática vem provocando crescente perplexidade e sendo objeto de grande preocupação no meio escolar. Nos sentimos honrados em promover políticas públicas que contribuirão com a segurança nas nossas escolas, na certeza de que verificaremos a diminuição da violência que permeia as instituições escolares para que a harmonia e a tranquilidade sejam fatores progressivos no ambiente escolar”.

Fonte:  Voz do Acre

Bullying e violência devem ser enfrentados

Violência escolar e bullying são temas que devem ser debatidos a cada dia nas escolas e em casa.  
 
Escrito por  Jeferson Vieira
 
Violência escolar e bullying são temas que devem ser debatidos a cada dia nas escolas e em casa. 

Para especialista, a violência escolar hoje em dia atinge ambos os lados, alunos, professores e toda a comunidade escolar e precisa ser monitorada por especialistas. A definição de violência e violência escolar é complexa e apenas uma denominação não pode explicitar de fato o que acontece dentro e fora dos muros da unidade escolar. Porém utiliza-se hoje o termo violência para aquilo que gera violência física, tratada em artigos por especialistas como Candau, Gilberto Velho, Sposito e outros, e também a psicológica ou simbólica, muito abordada pelo sociólogo francês Pierre Bordieu.

Para a pesquisadoraem Violência Escolar, Cleodelice Aparecida Zonato Fante: “Essa violência é algo bastante comum e os professores têm que estarem mais preparados. Porém não se pode cobrar do professor aquilo que não é oferecido a ele”, explica.

De acordo com a pesquisadora, “a violência psicológica é xingar, humilhar, excluir, ignorar, ameaçar, ofender.  Já a agressão física é chutar e dar soco. Essa violência pode ser entre alunos, do aluno com direção ao professor, do professor com relação ao aluno.”

Outra situação importante é a questão do bulling. “Essa é mais específica e seria quando ocorre uma violência entre alunos. Muitas vezes por um aluno ou grupo que intimida outro aluno ou a vítima é mais fraca fisicamente ou de popularidade excluída do grupo”.

Segundo Cleodelice, isso gera uma consequência ruim para a criança. “O aluno pode não querer ir mais para a escola e ficar com baixa autoestima. Ela pode ter algum sintoma psicossomático”.

Ela ainda comenta que os autores acabam se envolvendo com amigos que têm esse comportamento agressivo. “Eles abusam de bebidas alcoólicas, de drogas e podem acabar tendo conflitos com os professores.”

A pesquisadora alerta sobre as razões do problema. “A violência em casa com os pais, a questão dos meninos serem mais agressivos que as meninas e a escola têm uma participação na responsabilidade. Escola onde as regras não são decididas em conjunto ou os alunos não participam.”

“Com essa realidade diferente, os professores não estão sendo preparados, eles têm dificuldades e acabam reagindo da forma não tanto técnica, mas de uma maneira que eles foram aprendendo com a vida. Quando o professor gritar para pedir silêncio, ele está agredindo e isso não pode acontecer, o professor tem que buscar alternativas para isso.”

Ela afirma que o professor deve usar da sua autoridade sim, mas em prol do aluno e de qual é o papel da instituição escolar. Deve haver regras sim, normas, mas essas devem ser dialogadas, justas, impostas consistentemente e sem diferenciar os alunos por etnia, religião, características físicas.

Fonte: Primeira Página

Programa Mais Você entrevista menino gaúcho vítima de BULLYING


“Era uma carta de suicídio”, afirmou o jovem de 15 anos, vítima de agressões que começaram na sala de aula em uma escola em Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul. Por trás de um biombo, o garoto participou do programa Mais Você, na manhã desta quinta-feira, na Rede Globo. O menino contou que começou a escrever a carta como uma carta de suicídio mas que resolveu pedir ajuda, revelou ele sobre a carta enviada a ABGLT, Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros, que acabou sendo direcionada a imprensa e à autoridades que tomaram providências quanto ao caso. O programa comentou ainda de um caso de uma menina 17 anos no Espírito Santo, agredida por outras alunas.

O menino foi vítima de um ataque na primeira quinzena de abril na saída da Escola Estadual Onófre Pires, onde iniciou o segundo grau este ano. Por conta de sua homossexualidade, o garoto foi ameaçado e atacado com socos e pontapés por outros alunos. Ao ver que nada seria feito, colocou a boca no trombone. Ele narra que os professores não fizeram nada para ajudá-lo e que agora foi transferido para um colégio particular mas que ainda tem medo de represálias.

O menino contou que o apoio dos pais foi crucial para enfrentar tudo e que seus pais o aceitam e dão apoio. Um especialista ouvido no programa reafirmou o que disse o Jovem agredido. O psiquiatra infantil Gustavo Teixeira, afirmou: “A família tem uma função importantíssima nesses casos. Precisam apoiar para superar o trauma. Sozinho ele não conseguiria”. Segundo ele, uma a cada três crianças brasileiras sabe o que é o bullying na pele.  “Todos podem sofrer como eu sofri. Isso tem que acabar”, pediu o menino que culpou a escola e os professores pela violência que sofreu. Ele relatou que por diversas vezes pediu ajuda mas foi ignorado pelos professores.


Fonte: Revista Lado A

Personagens de Angry Birds protagonizam filme contra o cyberbullying


08:28 Vc já imaginou um Angry Bird defendendo um porco? Pois é o que acontece nesse vídeo, uma iniciativa do game da Rovio em parceria com a MTV contra o cyber bullying. Eles pedem que vc ajude a definir a linha entre uso e abuso digital. No site Draw Your Line, os visitantes podem contar o que estao fazendo para acabar com o cyber bullying e, assim, desbloquear um nível extra do Angry Birds Space. Da página do Angry Birds no Facebook. Usuarios do Blue Bus o q estao dizendo ou retuitando 23/03 Debora Schach


Fonte: Bluebus

Otoplastia pode evitar bullying

A cirurgia é simples e pode evitar que crianças com orelhas de abano passem por constrangimentos  


A prática do bullying entre crianças na idade escolar pode ser ainda mais intensa se a vítima tiver alguma característica diferente, como as orelhas de abano. A otoplastia, cirurgia de correção das  orelhas, é indicada para elevar a autoestima de crianças e adultos que enfrentam traumas, discriminação e constrangimento relacionados a esse característica física.

“Essa cirurgia é um procedimento meramente estético, não afeta em nada na audição da criança, mas pode influenciar no seu desenvolvimento de maneita positiva”, explica  o cirurgião Mauro André Arguello, da Della Clínica.

Para Arguello, o trauma do bullying, adquirido na infância, pode marcar a vida adulta, ocasionando problemas de comportamento e convívio social. “O procedimento pode ser feito a partir dos sete anos, quando a cartilagem da orelha já está toda formada, mas não é urgente. Cabe aos pais anteciparem ao máximo a operação ou esperar que a criança demonstre essa vontade, seja por ter sofrido bullying ou não.”

Para o especialista, a cirurgia é simples, segura, tem resultados positivos e não deixa cicatrizes perceptíveis. Porém, é uma decisão que deve ser tomada com muito cuidado. “Aos sete anos a criança não tem discernimento para saber se precisa ou não mudar sua aparência. Se não houver uma avaliação psicológica, ela pode adquirir a ideia errada de que a aparência física é essencial na vida social”, diz a psicóloga Adriana Pereira. 

A psicóloga lembra que a ideia de que o bullying vai acabar após a cirurgia é errada. “O bullying vai além de uma característica física, é algo pessoal. Além disso, qualquer outra característica física pode resultar em piadas e brincadeiras. A criança vai mudar a orelha, mas se tiver um cabelo diferente ou se for gordinha ou muito magra, vai continuar sendo alvo de brincadeiras. É preciso que ela saiba lidar com isso de maneira saudável”, completa.

Fonte: Rede Bom Dia

Mãe denuncia bullying contra a filha em escola e registra BO

Vista aérea do Complexo Educacional do Jardim Novo, local em que a menina estuda
Vista aérea do Complexo Educacional do Jardim Novo, local em que a menina estuda

Ednéia Silva

Cansada de ver a filha sofrendo, Estelina de Almeida registrou Boletim de Ocorrência por omissão na última quarta-feira (21). Ela conta que a filha, de sete anos, vem sendo sistematicamente agredida por colegas sem que a escola tome providências para resolver o problema. A última agressão aconteceu na segunda-feira (19).

A menina conta que foi agredida por duas colegas, mas não soube explicar o motivo. Segundo a mãe, a menina frequentemente chega em casa com lesões e chorando. Por conta disso, a garota não está indo à escola. A mãe afirma que a filha somente voltará se o problema for resolvido ou se ela for transferida para outra unidade ensino.

Estelina disse que já procurou a direção da escola. A providência tomada foi mudar a menina de período, mas as agressões continuaram. A mãe procurou o Conselho Tutelar, que prometeu fazer uma visita à escola e investigar o caso. O conselho também encaminhou a menina ao Criari (Centro de Referência da Infância e Adolescentes) para atendimento psicológico.

Estelina informa que procurou a Ouvidoria Municipal solicitando a transferência, mas foi informada de que o órgão nada poderia fazer. Na quarta-feira (21), por telefone, ela procurou a Secretaria Municipal da Educação, mas não conseguiu falar com a pessoa responsável pela distribuição das vagas nas escolas. Diante disso, ela denunciou o caso à polícia e pretende também registrar queixa no Ministério Público.

Para Estelina, o caso se configura bullying, porque a filha sofre agressões físicas e verbais e não consegue se defender. Segundo ela, o caso deveria ser melhor averiguado, pois acredita que, se uma criança agride, é porque está passando por algum tipo de problema e precisa de ajuda.

Questionada sobre o caso, a Secretaria Municipal da Educação informou que “a supervisão de ensino da escola vai acompanhar o caso para verificar se há, de fato, bullying, conforme a reclamação da mãe da aluna. A SME frisa que a criança mudou de período de aulas regulares (da tarde para a manhã) há apenas uma semana, o que dificulta diferenciar o bullying de desentendimentos que podem acontecer normalmente entre as crianças. Após essa averiguação, a SME vai avaliar as providências cabíveis”.

Fonte: Jornal Cidade