sexta-feira, 6 de junho de 2014

Exposição de fotografia internacional sobre 'bullying' em Faro


A Biblioteca Municipal de Faro vai receber, a partir de sábado, uma exposição de fotografia que pretende sensibilizar para a problemática do “bullying”, promovida pela Peace and Art Society (PAS), associação internacional de arte com sede nesta cidade algarvia.

“Cada artista no seu país interpreta de forma diferente o que é isto do ‘bullying’ na escola”, explicou à agência Lusa o presidente da PAS, Paulo Filipe, acrescentando que a exposição intitulada “Alena’s Project” conta com a participação de artistas de 110 países.

A inauguração em Faro está marcada para as 21:30 e, além da exibição dos 123 trabalhos fotográficos, o público vai ter oportunidade de assistir a uma atuação do grupo Coral Óssonoba e à projeção de um filme dedicado à temática do ‘bullyig’ e um debate.

A exposição vai estar patente em Faro até 30 de junho, estando previstas novas exibições na Austrália e na Nigéria, explicou aquele responsável, que espera que o projeto “dê a volta ao mundo”.

Paulo Filipe recordou que o projeto teve início em 2011, em Munique, na Alemanha, quando Alena, então com 9 anos, foi vítima de abusos físicos e psicológicos na escola que frequentava.

“Após infrutíferas tentativas de acabar com o sofrimento da filha, [a mãe e artista plástica] teve de apelar à ajuda de dezenas de artistas espalhados pelo mundo, tendo assim nascido um extraordinário movimento solidário a nível internacional”, refere a PAS em comunicado.

A mãe de Alena e mentora da iniciativa, Lusine Breitscheidel, vai estar presente na inauguração da exposição em Faro.

A exposição “Alena’s Project” já passou pela Rússia e pelo Brasil e a sua apresentação em Faro coincide com a primeira exposição internacional de arte que a PAS vai apresentar na sua sede, junto à Alameda João de Deus, em Faro.
.diariOnline RS com Lusa


Encontro com Roberto DaMatta e debates sobre bullying e história são destaque nesta sexta-feira

A programação da Feira Pan-Amazônica do Livro segue variada nesta sexta-feira, com debates sobre temas atuais, peça de teatro e encontro com escritores
Da Redação
Agência Pará de Notícias
A programação desta sexta-feira (6) da XVIII Feira Pan-Amazônica do Livro tem como convidado do Encontro Literário um dos grandes nomes das ciências sociais brasileiras: Roberto DaMatta. Autor de diversas obras de referência na antropologia, sociologia e ciência política, como “Carnavais, Malandros e Heróis” e a “A casa e a rua”, ele participa do evento no auditório Dalcídio Jurandir, às 19 horas, e, logo em seguida, às 20h30, autografa obras no Ponto do Autor.
No Encontro Literário Paraense, o tema será “Jornalismo e literatura: entre o real e o ficcional”. A partir das 17h30, no auditório Dalcídio Jurandir, os jornalistas e escritores Ronald Junqueiro, Ruth Rendeiro e Walter Pinto debatem o assunto. Às 15h30, no mesmo local, o Papo Cabeça vai discutir um assunto muito atual: “Violência escolar, bullying e responsabilidade civil”. Quem fala sobre o tema é a pesquisadora paraense Nariman Muzaffar.
A programação do Seminário da Pan-Amazônia também segue nesta sexta-feira (6). Pela manhã, às 10h30, Nírvia Ravena (PA), Sabine Reiter (Alemanha) e Willi Bolle (Alemanha), com mediação de Rosane Oliveira (PA), participam da mesa “Polissemia da fronteira”. A partir das 14h30, Agenor Sarraf, Maria Stella Guimarães e Marinilce Coelho, com mediação de Raimundo Diniz, falam sobre “Narrativas, autores e protagonistas”. O seminário ocorre no auditório Eneida de Moraes.
História - A feira também vai lembrar uma data importante para a história brasileira, com o seminário “Os 70 Anos do Dia D e o Brasil na II Guerra Mundial”, que começa às 15 horas. O evento terá uma mesa redonda que vai discutir os seguintes temas: “O cenário da II Guerra” e “Os 70 anos do dia D: A invasão da Normandia”, com José Alves Júnior, e “O afundamento de navios brasileiros na II Guerra”, com Marcelo Monteiro (RJ). Às 17 horas, Raimundo Castro (PA) ministra a palestra “Os Pracinhas do Pará na II Guerra”. O evento será na sala Marajó.
Nesta sexta, o musical “Era uma vez... Grimm” terá duas sessões, às 16 horas, com a versão infantil, e às 20 horas, com o espetáculo adulto. O musical de José Mauro Brant tem canções compostas pelo maestro Tim Rescala e comemora os 200 anos da edição do primeiro volume de contos dos Irmãos Grimm.
Informação é a principal arma contra o bullying, diz advogada
Para a advogada Nairam Muzzaffar, que conversa com o público jovem a partir das 15h30 desta sexta-feira (6), na Feira do Livro, sobre “Violência escolar, bullying e responsabilidade civil”, o bullying deve ser enfrentado com informação e o combate à cultura de impunidade, que vê a violência como algo normal e geralmente também vivenciada em um ambiente familiar hostil. A advogada afirma que a mídia tem um papel essencial para inibir esse problema, mas acaba criando distorções.
“A minha metodologia busca apresentar propostas de uma forma didática de situações de convivência em conflito, a partir de relatos de adolescentes que tive oportunidade de ouvir na minha pesquisa, para que estudantes se identifiquem com a situação e façam uma autocrítica sobre esse tipo de conduta”, defende.
O assunto foi o tema da monografia de Nairam, que resultou em um livro chamado “Violência Escolar: Bullying e Responsabilidade Civil”, lançado em março deste ano pela Editora Mentes. A publicação pode ser adquirida em estandes da feira e estará disponível no local do evento. ”Ao contrário do que a gente pensa, o bullying existe em maior nível em escolas particulares. Justamente por esse equívoco há a noção que a pessoa rica, quando pratica algum roubo é cleptomaníaca, mas quando é a pessoa pobre, acaba sendo presa por dez anos”, aponta.
Outra questão que surge na mídia quando se fala em jovens infratores é a redução da maioridade penal. “Acredito que a redução da maioridade apenas aumentará o problema, porque não há eficácia na questão punitiva, e isso não vai fazer com que a juventude tenha consciência que essa prática de violência é errada”, analisa. O Papo Cabeça com a advogada Nairam Muzzafar será transmitido ao vivo pelo site da XVIII Feira Pan-Amazônica do Livro, cuja programação completa pode ser conferida no site www.feiradolivro.pa.gov.br. (Com informações de Alexandra Cavalcanti, da Ascom Secult)
Sonia Ferro
Secretaria de Estado de Comunicação
 

Anitta não liga para o bullying que sofre nas redes sociais: "Meço meu sucesso através de números"

Funkeira só se importa com dados que comprovem o sucesso e diz que rejeição é consequência


Ser criticada na carreira não é nenhuma novidade para Anitta. Desde que a funkeira começou na música, há cerca de três anos, ela é alvo de piadinhas e desaprovação. Agora que ela assumiu uma plástica no nariz a coisa ficou bem maior. Anitta tem sido vítima de cyberbullying [bullying na internet].

Toda semana é lei: a cantora aparece nos assuntos mais comentados do Twitter com algum apelido novo. Ela já foi Anitta Nariz de Capivara, Michael Jackson, Anitta parece um dragão, Anitta LaToya, etc. Apesar das ofensas, a funkeira tenta tratar a desaprovação nas redes sociais com naturalidade e não acha que pegam no pé dela. 

— Todo mundo tem livre arbítrio de gostar ou não e eu acho normal as pessoas não gostarem também. Todo artista têm gente que gosta e que não gosta


Reportagem: Paola Correa, do R7
Foto: Leo Franco/AgNews

"Já torço por uma mudança no Dinho", diz ator mirim que pratica bullying em Vitória

Em entrevista ao R7, ator Zeca Gurgel fala sobre personagem na trama

Fonte: R7

Zeca Gurgel interpreta Dinho em VitóriaJéssica Montes/R7

Algumas cenas exibidas no segundo capítulo de Vitória, que foi ao ar nesta terça-feira (2), mostram de que forma o bullying será abordado na novela. Nelas, Dinho usa apelidos e empurrões para provocar os colegas da escola. Porém, o ator mirim que interpreta o personagem, Zeca Gurgel, de 13 anos, pensa bem diferente.
— Acho a prática do bullying totalmente errada e não aconselho ninguém a agir assim. A vítima pode se trancar em casa, entrar em depressão e ter sérios problemas. 
O menino definiu seu personagem como “mauzinho”, mas diz que já torce por uma mudança até o fim da novela.
— Eu ainda não sei o que será do Dinho, está muito cedo. Mas espero que ele pare fazer coisas ruins e se torne uma pessoa melhor. Por enquanto, vou brincar com o personagem e perturbar os outros.
Feliz, o ator conta como lida com a fama no dia-a-dia. Para ele, o reconhecimento do trabalho não tem preço.
— Eu adoro receber o carinho das pessoas. É muito importante e legal para nós, atores, saber que gostam do que fazemos. Tiro foto com amigos no colégio e desconhecidos na rua. Sou simpático com todos. 


A morte de um menino de 12 anos reabre o debate sobre o ‘bullying’ no México

Um juiz ordena a Secretaria de Educação Pública proteger uma aluna de 11 anos que denunciou assédio escolar


 / México / El País

A cantora mexicana Thalía em uma imagem divulgada nas redes sociais.

Linnet sempre teve sobrepeso, por isso estava acostumada que seus colegas a observassem de cima a baixo. No último semestre do ensino médio foi para uma nova escola particular da capital mexicana e foi ali onde os olhares começaram a ser muito mais descarados. Ela tinha 17 anos quando um dos garotos da escola começou a chamá-la de “Ham” [do espanhol “hambre”, que significa fome], conta quase dois anos depois. “Ele dizia que eu sempre devia ter fome porque estava muito gorda. Um grupo de cinco rapazes adotou esse apelido”. “Eles sempre faziam barulho por onde eu passava, se me levantava na aula, a qualquer hora… caí em uma depressão muito grande e comecei a pensar que se era gorda ninguém iria gostar de mim e era melhor eu me matar”. Linnet estava sofrendo assédio escolar, um problema que ganhou notoriedade noMéxico durante as últimas semanas por causa da morte de um menino de 12 anos no último dia 20 de maio em Ciudad Victoria, no Estado de Tamaulipas, no noroeste do país. Héctor foi empurrado no balanço por vários colegas do colégio que depois o arremessaram contra uma parede, o que o deixou em coma durante alguns dias antes de perder a vida.

O acontecimento abalou tanto a sociedade mexicana que o própriopresidente da República, Enrique Peña Nieto, se pronunciou a respeito na semana passada: “Às vezes o assédio escolar que se vive nas salas de aula reflete o nível de violência que se registra nas ruas. Isto é o que temos de combater de maneira decidida”. As ações não se fizeram esperar.
Na terça-feira, em uma decisão sem precedentes, um juiz federal ordenou a Secretaria de Educação Pública proteger uma menina de 11 anos que denunciou agressões sexuais e bullying em uma escola primária da Cidade do México. Trata-se do primeiro caso de assédio escolar que se revisa mediante o juízo de amparo e foi promovido pelo tio da menor contra a omissão das autoridades educativas.
Mesmo que as estatísticas a respeito sejam frágeis, o problema dobullying no México se reflete em vários estudos internacionais desde alguns anos. Um artigo publicado na revista da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) em agosto de 2011 assinala que 40,24% dos estudantes mexicanos da sexta série do ensino primário foram vítimas de roubo na escola; 23,35% foram insultados; 16,72% foram maltratados fisicamente e 44,47% indicaram ter sofrido algum episódio de violência na escola. Mesmo assim, quase 57% afirmam conhecer alguém vítima de algum episódio de violência. Igualmente, segundo dados do informe TALIS 2009, que compara as condições de ensino e aprendizagem em vários países, 61,2% dos professores no México dizem que a intimidação ou os insultos entre alunos são o que mais interrompe as aulas, o número mais alto de todas as nações analisadas.
Além do mau trato no ambiente escolar, as novas tecnologias introduziram o assédio por meio das redes sociais. Quando tinha 15 anos, Linnet terminou uma relação com um garoto depois de oito meses saindo juntos. Ele a trocou por outra e a jovem começou a escrevertweets insultando-a. “Ela criou uma conta de Twitter na que escrevia diariamente mensagens com menção ao meu nome dizendo coisas como: ‘te deixaram porque você é uma puta e uma porca’; ‘você é uma porca’; ‘é um hipopótamo’; ‘baleia desprezível, volte para onde veio’. Um dia perguntei porque me fazia isso e me respondeu apenas que não ia com a minha cara porque estava gorda”, explica a garota, hoje universitária.
“Um menino que está sofrendo bullying manifesta depressão e raiva contida”, explica a doutora em psiquiatria Silvia Moisés, que trata casos de assédio escolar há oito anos. “As crianças com sobrepeso são mais frequentemente objeto de bullying e também aquelas que têm algo que o resto inveja: a melhor mochila, a melhor jaqueta, a melhor comida, etc.”.
O caso da mais recente vítima fatal do bullying no México também despertou o interesse da Comissão Nacional de Direitos Humanos, que deu início a uma investigação a respeito. Já a maior autoridade do Governo na área de educação, Emilio Chuayffet, anunciou a criação de um programa piloto contra a perseguição nas escolas. Fontes da Secretaria de Educação consultadas por este jornal admitem que ainda não há detalhes sobre o projeto, mas afirmam que ele deve ficar pronto em agosto, para coincidir com o início do novo ano escolar.
Na Câmara dos Deputados, a vice-presidenta da mesa diretora, Aleida Alavez, considera que o fenômeno do bullying não precisa de mais leis. Entre a composição anterior do Congresso e a atual foram apresentadas até 30 iniciativas e foram modificadas normativas que na prática “não contiveram o avanço da perseguição escolar no México”, afirma.
“Deve haver uma perspectiva do respeito aos direitos humanos e não se deve pensar apenas em punições; geralmente se pedem penas mais duras ou o estabelecimento de novas penas, ou ainda a aplicação de procedimentos de atendimento psicológico, como se a violência fosse resultado de uma doença e não consequência de um entorno social de decomposição, de convivência com a violência no seio familiar, com videogames e o que se publica nos meios de comunicação”, assegura ela em declarações ao EL PAÍS. “A atenção à perseguição escolar tem a ver com a responsabilidade das instituições, de diretores, de pais, tutores e mães de família”, explica a deputada do PDR, de esquerda.
“Não se deve criminalizar as crianças, mas deve haver um responsável: a escola ou o professor”, explica a Dra. María Antonieta Magallón Gómez, do Instituto de Pesquisas Jurídicas da Universidade Nacional Autônoma do México.
A especialista em psiquiatria Silvia Moisés recorre a Freud para explicar o que considera ser uma das chaves do fenômeno. “O pai da psicanálise tinha pensamentos pessimistas a respeito do futuro da humanidade e dizia que a única solução é utópica: que se analisem todos os pais e todos os educadores”. Em sua opinião, que coincide com a recente decisão do juiz do Distrito Federal, o problema se agrava por causa da “cumplicidade passiva do corpo docente, de diretores a professores. Apoiar uma criança que sofre bullying implica perder outra e isso, principalmente em uma escola particular, não interessa”, conclui.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Ex-RBD's Anahi, Dulce e Maite apoiam campanha contra o Bullying

Ex-RBD's Anahi, Dulce e Maite apoiam campanha contra o Bullying; Confira

Anahi, Maite Perroni e Dulce Maria apoiaram a campanha El Bullying No Es Un Juego (O Bullying não é uma brincadeira) promovida por Thalía. As ex-RBDs posaram com plaquinhas no Instagram para dar mais destaque à campanha.

“Obrigado por apoiar à nossa campanha!”, agradeceu a intérprete de Estoy Enamorado no Instagram, ao comentar a foto das estrelas do extinto RBD nas redes sociais.

Outras celebridades mexicanas também posaram para a campanha, como Carlos Cuevas, o ex-jogador Juan Pablo  e o cantor Javier Poza.

O objetivo do trabalho de divulgação é combater a violência social e moral contra crianças e adolescentes nos colégios, coisa que passa como brincadeira para muitos pais, mas que, como já provou a psicologia, interfere no processo de educação dos estudantes.

@folhadosertao
com ofuxico

terça-feira, 3 de junho de 2014

Deputado Décio Lima aprova medidas de combate ao bullying em escolas e clubes

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) aprovou a obrigatoriedade de escolas e clubes de recreação adotarem medidas de conscientização, prevenção, diagnóstico e combate ao bullying. A matéria seguiu para discussão no Senado Federal. 

As medidas de combate ao bullying foram discutidas e aprovadas pelo presidente da CCJC, deputado federal Décio Lima, pelo deputado Esperidião Amin (PP-SC) e pelo deputado Vieira da Cunha (PDT-RS). São elas: capacitação de professores sobre o tema; realização de campanhas de conscientização e assistência psicológica às vitimas. 

O bullying é definido como a prática de atos de violência física ou psíquica exercidos intencional e repetidamente por um indivíduo ou grupo de indivíduos contra uma ou mais pessoas, conforme o PL 5369/09.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) é uma das comissões mais importantes da Câmara dos Deputados onde são tratados aspectos de Âmbito constitucional, legal, jurídico, regimental e de técnica legislativa de projetos, emendas ou substitutivos sujeitos à apreciação da Câmara dos Deputados ou de suas comissões.


Fonte: ADJORI SC

Escola de Taguatinga participa de vídeo lançado pela Unesco

Professores, estudantes e funcionários do Centro de Ensino 06 de Taguatinga, no DF, participaram do vídeo “Boas práticas no combate ao bullying homofóbico nas escolas” lançado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), na sexta-feira, 30, em Curitiba.
A iniciativa mostra ações bem-sucedidas de escolas públicas no combate ao preconceito e à discriminação contra estudantes homossexuais. “A proposta é mostrar que existem meios de se trabalhar a questão do bullying homofóbico nas escolas”, disse a oficial de projetos da Unesco, Mariana Braga.
Outra escola retratada no vídeo é o Colégio Estadual Rodolpho Zaninelli, da capital paranaense. “Não queremos ser tratados com diferença, mas queremos ser incluídos no convívio da escola para exercermos o direito à educação, comentou o professor de Filosofia do colégio, Kleber Mendes.
O vídeo foi mostrado no Encontro Estadual de Protagonismo Juvenil na Prevenção DST/Aids e Hepatites Virais, que é uma parceria entre secretarias de Estado da Saúde e da Educação para ampliar o papel dos jovens nas escolas públicas.
Fonte: Parou tudo

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Comissão Europeia lança nova ferramenta de combate ao bullying

Comissão Europeia lança nova ferramenta de combate ao bullying
Beatbullying é a nova plataforma de apoio a jovens vitimas de agressões
Foto: DR


Portugal tem disponível uma nova plataforma digital de apoio às vitimas de bullying, lançada pela Comissão Europeia. O "Beatbullying" quer ajudar quem sofre deste tipo de violência através da partilha de testemunhos e supervisão de 


Portugal tem disponível uma nova plataforma digital de apoio às vitimas de bullying, lançada pela Comissão Europeia. O "Beatbullying" quer ajudar quem sofre deste tipo de violência através da partilha de testemunhos e supervisão de profissionais.
O bullying consiste num ato repetido de violência, tanto física como psicológica, e é um fenómeno geralmente silencioso e muito solitário. Nas palavras de Irene Ferreira, a gestora deste programa em Portugal, o bullying "é algo que tem um efeito tão devastador sobre a segurança e a harmonia do indivíduo que lhe causa problemas nas diferentes áreas da vida", como "na escolha de emprego, na manuntenção do emprego, na criação de relacionamentos...". Por isso, é importante disponibilizar o acompanhamento necessário.
Para mudar esta realidade, a Comissão Europeia apostou num portal online onde as vítimas deste tipo de abuso podem falar abertamente, num espaço concebido por jovens e para jovens. O site disponibiliza dois tipos de processos de ajuda. O primeiro conta com uma sala de chat, moderada por jovens. "O apoio é feito por mentores dos 11 aos 17 anos. Esses mentores sãorecrutados na escola e doam o seu trabalho voluntário à plataforma, sem terem nenhuma obrigatoriedade", explica Irene Ferreira. "São formados por nós, que recebemos formação doBeatbullying, atuando na plataforma".

Plataforma também disponibiliza acompanhamento profissional


Mas nem só de mentores é feito este site. Segundo a gestora do Beatbullying, "há casos em que o jovem já está num sofrimento tal ou o problema dele se configura de tal forma, que a grande capacidade de ajuda que o mentor tem é incentivar o utilizador a procurar um psicólogo", que a plataforma também oferece, contribuindo com um apoio mais técnico e orientado.
O primeiro e único país onde este programa foi testado foi em Inglaterra e "conseguiu excelentes resultados em vários domínios, por isso é que se resolveu expandir a experiência para seis outros países da Europa", conta Irene. Para Portugal, também há grandes expectativas de sucesso.
Irene Ferreira incentiva os jovens a explorarem um site que diz ser "muito amigável e auto explicativo". “Se tiverem entre 11 e 17 anos, basta inscreverem-se, como em qualquer outro site”. Para além das regras a cumprir e anonimato garantido, existem várias áreas, como é o caso das que são dirigidas aos adultos, uma vez que, "os pais podem querer consultar o que os filhos estão a consultar também.

Aos jovens a reposnável pede que arrisquem e se liguem à "sala de chat ou ao chat privado e falem com os conselheiros, moderadores e mentores, porque eles estão lá à espera", garante.

domingo, 1 de junho de 2014

Por que Claudia Leitte é tão trollada? Veja os maiores motivos de bullying com a cantora

Fonte: R7 

Talentosa e escalada para a abertura da Copa, Claudinha é odiada nas redes sociais

Ela é poderosa, canta a música oficial da Copa do Mundo, lota shows e arrasa corações. Mas há uma quantidade enorme de gente nas redes sociais que ama odiar a cantora Claudia Leitte. 

Será que ela merece tanto bullying? Veja os argumentos de quem não consegue gostar de Claudinha
Ela tenta imitar Ivete Sangalo. Elas têm estilos musicais semelhantes e deixaram uma banda para seguir carreira-solo. Mas Ivete fez tudo isso primeiro, e há quem acredite que Claudia só está pegando carona na trajetória da conterrânea, com um detalhe: ela não é baiana, é carioca
Ela nega que tenha feito plástica. O nariz de Claudia Leitte mudou um bocado desde o início da carreira, mas a cantora já negou que tenha feito qualquer plástica, em qualquer parte do corpo.
Ela roubou o microfone de Ivete Sangalo em um Carnaval de Salvador. E há vídeos na internet que refrescam a memória de quem não se lembra dessa cena. Claudia era repórter de um canal de televisão e cobria o show de Ivete de cima do trio quando pegou o microfone da estrela e saiu cantando. Elegante, Ivete deu risada tentando disfarçar a cara de “quem é essa mulher?"
Claudia já fez declarações bem complicadas sobre homossexualidade. Em entrevista, ela declarou que adora os gays, mas prefere que o filho “seja macho”. O marido, Marcio Pedreira, ainda disse que o filho será “muito bem criado” e por isso não será homossexual
Ela perdeu o filho no shopping. No início de 2013, Claudinha foi aos Estados Unidos e aproveitou um tempo livre para bater perna no shopping e se jogar nas comprinhas. E o filho mais velho, Davi, de 4 anos, sumiu! A sorte foi que o pequeno cruzou com um brasileiro que o ajudou a encontrar a mãe, e o problema foi resolvido em poucos minutos
Claudia Leitte maltrata fãs. Não são poucas as notícias de Claudia se recusando a receber o público no camarim ou se esquivando de fãs que a abordam
Ela “roubou” Psy de Ivete. O cantor de Gangnam Style participaria do Carnaval de Salvador no trio de Ivete Sangalo, mas Claudia Leitte ficou sabendo das negociações e fez uma oferta maior ao sul-coreano
Mas nada disso ofusca o brilho e o talento da estrela. Quem quiser odiá-la, sempre vai arranjar motivos. Enquanto isso, Claudinha continua linda, talentosa, amada pelos fãs e arrasando muito na abertura da Copa