quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A atriz e cantora Alessandra Maestrini gravou para a Campanha 2015 ‪#‎EUdigonãoaobullying‬ ‪#‎CiaAtoresdeMar‬'

A atriz e cantora Alessandra Maestrini gravou para a Campanha 2015 ‪#‎EUdigonãoaobullying‬ ‪#‎CiaAtoresdeMar‬'



Cia Atores de Mar' traz soluções para BULLYING e dá nova direção aos pais, alunos e professores

Todos somos sabedores que o bullying é do mal, que está nas escolas, nas empresas, dentro de casa, na rua. Só se fala do problema e as soluções são pouco exploradas.

Numa forma lúdica - com muita música, dança e interpretação - utilizando o teatro, uma das formas de artes mais antigas do mundo, a Cia Atores de Mar' traz algumas soluções para o problema que atinge toda a sociedade. Há 12 anos o grupo viaja o país apresentando “BULLYING” dentro das instituições de ensino e religiosas e empresas além de levar conscientização. BULLYING está caminhando para os 400 mil espectadores e já pisou em quase todos os estados brasileiros.  




BULLYING retrata o dia a dia do aluno na sala de aula, mostrando o problema e dando uma das possíveis soluções. A peça é composta por quatro cenas nas quais duas delas os personagens/alunos discutem o tema entrei si e, com isso, a plateia/aluno começa a entender que é possível solucionar o problema sem a necessidade de levar a direção, coordenação ou aos professores. Com isso, ajuda na formação de quem assiste. Há uma cena jornalística que fala de pesquisa e do que se pode fazer para melhorar o ambiente escolar e uma cena que mostra a professora resolvendo a questão com muita perspicácia e sabedoria, sem eximir o aluno do erro.

Além disso, a Cia Atores de Mar' lançou pelas mãos de um dos seus diretores e roteirista do texto de BULLYING Mar'Junior, o livro "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo." que saiu com o selo da Novo Ser Editora em 2012 e está prestes a lançar, em 2016, o livro traduzido para o inglês.

Numa forma independente e aproveitando o que a música representa também lançou, no início de 2012, o “EP BULLYING” com as cinco músicas que compõem o espetáculo, com composições de Mar'Junior, Patrick Moraes, Junior Beéfierri e Samuel de Souza em cinco ritmos diferentes, exatamente para atingir todas as idades. As letras são ligadas ao tema. - "Limites", "De violência já estamos cheios", "Pimenta nos olhos dos outros é refresco", "Pense uma, duas ou mais vezes," e "O bullying é do mal".

No intuito de utilizar bem as redes sociais, os atores Mar'Junior, Patrick Moraes, Junior Beéfierri e Vick Damascena da Cia Atores de Mar' lançaram no ano passado a Campanha #EUdigonãoaobullying #CiaAtoresdeMar', onde diversos artistas, desportistas e jornalistas gravaram um vídeo incentivando pessoas a fazerem o mesmo, como uma mensagem de reprovação ao bullying. A campanha é lançada todos os dias no mês de outubro, distribuídas nas redes sociais da Cia e as mensagem que chegam são redistribuídas com as hashtags da campanha. Este ano já gravaram Hubert do Casseta e Planeta, Marcos Holanda do Caras de Pau, Marcos Wainberg do Zorra Total, o jogador de basquete do Flamengo Jerome "Grandão" Meyinsse, o atleta de MMA Fabiano Jacarezinho, entre outros.

Para aqueles que gostam de HQ, em 2016 a peça teatral BULLYING será adaptada no formato mangá. Com isso, atinge mais uma galera que se identifica com o estilo de quadrinhos orientais.

Já para 2018, quando será comemorado 15 anos de BULLYING, espera-se o primeiro longa da Cia baseado no tema.

Portanto, vimos as diversas soluções colocadas em prática pela Cia Atores de Mar' que enxerga este mal.


Faça a sua parte - divulgue a campanha #EUdigonãoaobullying #CiaAtoresdeMar'


A Cia Atores de Mar' está em todas as redes sociais como Youtube , Twitter , Linkedin , Instagram e Facebook

Visite o nosso site e conheça BULLYING na íntegra http://ciaatoresdemar.com


Assessoria de Comunicação
da Cia Atores de Mar'

email: assessoriadecomunicacao@ciaatoresdemar.com    
email: ciaatoresdemar@gmail.com

Lançados novos emojis para apoiar vítimas de bullying online


Iniciativa começou depois de ser apurado que uma boa parte dos jovens considera este tipo de bullying pior que cara-a-cara.


TECH SENSIBILIZAÇÃO

Vodafone Group



O bullying online é uma realidade para muitos jovens e tem um efeito devastador nas suas vidas, uma tendência que a Vodafone pretende combater lançando novos emojis.

Como refere o Mirror, estas novas imagens foram criadas depois de revelados os resultados de um inquérito a cinco mil jovens de 11 países diferentes, onde 43% considerou que sofrer de bullying pela internet é pior que cara-a-cara. Grande parte dos inquiridos confessou que se sente impotente quando confrontado com este tipo de bullying, com alguns mesmo a admitir que experimentaram sentimentos suicidas.
Para contrariar esta situação, a Vodafone pediu ajuda a especialistas para a criação de emojis que podem ser enviados pelos amigos, com alguns deles a serem o psicólogo que aconselhou a Pixar no filme ‘Divertida-mente’, Dacher Keltner, e a embaixadora anti-bullying, Monica Lewinsky.

Fear Factory: Dino Cazares sofre bullying online por ser gordo


Por Bruce William, Fonte: Blabbermouth
Em entrevista com a Podrooom Videos, que pode ser vista ao final, Dino Cazares do Fear Factory fala sobre os comentários depreciativos que recebe pela internet: "Tento ler todos os comentários que consigo, em todos as redes sociais, facebook twitter, instagram, sites como o Blabbermouth, e sempre leio comentários engraçados sobre mim, geralmente falando que eu seu gordo. Mas veja... eu sou gordo. E daí? Isto não importa. Eu adoro o que faço, toco guitarra, é isto que me importa".

Depois ele continua: "Pra tocar numa banda tem que ser magro, pois todos... quando sua banda grava o primeiro disco e você começa a ficar mais conhecido, passam a te observar e começam a fazer as piadas. E, claro, com a internet, qualquer um pode deixar o comentário que quiser. Isto não faz diferença. Quer dizer que é obrigatório ser magro? Não levo a sério o que falam sobre mim, mas fico puto quando falam merda da música".


Urijah Faber acusa ex-treinador da equipe de racismo contra lutadores negros e bullying


Califórnia Kid mira o alvo em Duane Ludwig, que deixou Alpha Male Team


Josh Hedges/Zuffa LLC via Getty Images
Líder de uma das principais academias dos EUA, a Team Alpha Male, na Califórnia, Urijah Faber mostrou que a parceria com o treinador Duane Ludwig terminou mesmo em litígio. O Califórnia Kid, como é conhecido, acusou o ex-técnico daequipe de praticar racismo contra lutadores negros e ainda discriminar o MMA feminino. 

Duane Ludwig era o principal treinador da Team Alpha Male, trabalhando diretamente com Urijah Faber e o atual campeão peso galo, TJ Dillashaw. Mas a relação foi estremecendo aos poucos, o que levou as duas partes a trocar acusações. Enquanto o técnico deixou transparecer que o Califórnia Kid explorava os companheiros financeiramente, o atleta respondeu de forma dura. 

Faber disse que Ludwig queria até mesmo lucrar com patrocinadores próprios. “A animosidade começou quando ele veio até mim e falou: ‘sabe, Urijah, você disse que quando eu chegasse eu teria meus patrocinadores’. E eu tive que passar por isso quatro vezes no ano em que ele esteve aqui. Eu nunca disse que ia arrumar patrocinadores para ele. Disse que ele poderia arrumar estando aqui”, revelou o lutador, em entrevista ao site MMA Fighting.

”Depois virou algo que ele era meu treinador, mas eu era uma espécie de chefe dele. Eu estava tentando ser um conselheiro para ele porque ele estava bravo com algumas coisas como esse lance de patrocinador. Aí que as coisas começaram a ficar desconexas, mas até então estava bem. Continuamos trabalhando juntos, etc.”, continuou Faber.

O Califórnia Kid disse que o treinador se recusou a trabalhar com mulheres na equipe e ainda praticou racismo. “Duane se recusou a trabalhar com qualquer mulher. Ele disse: ‘eu apenas não sou favorável ao MMA feminino. Não vou trabalhar com ninguém, não vou trabalhar com Paige (VanZant), nó vou trabalhar com Nicky, não vou trabalhar com Veronica. Não acredito nisso’. Ok, isso já era um problema”, acrescentou.

“Depois ele veio com coisas racistas. E isso não são coisas engraçadas apenas porque você dá risada, ainda mais quando machuca. Eu tinha dois negros na equipe e me falaram que estavam se sentindo extremamente desconfortáveis. ‘É legal uma vez, acho, quando ele diz que todos os negros ficam no final da fila, mas ele está fazendo isso todos os dias’. E um deles disse que uma vez estava conversando com uma garota na academia e Duane falou: ‘hey, seu mais ou menos, todos os negros devem ficar a 8 metros de qualquer mulher’. Ele disse que entendia que ele achava engraçado, mas aquilo estava realmente o irritando”, revelou.

Resposta

Duane Ludwig, que abriu uma academia no Colorado, respondeu às acusações de Faber, em entrevista ao site MMA Fighting. Ele admitiu que não se sente bem em ver mulheres no octógono. “Eu não diria que sou contra o MMA feminino. Eu me sinto desconfortável em ver uma mulher levando soco na cara, isso eu não gosto. Mas ver luta agarrada e wrestling entre mulheres é legal. Ainda não me sinto bem vendo lutas de mulheres, e sim, não gosto de treiná-las”, enfatizou.. 

Segundo o treinador, Faber era o líder da equipe e não poderia ser contestado por ninguém. “Eu não sei do que diabos ele está falando, há piadas que flutuam no ginásio o tempo todo. Ele não chega a manter o controle sobre o que diz, está em uma posição em que ninguém o questiona. É o show dele. Ele fala muito bem ao microfone, mas é apenas um pouco gorducho”, comentou.
Tags: alpha tea

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Vick Damascena convoca você para participar da campanha 2015 #‎EUdigonãoaobullying‬ ‪#‎CiaAtoresdeMar‬'

Vick Damascena está convocando todo mundo. Em OUTUBRO, vem aí a campanha EU DIGO NÃO AO BULLYING. Vamos participar? Poste sua foto com ‪#‎EUdigonãoaobullying‬ ‪#‎CiaAtoresdeMar‬' Em OUTUBRO! Até lá!


Faber: Ludwig é racista, faz bullying e se recusa a dar aula a atletas femininas

Líder do Team Alpha Male fala sobre relacionamento conturbado com ex-treinador e relembra situações em que ficou perplexo com comportamento do americano


Por Las Vegas, EUA
Urijah Faber MMA UFC (Foto: Evelyn Rodrigues)Urijah Faber soltou o verbo e acusou ex-treinador de seu time de ser racista (Foto: Evelyn Rodrigues)
Desde que Duane Ludwig deixou o posto de treinador principal do Team Alpha Male para abrir a sua própria academia em Denver, no Colorado, a troca de farpas entre ele o líder da equipe, Urijah Faber, tem sido constante em entrevistas e até pelas redes sociais. Na semana passada, Ludwig fez algumas denúncias de exploração financeira por parte de Faber ao site da Fox Sports americana. Nesta segunda-feira, foi a vez do "Califórnia Kid" responder às declarações e de fazer uma série de acusações, durante o programa "MMA Hour".
Em sua longa participação, Faber detalhou situações vividas nos últimos anos, afirmando que Ludwig é instável emocionalmente e costuma fazer bullying com as pessoas, além de se recusar a dar aula a mulheres e de ser racista:
- Primeiro de tudo, Duane se recusa a trabalhar com qualquer atleta do sexo feminino. Ele disse: "Eu só queria dizer que não apoio o MMA feminino. Eu não vou trabalhar com ninguém, não vou treinar a Paige (VanZant), a Nick ou a Veronica. Eu não acredito nisso". Esse foi um problema. O segundo problema foi que ele estava dizendo coisas racistas. E essas coisas não são piadas só porque você ri delas, especialmente se elas machucam as pessoas. E dois caras negros, que faziam parte do nosso time, me chamaram e disseram: "Está ficando muito desconfortável. É até engraçado quando ele diz uma vez: 'Todos os caras negros para o final da fila', mas ele tem dito isso todo dia". E aí outro cara me disse: "Toda vez que estou falando com uma garota na academia, Duane grita lá do outro lado: 'Ei, seu mais ou menos, todos os caras negros têm que ficar pelo menos 8 metros de distância das mulheres'. Eu entendo, ele acha que é engraçado, mas ele fica fazendo isso toda hora e está realmente me irritando".
Duane Ludwig, UFC (Foto: Evelyn Rodrigues)Ludwig em um dos treinos do Team Alpha Male. Segundo Faber, treinador se recusa a dar aula a atletas do sexo feminino (Foto: Evelyn Rodrigues)

O ex-campeão do WEC afirma que tentou falar com o treinador sobre o seu comportamento, mas que Duane continuava causando problemas:
- Eu conversei com ele sobre isso, tive que falar com ele sobre as garotas e também para ele parar de subestimar as pessoas. Uma menina do Alaska me disse que o Duane falava sempre quando a via treinar: "Você é muito ruim e deveria desistir". Ela me disse que ele começava a rir, como se estivesse brincando, mas que ela sabia que ele estava falando sério. Ela não era a melhor menina do time e ele era malvado nesse sentido, então eu precisei falar com ele sobre isso.
Faber também declarou que Ludwig não é confiável quando o assunto é dinheiro, além de ser ganancioso. Segundo ele, Duane tentou renegociar seu salário por diversas vezes, e, mesmo depois de começar a receber pela função de treinador principal do time, cobrava quando dava aula particular para algum atleta em camp de treinamento.

- Ele começou a receber e aí começou a cobrar todo mundo para aulas particulares. E chegou a um ponto em que o TJ Dillashaw disse: "Eu não sei o que fazer. Duane está me tirando tudo. Eu estou fazendo os vídeos para ele depois das aulas, faço isso e aquilo e ele ainda está me cobrando pelas aulas. Eu preciso falar com ele". (...) Tempos depois, na primeira luta que ele entrou no meu córner, eu tenho um sócio, o Scott, que é o dono da Torque e mora no Texas e o Duane queria usar a sua própria camiseta no meu córner, mas ela tinha uma marca concorrente. Eu pedi para ele falar com o meu sócio muito antes do combate, para o meu sócio liberar e não ficar irritado. Perguntei se ele não podia usar uma camiseta dele, da Duane Bang, ou algo assim. E aí, chegou o dia da luta, e 30 minutos antes de lutar, eu tive que dar o telefone para ele e dizer: "Aqui, se você puder, liga para ele e peça o ok dele. Se ele te der o ok, você pode usar". Aparentemente, e eu só fiquei sabendo disso depois, o Duane tentou fazer meu sócio lhe pagar US$ 300 para usar a minha camiseta no meu córner. Eu fiquei perplexo - completou.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Memorial às vítimas de tragédia em escola de Realengo é inaugurado

Ex-aluno matou 12 crianças a tiros na escola Tasso da Silveira. Esculturas de bronze dos alunos provocaram polêmica no local

O DIA

Rio - Foi inaugurado na manhã deste domingo um memorial às vítimas da tragédia na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. O "Monumento às Crianças de Realengo" foi instalado em uma rua próxima ao colégio onde 12 crianças morreram vítimas de um ex-aluno, em 2011. Alguns familiares reiteraram que a escultura é um "pedido de paz", no entanto, alguns moradores não gostaram da ideia e fizeram críticas à instalação.


"Todo mundo que olhar para escultura não deve olhar com dor ou sofrimento. A obra representa um pedido de paz", disse Adriana silveira, mãe da menina Luiza, morta na tragédia. As imagem de 11 crianças correndo uniformizadas foi reproduzida em esculturas de bronze. Uma delas foi representada por uma borboleta a pedido dos pais.


Adriana tem representado os pais dos alunos e levou à Brasília um pedido para o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nesta semana. Ela quer que a presença de psicólogos nas escolas seja obrigatória. "Para que não aconteçam mais tragédias como essa", afirmou.


Vera Pires é mãe da menina que segura a borboleta Ana Carolina, Samira Pires. "Parece que foi ontem. A escultura lembra ela, ainda bem que não é igual porque se não, o pai ia viver aqui", declarou Vera. Ela disse ainda que se emocionou ao ver a imagem, pois, mesmo sem saber de seus laços, a artista responsável uniu as duas, que eram muito amigas.


Segundo o subtenente da Polícia Militar, Márcio Alexandre Alves, que conseguiu parar o atirador Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, "toda homenagem é válida". Ele é pai de um adolescente que tinha a idade das crianças na época e lembrou de quando encontrou as crianças mortas na escola. "Entrei na sala e vi aquilo. Foi horrível", disse. "Acho importante tudo que puder ajudar na dor das famílias", completou.


No dia 7 de abril de 2011, o ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira atirou várias vezes contra estudantes que estavam em duas salas da escola Tasso da Silveira. Na ocasião, 12 morreram e 11 ficaram feridos. Em seguida, o atirador se matou com um tiro na cabeça.



Reportagem de Flora Castro

domingo, 20 de setembro de 2015

William fala de "bullying" em nome de Diana


por P.F.F.  fonte DN de Portugal

William fala de "bullying" em nome de Diana
O herdeiro ao trono britânico vai ser o porta-voz de uma organização criada pela princesa, para identificar e proteger vítimas de maus tratos nas escolas e na comunidade LGBT.
A Diana Award é uma organização que foi criada por Diana antes de morrer, e que pretende "treinar" crianças e jovens para lidarem com o bullying.
William interessou-se principalmente no trabalho desta organização sem fins lucrativos, no que diz respieto à prevenção. "Ele gosta da ideia de apoiar estes jovens e não permitir que alguém sofra em silêncio", disse o porta-voz do Palácio de Kensington.
Um dos painéis em que o príncipe William irá participar será um intitulado high five: a ideia é que qualquer jovem identifique cinco outros jovens, ou crianças, que poderão estar a precisar de ajuda. William terá de os encontrar também.
Atualmente existem mais de 16 mil embaixadores anti-bullying, espalhados por três mil escolas britânicas e treinados pela Diana Award.

sábado, 19 de setembro de 2015

Príncipe William apoia campanha de sua mãe contra o bullying


Princesa Diana começou essa mesma campanha há 19 anos

Príncipe William apoia campanha de sua mãe contra o bullying - Grosby Group

O Príncipe William vai seguir os passos de sua mãe, a falecida Princesa Diana de Gales, e apoiará diversas causas sociais, segundo revelou o Duque de Cambridge em uma entrevista para a revista inglesa Hello!.

O marido de Kate Middleton expressou que se preocupa muito com a população que sofre de depressão e bullying, porque sabe que o fim desse triste caminho para essas pessoas é o suicídio.

"Infelizmente muitos que sofrem com isso tomam a triste decisão de tirar sua vida e eu vou lutar para evitar esses suicídios", declarou o sucessor ao trono britânico.

William se reuniu com jovens da Academia Hammersmith, a oeste de Londres, para apoiar a fundação de caridade fundada em 1999, dois anos depois da morte de Diana, para combater a intimidação e exclusão social. A Princesa Diana inciou nesse mesmo lugar uma campanha anti-bullying há 19 anos.

Na opinião de William, 'a depressão e o bullying são o mal que afeta a sociedade moderna, em todos os países e escalas sociais'


O Fuxico