quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Bullying na PSP leva polícias a desistirem

Estudo mostra que há agentes vítimas de violência física e psicológica por parte dos colegas ou da hierarquia
Um estudo realizado pelo Instituto Superior da Maia revela que na PSP há agentes vítimas de violência física e psicológica por parte dos colegas ou da hierarquia (bullying e mobbing, respectivamente). A investigação, revelada esta quinta-feira pelo «DN», adianta ainda que estas formas de violência levam a um esgotamento físico e mental intenso e também «à saída prematura da profissão.

Em declarações ao «DN», Cecília Loureiro, coordenadora do estudo, explica que dos 93 polícias de todo o país que responderam ao inquérito, 77,2 por cento revelam que já foram vítimas em alguma altura da carreira.

Dois dos agentes que afirmam ter sido vítimas deste tipo de violência falaram ao jornal e explicam que tiveram que receber atendimento médico, que incluiu a terapia de grupo mas também avaliação física do grau de stress durante o dia de trabalho.

O presidente da ASPP, Paulo Rodrigues, disse ao «DN» que os casos de abandono da profissão «são pontuais» e que se devem muitas vezes ao facto de as hierarquias exigirem o cumprimento de objectivos. 

Fonte: TVi 24

Região Serrana recebe o espetáculo BULLYING da Cia Atores de Mar´



A Cia Atores de Mar´ estará na BAIXADA FLUMINENSE (Petrópolis, Teresópolis, São José do Vale do Rio Preto, Santa Maria Madalena, São Sebastião do Alto, Trajano de Moraes, Nova Friburgo, Bom Jardim, Duas Barras, Sumidouro, Cantagalo, Carmo, Cordeiro e Macuco) com o espetáculo BULLYING no dia 31 de outubro e entere os dias 01 e 04 de novembro.

RESERVE logo a sua DATA.

DURAÇÃO DO PROJETO ANTIBULLYING - O projeto tem duração de 60 minutos. Nos primeiros 30 minutos, apresentamos um espetáculo teatral que é sub dividido em 4 esquetes. A 1ª aborda o tema bullying em questão - sua prevenção e conscientização. As outras 3 abordam o dia a dia dos alunos em sala de aula, encenando situações de bullying e com uma das "possíveis soluções" para cada caso. Na outra meia hora, Mar´Junior desenvolve com os alunos e os professores um debate, contando casos de situações reais passadas por ele, já que sofreu e praticou o bullying, como também colhendo dos alunos e professores situações de seus envolvimentos na escola e em outros cenários. Além de chamar os alunos que participaram e venceram a Redação Premiada.

Aguardamos o seu contato.
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Assessoria de Comunicação
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Criança leva arma à escola em Rio Grande

Por

Bruna Gonçalves
Maíra Sanches

Um garoto de 10 anos levou à Escola Estadual Padre Giuseppe Pisoni, na Vila Lopes, em Rio Grande da Serra, um revólver calibre 22 que pretendia mostrar aos colegas. A arma foi encontrada na mochila do estudante, depois que a coordenadora pedagógica soube do caso e pediu que o menino lhe entregasse a bolsa.

O fato aconteceu menos de 15 dias depois de um estudante da mesma idade ter atirado contra a professora e se suicidado na Escola Municipal de Ensino Alcina Dantas Feijão, em São Caetano.
Desta vez, a arma, de acordo com a mãe do garoto, não pertencia à família e estava sem munição, além de enferrujada e com a numeração raspada. "O revólver estava guardado há quatro anos e é do ex-cunhado do meu marido, que mora no Ceará. Perdemos o contato com ele e a arma ficou conosco." A mãe, que preferiu não se identificar, afirmou não se lembrar de onde a arma estava guardada.

O pai da criança, Irapuan Carlos Deodato da Silva, 44 anos, é operador e trabalha com soldagem. Segundo a mãe, o parente havia pedido que Silva fizesse um conserto no revólver, que na época já estava sem funcionar. A família perdeu o contato com o dono da arma quando ele separou-se da irmã de Silva. "Nunca nos preocupamos porque a arma estava enferrujada, sem munição e não oferecia risco. Era como um brinquedo, mas sabemos que erramos e já conversamos com nosso filho", relatou a mãe, que afirmou que o garoto nunca teve interesse por armas de brinquedo. A criança teria chorado ao saber da repercussão do caso, que ocorreu no fim da tarde de segunda-feira, e não foi à escola ontem.

O boletim de ocorrência foi registrado na delegacia de Ribeirão Pires como omissão de cautela. O revólver foi encaminhado para perícia. 


REPERCUSSÃO
A maior preocupação dos pais é quanto à segurança dos filhos na escola. Ontem, alguns comentavam que o garoto poderia ter sido influenciando pela mídia. "As crianças prestam atenção nos noticiários. É um perigo", disse uma comerciante. Os alunos ouvidos pelo Diário não conheciam o garoto. A informação de que um motorista do transporte escolar teria visto a arma com o menino foi descartada pelo coordenador do transporte escolar.

A Secretaria Estadual de Educação informou que notificou os responsáveis pelo aluno envolvido e acionou a Ronda Escolar e o Conselho Tutelar. A equipe gestora da escola deve reunir o Conselho de Escola para tomar as medidas cabíveis, de acordo com o regimento escolar.


Dados apontam que cidade não tem histórico violento 
Rio Grande da Serra não tem registros expressivos de violência. Em percentual ou em números absolutos, os dados do município são na maioria das vezes divergentes quando comparados a qualquer índice de outra cidade da região.

Trata-se de uma cidade com quase 44 mil habitantes em 37 quilômetros quadrados de área - Diadema, por exemplo, tem só seis quilômetros quadrados a menos de território, mas 342 mil pessoas a mais.

Segundo informações da Secretaria de Estado da Segurança Pública, de janeiro a agosto, um homicídio doloso ocorreu no município e só uma pessoa morreu em acidente de trânsito. No mesmo período, oito veículos foram furtados ou roubados na cidade, que não registrou nenhum latrocínio, ou roubo a banco.

Fonte: Diário do Grande ABC

A cada três dias, professor sofre algum tipo de violência nas escolas de MG, segundo sindicato

Levantamento divulgado pelo Sinpro (Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais) revela que a cada três dias um caso de violência é registrado contra docentes em escolas públicas ou privadas do Estado.

De acordo com Gilson Reis, presidente da entidade, os dados foram captados entre fevereiro, quando um serviço de disque-denúncia foi criado, e setembro desde ano.
Ainda conforme o dirigente, as denúncias mais comuns são as que versam sobre intimidações sofridas nas unidades de ensino, seguidas por agressão verbal e física.

O serviço foi implantando depois da morte do professor universitário Kassio Vinicius Castro Gomes, 39, ocorrida em dezembro do ano passado no Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix, situado na capital mineira.

Na ocasião, a vítima foi esfaqueada em um dos corredores da instituição pelo estudante Amilton Loyola Caires, 23, que alegara sofrer "perseguição" do educador. Em julho deste ano, a Justiça determinou que ele deveria ser internado em estabelecimento psiquiátrico adequado ou hospital após ter sido comprovada, por laudo médico, quadro de esquizofrenia. O magistrado autor da sentença havia decidido que o estudante era inimputável, ou seja, não poderia ser responsabilizado pelo crime.

“O número de denúncias vindas de escolas particulares é muito próximo dos números das escolas públicas. Isso dá margem a uma reflexão: muitas pessoas imaginavam que a violência está somente nas escolas públicas”, explicou. Segundo ele, das 83 ocorrências recebidas pelo disque-denúncia, 43 vieram de trabalhadores do setor público e 40 de docentes de escolas privadas.
De acordo com Reis, o sindicato recebe a denúncia e busca entendimento com a instituição de ensino. No entanto, o dirigente revela frustração pelo resultado.

“Das 40 denúncias que tivemos envolvendo as escolas privadas, apenas em um caso observamos o afastamento do aluno da disciplina do professor que fez a denúncia”, frisou.

Reis acusa o que denominou de “relação mercantil” entre as escolas particulares e os estudantes como entrave às punições que poderiam ser efetivadas. “Normalmente a escola não toma uma posição contra o seu “cliente”, que é o aluno, ou os pais dele”, revelou.

Outro fator apontado pelo dirigente como inibidor de denúncias de violência contra professores é o fato de, nas escolas particulares, o educador temer a perda do emprego, caso exponha o problema.

No tocante às denúncias feitas pelos professores de escolas públicas, o dirigente afirmou que os casos são levados ao conhecimento da Secretaria Estadual de Educação.

“Devemos lembrar que, o caso do professor Kassio, que terminou de forma trágica, iniciou-se com intimidações por parte do agressor”, relembrou.

Presidente do Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep-MG), Emiro Barbini rebateu as acusações de Reis e as classificou de “levianas”. Conforme ele, os casos recebidos pelo disque-denúncia nunca foram repassados à entidade.

“Eles criaram o disque-denúncia, mas nunca nos passaram nem protocolaram nada. Não temos nada que comprove algum caso, no qual a gente possa auxiliar e intervir. Nós não temos o poder de fiscalização, mas temos o poder de estar junto às escolas, exigindo atitudes contra qualquer tipo de violência”, disse.

De acordo com Barbini, os diretores são orientados a registrar casos de agressões, ou ameaças contra professores. “Ele não pode se omitir. Tem de constar no seu regimento interno a punição disciplinar relativa a casos de violência”, descreveu.

A Secretaria de Educação de Minas Gerais informou que as 47 superintendências regionais de ensino do Estado registram todas as situações de conflito e dispõem de equipes técnicas que auxiliam a direção da escola no encaminhamento dos casos na verificação da medida disciplinar a ser adotada.

Em relação à segurança nas escolas, o governo estadual ainda revelou, por meio de nota, que mantêm ações voltadas para a ‘inclusão social e a integração entre a comunidade e o ambiente escolar”, com a participação da Polícia Militar mineira.

Para tanto, o informe citou programas como “Projeto Escola Viva, Comunidade Ativa”, “Programa Educacional de Resistência à Violência e às Drogas”, além do “Jovens Construindo a Cidadania”.

Fonte: UOL
 
Rayder Bragon
Especial para o UOL Educação
Em Belo Horizonte

MP discute violência nas escolas durante audiência pública nesta quarta-feira na Capital

 
Os promotores de Justiça, Fabiana Maria Lobo(Educação) e Manoel Cacimiro(Infância Infracional) vão realizar uma audiência pública para tratar sobre "indisciplina e violência na escola". O evento acontecerá durante todo o dia de hoje(5), no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça(sede do MPPB). Para esta audiência, além das autoridades convidadas, estarão presentes os diretores e supervisores escolares ou representantes do Conselho Escolar das Escolas Públicas do Bairro Alto do Mateus, Mandacaru, Bairro dos Novais, Cruz das Armas, Rangel, Varadouro, Ilha do Bispo, Grotão, Bairro das Indústrias, Baixo Róger, Castelo Branco e Torre.

Segundo informou Fabiana Lobo,através de fiscalizações, in loco, nas escolas, foram diagnosticados problemas de indisciplina e violência escolar com acentuado grau de depreciação do patrimônio público, alunos nos corredores no horário de aulas, conversas paralelas em sala de aula, bagunças, desrespeito, dentre outros indicativos, e expressa preocupação dos profissionais ligados à escola, devido ao aumento significativo de ocorrências e o desconhecimento de mecanismos para inibir tais condutas.


Assessoria do MPPB

Fonte: Paraíba.com.br

Pais assistem palestra sobre violência e comportamento do aluno na escola

Fonte: Infonet
Violência, bullying, drogas, comportamento do aluno, preservação do patrimônio, o papel dos pais, sexualidade, ética, família debatidos pela Defnsoria Pública do Estado



Pais compareceram às palestras no Colégio Vitória do Santa Maria (Foto: Divulgação Defensoria Pública)
A Ouvidoria e a Defensoria Pública do Estado vêm promovendo um ciclo de palestras nas escolas. O objetivo é mostrar o papel de cada órgão e debater diversos temas como violência, bullying, drogas, comportamento do aluno, preservação do patrimônio, o papel dos pais, sexualidade, ética, família, entre outros.

O projeto “Ouvidoria e Defensoria Pública nas Escolas” vem se estendendo também para pais, líderes comunitários, professores e toda comunidade. “Precisamos mostrar para todos que existem dois órgãos que podem ajudar tanto nas questões de direito quanto na educação, saúde, saneamento básico, entre outras reivindicações. Essa ação conjunta beneficia não só os alunos, como também a comunidade que luta pelos seus direitos”, afirmou a assistente social do CIAPS da Defensoria Pública, Maria das Graças.

O espaço do Colégio Estadual Vitória do Santa Maria, localizado no Bairro Santa Maria, ficou completamente lotado. Cerca de 200 pais assistiram palestra ministrada por uma equipe da Defensoria Pública composta por assistentes sociais e psicólogos, além de professores e técnicos da Ouvidoria do Estado que debateram temas como violência, o papel da Defensoria Pública e Ouvidoria, o papel dos pais e o comportamento do aluno na escola.

Segundo o diretor do Vitória do Santa Maria, José Gomes dos Santos Júnior, a escola já cria uma rede de proteção e prevenção orientando os alunos sobre diferentes aspectos.  “Realizamos palestras desde 2008, onde trabalhamos diversos temas, além de criamos programas de inclusão no mercado de trabalho através de parcerias com o SENAI, SENAC e FAT com a disponibilização de 200 vagas para cursos profissionalizantes. A Defensoria Pública ajuda nas questões de direitos e deveres, contribuindo para a formação integral do aluno à comunidade e a Ouvidoria aproxima o cidadão para que ele possa reivindicar melhorias”, enfatizou.

A dona de casa, Josélia da Costa, elogiou a iniciativa e destacou a participação dos pais nas escolas. “Tenho 8 filhos e os crio sem pai, mas acompanho todos nos estudos. Vivo apenas da bolsa família e R$ 50 por semana com a venda de espetinho, mas nem por isso deixo de cumprir o meu papel de mãe. Meu filho, de 21 anos, pregou um adesivo na porta do banheiro da escola e eu o repreendi mostrando que ele estava deteriorando um patrimônio que é dele", conta.

"Meu outro filho de 13 anos ia ao colégio, mas deixava o caderno em cima da carteira e saia para brincar. Nem os professores desconfiaram que ele não assistia às aulas e só descobri quando fui ao colégio sem ninguém saber e vi que ele perdia aula para ficar na lan house. Pedi ajuda ao professor Fabinho, instrutor de uma academia e ele conversou com meu filho, deu conselhos e graças a Deus hoje freqüenta as aulas normalmente. Se eu não freqüentasse a escola jamais descobriria que ele estava sem assistir às aulas, por isso, essas palestras são importantes para alertar os pais”, completou.

Para o coordenador do colégio, Daniel Vieira Santos, a Defensoria Pública é mais um meio para que o aluno cresça consciente dos seus direitos e deveres. “A comunidade está sedenta por melhorias e com a Defensoria Pública e Ouvidoria todas as reivindicações poderão ser atendidas, além de proporcionar aos alunos o conhecimento sobre o que é certo e errado”, destacou.

Após a palestra, os alunos encenaram uma peça falando dos direitos e deveres do cidadão.  “Mostramos que existe a Ouvidoria e a Defensoria Pública para orientar o cidadão para que ele busque melhorias e procure valer os seus direitos. Os alunos representaram isso muito bem”, elogiou Maria das Graças.

As palestras se estendem até o dia 09 de Novembro. As próximas escolas a receberem a equipe da Ouvidoria e Defensoria Pública são: Colégio Estadual Secretário Francisco Rosa, localizado no Conjunto Bugio; Colégio Estadual Barão de Mauá, no Conjunto Orlando Dantas; Colégio Estadual Presidente Castelo Branco, no Bairro Industrial e Colégio Estadual Presidente Costa e Silva, Bairro Getúlio Vargas.

Fonte: Ascom Defensoria Pública Estadual

Escolas Municipais realizam Semana de Combate ao Bullying em Formiga

Ass. de Comunicação da Prefeitura de Formiga

De 03 a 07 de outubro, instituições da Educação Infantil e Ensino Fundamental da rede municipal estão promovendo a Semana Municipal de Combate ao Bullying. Este projeto é desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação desde o ano passado.

Durante a semana, estão sendo realizadas uma série de atividades pedagógicas, com apresentação de vídeos, teatro, debates, palestras, desenhos, entre outros. Nas séries de Educação Infantil, os educadores estão trabalhando com histórias, reconto e dramatização. Nas séries de Ensino Fundamental, além do trabalho com histórias, são realizadas produções de textos, dramatização e debates sobre o assunto.

Projeto de combate ao Bullying

“Bullying” é um termo utilizado para definir uma situação que se caracteriza por atos agressivos verbais ou físicos de maneira repetitiva por parte de um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo inglês refere-se ao verbo "ameaçar, intimidar".

O projeto foi elaborado pela Secretaria Municipal de Educação e Esportes, através do Setor Pedagógico e busca trabalhar a formação do educando na sua integralidade, visando à formação de atitudes éticas, a construção da cidadania e um relacionamento baseado em valores como respeito ao próximo, honestidade, responsabilidade, tolerância.

Fonte: Noh!

Bullying será tema de palestra no Ifap

Praticar atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas com o objetivo de intimidar uma pessoa sem ter a capacidade de defesa é conhecido como bullying, termo em inglês que significa “valentão”. Com o intuito de combater essa prática, o Instituto Federal do Amapá (Ifap) vai promover palestras sobre o tema para seus alunos do ensino técnico integrado, nos dias 4 e 6 deste mês, no câmpus Macapá. As palestras fazem parte do projeto Diversidade, que busca sensibilizar os estudantes para o respeito às diferenças e a construção de uma cultura de convivência.

O tema “Bullying e Direitos Humanos” será ministrado pelo defensor público Gilson Borges, nesta terça-feira (4/10), às 16h40, no auditório do câmpus, para as turmas de Mineração A e B. Na quinta-feira (6/10), às 9 horas, será a vez do Ministério Público, por meio da promotora da Infância e Juventude, Lindalva Jardina, palestrar para os alunos de Informática A e B.

O projeto Diversidade foi planejado em conjunto pelos professores de Português André Adriano Brun, Mônica Chucre Costa e Chrissie Castro do Carmo, com o Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (Napne), a Coordenação de Apoio ao Estudante (CAE) e a Coordenação Pedagógica, por meio das técnicas em Assuntos Educacionais.

Por Dione Amaral, jornalista do câmpus Macapá
Assessoria de Comunicação
Instituto Federal do Amapá (Ifap)

Fonte: Corrêa Neto

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Baixada Fluminense recebe o espetáculo BULLYING da Cia Atores de Mar´




A Cia Atores de Mar´ estará na BAIXADA FLUMINENSE (Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Nilópolis, Belford Roxo, Queimados, Mesquita, Magé, Guapimirim, Japeri, Paracambi, Seropédica e Itaguaí) com o espetáculo BULLYING no dia 31 de outubro e entere os dias 01 e 04 de novembro.

RESERVE logo a sua DATA.

DURAÇÃO DO PROJETO ANTIBULLYING -
O projeto tem duração de 60 minutos. Nos primeiros 30 minutos, apresentamos um espetáculo teatral que é sub dividido em 4 esquetes. A 1ª aborda o tema bullying em questão - sua prevenção e conscientização. As outras 3 abordam o dia a dia dos alunos em sala de aula, encenando situações de bullying e com uma das "possíveis soluções" para cada caso. Na outra meia hora, Mar´Junior desenvolve com os alunos e os professores um debate, contando casos de situações reais passadas por ele, já que sofreu e praticou o bullying, como também colhendo dos alunos e professores situações de seus envolvimentos na escola e em outros cenários. Além de chamar os alunos que participaram e venceram a Redação Premiada.

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Cia Atores de Mar´
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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Professores britânicos estão zangados com os pais dos seus alunos

Mais de metade dos docentes já pensaram em deixar o ensino  
Mais de metade dos docentes já pensaram em deixar o ensino (Reuters)
A maioria dos professores britânicos acusa os pais de serem responsáveis pelo mau comportamento dos alunos nas escolas.

Uma sondagem realizada pelo Guardian Teacher Network, a que responderam cerca 1922 docentes, dá conta que 50 por cento consideram que os alunos são hoje mais impertinentes do que quando entraram na profissão e 81 por cento destes consideram que o falhanço dos pais em cumprir o seu papel e a desagregação da família nuclear estão na base desta situação.

Sobre os pais, cerca de metade dos professores inquiridos especifica que estes os apoiam menos do que quando ingressaram na profissão. Entre si que assim pensam, 79 por cento atribuem esta mudança a um declínio das competências parentais; 65 por cento afirma que o valor dado à educação pelos pais diminuiu e 59 por cento sustenta que os horários cada vez mais longos de trabalho estão a afastá-los dos filhos.

O crescente mau comportamento dos pais é também apontado como uma das razões da vontade em mudar de profissão. 52% dos inquiridos admitem que já pensaram nessa hipótese e 30 por cento destes apontam os pais como o principal motivo. Metade apresenta como razão o mau comportamento dos alunos, mas são ainda mais (62%) os que responsabilizam a “excessiva interferência do governo nas escolas”: é o principal factor que os levou já a pensar mudar de profissão.

Na plataforma dirigida aos professores criada pelo jornal britânico The Guardian, multiplicaram-se frases como estas: “Eu adoro ensinar, mas...”; “ É o melhor trabalho do mundo, mas...”. Apesar das dúvidas, 71 por cento afirmam que ainda gostam da sua profissão. Mesmo que 90 por cento consideram que existe um problema de bullying sobre os professores. Dois terços consideram que a administração é o principal agressor; 53 por cento apontam os pais, 40 por cento os alunos e 35 por cento outros professores.

Depois de analisar as respostas recebidas, o Guardian concluiu a mensagem que se sobrepõe nesta sondagem: “É o apelo dos professores a que sejam tratados como profissionais em vez de continuarem a ser infantilizados por filosofias políticas e medidas governamentais de curto prazo”.

Fonte: Público.PT