terça-feira, 22 de março de 2011

Bullying Profissional

Bullying é discriminação feita por uma ou mais pessoas contra um indivíduo específico. No caso do bullying profissional, as consequências afetam a vida pessoal adulta e também o desempenho da organização. De acordo com o Presidente da De Bernt Entschev Human Capital, Bernardo Entschev, “este é, sobretudo, um problema incomum, que não pode ser resolvido da noite para o dia e pode ser caracterizado como tal quando se carrega por um período longo de sua vida profissional, podendo passar até mesmo de um emprego para outro”.

Sem termo equivalente na língua portuguesa, “bullying” é um termo inglês utilizado para designar a prática de atos agressivos, incluindo agressões físicas, no âmbito escolar. Quando a prática é levada para o ambiente corporativo, normalmente não vemos a agressão física e o quadro aparece de forma mais silenciosa, porém com a mesma evolução. As consequências são o isolamento, a queda do rendimento no trabalho, baixa autoestima, depressão e pensamentos eventuais de vingança. O único propósito é a humilhação da vítima e isolamento daquele que é considerado mais fraco ou diferente.

Apelidos como "puxa saco", "enrolador", "queridinho do chefe", “desleal”, “preguiçoso” entre outros, e atitudes como boicotes dos profissionais que o estão assediando, são comuns. “Todo esse contexto gera na empresa uma imagem negativa do profissional perseguido. Isso amplia e compromete seriamente a reputação do profissional, seja ela positiva ou não. Esses atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem motivação evidente geralmente começam a ocorrer quando um colega de trabalho se sente ameaçado”, explica Entschev.

Quem agride quer que o seu alvo se sinta infeliz, como na verdade ele deve se sentir. É provável que o agressor também tenha recebido este comportamento no passado e hoje descarrega no mais frágil a sua própria frustração.

Bernardo acredita que ao ser a vítima, presenciar um ato destes ou notar um repentino isolamento de um colega de trabalho, o mais sensato é não responder às provocações. “Este tipo de atitude aumenta a raiva do agressor, e é justamente isso que ele quer. Outra coisa importante é não manter segredo da situação, aceitando a intimidação”, explica o headhunter, completando que esse pode ser um bom momento de lidar com os próprios complexos, de superar com a ajuda dos superiores no trabalho e até da família.

Fonte: O Barriga Verde

Três em cada dez estudantes no Brasil sofrem bullying, diz IBGE

Um vídeo virou sucesso na web: a vingança do menino que sofria abusos na escola. Segundo o IBGE, no Brasíl também ha casos de bullying.
Da Redação do G1

Um vídeo que mostra uma briga de colégio na Austrália ganhou o mundo pela internet e levantou a discussão no Brasil. É mais um caso de bullying, um ato de violência entre crianças. Mas, nesse episódio, a vítima reagiu e, por isso, o vídeo provocou uma enorme discussão.

Pais, alunos, educadores debatem: reagir é a solução? No Brasil, o bullying, que é a agressão física ou moral que jovens praticam contra outros jovens, também é um problema sério. Segundo uma pesquisa do IBGE, 30% dos estudantes já foram vítimas dessas agressões.

As imagens são inacreditáveis: um menino pequeno bate várias vezes em outro, muito maior do que ele, até que os papéis se invertem. Depois de anos de intimidação, Casey Heynes, de 15 anos, reage. Em uma entrevista à TV australiana, ele disse que sofre bullying desde os 8 anos de idade e que, um ano atrás, chegou a pensar em suicídio.

Infelizmente no Brasil também ha casos de bullying, com até 31% dos adolescentes, segundo levantamento do IBGE. Os estudantes contaram aos pesquisadores que, em 30 dias, passaram por agressões que os deixaram incomodados, intimidados e magoados.

Nathan foi xingado e perseguido. Apanhou várias vezes. “Por causa que eu era muito quieto na sala”, conta. A mãe, Cristiane Ferreira da Silva, demorou a perceber o que acontecia. “Às vezes ele acordava gritando ou chorando com esses sintomas, como dor de barriga, no horário de ir para a escola e mão dele estava fria, suando”, conta a mãe de Nathan.

Cristiane Ferreira da Silva buscou a escola municipal, que se recusou a ajudá-la. “Eu acho que é matar o ser humano. É agressividade que leva a pessoa à depressão e à síndrome do pânico. É muito grave”, opina.

Cristiane e o marido criaram uma ONG para orientar famílias com a mesma dificuldade. Moisés Ferreira da Silva, pai de Nathan, percebeu que muitas vezes o problema pode começar dentro de casa.

“A criança que está ao lado está captando tudo e deixa marcas e muitas vezes vem soltar dentro de um estabelecimento de ensino, reagindo e agredindo. E muitas vezes aquele que está mais quieto, porque o mais quieto não vai reagir”, comenta o pai de Nathan.

A criança ou o adolescente que pratica o bullying quer se impor, mostrar que é mais forte e poderoso e que tem ascendência sobre o outro. A psicopedagoga Neide Saisi diz que tanto a vítima quanto o agressor devem ser ajudados.

“Tem de educar os dois lados e mostrar que, para se viver em sociedade, é preciso conceder e é preciso viver dento das regras morais. Portanto, dentro da ética. É preciso ajudar a criança e o adolescente a entender o que ocorreu naquele momento, e ele se colocar no lugar do outro”, orienta a educadora Neide Saisi.

“Esses conflitos sociais que existem na escola teriam de ser sempre monitorados e discutidos numa forma de mediação entre as partes”, defende a psicóloga Vera Zimmermann.

Um ano depois do conflito, Nathan leva outra vida. Mudou de escola. Sem nenhuma modéstia, ele se gaba que os mais de 30 alunos da sala são todos amigos dele. “Me sinto bem melhor”, conta.

Na entrevista à TV australiana, o repórter pergunta a Casey se ele é um super-herói, como milhões de pessoas no mundo inteiro parecem acreditar. Ele responde, com um sorriso tímido: “Não, não mesmo. Bem que eu gostaria de ser”.

O garoto que foi arremessado alo chão por Casey é Richard Gale, de 12 anos. Apesar da violência com que bateu no chão, ele só teve arranhões no joelho. A mãe de Richard disse que vai obrigar o filho a pedir desculpas. Os dois garotos foram suspensos na escola onde aconteceu a briga.

Em todas essas histórias, fica claro que o interesse e a intervenção da escola, onde acontece a imensa maioria dos casos de bullying, é fundamental.

Prefeitura de São Bernardo promove debate sobre bullying

Pais, educadores, especialistas e poder público se reúnem em busca de soluções para minimizar o problema do bullying nas escolas
anuncie!
Agência BOM DIA

A prefeitura de São Bernardo promove na próxima terça-feira (22 de março), das 8h às 12h, o “1º Seminário de Discussão Pública de São Bernardo do Campo sobre Bullying: Problemas e Prováveis Soluções”. A iniciativa do vereador Mauro Miaguti reunirá quatro especialistas para discussão do tema, em evento gratuito e aberto à comunidade. Profissionais de saúde, pais, educadores e poder público terão oportunidade de trocar experiências sobre o impacto desse problema na vida dos jovens, a fim de buscar alternativas que minimizem a ocorrência e as consequências do bullying nas escolas.

O debate dinâmico permitirá que o público participe das discussões comandadas pelos convidados Dr. Rubens Wajnsztejn – Neurologista da Infância e Coordenador do Núcleo Especializado em Aprendizagem da Faculdade de Medicina do ABC; Dr. José Carlos Blat – Promotor de Justiça e professor de cursos de graduação e pós-graduação; Dr. Raimundo Hermes Barbosa – Advogado, Conselheiro Federal da OAB-SP e Presidente da Confederação dos Advogados do Estado de São Paulo; e Alessandra Bernardes Caturani Wajnsztejn – Psicóloga, Psocopedagoga e Neuropsicóloga especializada em aprendizagem.

Discussão mundial: O bullying caracteriza-se por qualquer ato ou manifestação que possa intimidar, maltratar, ofender, agredir ou discriminar o semelhante. As discussões sobre o tema cresceram nos últimos anos, principalmente o bullying nas escolas – apesar de o problema também atingir o público adulto, como em ambientes de trabalho ou universitário, por exemplo.

O bullying pode ocorrer em forma de gestos, palavras ou atos e não se restringe a agressões físicas, englobando qualquer atitude que prejudique o emocional do indivíduo. “O aluno pode sofrer pressão por ser gordinho, por ir mal em matemática ou pelas roupas que veste. Existe uma infinidade de maneiras que o bullying pode ser caracterizado, até mesmo em apelidos pejorativos”, exemplifica o Neurologista da Infância e Coordenador do Núcleo Especializado em Aprendizagem da Faculdade de Medicina do ABC, Dr. Rubens Wajnsztejn, que completa: “O trote violento nas universidades, que ridiculariza o calouro, é um exemplo típico e claro de bullying”.

Entre os principais prejuízos ocasionados pelo bullying estão problemas na área de saúde mental. “O paciente pode apresentar queda no rendimento escolar ou no trabalho e com isso desencadear quadros de fobias, ansiedade, depressão e outras doenças de ordem psiquiátrica”, alerta Dr. Rubens.

A Câmara Municipal de São Bernardo fica na Praça Samuel Sabatini, nº 50 - Centro. Mais informações e inscrições pelos telefones (11) 4331-4358 / 4331-4359. Vagas limitadas.

Sua Excelência, o Trabalho - Teatro Corporativo com a Cia Atores de Mar´

segunda-feira, 21 de março de 2011

Jovens 'deputados' debatem violência escolar

Começou, estna manhã, na APEL, o 'Parlamento dos Jovens', para as escolas do ensino básico. O tema escolhido para a iniciativa promovida pela Assembleia da República é a indisciplina e violência em meio escolar e reúne dez escolas da Região.

José Manuel Rodrigues, deputado do CDS na Assembleia da República, preside aos trabalhos. O objectivo principal é debater as várias moções, defendidas por equipas de quatro alunos de cada escola e votar aquela que será apresentada, na sessão nacional, em São Bento.

O deputado do CDS fez uma primeira intervenção para destacar a importância de uma iniciaitiva que visa aproximar os cidadãos mais jovens do parlamento e da política. Antes da discussão das propostas, os alunos das várias escolas fizeram perguntas a José Manuel Rodrigues sobre a actividade de deputado.

Amanhã, também no auditório da APEL, realiza-se a sessão para o ensino secundário, com a participação da deputada do PSD Vânia Jesus.

Fonte: DNotícias.PT - Portugal

Palestras contra a evasão e a violência escolar recomeçam nas escolas municipais

A edição 2011 do projeto “Cultura da Paz” terá início no dia 24 de março, às 19h, na Escola municipal Profª Elizabel Maria Gomes Salles, localizada na rua São Gregório, 451, Santa Luzia. No dia 31 de março, a palestra contra a evasão e violência escolar, ministrada pelo promotor Sérgio Harfouche, será na escola Professor Vanderlei Rosa de Oliveira, também às 19h (rua Barão do Grajaú, s/n, bairro Novo Maranhão).

No ano passado, a iniciativa da 27ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude atendeu 22 escolas da Rede Municipal de Ensino (Reme). O público estimado desses encontros, que reúnem pais de alunos e a comunidade em geral, foi de 11 mil 150 pessoas. A média de público por escola, calculada pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), em cada palestra é de cerca de 1.500 pessoas.

“As escolas ficam lotadas para ouvir o promotor Harfouche. Queremos, com esta ação, que a família assuma o papel com seus filhos, que os pais se envolvam na vida dos jovens (dentro e fora da escola), que tenham mais responsabilidade”, argumenta Maria Salete Floreste, chefe da Divisão de Ações Sócio-educativas da Semed, responsável pelo agendamento dos encontros.

Na opinião de Lysi Moretti, chefe da Divisão de Gestão Escolar da Semed, o projeto Cultura da Paz está alcançando bons resultados. “A Promotoria da Infância e Juventude está chamando a família para assumir sua responsabilidade no encaminhamento dos jovens para a escola. Os pais estão se preocupando mais e percebendo a importância da criança freqüentar as aulas e não faltar”, considerou.

Fonte: A Crítica - Campo Grande/MS

sábado, 19 de março de 2011

Governo pondera programa antibullying em todas as escolas

O Governo está a preparar um Plano Nacional de Segurança Escolar para aplicar no próximo ano lectivo e pretende introduzir um programa antibullying em todas as escolas do país, anunciou fonte do Ministério da Educação.

«Estamos a ultimar um Plano Nacional de Segurança Escolar. Vamos tentar implementar no próximo ano lectivo. Diz respeito à segurança na sua vertente mais lata», disse a directora do Gabinete Coordenador de Segurança Escolar (GCSE), Paula Peneda, em entrevista à agência Lusa.

Segundo a responsável, este plano está relacionado com planos de emergência, com a segurança física e humana e terá nuances tendo em conta a realidade de cada estabelecimento de ensino.

«As escolas terão que adoptar este plano para evitar riscos externos e internos», adiantou a intendente Paula Peneda, que antes de liderar o GCSE, a partir de 2009, esteve à frente da Equipa de Missão para a Segurança Escolar, criada em 2007.

Uma das propostas que o GCSE fez ao Ministério da Educação prende-se com um programa antibullying abrangente, para aplicar da pré-primária até ao final da escolaridade obrigatória em todas as disciplinas, estando a sua compra atualmente a ser negociada com o Governo finlandês.

«O professor vai passar uma mensagem às crianças de que a escola é um lugar de bem-estar, um lugar para aprender, para conviver, para fazer amigos e não um lugar de repressão ou para [os alunos] estarem oprimidos, sem falar directamente de bullying», explicou.

Em relação a esta matéria, Paula Peneda defendeu que «não dá resultado dar lições de bullying» aos alunos e sublinhou que este programa recebeu recentemente um prémio das instâncias europeias.

Outra das propostas que foi feita ao gabinete da ministra Isabel Alçada é o alargamento ao 7.º e 8.º anos de escolaridade o tema «cidadania e segurança», actualmente ministrado como um módulo apenas a alunos do 9.º ano, no âmbito da disciplina de Formação Cívica.

«Fizemos uma avaliação muito positiva deste módulo. Aconselhámos as escolas a chamarem bombeiros, protecção civil e PSP para falarem sobre segurança. Talvez não seja alargado na fórmula de modo, mas esperamos que seja ministrado transversalmente em várias disciplinas», disse Paula Peneda, ressalvando que ainda não é certo o alargamento a partir do próximo ano lectivo.

Fonte: Sol/Lusa - Portugal

Situações em sala de aula levam alunos e professores ao sofrimento

Uma pesquisa feita pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) mostra que, para 57,5% dos professores de São Paulo, casos de violência nas escolas causam “sofrimento”. A preocupação só fica atrás de jornada de trabalho excessiva, superlotação nas salas de aula e dificuldades de aprendizagem dos alunos.

Na terça-feira (15), uma professora da cidade de Guaimbê (SP), ficou ferida após um estudante atirar uma carteira escolar nela. A docente havia pedido que o aluno parasse de conversar durante a aula. Ele foi suspenso por seis dias.

O relatório, que foi concluído em dezembro de 2010, ouviu 615 docentes dos ensinos fundamental e médio da rede paulista. O objetivo era avaliar como estava a saúde do professor estadual.

Para a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha, o aumento da violência contra o professor –especialmente no interior do Estado, onde o número de casos vêm crescendo desde 2007– mostra falta de valorização docente.

“Não é um problema só do professor. É também da família e da sociedade. Como resolver isso? O menino tem que ser punido. Não tem que passar em brancas nuvens. Mas a saída não pode ser só a punição. Tem que passar pelo processo: [reforço da] autoridade [do docente], reconhecimento profissional e respeito”, afirma.

Brasil


Os casos não são exclusividade dos professores paulistas. Em todo o país, são registrados casos de violência contra docentes.

Em Porto Alegre, no ano passado, uma professora foi assaltada por um ex-aluno dentro da sala de aula. O estudante teria roubado R$ 10 para comprar crack. Em Brasília, o governo local estudava colocar câmeras dentro das escolas para combater a violência.

Fonte: Correio do estado

sexta-feira, 18 de março de 2011

A Formiga e o Elefante - espetáculo infantil com a Cia Atores de Mar´



+ um espetáculo da Cia Atores de Mar´

Lei antibullying já está em vigor em Curitiba

Agora, escolas públicas e particulares são obrigadas a ter política contra violência física e psicológica

lei que determina política antibullying nas escolas municipais e particulares de Curitiba já está em vigor. A iniciativa é do vereador Pedro Paulo (PT) e de Mario Celso Cunha (PSB), agora secretário especial para Assuntos da Copa. Para colocar a lei em prática, a Secretaria Municipal de Educação informou que já realiza um trabalho prévio.

Para o vereador Pedro Paulo, a medida deve ser adotada pelas escolas o quanto antes. “Como a lei entrou em vigor, agora é obrigatório que as escolas se organizem para cumpri-la. A partir dela, fica reconhecido que o problema é sério e exige que os educadores o enfrentem”, alertou. A diretora do Departamento de Ensino Fundamental do Município, Maria José Serenato, disse que o assunto já tem sido abordado nas escolas. “Iniciamos um trabalho anterior à promulgação da lei. Mas ela define com clareza o que é o bullying e nos dá um norte. Com isto podemos sistematizar nossos projetos”, afirmou. Segundo ela, o programa Comunidade Escola, que realiza atividades voltadas não só para os alunos, mas para pais e a comunidade em geral, já tem minimizado o problema. “Por que aproxima a sociedade e a família da escola”, disse.

Outro trabalho desenvolvido pela Secretaria de Educação é o projeto Escola & Universidade, que permite que os professores desenvolvam projetos, orientados por docentes de universidades parceiras. Segundo Maria José, muitos dos trabalhos desenvolvidos nos últimos dois anos foram em torno deste tema. “Eles envolvem os estudantes em atividades sadias, tratam do respeito às diferenças, promovem ações que levam o aluno a refletir e entender que os diferentes podem conviver e que se todos fossem iguais, seria uma monotonia”, complementou.

O texto da lei descreve como bullying qualquer prática repetitiva e intencional de violência física ou psicológica com o objetivo de intimidar, isolar ou humilhar uma pessoa ou um grupo. Existem inúmeras formas de bullying que podem ser detectadas nas escolas. As mais conhecidas são as ameaças e agressões físicas ou verbais. Mas também são assim consideradas atribuições de apelidos constrangedores e humilhantes, comentários intolerantes quanto às diferenças econômico-sociais, físicas, culturais, políticas, morais e religiosas. A lei lembra também de atitudes como o isolamento proposital de um colega pela intriga e disseminação de boatos ou de informações que deponham contra ele.

O propósito da nova norma é reduzir a prática desta violência dentro e fora das escolas, para assim melhorar o desempenho dos alunos. O município ou as escolas particulares deverão identificar concretamente a incidência da prática de bullying, desenvolver planos para a prevenção e combate, capacitar docentes e equipes pedagógicas para seu diagnóstico e o desenvolvimento de atividades preventivas, orientar as famílias de vítimas e agressores, entre outras ações. As ocorrências deverão ser registradas pela instituição, em um livro ata próprio para este fim, descrevendo a agressão e as providências tomadas. Ao longo do tempo, isto poderá servir de fonte de pesquisa para adotar medidas corretivas mais adequadas. O cyberbullying – a prática do bullying em computadores, celulares e assemelhados – deverá ser combatido.

Fonte: Bem Paraná