quarta-feira, 19 de maio de 2010

Juiz de MG condena estudante a indenizar colega por bullying

Pais de adolescente terão de pagar R$ 8 mil. Cabe recurso da decisão de primeira instância.

O juiz Luiz Artur Rocha Hilário, da 27ª Vara Cível de Belo Horizonte, condenou um estudante de 7ª série a indenizar uma colega de classe em R$ 8 mil pela prática de bullying, segundo informações do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Cabe recurso da decisão.

De acordo com o processo, a estudante ganhou apelidos e começou a ouvir insinuações do colega logo no início do convívio escolar. A menina disse ainda que as “incursões inconvenientes” passaram a ser mais frequentes com o passar do tempo. Segundo a decisão, os pais da garota chegaram a conversar na escola, mas não obtiveram resultados satisfatórios.

Além de indenização por danos morais, a estudante pediu a prestação, pela escola, de uma orientação pedagógica ao adolescente, o que o juiz considerou desnecessário. “O exercício do poder familiar, do qual decorre a obrigação de educar, segundo o artigo 1.634, inciso I, do Código Civil, é atribuição dos pais ou tutores”, disse na decisão.

Ainda de acordo com o processo, o representante do colégio declarou que todas as medidas consideradas pedagogicamente essenciais foram providenciadas.

No processo, os responsáveis pelo estudante disseram que brincadeiras entre jovens não podem ser confundidas com a prática do bullying e afirmaram que o adolescente, após o ajuizamento da ação, começou a ser chamado de “réu” e “processado”, com a pior conotação possível.

Pelas provas, o juiz considerou comprovada a existência do bullying. “O dano moral decorreu diretamente das atitudes inconvenientes do menor estudante, no intento de desprestigiar a estudante no ambiente colegial, com potencialidade de alcançar até mesmo o ambiente extra-colegial”, disse na decisão.

Analisando as atitudes do estudante, o juiz destacou que, apesar de ser um adolescente e estar na fase de formação física e moral, há um limite que não deve ser excedido.

Para ele, as atitudes do estudante “parecem não ter limite”, considerando que, mesmo após ser repreendido na escola, prosseguiu em suas atitudes inconvenientes com a estudante e com outras colegas.

“As brincadeiras de mau gosto do estudante, se assim podemos chamar, geraram problemas à colega e, consequentemente, seus pais devem ser responsabilizados, nos termos da lei civil”, concluiu o juiz.

fonte: G1


domingo, 16 de maio de 2010

De olho no bullying

De olho no bullying

Sinepe cria blog contra o bullying

Preocupado com casos de bullying nas escolas gaúchas, o Sindicato do Ensino Privado (Sinepe) criou um blog para congregar experiências de combate ao problema. A ferramenta surge na semana em que o Estado ficou chocado com o desfecho trágico envolvendo humilhações frequentes a um adolescente na Capital.

O blog idealizado pelo presidente do Sinepe, Osvino Toillier, pretende evitar casos extremos como o ocorrido em Porto Alegre, na terça-feira, com o estudante Matheus Avragov Dalvit, 15 anos. Alvo de gozações de colegas por seu tamanho (1m83cm e 120 quilos), ele acabou morto com um tiro no peito depois de ter reagido às chacotas. O autor do crime, de 14 anos, apresentou-se à polícia.

A repercussão de casos de violência no ambiente escolar motivou a iniciativa, que pretende ter o apoio das instituições e se soma a outras na internet.

– Temos um compromisso indeclinável de combater o bullying e ter uma postura pró-ativa. Não podemos varrer isso para debaixo do tapete – afirma Toillier.

Até ontem, a página tinha apenas dois posts. Um explicando o assunto e outro convocando a rede privada a enviar experiências positivas. Além de relatos de problemas, a expectativa é receber projetos que possam ser replicados em outras instituições. Para o sindicato, os êxitos devem ser divulgados como forma de inspirar ações semelhantes.

Um dos primeiros relatos a ser publicado deve ser o do pastor Júlio Cézar Adam, da Pastoral Escolar da Fundação Evangélica de Novo Hamburgo, que congrega quatro escolas. Na segunda-feira, um texto adaptado por ele motivou debates sobre bullying em salas de aula da 6ª série ao 3° ano.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Cerca de 30% dos jovens já sofreram bullying on-line

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo site Read Write Web revelou que 32% dos jovens conectados já sofreram cyberbullying. O levantamento realizado pelo Centro de Pesquisas Pew mostrou ainda que os usuários de redes sociais são os mais suscetíveis a passar pelo problema.

Segundo o estudo, 39% dos internautas que possuem perfis nesses sites já tiveram experiência com o bullying virtual. O levantamento apontou ainda que 15% dos adolescentes on-line tiveram material privado compartilhado sem permissão.

As meninas estão entre os que mais sofrem assédio moral. São 38%, de acordo com a pesquisa. Segundo os dados, 59% dos ataques são feitos pelos próprios adolescentes.

Fonte: http://www.band.com.br/jornalismo/tecnologia/conteudo.asp?ID=300671
por: Bárbara Forte



domingo, 9 de maio de 2010

SP tem o maior número de estudantes vítimas de bullying, diz pesquisa

Uma pesquisa feita em todo o país revelou que 70% dos estudantes já presenciaram cenas de violência física e psicológica entre colegas na escola. O estado de São Paulo foi o que teve mais vítimas. O estudo ouviu estudantes de 10 a 18 anos de que cursam o ensino fundamental em 25 escolas públicas e particulares do Brasil.

A irritação na escola, piora no rendimento escolar ou mudanças de comportamento sem motivo aparente podem ser sinais de que o aluno está sendo vítima de bullying - termo utilizado para descrever qualquer tipo de violência física ou psicológica constante.

O estudo feito com mais de 5 mil alunos em todo país pela ONG Plan - que atua em mais de 60 países - identificou que sete em cada dez estudantes presenciaram cenas de agressões entre colegas no ano passado.

A pesquisa apontou que a maior incidência de bullying é entre adolescentes de 11 a 15 anos de idade e que frequentam o 7º ano do ensino fundamental. Em relação a outros estados brasileiros, São Paulo é o que teve o maior número de vítimas.

Segundo os pesquisadores, discussões sobre tolerância, amizade e paz podem reduzir casos de violência nas escolas. Em um colégio na Zona Sul da capital, o comportamento dos alunos já começou a mudar desde que a direção incluiu no currículo aulas sobre esses temas. “Parei de apelidar os amigos e fui tendo mais amigos por perto”, diz a aluna Ana Clara Nunes Laranjeiras, de 11 anos.

Matheus Garó, também de 11 anos, passou de aluno indisciplinado para guardião da paz na sala onde estuda. “Tem que saber respeitar, tem que saber ter o diálogo certo com a pessoa para que você não possa falar coisas que ofendam ela ou ela falar coisas que te ofendam”, diz ele.

Fonte: G1


Uma Luta Mundial - veja o que alguns países estão fazendo

Diversos países do mundo vêm traçando estratégias para reduzir a agressividade entre estudantes. Confira alguns dos casos considerados mais significativos:

Portugal

- Um estudo indica que 23% das crianças sofrem bullying duas ou três vezes por mês. A Procuradoria-geral da República de Portugal pretende definir o bullying como um crime específico de violência escolar previsto no Código Penal do país. Com isso, passaria a ter um enquadramento penal diferente do que costuma ser aplicado a casos de violência em geral. Além disso, a denúncia de agressões no âmbito escolar passaria a ser obrigatória por parte dos diretores das escolas. A proposta foi encaminhada no final de março para os ministérios da Justiça e da Educação.

Noruega

- As pesquisas sobre os efeitos nocivos do bullying tiveram impulso, no final dos anos 70, graças ao trabalho de estudiosos como o pioneiro Dan Olweus. Ele desenvolveu um questionário capaz de identificar e quantificar os casos de hostilidade entre colegas e permitiu vincular casos de suicídio juvenil com a perseguição sistemática sofrida no ambiente escolar. A Noruega foi um dos primeiros países a lançar um programa nacional antibullying. Ele prevê a adoção de regras de convívio, formação de comitês escolares, treinamento de professores e apoio às vítimas.

Espanha

- Recentemente, uma equipe de pesquisadores da Universidade Complutense de Madri desenvolveu um método aplicado, segundo os responsáveis, com sucesso em escolas espanholas. Utiliza-se um programa de computador em que os alunos identificam, de forma anônima, os colegas de que gostam ou não na turma. Assim, os educadores conseguem descobrir problemas de relacionamento e agir de forma preventiva, antes que o bullying ocorra.

Canadá

- Cerca de 10% a 15% dos estudantes secundários afirmam serem vítimas de violência física ou psicológica ao menos uma vez por semana. O país investe em pesquisa e campanhas de prevenção por meio do Centro Nacional de Prevenção ao Crime. Projetos recebem financiamento a fim de desenvolver ações antiviolência, seja em uma ou poucas escolas, seja com amplitude nacional.

Finlândia

- A Finlândia é um dos poucos países que já especificou, por meio de lei, esse tipo de violência escolar. Quando a intimidação é promovida de forma persistente e intencional – características fundamentais do bullying –, o agressor pode ser punido com penas que vão desde o pagamento de multa até restrição de liberdade. As escolas onde os atos de violência são registrados, caso não tenham se empenhado em preveni-los, ficam sujeitas a processos judiciais por negligência.

Estados Unidos

- Nos Estados Unidos, muitos casos de reações violentas de alunos estão ligadas a histórico de bullying, como o notório massacre de Columbine, em 1999. Como reação aos casos de perseguição escolar, a maior parte dos Estados norte-americanos já aprovou leis para coibir esse tipo de violência e que obrigam as escolas a adotar planos de prevenção e medidas disciplinares para combater as ações de intimidação. A prevenção ao bullying também costuma fazer parte do currículo dos alunos.

República Checa

- Após três episódios dramáticos registrados em 1999, em que uma criança atirou em si mesma, outra teve um colapso nervoso e uma terceira foi ameaçada de afogamento por colegas, o governo checo lançou um projeto piloto para combater o bullying. Colocado em prática em 2002 e 2003, o programa levou à constatação de que uma abordagem ampla – incluindo treinamento de todo o pessoal escolar, educação das famílias, ação conjunta da polícia e de conselhos locais e supervisão das atividades – é capaz de reduzir em até 75% os casos de violência.

Fonte: Zero Hora

Sancionada a lei de combate ao bullying nas escolas de MS

Conforme a publicado no Diário Oficial desta sexta-feira (7), está em vigor a lei 3.887, que institui o programa de inclusão de medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying escolar no projeto pedagógico elaborado pelas instituições de ensino de Mato Grosso do Sul. O autor da proposta é o deputado Maurício Picarelli (PMDB).

Embora o projeto tenha sido apresentado pelo parlamentar em novembro do ano passado à Assembleia Legislativa, Picarelli já vinha lutando e realizando palestras de conscientização nas escolas e instituições de ensino superior para intensificar ainda mais a medida proposta.

Conforme o peemedebista, os casos de bullying – intimidação de alunos, através de xingamentos ostensivos e colocação de apelidos, além de força física – nas escolas têm causado preocupação aos diretores, professores, famílias, enfim, à sociedade em geral.

“O bullying tem tomado proporções gritantes, já que nas escolas públicas, a prevenção é dirigida aos professores, vistos como multiplicadores do saber. Em alguns casos, muitos chegam a ser humilhados em plena sala de aula”, adianta o parlamentar.

Pela lei sancionada, o programa consiste na capacitação de docentes e equipe pedagógica para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação, solução e inclusão de regras contra o bullying no regimento interno das escolas públicas e privadas sul-mato-grossenses.

Apesar de não haver números oficiais, a prática de atazanar colegas – muitas vezes confundida por pais e educadores com uma simples brincadeira – já envolve 45% dos estudantes brasileiros, segundo estimativa do Cemeobes (Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar), organização com sede em Brasília (DF). O índice está acima da média mundial, que variaria entre 6% e 40%.

“Essas atitudes podem descambar para a hostilidade sistemática e conduzir alguns alunos ao isolamento dentro da turma e à exclusão de atividades recreativas. Há casos em que a agressão física, em geral por alguém mais forte, passa a ser frequente”, destaca Picarelli.

Cyberbullying - O cyberbullying é uma das variantes de bullying que tem dado mais trabalho para escolas, pais e estudantes. Comunidades criadas por alunos no Orkut entram em forma anônima ou não e falam mal de outros, acarretando em um desrespeito pela internet.

De modo geral, alguns colégios particulares vetam o uso de celular em sala de aula - o que evita que se filme alguma cena constrangedora para depois jogá-la na web, um tipo possível de cyberbullying. Sufocar completamente o cyberbullying é, porém, uma missão complexa, porque muitas das agressões virtuais são feitas pelos alunos a partir de suas casas.

Cipave - Picarelli também é autor da lei 3.364, que cria o programa permanente de prevenção de acidentes e violência nas escolas de Mato Grosso do Sul, através das Cipaves (Comissões Internas de Prevenção de Acidentes e Violência Escolar).

Conforme a lei, em cada colégio do estado devem ser instaladas comissões internas para monitorar as condições e situações de risco que os alunos são submetidos, a comissão também pode propor a adoção de medidas que acabem com o problema no contexto escolar. A Cipave precisa ser composta por representantes dos alunos, pais, professores, diretores e funcionários.

fonte: http://www.msnoticias.com.br

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Um repúdio ao bullying


O desespero da mãe de um adolescente de 13 anos que vem sendo vítima de bullying na Capital despertou a solidariedade de gaúchos que passaram pela mesma dor. Muitos suportaram humilhações e ameaças ao lado dos filhos durante anos, sem conseguir uma solução. Outros, com o apoio de amigos, psicólogos e educadores, conseguiram reverter o problema e agora querem contar sua história para ajudar gente como a empresária de 47 anos cuja aflição foi retratada ontem em Zero Hora.

Um desses casos veio à tona em 2009, em uma escola particular de Porto Alegre. A funcionária pública Maristela Aquino, 48 anos, passou a perceber mudanças no comportamento do filho de 11 anos: o menino ficou agressivo e perdeu o interesse pelos estudos. Depois de muita conversa, a mãe descobriu que ele estava sendo humilhado por colegas.

– Meu filho é grande, mas não é obeso. Mesmo assim, começaram a dizer coisas horríveis para ele – disse Maristela.

A gota d’água aconteceu quando o estudante levou um chute. Maristela procurou a direção e teve o problema resolvido na hora – algo que não ocorreu com a mãe do adolescente de 13 anos que relatou a ZH a agonia diante das ameaças sofridas pelo filho. A empresária diz ter procurado a escola várias vezes em busca de providências, mas as intimidações só pioraram. No caso de Maristela, a direção fez reuniões para acalmar os ânimos, e uma psicóloga auxiliou no processo. Até hoje, o filho dela faz terapia para recuperar a autoestima.

– Deve ser terrível pedir apoio e não ver solução.

A mesma sensação de impotência atingiu a família do empresário Rômulo Valente há alguns anos. Aluno de um colégio privado de Porto Alegre, o primo dele se tornou alvo de um colega. O agressor fazia ameaças, desferia tapas e chutes e roubava pertences pessoais do estudante. As coisas só melhoraram quando ele passou a ser acompanhado pelos primos mais velhos, entre eles Valente:

– Acho importante dizer ao filho dessa empresária que não se desespere, porque sempre existe solução.

Os conselhos não param aí. Depois de sofrer por quatro anos ao lado da filha – vítima de bullying na faculdade –, uma desenhista de 50 anos mandou mais um recado para a empresária:

– Não permita que seu filho sofra. Existem colegas muito bons em outras escolas.

Ontem, segundo a empresária, a situação no colégio continuava a mesma. Por meio de uma nota oficial, a escola informou que, “desde que foi notificada, adotou uma série de medidas de proteção e cuidado”.

Fonte: Zero Hora por JULIANA BUBLITZ

MS: projeto quer auxiliar escolas na prevenção ao bullying

Para muitos, ir ao colégio demanda valentia. Isso se deve a um tipo de violência que é antiga, mas vem sendo popularizada sob o conceito de bullying – palavra inglesa que significa intimidar e atormentar e vem preocupando cada vez mais as escolas brasileiras. Em âmbito estadual, o deputado Maurício Picarelli (PMDB) elaborou um projeto de lei que obriga as escolas a ter um programa de prevenção e combate a esse tipo de violência.

O programa consiste em capacitar docentes e equipe pedagógica para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação, solução e inclusão de regras contra o bullying no regimento interno das escolas públicas e privadas sul-mato-grossenses.

O projeto foi apresentado pelo parlamentar em novembro do ano passado à Assembleia Legislativa. Agora, aguarda sanção do governo.

Embora não haja números oficiais, a prática de atazanar colegas – muitas vezes confundida por pais e educadores com uma simples brincadeira – já envolve 45% dos estudantes brasileiros, segundo estimativa do Cemeobes (Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar), organização com sede em Brasília (DF). O índice está acima da média mundial, que variaria entre 6% e 40%.

“Essas atitudes podem descambar para a hostilidade sistemática e conduzir alguns alunos ao isolamento dentro da turma e à exclusão de atividades recreativas. Há casos em que a agressão física, em geral por alguém mais forte, passa a ser frequente”, destaca Picarelli.

Para o pediatra e psiquiatra infantil Christian Gauderer, professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), o bullying é uma situação para a qual muitos pais não estão atentos, mas que pode infernizar a vida do filho, afetar seu relacionamento familiar e causar entraves no aprendizado.

A “praga” do bullying tem tomado proporções gritantes, já que nas escolas públicas, a prevenção é dirigida aos professores, vistos como multiplicadores do saber. Em alguns casos, muitos chegam a ser humilhados em plena sala de aula.

Cyberbullying - O cyberbullying é uma das variantes de bullying que tem dado mais trabalho para escolas, pais e estudantes. Comunidades criadas por alunos no Orkut entram em forma anônima ou não e falam mal de outros, acarretando em um desrespeito pela internet.

De modo geral, alguns colégios particulares vetam o uso de celular em sala de aula - o que evita que se filme alguma cena constrangedora para depois jogá-la na web, um tipo possível de cyberbullying. Sufocar completamente o cyberbullying é, porém, uma missão complexa, porque muitas das agressões virtuais são feitas pelos alunos a partir de suas casas.

fonte: http://www.aquidauananews.com/index.php?action=news_view&news_id=163548

domingo, 2 de maio de 2010

apresentação SESC Tijuca

Foi excelente a apresentação no SESC Tijuca no Rio de Janeiro, e como tivemos fotos liberadas pelo fotógrafo "Gabiru" um dos alunos participantes do projeto, colocamos no nosso perfil no Orkut. Estamos esperando a liberação das fotos pelo SESC, assim que tivermos em mãos, colocaremos mais por lá.

Foto (esq. p/ dir.) Júnior Beéfierre, Juliana Behla, Juliette Viana e Patrick Moraes. Na palestra depois do espetáculo.

Foi excelente a apresentação no SESC Tijuca no Rio de Janeiro, e como tivemos fotos liberadas pelo fotógrafo "Gabiru" um dos alunos participantes do projeto, colocamos no nosso perfil no Orkut. Estamos esperando a liberação das fotos pelo SESC, assim que tivermos em mãos, colocaremos mais por lá.

Na foto (em pé) Aretha e Amanda (sobrinhas do Diretor), o diretor e um dos autores do texto Mar´Junior, Patrick Moraes, Juliana Behla, Juliette Viana e (agachado) Júnior Beéfierre.

A galera da saúde (SESC) está de parabéns por acreditar que o espetáculo BULLYING, que fala a lingua dos jovens, proporciona aos alunos da rede pública, da região, um comprometimento em acabar com este mal. PARABÉNS!!!

"Aqueles que esperam acontecer, NUNCA terão uma história para contar" Mar´Junior