domingo, 25 de janeiro de 2015

Moura acolhe Semana da Comunidade Educativa

Fonte: Rádio Pax

A Câmara Municipal de Moura promove, até à próxima quinta-feira, mais uma edição da Semana da Comunidade Educativa.  
O bullying é o tema deste ano. A iniciativa realiza-se desde 2006, no âmbito do projecto “Mais Educação”.
A Semana da Comunidade Educativa pretende colocar a comunidade educativa a pensar, discutir e partilhar ideias, projectos e boas práticas a nível da educação.
A iniciativa acontece numa altura em que a Carta Educativa do concelho de Moura está em fase de revisão. Serão também consultados todos os agentes ligados à educação de maneira a recolher contributos para a revisão daquele documento.
O programa inclui uma série de actividades dirigidas à comunidade escolar do concelho, nomeadamente alunos, professores e assistentes operacionais, bem como às famílias, por forma a englobar todos na discussão.
Joaquim Simões, vereador da Câmara de Moura, considera que o bullying continua a estar na ordem do dia.  O autarca deixou na Rádio Pax o programa para as actividades que vão decorrer durante a próxima semana.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Como resposta em italiano e 'bullying', dupla se apresenta no Verdão

fonte: R7

Lance
O bom humor marcou a apresentação dos meias Alan Patrick (novo camisa 30, número que era de Bruno César) e Ryder (número 39, que era de Rodolfo) no Palmeiras, no início da tarde desta quarta-feira, em Itu (SP). O ex-santistia fez piada com o "nome de chinelo" do companheiro, que mandou um recado em italiano para a torcida do Verdão:
- Voglio salutare tutti tifosi del Palmeiras. Spero dare sempre il maximo e fare storia nel Palmeiras - disse Ryder, que está com 21 anos de idade e estava jogando na Fiorentina (ITA) desde os 14, período interrompido apenas por um empréstimo de uma temporada ao Bahia. [A frase significa: quero saudar todos os torcedores do Palmeiras. Espero dar o máximo e fazer história no Palmeiras].
O jovem revelado nas categorias de base continua com seus direitos econômicos presos à equipe europeia e foi emprestado ao Alviverde até dezembro. A situação é a mesma de Alan Patrick, revelado pelo Santos, que pertence ao Shakhtar Donetsk (UCR) e estava emprestado ao Internacional até dezembro do ano passado.
Ryder, menos conhecido do público brasileiro, foi questionado até sobre a pronúncia de seu nome. O colega não perdoou e tirou sarro: "É chinelo, pô?", questionou, referindo-se à marca de calçados cuja grafia é idêntica.
- Muita gente me chama de "Raider". Minha mãe que inventou esse nome, não sei por que... - brincou Ryder, cujo nome se pronuncia "Rider".
Dos dois, Alan Patrick é quem tem mais chances de jogar a estreia do Paulistão, dia 31, contra o Osasco Audax, no Allianz Parque. Ele treinou entre os reservas no coletivo desta quarta-feira e se destacou, participando inclusive da jogada em que saiu o único gol da atividade, feito por Dudu. Já Ryder ficou no grupo dos que não ficaram nem entre os reservas.
- Hoje teve um coletivo. O grupo é qualificado e o professor disse que não tem time titular ou reserva. Ele tem que escolher 11, e agora no início de temporada esses 11 estão sendo titulares. Claro que a gente procura treinar bem para colocar dúvida na cabeça dele - disse o reforço.

Jessie J revela ter sido vítima de bullying





Jessie J diz que foi vítima de bullying na adolescência devido a um medicamento que tomava e que lhe deixava a pele esverdeada. A revelação foi feita em entrevista à BBC Radio 1.

Em criança a cantora sofria de problemas de coração que levaram, inclusivamente, a que tivesse um ataque cardíaco aos 18 anos. A medicação que tomava deixava-a, segundo conta, com «uma cor parecida à dos aliens».

Jessie J lembra que os tempos que passou no hospital a inspiraram a compor e que ainda hoje se emociona ao lembrar-se de um menino com quem dividia alguns tratamentos. «Lembro-me de acordar a seguir à minha operação e de o ter ouvido rezar durante cinco horas seguidas. Na sua oração ele pedia a Deus para não morrer e dizia que em troca se ia portar bem para sempre. No dia seguinte ele morreu e lembro-me de ter perguntado à minha mãe porque é que Deus não o tinha deixado ficar».

A canção 'Big White Room' descreve este momento na vida da artista. Já a canção 'Who's Laughing Now', que pode ouvir mais abaixo, é dedicada precisamente aos que gozavam com a sua aparência em adolescente: «Realmente eu tinha uns dentes muito grandes, uma franja enorme e uma pele esverdeada. Não me sentia bem comigo e achava que não encaixava em lado nenhum. O único local onde me sentia protegida era nos meus sonhos».

Jessie J disse, na mesma entrevista, que procura que as suas canções sejam sempre uma fonte de inspiração para os outros. «Sinto-me quase como a irmã mais velha dos meus fãs, a conselheira de quem podem precisar», concluiu.

Câmara Municipal sensibiliza jovens para “Bullying e cyberbullying”

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso iniciou no dia 13 de janeiro um conjunto de ações de sensibilização sobre “Bullying e cyberbullying”. Estas primeiras sessões decorreram também nos dias 14, 15, 16 e 21 de janeiro, na EBI do Ave, em Taíde, pertencente ao Agrupamento de Escolas da Póvoa de Lanhoso.
 
Em 2010, quando o Serviço para a Promoção da Igualdade de Género foi criado, a Autarquia da Póvoa de Lanhoso propunha-se incidir fortemente na informação e sensibilização da população no que concerne à temática dos direitos humanos, dando especial enfoque à prevenção da ocorrência da violência em contexto familiar e à promoção da igualdade como forma de combater as desigualdades e discriminações.
 
Cumprindo essa premissa e dando continuidade às ações habitualmente desenvolvidas e destinadas a grupos estratégicos, no mês de janeiro, o SIGO volta às Escolas do Concelho, desta vez em contacto com os/as alunos/as da Escola EBI do Ave e da Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso, pertencente ao Agrupamento de Escolas da Póvoa de Lanhoso.


No primeiro trimestre do presente ano letivo, o SIGO desenvolveu várias ações naquele agrupamento nas quais a violência nas relações de intimidade foram amplamente abordadas. Este trimestre, será o Bulliyng a temática em destaque, sendo uma ação que é geralmente dinamizada pelo SIGO que convida o Núcleo de Programas Especiais da GNR local para colaborar nas ações sobre este assunto.

No mês de fevereiro, em que se assinala o Dia dos Namorados, o SIGO irá ao Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio para abordar a temática da violência nas relações de intimidade, dando especial enfoque à violência no namoro.
 
Comemoração do Dia Mundial da Liberdade
 
Como já vem sido realizado, a Autarquia da Póvoa de Lanhoso, no âmbito do Ser­viço para a Promoção da Igualdade de Género dos Serviços de Ação do Social o Município, assinala anualmente o Dia Mundial da Liberdade, através da realização de diferentes atividades dirigidas à população em geral.
 
Este ano pretende-se direcionar o debate em torno do respeito das diferenças, pelas liberdades de opções através do workshop “Educação para a cidadania - o que é isto de ser igual ou diferente?”. Esta ação realiza-se no próximo dia 23 de janeiro, entre as 10h00 e as 12h30, no Theatro Club.
 
“Liberdade” integra grande parte dos 30 artigos que constituem a Declaração Uni­versal dos Direitos Humanos e apresenta -se como sendo um dos direitos funda­mentais da Sociedade e provavelmente o direito pelo qual mais comunidades luta­ram e continuam a lutar para atingir. É a base do indivíduo e algo que o identifica como ser humano e lhe confere dignidade.

*** Nota da C.M. da Póvoa de Lanhoso ***


Fonte: Correio do Minho

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Associação de Pais da Escola Prof. José Buísel promove palestra sobre bullying


A Associação de Pais e Encarregados de Educação da escola Prof. José Buísel, de Portimão, promove no dia 30 de Janeiro, às 19h30, na Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, uma palestra sobre o bullying, orientada por Luís Fernandes.
Luís Fernandes é psicólogo e coautor do livro “Plano Bullying: como apagar o bullying da Escola”.
Esta palestra tem entrada livre e insere-se num projeto que a APEE tem vindo a desenvolver, com o apoio da direção do Agrupamento, de combate à violência escolar.
Luís Fernandes é licenciado em Psicologia Educacional e Mestre em Observação e Análise da Relação Educativa. Foi professor no Instituto Superior de Psicologia Aplicada – ISPA e colabora desde 2008 com a «Sementes de Vida – Associação de Apoio à Vítima», em Beja.
Na última década, Luís Fernandes tem coordenado e supervisionado diversos projetos na área do bullying e violência na escola, com ações de formação e de sensibilização em todo o País. É coautor do livro “Plano Bullying: como apagar o bullying da Escola”, editado em Outubro de 2013.
bullyingNo seu livro, Luís Fernandes aborda a problemática dobullying de uma forma essencialmente prática, disponibilizando um conjunto de medidas de prevenção e de intervenção sob a forma de recursos de apoio para o professor, instrumentos de avaliação e atividades para os alunos. São sugestões concretas que ajudam professores, alunos, pais e qualquer técnico em ambiente escolar a lidar com o fenómeno do bullying.

Fani Pacheco retoca a franja e questiona: ‘Vou sofrer bullying de novo?’


Repórter do TV Fama mostrou o resultado nas redes sociais


Fani Pacheco retoca a franja e questiona: ‘Vou sofrer bullying de novo?’ - Reprodução/Instagram
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Quando Fani Pacheco apareceu de franja, no início de dezembro, houve quem não aprovasse a mudança e não perdesse a piada. Nesta segunda-feira (19), ela deu novos retoques nas madeixas. Precavida, ao mostrar o resultado, a ex-BBB quis saber:
 
“Gostaram ou vou sofrer bullying de novo?”, brincou.
 
A repórter do TV Fama explicou o tratamento:
 
“Pedi para desfiar a franja, que já está crescendo e deixar o cabelo leve pra não esquentar mais meu pescoço”, completou.
 
Na ocasião passada, embora a inspiração tivesse sido em Katy Perry e Beyoncé, os engraçadinhos fizeram comparações entre Fani e o boneco Playmobil, a Gina da embalagem de palitos, Jim Carrey, entre outras brincadeiras.
 
Novamente, os seguidores de Fani ficaram divididos. Houve fãs que trataram de elogiá-la, enquanto que outros sugeriram que abandonasse a franja polêmica. 

REINO UNIDO: Guarda da Rainha apresenta queixa por bullying homofóbico


REINO UNIDOUm soldado do Household Cavalry Mounted Regimen, que têm como função proteger a família real e participar em paradas, apresentou uma queixa formal depois de anos de sofrer de bullying homofóbico.

O ministro da defesa britânico confirma que uma investigação está em curso, e que o acusado ainda está em funções e nega a situação. O soldado em questão, que pretende manter a sua identidade privada, afirmou que só queria continuar a trabalhar e manter a sua vida privada em privado.

Um representante do exército reiterou que a queixa foi levada muito a sério, e que quem seja considerado responsável será punido com gravidade.

Esta notícia surgiu quando o ministro da defesa anunciou que o processo de recrutamento irá pedir aos soldados que assumam a sua sexualidade. Atualmente não existe nenhum registo do número de soldados homossexuais, o que faz com que seja incrivelmente difícil controlar os casos de homofobia. Revelar a sua orientação sexual não é obrigatório nem fator de exclusão, no entanto os soldados são encorajados a fazê-lo. A medida pretende garantir que as políticas em vigor são justas para com todos os membros das forças armadas.

Meu primeiro artigo - BULLYING

Neste artigo escrevo um pouco da minha infância e um pouco da minha pré-adolescência, contando o que passei, o que sofri e o que me ajudou a superar as dificuldades, e o mais importante, o que aprendi com tudo isso.


Por Inor Marcos para administradores.com.br

Desde de quando eu era criança sempre me senti um peixe fora d'água, em qualquer lugar que eu ia, me sentia diferente, que eu não deveria estar ali, pois eu era muito discriminado e sofria muito bullying em todos os locais pelos quais passei. Primeiramente por causa do meu nome, que se diferenciava dos demais e as pessoas não o pronunciavam direito, causando risos e consequentemente eu ficava muito envergonhado e me sentindo inferior(acho que por isso que sou tão timido com as mulheres hoje em dia haha).
Em segundo lugar eu não me preocupava com a minha aparência, higiene ou saúde, saia com as calças rasgadas, sem desodorante, unhas sujas, brincava muito, enquanto os outros eram todos cheirosos, limpinhos. Enquanto alguns já davam seus primeiros beijos, eu estavá lá, bricando de carrinho, de pega-pega, esconde-esconde, aquelas típicas brincadeiras que hoje em dia ninguém mais se interessa; e as meninas nunca se interessavam muito por mim por causa disso, todos davam risada de mim e isso causou, no auge da minha pré-adolescência, uma profunda depressão, onde eu passava o dia todo jogando em frente ao computador e dormindo no colégio, sofrendo constante bullying durante 4 anos, até reprovei um ano no colégio em consequência da discriminação.
Com o tempo fiz alguns amigos, os quais me relaciono até hoje, comecei a ir em boates, comecei a beber, e numa dessas, finalmente perdi o BV(Boca Virgem), pensando no momento tudo ia passar, que eu tinha feito o que deveria ter sido feito, porém aquilo só fez a situação piorar, pois a menina não era das melhores e isso fez eu sofrer ainda mais bullying, eu ia para banheiro para chorar, eu não sabia mais o que fazer, até que eu conheci uma outra menina, que se tornou minha primeira namorada, a qual me ajudou muito, mas no final das contas eu terminei pois estava com aquele gostinho de quero mais. Sempre fui muito ambicioso, queria ser sempre o melhor,e ter o melhor, sinto pena dela até hoje.
Os meus professores falavam que eu me destacava muito sobre os demais, mas eu nunca acreditei no meu potencial até então. Só depois de muito tempo percebi que eu poderia me tornar o que eu quisesse. Até hoje acredito que eu era tão discriminado pois eu era mais dedicado, e sempre me dava bem com pouca dedicação, e as pessoas sentiam muita inveja de mim, causando rejeição e bullying, tentando me impedir de crescer intelectualmente, mas isso tudo, só me fortaleceu com o tempo; No momento foi ruim? Foi! Foi horrível, mas todos temos que passar por momentos ruins, aprendemos muito mais com as derrotas do que com as vitórias, erramos para não errarmos de novo.
Minha dica é: NUNCA DESISTA, por mais que tentem lhe colocar para baixo, um dia você vai chegar lá! Pode ser que demore, pode ser que não... Pode ser que seja como você quer, pode ser pior, pode ser melhor... O futuro é uma icógnita, viva o presente pensando no futuro, meu segredinho para tudo? PRECAUÇÃO. Se prepare para imprevistos que possam acontecer, assim você está sempre preparado para tudo, diminuindo os riscos e aumento a chance do seu sucesso.

domingo, 18 de janeiro de 2015

Teatro na prevenção da violência em Portugal

Chama-se “Violência? Não, obrigado!”, é dirigido aos jovens de Vila Real e pretende, através do teatro, educar para a cidadania.






por Olímpia Mairos SAPO PT

A autarquia de Vila Real tem em marcha um projecto de luta contra a violência que envolve alunos e utiliza o teatro para alertar sobre o bullying, a discriminação pela orientação sexual e a violência doméstica. 

O programa chama-se “Violência? Não, obrigado!” e pretende educar para a cidadania. É dirigido aos jovens dos 2º e 3º ciclos e vai envolver entre 150 a 200 alunos até ao mês de Abril. 

Partindo do princípio que a violência é “uma realidade transversal a todas as culturas, extractos sociais e faixas etárias", a autarquia de Vila Real defende que “a prevenção é a melhor forma de evitar que se alastre pelas gerações seguintes”. 

O projecto conta com a parceria da companhia Urze Teatro e do Rotary Club de Vila Real e definiu a Escola com a área de intervenção central e o teatro como veiculo para passar a mensagem. 

A vice-presidente da Câmara de Vila Real, Eugénia Almeida, explica que “o teatro vai ser uma ferramenta para chegar aos jovens", fazendo "a consciencialização e trazendo uma nova forma de abordagem”. 

Numa primeira fase, a Urze vai às escolas apresentar peças teatrais de curta duração, baseadas no conceito do “Teatro do Oprimido”. Um conceito desenvolvido e aplicado pelo teatrólogo brasileiro Augusto Boal junto de comunidades com problemas sociais. 

O trabalho nas escolas é orientado por professores e técnicos da autarquia. 

Segue-se o trabalho de criação artística com os estudantes que são convidados a criar, idealizar e produzir peças de teatro, filmes ou poemas que tenham como tema central a violência. 

Conjuntamente com a companhia de teatro, os jovens farão ainda um trabalho de investigação que irá envolver outros parceiros, como a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV). 

“O que nós pretendemos é que o tema da violência passe a ser algo que seja discutido e que nós, como cidadãos, consigamos exigir respostas claras e objectivas para o problema”, adianta o director da Urze, Fábio Timor, que elege a questão do bullying como “central”. 
“Temos consciência de que pouco se fala de um problema que realmente existe. Há comportamentos nos jovens que nós, como adultos, temos a noção de que não são desejáveis”, enfatiza. 

Na primavera, o teatro sobe ao palco e serão apresentados os projectos realizados pelos jovens para, através deles, transmitir a mensagem “Violência? Não, Obrigado!” às famílias e à comunidade em geral.

JOVEM DISLÉXICO QUE SOFRIA BULLYING VIRA EMPREENDEDOR E QUER SE TORNAR MILIONÁRIO AOS 20 ANOS

OLLIE FORSYTH FUNDOU SEU PRIMEIRO NEGÓCIO AOS 13 E AGORA, COM 17, TEM UMA REVISTA PARA INCENTIVAR OUTROS EMPREENDEDORES

Fonte: Revista Época Negócios

Ollie gosta muito de carros (Foto: Reprodução/ Facebook)
O jovem britânico Ollie Forsyth pretende se tornar um milionário antes que muitos de seus colegas tenham sequer concluído a faculdade. Ele tem 17 anos e deu os primeiros passos como empreendedor em 2010, aos 13, abrindo uma loja online de acessórios e bijuterias batizada de Ollie's Shop.
Como ele relatou ao jornal Daily Mail, sua vontade de começar um negócio foi inflada por uma dificuldade. Quando criança, ele foi diagnosticado com dislexia e seus pais o colocaram em um colégio para crianças com necessidades especiais. Porém, quando ele voltou a estudar em uma escola regular, se tornou alvo de bullying dos colegas. 
Determinado a provar que podia ser bem-sucedido apesar de sua dificuldade e inspirado pelo exemplo de Richard Branson (fundador da Virgin e também disléxico), ele partiu para a ação. "Vou ser milionário um dia e esses caras vão trabalhar para mim", disse para si mesmo. A Ollie's Shop deu um lucro de 13 mil libras (cerca de R$ 52 mil) em seu primeiro ano de funcionamento e os números dobraram nos anos seguintes.
A veia empreendedora, no entanto, já se manifestava em Ollie há algum tempo. Aos seis anos, ele fazia chá e café para os pais, cobrando alguns centavos pelo serviço. Mais tarde, lavou carros e vendeu comida na escola. 
Depois da experiência com a loja virtual e de terminar a escola, entrou para a Peter Jones Enterprise Academy, fundada pelo empreendedor de mesmo nome e que dá suporte a quem quer criar ou aumentar seu negócio. Agora, Ollie também tem um site,The Budding Entrepreneur, que tem como objetivo dar dicas para outras pessoas tornarem seus projetos viáveis. A página estreou em novembro do ano passado. 
Com o dinheiro que ganha, o jovem gosta de comprar carros clássicos (de verdade e de brinquedo). "Pretendo seu um milionário antes do 20 para que eu possa ajudar futuros empreendedores. Meu patrimônio é atualmente de 280 mil libras (cerca de R$ 1,1 milhão). Estava determinado a provar para quem fez bullying comigo que eles estavam errados e acho que consegui", afirmou ao Daily Mail.