terça-feira, 4 de outubro de 2011

Atriz do seriado Glee diz: Ainda sou intimidada por ser diferente

A atriz do seriado Glee, Lauren Potter, contou numa entrevista que foi vítima de bullying na escola. 

A atriz que tem Síndrome de Down espera que sua interpretação como Becky Jackson na série de sucesso, Glee,  esteja ajudando os jovens a compreender que ninguém gosta de ser maltratado porque tem uma deficiência ou porque é diferente. Ela admite que ainda tem sonhos em relação a sua adolescência atormentada.  Ela relembra, “As crianças na escola primária ficavam me empurrando e me fizeram comer areia. Os meninos andavam atrás de mim, me provocando. Um dia, finalmente, tomei coragem e disse a todos eles para que “crescessem”.

Potter, 20 anos, está ajudando na campanha “Abilitypath” para ajudar a acabar com os insultos de crianças que apresentam alguma deficiência.

“Estou participando dessa campanha porque esta é uma grande organização e a questão do assédio moral deve parar”, diz Potter. A organização “Abilitypath” tem grandes recursos para as famílias e está empenhada em acabar com o bullying. “Eu sei que posso ajudar a trazer a atenção para eles.”

Potter e sua mãe, Robin Sinkhorn, aderiram à campanha em parceria com a Special Olympics e Best Buddies. A organização divulgou um relatório chamado “Walk a Mile in Their Shoes”, que mostrou como as crianças com deficiência têm mais probabilidade de ser alvo de bullying nas escolas do que a população em geral.

“Muitas vezes, os pais nem sequer sabem que seus filhos estão sendo intimidados”, diz Sinkhorn. “Essa é uma das razões para acabar com o bullying atráves de campanhas”, completa a mãe de Potter.

“De acordo com sua experiência em relação ao bullying, Potter diz: “Recentemente algumas meninas disseram pelas minhas costas,” retardada”, isso é muito doloroso. “É também por isso que apoio pelo fim dessa palavra”. E ela vê problemas ao ator Charlie Sheen usar excessivamente a palavra na internet, TV e rádio: “Ele precisa parar com isso… Já basta, você precisar parar de usar a palavra com ‘R”.

Potter que tem muitos fãs e admiradores espera com isso poder ajudar outras pessoas. “Quero incentivar os jovens a falar, contar suas histórias. Essa é a única maneira das pessoas acreditarem em si mesmas. Diferente é apenas diferente!, finaliza Potter.

Garoto vítima de bullying foi assunto mais comentado nos blogs do Brasil

Menino australiano conhecido como "pequeno Zangieff" foi pessoa mais citada
 
Do R7
 
Casey Heynes, mais conhecido como "Pequeno Zangieff", foi a pessoa mais citada na blogosfera brasileira no primeiro semestre de 2011, revelou pesquisa da empresa Boo-Box divulgada nesta segunda-feira (3).

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Em um vídeo que correu o mundo, Heynes reage a golpes feitos por um colega de escola com golpes que lembraram o personagem da série de games Street Fighter Zangieff.

Depois de Haynes, vem posts relacionados com o personagem da literatura Harry Potter e Jesus Cristo entre os mais citados nos blogs de entretenimento, que compõe 24% desse tipo de site do país. A maioria dos blogs desse segmento são de humor e atualidades (67%). Empatados, seguem os assuntos carros (6%), música (6%) e moda (6%).

Tecnologia, com 20%, e educação, 10%, são as categorias mais populares depois de entretenimento.

O conteúdo de 20 mil blogs foi analisado pela tecnologia Meaning Tool, da empresa argentina Popego, que faz uma análise semântica no conteúdo dos blogs.

Professores são capacitados para trabalhar o bullying

O bullying que significa em português, ameaçar, é uma situação caracterizada por atos agressivos verbais ou físicos de maneira repetitiva por parte dos alunos contra um ou mais colegas. Pensando em combater os problemas relacionados a este assunto, a  prefeitura de Porto Velho por meio da secretaria municipal de Educação lançou no mês de agosto o programa de combate ao Bullying, agora os professores da rede municipal estão sendo capacitados para trabalhar este assunto em sala de aula.
 
Maria de Fátima Ferreira, secretária municipal de Educação esclarece que algumas atividades com os alunos já estão sendo feitas pelos professores que estão sendo capacitados. “Lançamos a campanha de combate ao bullying e todas as escolas aderiram, agora estamos fazendo encontros mensais para um processo de formação dos professores, que ao receberem as instruções de uma equipe da própria Semed, repassam para seus alunos”, comenta Fátima Ferreira.
 
De acordo com a Lei Municipal nº 1.860/09 haverá a implantação da Equipe Multidisciplinar,composta de pais, gestores e professores, responsável pelo acompanhamento e execução do Programa de Combate ao Bullying nas escolas da rede municipal de ensino. E os profissionais que já estão sendo capacitados contra o bullying ganham a vantagem de ter uma ferramenta nas mãos, pois os professores já sabem como agir em caso de ameaças e intimidações por parte dos alunos.
 
Segundo Fátima Ferreira as escolas possuem a autonomia de escolher a melhor forma de trabalhar o assunto e entre as opções existem os debates, seminários, oficinas e, até a semana específica sobre o assunto assim como existem a da cidadania e meio ambiente. “A partir deste processo as escolas vão elaborar um projeto definindo como vai trarar do assunto. A Semed lança a proposta e ela terá autonomia para escolher a melhor estratégia e metodologia”, afirma Fátima.
 
Vale a pena lembrar que nas escolas municipais de Porto Velho não existem casos sérios de bullying, e que o programa é um trabalho preventivo da prefeitura. Os pais podem observar alguns sintomas que podem indicar que seus filhos estão sofrendo bullying:
 
O filho vem para casa com roupas danificadas, faltando peças ou outros pertences;
Costuma dizer que perdeu  livros, eletrônicos, roupas ou jóias;
Tem lesões inexplicadas;
Tem dificuldade para dormir ou tem pesadelos freqüentes;
Tem mudanças nos hábitos alimentares;
Perde o interesse em visitar ou falar com os amigos;
Tem medo de ir à escola ou outras atividades com os pares;
Perde o interesse no trabalho escolar ou não os faz direito;
Aparece triste, mal-humorado, irritado, ansioso ou deprimido quando volta para casa;
Torna-se violento com os outros.
 
Autor: Ascom

Fonte: Rondonotícias

Região Norte Fluminense recebe o espetáculo BULLYING da Cia Atores de Mar´




A Cia Atores de Mar´ estará na REGIÃO NORTE FLUMINENSE (Campos dos Goytacazes, Carapebus, Cardoso Moreira, Conceição de Macabu, Macaé, Quissamã, São Fidélis, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra) com o espetáculo BULLYING.entre os dias 24 e 28 de outubro.

RESERVE logo a sua DATA.


DURAÇÃO DO PROJETO ANTIBULLYING - O projeto tem duração de 60 minutos. Nos primeiros 30 minutos, apresentamos um espetáculo teatral que é sub dividido em 4 esquetes. A 1ª aborda o tema bullying em questão - sua prevenção e conscientização. As outras 3 abordam o dia a dia dos alunos em sala de aula, encenando situações de bullying e com uma das "possíveis soluções" para cada caso. Na outra meia hora, Mar´Junior desenvolve com os alunos e os professores um debate, contando casos de situações reais passadas por ele, já que sofreu e praticou o bullying, como também colhendo dos alunos e professores situações de seus envolvimentos na escola e em outros cenários. Além de chamar os alunos que participaram e venceram a Redação Premiada.

Aguardamos o seu contato.
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Assessoria de Comunicação
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Tels (21) 24246254 - (21) 78167987 - ID 24*72586


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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Como diferenciar se o adolescente está triste ou depressivo

Veja quais são os sintomas da depressão juvenil e saiba diferencia - lá do estado de tristeza

 Menina triste 

Antes de fazer o diagnóstico, é preciso descartar certas possibilidades que podem causar essa tristeza 

Foto: Getty Images

 
Seu filho passa horas deitado na cama, tira notas baixas na escola e briga constantemente com você? Pode ser um traço próprio da adolescência, mas também um sintoma de depressão. O psiquiatra Hewdy Nobo Ribeiro, da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), ensina como diferenciar o estado de tristeza da doença:
 
Como é estar depressivo?
Os indícios desse mal em jovens são tristeza constante, redução do tempo de sono e do apetite e queda na capacidade produtiva em sala de aula. Porém, antes de fazer o diagnóstico, é preciso descartar certas possibilidades que podem causar essa tristeza: alguma outra doença, como hipotireoidismo (insuficiência da glândula tireoide); consumo de drogas ou álcool; e distúrbios emocionais, provocados pelo término de um namoro, a reprovação no vestibular e o bullying, por exemplo.
 
Quais são as consequências?
Se todas essas possibilidades forem descartadas aí, sim, é preciso levar o seu filho ao psiquiatra. Quando não tratada, a depressão prejudica a produtividade escolar e os relacionamentos. Se o adolescente não recebe apoio familiar, em casos extremamente graves, ele pode cometer suicídio. As chances aumentam quando o jovem também está com anorexia ou bulimia ou faz uso de drogas.

Fonte: M de Mulher - Abril

CONGRESSO IBERO-AMERICANO DE EDUCAÇÃO


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Bruno Perón – A transformação que as sociedades latino-americanas anseiam pela "Educação" não consegue impulso pelas políticas públicas vigentes enquanto fique somente a cargo de políticos bem intencionados. É preciso que a sociedade civil se desperte de um sono que já dura décadas na América Latina e relega responsabilidades nossas a "autoridades" e outros entes indiretamente interessados na questão.

É com esta disposição que os países ibéricos (Espanha e Portugal, mas sobretudo o primeiro) têm-se voltado cada vez mais a um parâmetro de regionalismo que integre a América Latina a objetivos de política exterior destes países. Prefiro acreditar que a finalidade tem boa fé e, na pior das hipóteses, ajudar-nos-á a que nosso torpor não seja tão duradouro.
Surgiu, neste marco de integração entre América Latina e ex-metrópoles europeias, o Congresso Ibero-americano de Educação permanente e técnico-profissional, que teve lugar em Luque, cidade paraguaia próxima da capital Assunção, entre 27 e 28 de setembro de 2011 sob o lema "Educação ao longo da vida ante o século XXI".
A Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Cultura e a Ciência (OEI) e o Ministério de Educação e Cultura (MEC) do Paraguai organizaram o Congresso, que se vincula ao Plano Ibero-americano de Alfabetização e Educação Básica de jovens e adultos 2007-2015.
O evento dirigiu-se especialmente a coordenadores e dirigentes de instituições educativas que se preocupam com o processo de formação de cidadãos a longo prazo. Tal preocupação se deve a que alguns governos empenham-se mais em atender demandas empresariais que as dos cidadãos, como pela oferta prioritária de cursos profissionalizantes que precarizam a mão-de-obra, mantêm os salários num nível rasteiro, e enchem os bolsos de empresários multinacionais e plurilíngues.
Alguns dos temas do Congresso foram: "A educação que queremos para os jovens bicentenários", "Perspectivas regionais para a educação de jovens e adultos", "Novos desafios para a educação ao longo da vida", "Educação ao longo da vida para migrantes". Um dos temas apresentados relatou a dificuldade que migrantes paraguaios enfrentam para obter títulos em universidades argentinas sem a documentação necessária que lhes permitiria viver no país meridional.
O Ministério de Educação e Cultura paraguaio divulgou que o Congresso recebeu mais de 2.500 participantes entre docentes, educadores e políticos. A mesma instituição recordou que as palavras de abertura do evento giraram em torno do apelo à educação pública de qualidade, equidade no acesso, e sintonia com os novos tempos.
O discurso-reivindicação é factível, pertinente, premente. Basta averiguar a importância que o movimento estudantil chileno tem tido na comunidade latino-americana, enquanto os professores de escolas públicas no Brasil justificada e periodicamente organizam greves, mas as demandas se atêm quase sempre ao aumento de salários e estabilidade de carreira em vez de promover uma revolução educativa. Quando são atendidos, o movimento grevista abafa-se e a educação pública volta ao fiasco que é.
Pior que isto é o êxito (mancomunado com políticos venais e a "pressão" de lóbis de todo tipo) da educação privada, neoliberal, cara, seletiva, determinante de acesso às mais conceituadas universidades (públicas) brasileiras, onde a maioria dos pobres não está porque as bolsas para os melhores cursos preparatórios pré-vestibular são parcas.
Somam-se à tragédia educativa no Brasil os dados coletados no olhômetro, no escutômetro e no noticiômetro de que a evasão escolar é alta, os professores estão despreparados para lecionar e os estudantes desmotivados para participar, o ambiente educativo cede espaço ao tráfico de drogas e rivalidades entre colegas, e o "bullying" é o prato da semana nas merendas.
Reitero o que escrevi no primeiro parágrafo: é melhor que as propostas e deliberações sobre educação não fiquem somente nas mãos de políticos (muito menos nas de empresários) e que a sociedade recobre o seu espaço e o das gerações vindouras nesta categoria tão importante para o desenvolvimento de um país.
Os Ministros de Educação dos países ibero-americanos assinaram a Declaração da XXI Conferência Ibero-americana de Educação em 26 de setembro de 2011 sob o lema "Transformação do Estado e Desenvolvimento" da Cúpula de Chefes de Estado e de Governo que Assunção sediará entre 28 e 29 de outubro de 2011.
Espero que os países ibero-americanos compartilhem experiências educativas que tragam esperanças aos milhões de jovens e adultos que querem estudar, mas não encontram oportunidades através das quais desabrochem seus talentos.
http://www.brunoperon.com.br

Fonte: Jornal O Farol

Região dos Lagos recebe o espetáculo BULLYING da Cia Atores de Mar´


A Cia Atores de Mar´ estará na REGIÃO DOS LAGOS (Araruama, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Iguaba Grande, São Pedro da Aldeia, Saquarema, Casimiro de Abreu, Rio das Ostras e Silva Jardim) com o espetáculo BULLYING entre os dias 17 e 21 de outubro.

RESERVE logo a sua DATA.

DURAÇÃO DO PROJETO ANTIBULLYING -
O projeto tem duração de 60 minutos. Nos primeiros 30 minutos, apresentamos um espetáculo teatral que é sub dividido em 4 esquetes. A 1ª aborda o tema bullying em questão - sua prevenção e conscientização. As outras 3 abordam o dia a dia dos alunos em sala de aula, encenando situações de bullying e com uma das "possíveis soluções" para cada caso. Na outra meia hora, Mar´Junior desenvolve com os alunos e os professores um debate, contando casos de situações reais passadas por ele, já que sofreu e praticou o bullying, como também colhendo dos alunos e professores situações de seus envolvimentos na escola e em outros cenários. Além de chamar os alunos que participaram e venceram a Redação Premiada.

Aguardamos o seu contato.

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Assessoria de Comunicação
Cia Atores de Mar´
 
Tels (21) 24246254 - (21) 78167987 - ID 24*72586

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sábado, 1 de outubro de 2011

Bullying no trabalho

Antes que venha outro estudo dos países frios mostrando, através de estudos, que algo que já se sabe e percebe como evidente é uma realidade, posso desde já começar por dizer que o fenómeno bullying, tão directamente ligado aos alunos das escolas, não se fica só por aí. Primeiro que tudo, gostaria de realçar a necessidade que alguns países têm de provar como real um problema que já há muito vem sendo sentido. Fazem estudos para tudo e nada e por tudo e por nada. O que, muitas vezes é óbvio ao olhar, tem, para eles, de ser provado por um estudo. O que não deixa de ser irritante. O que é mais irritante ainda é que estes problemas já se fazem sentir muito tempo antes de desses estudos, mas ninguém parece ligar sem antes aparecerem esses estudos.

Então, o problema existe e é preciso ser mais estudado. Isto não deixa de ser estúpido. O problema há muito existente deveria ser logo reconhecido e então estudado. Com este compasso lento tarde ou nunca chegaremos a alguma conclusão. E antes que apareça esse estudo mostrando a existência de bullying nos locais de trabalho, posso, desde já, afirmar, que ele existe. O que se passa nas escolas não é senão um espelho do que se passa no mundo dos adultos. De facto, o bullying ou seja a perseguição violenta, longe de ser um fenómeno recente já tem barbas e cabelos brancos para além de uma pele engelhada. Já existia, pelo menos, no meu tempo. E se me recordo da perseguição, havia muitos tipos e formas de a fazer. A preferida é aquela que não deixa marcas e deixa as testemunhas na dúvida. Se é que há margem para dúvidas. Deve haver, isso sim, é medo. E não falo de miúdos só, falo de adultos também.

Não é por acaso que este país tem um consumo elevado de ansiolíticos e outros medicamentos psiquiátricos. Não é exclusivo desse problema mas muitos deles estão directamente relacionados com este problema. E tenho ouvido relatos terríveis de perseguições em locais de trabalho, algumas delas inacreditáveis mesmo mas com um ingrediente comum: o gosto de fazer sofrer. É isto que torna difícil acabar com este problema. E o mais grave é que o medo de falar faz com que toda a gente, se possível, venha negar esse facto ou a aligeirar a questão como já aconteceu comigo, veiculando para a vítima a culpa da perseguição. Não se adaptam, dizem. O que se passa é que é difícil adaptarmo-nos a um ambiente que nos francamente hostil. Os perseguidores topam a fragilidade ou fragilidades da vítima para a atacarem. São também terríveis manipuladores, capazes de minar o território quando a vítima tenta bater em retirada, deixando-a completamente isolada. É que assim é mais fraca. E os perseguidores gostam delas bem fracas de forma a não oferecerem resistência. Assim não dá muito trabalho, só dá gozo. É isso mesmo.

Este tipo de perseguições é realizada por pessoas sádicas e perversas que sentem poderosas quando infligem qualquer tipo de dor ao próximo. São pessoas horríveis, mas é o que há. E cada vez são mais numerosas ou então tornaram-se mais descaradas, visto a impunição ser total. E se formos discutir o que motiva estas perseguições, nunca mais sairíamos daqui, uma vez que se evocariam múltiplas razões, e se calhar todas falsas, porque, no fundo, a razão é só uma: a maldade humana que toma conta de algumas pessoas. E deve existir também noutros espaços, para além destes dois. Mas vamos ter de esperar por mais estudos. Só a partir daí vem o reconhecimento… e o resto.

Fátima Nascimento

Fonte: O Rio.PT

Deputada cumprimenta Delegado de Fátima do Sul por artigo sobre Bullying

Da Redação - Fátima News
 
A Deputada Estadual Dione Hashioka, 2.ª Vice Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Mato grosso do Sul, encaminhou  ofício 311/DH/2011, cumprimentando o Delegado de Polícia DR. Messias Furtado de Souza, pela publicação do artigo denominado, Bullying, Uma Espécie do Gênero Violência publicado no dia 15/09/20011, data escolhida pela  Secretaria de Estado de Educação como dia estadual de combate ao bullying nas escolas estaduais.
 
A parlamentar consigna no conteúdo do ofício a sua satisfação pela grande repercussão do artigo nos meios de comunicação enfatizando que se trata de mais uma contribuição valiosa para difundir a importância e a necessidade do combate á intolerância e incompreensão com as nossas crianças.

Professora quer encontrar pais de Davi, o aluno que atirou nela

Professora quer encontrar pais de Davi, o aluno que atirou nela thumbnail
Segundo sua irmã, quando a professora se sentir à vontade e menos abalada, ela deve promover um encontro com os pais do aluno.


A professora Rosileide Queiroz de Oliveira, 38 anos, foi baleada por seu aluno Davi Mota Nogueira, 10, dentro de uma escola em São Caetano do Sul, em São Paulo. Ela teve que se submeter a uma cirurgia para retirar a bala do seu quadril na última quinta-feira, dia 22,e ainda se recupera no hospital. O aluno se matou após atirar em Rosileide.

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Segundo a irmã da professora, Regiane de Oliveira, a sua irmã quer encontrar os pais de Davi para conversar, mas ainda está muito abalada. “Ela quer falar com eles, abraçá-los. Quando minha irmã se sentir à vontade para isso vamos procurar os pais do menino e promover esse encontro. Mas tudo depende do tempo dela, que ainda está abalada com essa tragédia”, explicou Regiane.

Os pais de Davi, o guarda-civil Milton Nogueira e a babá Elenice, já haviam manifestado interesse em encontra a professora Rosileide e conversar com ela. Em entrevista ao programa Mais Você nesta sexta-feira, dia 30, eles pediram que a professora não deixasse de dar aulas por conta do acontecido e gostariam de pedir desculpas pelo que seu filho fez para ela. “Minha irmã vai precisar de uma ajuda psicológica. Ela ainda está traumatizada e triste”, disse a irmã da professora, que não pensa em voltar a dar aulas.

Regiane ainda não sabe quando sua irmã prestará depoimento à delegada Lucy Fernandes, que investiga o caso, do 3º Distrito Policial de São Caetano do Sul. A polícia ainda quer ouvir outros alunos para saber se o crime foi premeditado, em decorrência de bullying ou se foi uma “brincadeira que não deu certo”. Os alunos devem ser ouvidos na próxima segunda-feira, 03 de outubro, com o auxílio de psicólogos.

Informações de portal G1

FOTO: reprodução