terça-feira, 11 de agosto de 2015

Após lançar música chiclete, Maisa revela que sofre bullying na escola

Atriz e cantora participou do programa "Domingo Legal" e falou sobre assédio no colégio


por
iG Gente

Foto: Reprodução
Depois de virar um sucesso na TV ao lado de Silvio Santos, Maisa Silva apostou na carreira musical e lançou um CD. Suas músicas, no entanto, dividiram a opinião do público e até deixaram a atriz e cantora em situações constrangedoras.
Durante participação no "Domingo Legal", do SBT, Maisa disse que o assédio cresceu depois do lançamento do clipe "NheNheNhem", música chiclete que já tem mais de 4 milhões de visualizações na internet. "Você não está entendendo... Eu voltei às aulas e do nada todo mundo começou a me chamar de 'NheNheNhem'. Queria entrar embaixo da mesa e ficar lá", contou a atriz mirim.
Não é a primeira vez que Maisa revela estar sendo assediada no colégio. Durante entrevista à rádio Jovem Pan, ela disse que era chamada de "menina monstro" pelos colegas de classe. "Chegava na sala de aula na escola e meus amigos pediam Playstation, me chamavam de menina monstro. O problema não era a zueira, mas virou um bullying para mim. Mas não deixo me afetar".

Livro discute discriminação, machismo e bullying

Ilustrações publicadas no Facebook alcançaram visibilidade e poderão ser vistas no livro 'Mulheres'

O DIA

As ilustrações da mineira Carol Rossetti, que mostram os preconceitos sofridos pelas mulheres no dia a dia, publicadas no Facebook, agora estão reunidas no livro Foto:  Divulgação
































Rio - Os lápis coloridos e as folhas de papel viraram ferramentas de combate na luta contra o machismo e o preconceito enfrentado pelas mulheres brasileiras. Figuras femininas, em diversas situações, ganharam vida pelas mãos da ilustradora mineira Carol Rossetti, de 27 anos, que encontrou nos desenhos uma forma de mostrar para a sociedade o que essas mulheres passam no dia a dia. As ilustrações, publicadas no Facebook da designer, alcançaram visibilidade e poderão ser vistas no livro ‘Mulheres’ (Sextante, 160 páginas, R$ 39,90), que chega este mês às livrarias.
“A ideia das ilustrações é mostrar que essas mulheres não estão sozinhas. Muitas pessoas se sentem incomodadas quando ouvem alguma ofensa ou são discriminadas. Saber que mais mulheres também passam pelas mesmas dificuldades dá força para elas usarem a própria voz”, diz Carol.
O primeiro card surgiu em 2014 e retratava Marina, uma jovem acima do peso, que era julgada por usar um vestido com listras. A partir daí, imagens com mulheres de todas as idades, sexos e crenças foram destaque pelas mãos da designer. Tabus que envolvem sexualidade, beleza, violência e identidade são outros temas centrais do trabalho da mineira, que já foi traduzido para 15 idiomas. Apesar das figuras retratarem o sexo feminino, a designer diz que isso não impede que homens também se identifiquem com o projeto.
“Já recebi mensagens de dois tipos: dos homens que também já sofreram algum tipo de preconceito e outras daqueles que já praticaram essas ofensas contra as mulheres, sem perceber”, relata.
Para Carol, a raiz dos insultos é cultural e também está ligada à falta de respeito com o próximo. “Muitas pessoas não respeitam as atitudes dos outros por uma questão de hábito. Acho que isso é cultural nosso. Primeiro estranhamos o diferente para só depois pensar sobre isso. Acho que o diálogo é a solução”, diz a mineira, cujo trabalho já foi destaque no canal a cabo CNN.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

BULLYING - Depoimentos Secretária de Educação de Luis Eduardo Magalhães/BA

No Domingo Legal, Maisa Silva revela que está sofrendo bullying por culpa do 'Nhe Nhe Nhem'

Fonte: Caras

Fênomeno no Youtube com mais de 4 milhões de visualizações, nova música de trabalho da atriz e cantora está dividindo opiniões



Maisa Silva, sucesso na TV, agora está enfrentando um fenômeno diferente. Após lançar a canção NheNheNhem, ela disse no Domingo Legal que não está fácil lidar com o assédio.
"Você não tá entendendo, eu voltei as aulas e do nada todo mundo me chamando de NheNheNhem", contou. "Queria entrar embaixo da mesa e ficar lá", contou.
"É uma música chiclete sobre a reclamação no dia a dia", disse a cantora que também comemorou o sucesso do clipe, que já está com 4,6 milhões de visualizações no Youtube.
Ainda não ouviu? Vem ver!




“Era gordinho quando criança e sofria até bullying", diz Adriano Toloza

Fonte: Caras

Ator que interpreta o personal trainer Igor em 'Verdade Secretas' fala sobre sua infância, preferências e sua rotina de treinos


Músculos bem definidos e corpo de dar inveja a muito personal trainer da vida real. Adriano Toloza, quem diria, já sofreu com o excesso de peso. “Era gordinho quando criança. Sofria até bullying”, recorda o ator, que hoje mantém a boa forma com muito esporte. Aos 31 anos, Adriano causou sensação ao aparecer de bumbum de fora em cenas para lá de quentes com Guilhermina Guinle, seu par em Verdades Secretas. “Na época do teste para a novela, não estava tão bem, mas me comprometi a ‘trincar’ para o personagem. Fechei a boca e peguei pesado nos exercícios”, conta ele, que mostrou a QUEM seu treino de boxe funcional, esporte que pratica quatro vezes por semana para queimar gordura, definir o corpo e “aliviar o estresse”.
Apesar de fã do boxe, o paulistano precisou parar com a atividade em determinados momentos da carreira. “Já fiquei com olho roxo, rasguei a testa e abri o supercílio, então, tive de maneirar no ringue para não chegar com a cara machucada ao trabalho”, explica ele, durante o treino na Academia Iron Box, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Após a aula, o ator ainda tem fôlego para queimar mais calorias na areia da praia, logo em frente. E na companhia de seu fiel amigo, o labrador Chico.
Além do boxe, Adriano faz bikram yoga – praticada numa sala com temperaturas elevadas –, squash, musculação e surfe. A preocupação com o corpo, ele garante, é importante em sua profissão. “Aos 14 anos, meu metabolismo acelerou. Gostei de ficar  magro. E ter um corpo legal é um facilitador para conseguir trabalho”, alega. “Peguei pesado para Verdades Secretas, mas não foi por vaidade. Faço um personal trainer, é questão de bom senso”, diz.
Editora Globo (Foto: Editora Globo)
SUCESSO
Tanto esforço tem repercussão. “Nas redes sociais as pessoas são mais diretas. Pessoalmente são só fotos e uns olhares. O feedback vai por esse lado sexual, até porque a nudez masculina não é muito explorada. As mulheres estão mais felizes agora. Elas merecem”, diverte-se Adriano, que jura não ter tido problemas nas cenas de sexo. “Tenho esse despudor com o corpo. Não sou eu quem está nu, é meu personagem. Não fico nem um pouco encabulado, foi tranquilo”, garante ele, que viveu um enfermeiro sadomasoquista em Amor à Vida (2013), seu primeiro papel na TV.
Solteiro, Adriano diz que não é rigoroso quando o assunto é seu tipo de mulher. “Não tenho padrão, não ligo se é loira ou morena. Lógico que beleza é fundamental, mas não gosto de vulgaridade. Gosto de mulher inteligente, com atitude. Que saiba ser parceira e respeitar individualidades”, adianta ele, que é de relacionamentos longos. “Fiquei dois anos com minha última namorada”, conta. 
Editora Globo (Foto: Editora Globo)
PAIXÃO
Filho de um juiz e de uma procuradora de Justiça, o ator estava no último ano da faculdade de psicologia quando entrou para a Escola Superior de Artes Célia Helena, na capital paulista. “Comecei o curso como hobby, mas me apaixonei e tive certeza de que era o que queria.”
Os pais acabaram apoiando Adriano e pagando seus cursos. “Eles respeitaram a escolha que fiz. Tive tempo para focar nos estudos e não passei perrengue”, afirma. “Minha família é um pouco conservadora, mas depois que você faz TV, tudo muda. Quando as amigas da minha mãe falam que me viram, ela fica orgulhosa”, conta, feliz.

Ator de 'Chiquititas', Filipe Cavalcante perde 25kg

Fonte: Caras

Filipe Cavalcante contou que começou a se preocupar com a aparência


Após emagrecer mais de 25kg, o ator e dublador Filipe Cavalcante, o Rafa, de 'Chiquititas', exibiu seu novo visual.
“A voz mudou e o corpo também, algumas coisas que antes levava na brincadeira, hoje são assuntos sérios. Tem as paqueras e o estudo é mais puxado. Existe a preocupação de como está à aparência, o cabelo, se o corpo está ficando legal. Enfim, coisas que quando somos criança não damos a menor importância”, contou ele.
Com o fim de Chiquititas, o ator confessou o desejo de voltar a fazer aulas de canto, sapateado e estudar música.
O ator lembrou que, no passado, chegou a sofrer bullying por estar acima do peso. Mas quis emagrecer para cuidar de sua saúde e também para expandir suas oportunidades de trabalho. “Sei que muitas pessoas passam por problemas sérios por esse tipo de preconceito e meus pais sempre conversaram bastante comigo sobre eu me aceitar ou eu querer mudar. É claro que sempre tem algum chato tentando de forma negativa te rotular como 'gordinho', assim como o muito magro, o muito alto, o muito baixo etc. Já sofri bullying sim e isso não é nada bom. Até hoje surgem pessoas nas redes sociais usando palavras ofensivas e tentando me atingir. Felizmente, eu sou bem resolvido”, contou.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Projeto esclarece as formas de bullying entre os estudantes

Ação envolveu 17 turmas do ensino fundamental, do 3º ao 6º ano.

Redação /Profª orientadora Marli Vitali (SC0903JP)
Entender o que é o bullying, como ele é praticado, como pode e deve ser evitado, e as consequências dessas ações estão entre os objetivos do projeto “Satc contra Bullying, não fique calado”.
A iniciativa é desenvolvida pela psicóloga Fernanda Felisbino e coordenação do ensino fundamental. Já foram realizadas palestras com as 17 turmas do 3º ao 9º ano.
“A proposta é trazer o tema com exemplos, como filmes, reportagens (depoimentos) e músicas, fazendo com que eles entendam e discutam o assunto”, explica a psicóloga. Os alunos são estimulados a debater as questões de como devem evitar ao bullying. “A partir do momento que eles entendem o assunto, saberão evitar e também avisar os pais (responsáveis) e professores em alguma situação negativa”, ressalta Fernanda.
Mais de 500 estudantes, com idades entre 8 e 10 anos, já participaram das discussões promovidas pela psicóloga. Segundo Fernanda, valores como respeito, amizade e tolerância são ponderados durante os encontros.
“Esses valores devem estar presentes dia a dia em nosso convívio social, familiar e pessoal. É importante que eles lembrem que algumas brincadeiras são desagradáveis e podem afetar tanto o físico como o psicológico dos colegas”, afirma.
Conforme o Conselho Nacional de Justiça, “o bullying é um termo de origem inglesa utilizado para qualificar comportamentos agressivos no âmbito escolar, praticados tanto por meninos quanto por meninas. Os atos de violência (física ou não) ocorrem de forma intencional e repetitiva contra um ou mais alunos que se encontram impossibilitados de fazer frente às agressões sofridas”.

Alienação parental e os prejuízos causados a criança ou adolescente: o chamado bullying familiar

Lorena Ayres,Especial para Opinião Pública

Hoje vamos falar de um fato e ato comum e infelizmente muito praticado, a chamada Síndrome de Alienação Parental, termo utilizado por Richard A. Gardner no início de 1980 para se referir ao que ele descreve como um distúrbio no qual uma criança ou adolescente, numa base contínua, cria um sentimento de repúdio a um dos pais sem qualquer justificativa plausível.

Tal situação se dá devido a uma combinação de fatores, incluindo a doutrinação por um dos genitores que disputam a criança ou adolescente impensadamente. O alienador é o destruidor mental dos menores no que tange o conceito de família.

A Lei 12.318 com a ementa “Dispõe sobre a alienação parental e altera o artigo 236 da Lei 8069, de 13 de julho de 1990”, veio para disciplinar o que a doutrina e a jurisprudência já entendiam por “Síndrome da Alienação Parental”, conceituando-a, em seu artigo 2º, como “a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este”.

Nesse diapasão, a alienação parental nada mais é do que um abuso moral e intelectual, uma agressão emocional dirigida contra o menor, por um dos genitores, interferindo na formação psicológica da criança ou adolescente para que ela repudie o outro genitor.

Erroneamente o alienador pratica dano irreparável à manutenção de laços afetivos, despertando sentimentos negativos e contrários para com este, que acabam por gerar distúrbios psicológicos no menor, afetando-o sua vida social e moral.

Entretanto, essa síndrome já é conhecida como uma espécie de bullying, “Bullying Familiar”, que causa comportamento agressivo e negativo, executado continuamente, em relacionamentos onde há desequilíbrio emocional dos envolvidos.

Com o intuito de inovar, a lei também estabelece algumas ações que o juiz pode tomar quando constatar que a criança está sofrendo alienação parental.

O alienador poderá cumulativamente ou não, sem prejuízo da decorrente responsabilidade civil ou criminal e da ampla utilização de instrumentos processuais aptos a inibir ou atenuar seus efeitos, segundo a gravidade do caso, como: declarar a ocorrência de alienação parental e advertir o alienador; ampliar o regime de convivência familiar em favor do genitor alienado; estipular multa ao alienador e determinar a alteração da guarda para guarda compartilhada ou sua inversão, dentre outros.

Salientamos que a alienação parental gera consequências gravíssimas e danos irreparáveis aos menores. Dessa forma, é imprescindível a proteção psíquica da prole para manter e preservar o convívio com a sua descendência, pois o convívio familiar assume um papel determinante na formação da personalidade da criança.

O Estado deve combater o problema que é grave e sério, políticas públicas, palestras, cartilhas e outros, pois pode causar danos permanentes para a formação do menor que vive em um ambiente de mentiras e desequilíbrio.

Assim, a lei tem mais caráter pedagógico e educativo do que punitivo, pois a intenção é de conscientizar os pais e estabelecer o que é essa síndrome, haja vista que a inversão da guarda já é punição suficiente para o alienador. E que a paz deve reinar no âmbito familiar visando o real bem estar dos menores envolvidos.


(Lorena Ayres é advogada, articulista, comendadora, diretora da Aciag e AJE de Aparecida de Goiânia)



Um terço das crianças faz amigos via internet, mostra estudo

Além de fazerem amizade com estranhos, quase metade das crianças os encontra sozinha posteriormente


Quase metade das crianças que fazem amigos online partem para um encontro na vida real – e um em quatro o fazem sozinhas, de acordo com um preocupante novo estudo. As informações são do site do jornal britânico The Mirror.

Estudo feito em 2.500 escolas de Londres mostrou comportamento de crianças e adolescentes na internet

Pesquisadores ouviram quase 17 mil crianças e adolescentes, na faixa etária dos sete aos 16 anos, alunos de 2.500 escolas londrinas. O levantamento mostra que mais de um terço dos alunos fizeram novos amigos online, sem tê-los conhecidos antes.

Os resultados mostram que os meninos são mais propensos a encontrarem pessoas que só viram pela internet (50%), comparados com 40% das meninas. Os jogos online foram identificados como a principal forma de conexão com estranhos, com os entrevistados os citando com frequência para a formação de novos amigos virtuas.

O cyber bullying também foi identificado como um problema recorrente, com um em cinco afirmando já terem sofrido bullying online e um em dez confessando ter praticado. Quase um em seis (16%) disseram que já enviaram conteúdo via web que os deixaram desconfortáveis e um em dez admitiram jogarem jogos inapropriados para sua idade.

Um dos perigos potenciais na web destacado foi a forma como as crianças estão obtendo seus próprios dispositivos pessoais em uma idade cada vez mais jovem. Mais de quatro em dez crianças de sete anos têm seus próprios dispositivos, enquanto que sete em cada dez crianças com dez anos também. Uma em cada quatro crianças pesquisadas disseram que seus pais não sabem o que eles fazem online.

Mas a pesquisa, conduzida pela National Foundation for Education Research (NFER) e encomendada pelo London Grid for Learning (LGfL), também trouxe alguns resultados positivos.

A maioria dos jovens reconhece que alguns sites são mais confiáveis que outros, e sabem que não podem acreditar em tudo que veem online. Além disso, aqueles que foram submetidos ao cyber bullying, 60% contaram para alguém sobre o caso, colocando um fim ao bullying em 77% dos casos.

Brian Durrant, chefe executivo da LGfL, observa que a pesquisa diz muito sobre o comportamento de crianças online e os riscos que precisam ser olhados com atenção. “Esperamos que a orientação que vamos dar às escolas garantam que os alunos sejam preparados para usar a internet de forma segura."

Um porta-voz da NSPCC disse que os pais também têm papel vital em manter a segurança das crianças online, ainda que não sejam “especialistas técnicos”. “Basta pedir que elas expliquem os sites, aplicativos e jogos que usam. Pode ser uma ótima maneira de começar uma conversa.”


Fonte: Terra