quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Birras e vómitos antes da escola podem ser sinal de bullying

por Joana Capucho do DN Portugal


Birras e vómitos antes da escola podem ser sinal de bullying
Fotografia © Nuno Veiga/Lusa
Angústia da separação, más relações com professores e expectativas altas dos pais podem originar medo e fobia escolar.
e um momento para o outro, a criança, de 9 anos, deixou de querer ir para a escola. Frequentava o mesmo estabelecimento de ensino, tinha os mesmos amigos e a mesma professora. Os pais chegaram a pensar que se tratava apenas de "uma birra", mas a professora veio a descobrir que uma outra criança tinha colocado uma fotografia sua no Facebook. "Mas deturpando-a, fazendo a criança gorda e feia, ainda por cima em trajes menores. Aos 9 anos!", sublinha o pediatra Mário Cordeiro. Houve quem se mostrasse solidário, mas foi motivo de chacota de colegas.
O medo de ir para a escola é muito comum e, se há crianças que conseguem ultrapassar sozinhas, outras precisam de ajuda psicológica, como no caso acima descrito. Geralmente acontece no pré-escolar e no primeiro ciclo e pode estar relacionado com fenómenos de bullying, que muitas vezes passam despercebidos aos olhos dos adultos. Manifesta-se em crises de choro, mas também provoca comportamentos de regressão, falta de apetite, vómitos, náuseas.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Saiba como identificar o bullying no ambiente de trabalho; mal cresceu

Especialista em coaching e Programação Neuro Linguística (PNL) fala sobre a importância da identificação de casos de violência física ou psicológica praticadas nas empresas


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Problema acontece nas escolas, no trabalho e em casa.
DA REDAÇÃO de O Tempo
O termo bullying, do inglês bully, que significa valente em português, tem sido muito utilizado para descrever episódios de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo isoladamente ou por um grupo.

De acordo com Marcelo Cardoso, especialista em coaching e Programação Neuro Linguística (PNL), o bullying, em geral, acontece dentro de uma relação desigual de poder, causando dor e angústia. E, apesar de ser um problema discutido fortemente entre psicólogos e intelectuais desde os anos 70 em países como a Noruega e EUA, o bullying vem crescendo a cada ano, inclusive no mundo corporativo.

Segundo um levantamento feito pelo Ministério Público do Trabalho, em 2013, foram registradas 3.641 denúncias de assédio moral coletivo e corporativo que inclui práticas abusivas no ambiente de trabalho. O problema acontece nas escolas, no trabalho, no Exército, nos condomínios, e acredite, até mesmo dentro de casa. Normalmente, é mais comum entre crianças e adolescentes, mas essa “perseguição” muitas vezes acompanha também a fase adulta.

Veja bem, o bullying é muito diferente de agressão. É mais cruel, pois é repetitivo, humilhante e cria sentimento de impotência pela pessoa que o sofre. Críticas sem sentido, ser tratado de forma diferente do restante da equipe, ser excluído de decisões, ser vigiado excessivamente, ser alvo de xingamentos e piadas, esses são os maiores comportamentos de assédio dentro de um ambiente de trabalho.

Mas, será que realmente os casos cresceram? Sim, já que hoje as empresas trabalham cada vez mais com metas impossíveis, afetando o clima organizacional, que se não estiver bem alicerçada, pode criar hostilidade e resultar nesses casos.

Será que as pessoas estão mais informadas e portanto estão mais encorajadas a denunciar? Sim, também. Hoje os departamentos de Recursos Humanos estão mais preparados para receberem e investigarem denúncias de atos abusivos dentro do ambiente corporativo.

Um funcionário que sofre de assédio moral - podemos classificar o bullying entre as práticas de assédio moral - sofre sérios problemas que acarretam em descontrole emocional e até físico, gerando baixa autoestima, dificuldades para dormir, estresse, depressão, alto índice de faltas, entre outras coisas.

E as empresas? Também sofrem. Um local de trabalho onde está instalado esse tipo de prática acarreta não somente a perda financeira - se por exemplo, ocorrer algum tipo de processo - mas com a pior das perdas: a contaminação do ambiente, resultando na falta de desempenho entre os colaboradores e, portanto, na empresa em geral.

As empresas devem e tem por obrigação ter políticas de portas abertas, a tal “comunicação”, que sempre cito em meus artigos. É necessário ouvir seus colaboradores. Também é importante investir em treinamentos e capacitar os gestores a terem habilidades capazes de identificar cada funcionário como um ser único e trabalhar suas deficiências e virtudes. Mostrar comprometimento e levar a sério brincadeirinhas ou situações conflituosas, investigando e dando a devida importância ao problema.

Na maioria dos casos, segundo as pesquisas, quem sofre mais com o problema é o bom funcionário. Aquela pessoa que se dedica e traz resultados para a organização acaba sendo mal vista pelos colegas. Ou seja, nem sempre o bullying aparece como uma relação hierárquica. Ele também acontece entre os colegas de equipe. Isso quer dizer que a empresa pode perder um bom funcionário e manter em seu quadro de colaboradores quem não gera resultados e que provavelmente vai atacar a próxima pessoa que se sobressair. Isso é muito sério!

E como o colaborador pode reagir quando estiver sofrendo bullying? O mais importante é reconhecer que a culpa não é sua. Não se inferiorize, não se culpe. Tome uma atitude e faça uma denúncia para o setor responsável.

Contudo, volto a falar do que acredito que é o mais importante e que deve ser trabalhado em todas as organizações: a comunicação. Quando existe a possibilidade de diálogo, a aproximação entre os colegas acontece de uma forma natural. Uma política de comunicação onde os colaboradores conseguem conversar com seus líderes sobre dificuldades no trabalho, dar sugestões e, até mesmo, apresentar projetos de melhoria, é necessária quando se busca um bom clima organizacional.

O resultado disso é satisfação e comprometimento. Comunicação gera confiança e confiança gera melhores resultados. Uma empresa que não tem o foco nas pessoas, não consegue “segurar” seus bons funcionários. Investir no capital humano é essencial.

Com Bale em campo e "bullying" de Ronaldo, Real treina para Champions

Galês participa normalmente de atividade e deve ser confirmado para confronto contra o Liverpool, na terça-feira. Português volta a implicar com James Rodríguez


Por Madri
A semana começou com boa notícia para o técnico do Real Madrid, Carlo Ancelotti. Gareth Bale, fora de ação há duas semanas por uma lesão no glúteo, treinou normalmente com o grupo e deve ser confirmado pelo treinador para o confronto desta terça-feira, contra o Liverpool, pela quarta rodada do grupo B da Liga dos Campeões. O GloboEsporte.com acompanha a partida em Tempo Real, às 17h45 (de Brasília).

Sem jogar desde a partida de ida contra os ingleses, vencida pelo Real, em Anfield, por 3 a 0, Bale deixou os treinamentos específicos para trabalhar com o restante do elenco na sexta-feira. Na última atividade antes do confronto no Bernabéu, ele chegou a conversar com Carlo Ancelotti, na Ciudad delReal Madrid, em Valdebebas.
- Bale está bem e disponível para a partida. A minha dúvida é se o coloco desde o começo, e se vou dar descanso aos atletas que têm atuado mais - disse o treinador, que pode poupar alguns jogadores, já que o Real é o atual líder do grupo B com nove pontos em três jogos.
Bale, Treino Real Madrid (Foto: Agência Reuters)Varane, Bale e Pepe, ao fundo, observam Cristiano Ronaldo no treino do Real Madrid (Foto: Agência Reuters)


O galês até participou de uma sessão de "bullying" com o croata Luka Modric por ter errado uma jogada durante o bobinho. Quem sofreu também, mais uma vez, nas mãos de Cristiano Ronaldo foi James Rodríguez, que teve de ouvir provocações de seu companheiro após levar uma bola por baixo das pernas. O português deu o tom da descontração do Real Madrid pela boa fase vivida no Espanhol e na Champions.

Apesar da volta de Bale, o Real não deve estar completo nesta terça-feira. Cinco jogadores ainda são dúvida. Carvajal, Khedira, Illaramendi, Jesé e Coentrão fizeram trabalho de recuperação na academia e podem não encarar o Liverpool. Desta forma, Ancelotti pode escalar uma equipe com Casillas, Arbeloa, Sergio Ramos, Pepe e Marcelo, Kroos, Modric, James Rodríguez, Bale, Cristiano Ronaldo e Benzema.
Cristiano Ronaldo treino Real Madrid (Foto: Cassio Barco)Cristiano brinca com companheiros (Foto: Cassio Barco)

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Bekah Costa investe em ‘gospel teen’ após superar doença e bullying

Jovem de 15 anos prepara 2º CD com letras cristãs e som de Adele e folk. Após infecção quase fatal aos 8 meses ela ainda faz cirurgias e usa prótese.


Rodrigo OrtegaDo G1, em São Paulo
Aos 14 anos, Bekah Costa, tem mais de 11 mil visualizações no YouTube  com hits 'gospel-teen' (Foto: Divulgação)Aos 15 anos, Bekah Costa, tem mais de 11 mil visualizações no YouTube com hits 'gospel-teen' (Foto: Divulgação / Laryssa Oak)
Aos 15 anos, a brasiliense Bekah Costa já passou por duas viradas na vida. Primeiro veio a notícia difícil. Aos oito meses, teve uma osteomielite, infecção nos ossos que a deixou em coma por três semanas. Hoje, usa prótese na perna esquerda, afetada pela doença, e ainda passa por cirurgias. Aos oito anos, a surpresa boa. Um vídeo caseiro da garota cantando a música gospel “Recomeçar”, gravado pelo pai, a transformou em estrelinha do Orkut - moda na época - levou a programas de TV e à carreira de cantora. Ela já vai para o 2º álbum.
Bekah Costa faz parte do especial do G1 "Pop de menor", sobre músicos brasileiros rumo ao estrelato sem idade nem para dirigir. Com pequenas idades e grandes fã-clubes, eles têm cifras que superam veteranos em redes sociais. Os famosinhos contam como é se dividir entre aulas de matemática e milhões de cliques somados no YouTube. Veja letras e vídeos de Bekah.
A artista de “teen gospel” já foi vista mais de 11 milhões de vezes no YouTube e tem 300 mil fãs no Facebook. As redes sociais são gerenciadas pelo pai. As letras são cristãs e o som tem referências de pop secular, do soul de Adele ao folk descolado da cantora britânica de origem jamaicana Lianne de Las Havas, sua nova cantora preferida além das evangélicas. “Por mais que as pessoas tenham em mente que o crente não pode ouvir outras músicas, tenho a consciência de que as letras não vão me influenciar, e foco só na melodia”, ressalta.
‘Pancadas’ e vitórias
As reviravoltas que viveu fazem com que Bekah já fale com certo tom adulto. “Acho que ganhei um pouco de maturidade. A gente passa por muitas pancadas, e também por momentos muito bons, mas tem que ter a cabeça mais a frente”, diz a jovem precoce, que aos 15 anos já ajuda a completar a renda de casa e a financiar a própria carreira. Atualmente ela prepara o segundo CD solo, “Lugar secreto”, que deve sair no início de 2015.
bekah costa (Foto: bekah costa)
Os pais, músicos amadores, incentivaram o gosto pelo canto e colocaram a menina de oito anos de voz afinada em frente a uma câmera amadora em casa, e de lá direto para a internet. O pai, Lourival José Costa, trabalha no setor de marketing da Infraero e a mãe, Isabel Cristina Garcia, é secretária dos Correios. Nas horas vagas, Lourival é guitarrista e Isabel é regente de coral. “A gente sempre teve a música como maior influência”, lembra Bekah.
‘Desenganada’ aos 8 meses
Colocar músicas no quarto de hospital da bebê Rebecca era uma das únicas coisas que o casal podia fazer durante a luta contra a grave doença aos oito meses. “Ela ficou 21 dias desenganada, a osteomielite virou infecção generalizada. Tinha água no pulmão, ficou inchada, parecia uma bola. Os rins pararam de funcionar. Só contornou com medicamento de fora, de última geração, que custaram alguns milhares de dólares. Foi dureza”, lembra o pai.
“Ela já fez dez cirurgias [na perna esquerda, que teve o osso corroído e que parou de crescer], e ainda vai fazer algumas, depois do lançamento do CD. A perna esquerda já está com dez centímetros de diferença e dá para tentar alongar. Mas ela usa uma órtese, um aparelho ortopédico, e pode caminhar e até andar de patins”, completa Lourival.
Bullying e superação
Usar a órtese permite que Bekah tenha vida normal, mas andar com o aparelho não foi fácil no início da escola. “Já sofri bullying, mas não sofro mais”, conta. “Eu vejo como superação. Vejo de onde Deus me tirou e para onde me trouxe, e sei que pode me levar além”.
Com prótese na perna esquerda, Bekah Costa pode até andar de skate (Foto: Divulgação)Com prótese na perna esquerda, Bekah Costa pode até andar de skate (Foto: Divulgação / Laryssa Oak)
Sete anos e quatro meses depois, passado o susto com a filha, veio outro susto – este positivo. “Estávamos indo para um casamento. Ela voltou cantando eu achei bonitinho demais. Ela vestiu um pijama, e eu falei: ‘Filha, deixa o pai gravar’, e postei o vídeo. Rapaz, a gente não esperava, pela idade, ter os acessos que teve. De lá para cá só vem crescendo”, comemora o pai.
“Na época o grande sucesso era o Orkut, e a gente ia publicando e divulgando. Eu me achava né?”, brinca a cantora. O vídeo de “Recomeçar” tem 170 mil visualizações, mas hoje seu canal oficial tem muito mais: 11 milhões, entre clipes do primeiro disco, “Vivendo milagres” (2013), e participações em programas de calouros.
Mas nem tudo são flores: ela tem que se desdobrar entre shows, gravações e escola. “Eu às vezes chego de madrugada das viagens que faço, e estudo em colégio militar, então é super difícil. Mas graças a Deus consigo conciliar. E eu explico para os professores [sobre o trabalho com a música]”, conta. “E quero cursar Publicidade e Propaganda na faculdade. Não vou viver só da música”, planeja.
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Bekah Costa prepara seu 2º disco solo e também quer se formar em publicidade: 'Não vou viver só de música' (Foto: Divulgação)Bekah Costa prepara seu 2º disco solo e também quer se formar em publicidade: 'Não vou viver só de música' (Foto: Divulgação / Laryssa Oak)

domingo, 2 de novembro de 2014

Final da campanha #EUdigonãoaobullying #CiaAtoresdeMar' - foto

Campanha 2014 - #EUdigonãoaobullying #CiaAtoresdeMar'

Participaram da campanha

Cia Atores de Mar' - Mar'Junior, Patrick Moraes, Junior Beéfierri e Vick Damascena - Monique Lafond, Tião D'Ávilla, Marina Miranda, Paulo Cintura, Alcione Mazzeo, Guilherme Abreu, Abilio Fernandes, Tammy Luciano, Fernando Reski, Kátia Moraes, Claudio Cunha, Cláudia Telles, Eduardo Spinetti, Fabiana Beltrame, Luisa Borges, Duda Miccuci, Fábio Ramaho, Anja Bittencourt, Vinny, Lucas Cotrim, Joe Ribeiro, Claudio Cinti, Josie Antello, Pedro Farah, Leandro Firmino e Bemvindo Sequeira.




Final da campanha #EUdigonãoaobullying #CiaAtoresdeMar'

sábado, 1 de novembro de 2014

Gleisi elogia projeto contra bullying em escolas de Curitiba

Em discurso nesta sexta-feira (31), a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) apresentou voto de aplauso ao projeto “Bullying não é brincadeira”, desenvolvido pela Secretaria de Educação de Curitiba.
Conforme contou, a secretaria promove nas escolas uma semana de debates sobre o tema e atividades lúdicas, para ampliar a consciência de alunos, professores e da direção da escola sobre o sofrimento gerado por brincadeiras que ofendem, apelidos que ressaltam negativamente uma característica do colega e outras manifestações de bullying.
Como exemplo, Gleisi citou a Escola Municipal Piratini, no bairro do Pinheirinho, na qual os alunos criaram uma “vacina antibullying”, na verdade uma gota de suco de laranja, oferecida em meio a conversas sobre o problema e relatos de vítimas.
– É algo simples, mas, ao dar a gotinha, eles falavam sobre o que é bullying e as crianças fizeram uma apresentação falando da experiência delas. Muitas não sabiam que o que estavam fazendo era bullying, que ofendia os colegas. E não sabiam, muitas vezes, porque veem em casa ou na rua as pessoas tirando sarro, fazendo brincadeiras grosseiras, e reproduzem isso na escola achando que é normal – contou.
Na mesma escola, disse Gleisi, os estudantes foram incentivados a escrever em folhas de papel as agressões sofridas e praticadas contra os colegas, sendo depois todos os papeis reunidos e queimados em uma fogueira.
Ao anunciar a apresentação de voto de aplauso à iniciativa, Gleisi pediu que o mesmo fosse enviado ao Ministério da Educação, para que o governo federal possa avaliar a promoção de campanhas semelhantes com abrangência nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

No MA, polícia tenta identificar autor de ofensas a 20 alunas na internet

Suspeita é de que autor também seja estudante da instituição de ensino. Perfil falso publicou ofensas contra alunas de escola de São Luís.


Do G1 MA, com informações da TV Mirante

A polícia está trabalhando na identificação do computador do qual partiram as postagens com fotos e ofensas de teor sexual direcionadas a 20 alunas de uma escola pública de São Luís. A suspeita é de que o autor também seja estudante da instituição de ensino.
Segundo o delegado do Departamento de Crimes Tecnológicos da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) Odilando Filho, o objetivo é encontrar o número de IP do equipamento utilizado pelo autor.
"A gente ainda vai chegar ao ponto. Vai ser feita a representação telemática para tentar descobrir de onde foi feita, a máquina, o IP de onde foram feitos esses fatos e, chegando ao ponto, chegando ao IP que for descoberto, a gente pode identificar à pessoa e perguntar se tem participação de outro adolescente", explicou.
A Promotoria da Infância e do Adolescente pedirá acompanhamento psicológico para as vítimas do bullying virtual, que têm entre 12 e 15 anos de idade. "É preciso garantir, principalmente, perante a instâncias internacionais, a proteção à vítima, o atendimento psicológico e social para recomposição afetiva das vítimas", explicou o promotor Márcio Thadeu Marques.
O delegado Odilando Filho recomenda que as vítimas deste tipo de crime guardem as provas e denunciem os casos. "Tem que fazer um print da tela, uma cópia daquela tela, para justamente evitar que a pessoa tire do ar e aquela prova vá embora junto com a retirado do ar daquela difamação, daquela injúria", avisa.

Chamada de 'bolinha de queijo', jovem emagrece 14 kg e faz ensaio sensual

Jornalista de Santos, SP, mudou hábitos e deixou para trás a obesidade. Jovem recuperou a auto-estima e até fez um ensaio fotográfico.


Rodrigo MartinsDo G1 Santos
Uma jornalista de Santos, no litoral de São Paulo, superou uma adolescência marcada pela obesidade e conseguiu mudar os seus hábitos alimentares para viver uma nova rotina. A base para a busca por uma vida saudável foi emagrecer para a sua formatura na faculdade. Agora, Fani Paula de Moraes, de 25 anos, mantêm a forma e espera não mais lutar contra a balança.
Segundo ela, durante anos perder peso parecia ser um objetivo quase inalcançável. “Na minha família só tem 'gordinhos'. Tenho tendência dos dois lados. A vida inteira fiz vários tipos de dieta. Emagrecia e depois engordava o dobro. Até que, em 2007, minha irmã estava fazendo a festa de debutante dela e eu fiquei com vergonha de dançar valsa gordinha. Depois disso, eu passei a frequentar um nutricionista, que me deu uma dieta e pediu para eu caminhar todos os dias na praia. Nessa época, a minha meta era emagrecer até a minha formatura na faculdade e consegui. Eliminei 14 quilos em dois anos”, conta.
Jornalista foi obesa na adolescência, mas mudou seus hábitos (Foto:  Arquivo Pessoal/Fani Moraes)Jornalista foi obesa na adolescência, mas mudou seus hábitos (Foto: Arquivo Pessoal/Fani Moraes)
A nova fase rendeu episódios inusitados para a jornalista. “Depois de alguns meses de reeducação alimentar, as roupas estavam largas e tive que mandar apertar tudo. As pessoas mais próximas, como familiares e amigos, começaram a reparar mais do que eu na mudança. E fiquei mais feliz ainda na minha formatura, porque tinha alcançado a minha meta da época e me senti super bem no vestido que comprei. Destaco que quando comecei a reeducação alimentar, eu tinha 66 kg e fui para 52 kg. Do ano passado para cá, eu ganhei 6 kg de massa magra e tem quem não me reconheça na rua por causa disso. Posso dizer que não foi fácil o processo de emagrecimento, mas eu consegui”, afirma.
Jornalista come saladas e segue dieta à risca (Foto: Reprodução/ Facebook)Jornalista come saladas e segue dieta à risca (Foto: Reprodução/Facebook)
Antes, na adolescência, Fani sofria com o bullying de outros jovens e se sentia triste com isso. “Eu não gostava do meu corpo e tinha vergonha. O meu apelido era ‘bolinha de queijo’ (risos). Eu era bem gordinha. Sofria bullying e, além de ser gordinha, era bastate quieta. E tinha um grupo de meninas que não gostava de mim”, lembra.

Mas, com a nova rotina, a jovem também recuperou a auto-estima. Tanto que, quando uma amiga fotógrafa a convidou para fazer um ensaio fotográfico sensual, Fani encarou o desafio. “A minha amiga, que é fotógrafa, sugeriu fazer o ensaio comigo. Fiquei com receio no começo, mas como toda mulher, gosto de me reinventar, né? Gostei da experiência e recomendo que todas as mulheres façam”, comenta.
Entusiasmado com o novo momento, Fani integra um projeto que visa melhorar a qualidade de vida das pessoas. “O projeto te dá motivação nesse sentido. Temos dicas do mundo fitness, sobre suplementos e nutrição. Tenho me mantido firme na musculação e agora a minha meta é ficar sem gordura no corpo. Falta pouco... quero ficar toda 'dura'”, revela.

Sobre as dicas para as pessoas que desejam emagrecer, a jornalista, que é adepta do ovolactovegetarianismo há oito anos - é um tipo de vegetarianismo em que o indivíduo exclui carnes, derivados e peixe de sua alimentação, mas pode comer alguns alimentos de origem animal como ovos, leite e seus derivados como iogurtes e queijos -, acredita que o mais importante é a determinação. “Eu sempre como salada e coisas integrais. Já virou um hábito. Além disso, comer de três em três horas virou uma 'religião' para mim. Vivo com barras de cereal, cookies integrais, frutas e tudo o que consigo levar na minha bolsa. Bebo mais de dois litros de água por dia e não tomo refrigerante. Esse foco é fundamental para você manter a motivação. Vale a pena ter uma vida saudável”, conclui.
Musculação faz parte da rotina diária de Fani (Foto: Reprodução/ Facebook)Musculação faz parte da rotina diária de Fani (Foto: Reprodução/Facebook)

Mike Tyson revela que sofreu abuso sexual quando tinha 7 anos

O ex-pugilista Mike Tyson revelou mais drama de sua infância errática, em que foi preso dezenas de vezes e se envolveu com diversos delitos até encontrar o boxe. O norte-americano afirmou que sofreu abuso sexual de um homem mais velho quando tinha 7 anos.

A declaração foi feita no programa "Opie Radio", da Sirius XM, quando Tyson falava de como é complicado ser chamado de o melhor quando passou por tantos problemas.

"As pessoas não sabem como as pessoas faziam bullying contra mim, como fui abusado sexualmente...", afirmou ele. Questionado mais especificamente sobre o caso, ele confirmou que "era uma pequena criança, 7 (anos)".


Segundo Tyson, o abuso aconteceu uma vez, não era fato recorrente, e foi cometido por um homem mais velho, que o pegou no meio da rua. Após o incidente, ele saiu correndo e nunca mais viu o agressor.

O ex-pugilista, hoje investindo na carreira de ator aos 48 anos, disse que costuma se lembrar do incidente, apesar de um certo bloqueio e de não saber o que isso mudou em sua vida. "Mas não é algo que me envergonhe em alguma perspectiva."

Mike Tyson foi um dos maiores pesos pesados da história, principalmente em seu início de carreira, quando nocauteou 19 rivais seguidos e, mais tarde, foi campeão mundial. Antes disso, ele teve uma infância complicada, com 38 prisões até seus 13 anos. Seu talento foi descoberto em um centro de detenção juvenil.