sexta-feira, 25 de agosto de 2017

O mundo dos paradoxos

PUBLICO PT

Antonio Guerreiro


O modo de vida e os direitos promovidos pelo liberalismo são consubstanciais a uma formidável extensão dos procedimentos de controle e dos mecanismos de vigilância por parte do Estado

Jean Baudrillard, um sociólogo francês dado à heresia e muito pouco respeitador dos métodos e das fronteiras da sua disciplina, descobriu que naquele tempo em que se começava a usar uma nova categoria historiográfica, a pós-modernidade, as coisas tinham começado a proliferar sem medida e a tender para uma forma extrema, perdendo a sua finalidade imanente. Aquilo que se manifesta na sua “estratégia fatal” e vai para além dos seus fins entra numa lógica que Baudrillard designou com a palavra “hipertelia”. Hipertélica — o exemplo é do próprio Baudrillard — é a documentação que uma empresa americana apresentou na secção de finanças da cidade onde estava sediada, quando lhe foi exigido que justificasse a sua contabilidade: pela manhã, a empresa deixou um camião cheio de papéis à porta da secção de finanças local. Muito útil continua a ser esta ideia de que tudo passou a ser hipertélico, desenvolvendo assim uma nova forma de entropia. Vejamos alguns exemplos:

— Um espaço público alargado, acessível a um número cada vez maior de cidadãos, baseado no pressuposto de uma virtual transparência do mundo e anexando zonas cada vez maiores da esfera privada, cria a ilusão de que não há nada para além dele e de que tudo o que é bom aparece e tudo o que aparece é bom. Hipertélico é este excesso de comunicação e de transparência que produz uma falsa consciência iluminada.

— Os mecanismos imunitários (de prevenção e precaução) postos em prática para proteger o bem-estar e a vida dos cidadãos (e é hoje evidente que a política entrou de pleno direito no paradigma imunitário ao assumir a vida, na sua realidade biológica, como o seu objecto e o seu objectivo: é a isto que se chama biopolítica) acabam por ter um efeito de destruição da comunidade. Quem tem hoje mais de 40 anos e olha para trás com os óculos dos tempos de agora, vê-se no passado a atravessar todos os perigos e a correr todos os riscos que na altura eram quase desconhecidos, não porque não existissem, mas porque não estavam categorizados: o perigo dos pedófilos, dos psicopatas, dos assaltantes, dos colegas da escola que praticavam bullying, da própria escola que não tinha portões fechados nem seguranças à porta; o risco de comer bolas de Berlim fora do prazo de validade e não fiscalizadas pela ASAE. Hipertélico é este reino seguro do controle absoluto e da imunidade total. Nele, como já alguém disse, a política da vida, a biopolítica, torna-se uma política da morte, uma tanatopolítica.

— O modo de vida e os direitos promovidos pelo liberalismo são consubstanciais a uma formidável extensão dos procedimentos de controle e dos mecanismos de vigilância por parte do Estado. De tal modo que, entre as inumeráveis mortes que foram sendo decretadas, a morte do liberalismo — enquanto forma de governo e não como doutrina económica — é talvez a mais paradoxal. A morte do liberalismo encontra alguma analogia com esse meio de transporte — o avião — que é hoje um exemplo absurdo de entropia: para uma viagem de duas ou três horas, precisamos — embarque e desembarque incluídos — quase de um dia inteiro desde que saímos do centro de uma cidade para chegar ao centro de outra cidade.

— O capitalismo e a globalização levaram tão longe o alargamento do mundo e a descoberta do exterior que acabaram por o abolir. Esta é, pelo menos, a tese de Peter Sloterdijk, quando introduziu a metáfora arquitectónica de “espaço interior do mundo” para mostrar que quanto mais o capitalismo se universaliza menos lhe interessa o exterior. E o exterior, que é cada vez maior, não é o que está para além: é o que está aqui mas é pobre e miserável.


Grupo diz que Washington transformou lei contra ciberbullying em censura

TEC MUNDO

POR  | 

Na tentativa de coibir as práticas de bullying virtual, o estado de Washington, nos Estados Unidos, estipulou uma lei voltada para esse fim. Entretanto, o grupo de direitos digitais Electronic Frontier Foundation (EFF) comentou que essas medidas estão indo longe demais.
A princípio, o intuito dessa lei seria de proteger os usuários de internet de perseguição virtual, mas parece que já há casos nos quais ela vai além de punir contra alguns tipos de assédio na internet. Aliás, o próprio grupo tinha se colocado contra essa medida quando ela foi proposta em 2015, citando que isso poderia acabar enquadrando casos errados em seu texto e gerando julgamentos dúbios.
Também houve a menção de que vários dos exemplos que poderiam ser enquadrados nessa lei quando ela foi criada não eram totalmente ilegais, o que acabaria indo contra os princípios de expressão que estão descritos na constituição norte-americana.
Vários dos exemplos que poderiam ser enquadrados nessa lei quando ela foi criada não eram totalmente ilegais
Vale lembrar que essa não é a primeira vez que o estado de Washington propõe uma lei que abre margem para averiguação. O próprio EFF está de olho nesses casos, já que, para eles, muitos deles ferem a constitucionalidade.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Mar'Junior faz noite de autógrafos e bate-papo no Colégio Arvoredo no Rio de Janeiro


22/08/2017 - Vamos falar de BULLYING?
Bate-papo e noite de autógrafos com Mar'Junior no Centro Educacional Integrado Arvoredo de Jacarepaguá.
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“Tentei me suicidar por me achar feia”, revela Musa do Mato Grosso

PORTAL MAIS MÍDIA

por
Prestes a começar, o concurso Musa do Brasil, que elege a beleza e a elegância da mulher brasileira anunciou mais uma forte candidata ao título. A atleta e modelo Karolina Santos, de 23 anos, irá representar o estado de Mato Grosso, onde sua família materna tem raízes.
Disposta a superar as outras 26 concorrentes, a loira está radiante e quer dar o seu melhor já que para ela o concurso será a coroação definitiva após a superação de uma fase ruim na sua vida. “Tive uma adolescência complicada porque sempre estive fora do peso. Sofri bullying de formas muito cruéis na escola e na sociedade, numa época em que não se falava o que era isso. Tentei tirar minha própria vida três vezes porque entrei numa depressão profunda. Tentei me suicidar por me achar feia”, revela.
Foi no esporte que Karolina tirou forças para se recuperar dos traumas e conquistar uma nova vida e nova forma física. “O esporte me tirou do fundo do poço e agora o concurso é a prova de que eu virei de vez essa página da minha vida, estou focada”, desabafou. “Estar ao lado das mais belas mulheres do Brasil me dá uma vontade imensa de seguir adiante, acreditando na minha capacidade e principalmente na minha beleza, pois sei quem sou e estou aqui pra mostrar minha força, a força de uma mulher”.

Para dar start a sua candidatura no concurso, a modelo posou com um biquíni cor de rosa e descartou, logo de cara, a possibilidade de posar nua. “Minha família não gostaria de me ver nua numa revista, prefiro não contrariar pois os amo. Eles são minha base e por isso tenho muito respeito, tenho princípios sólidos, jamais me colocaria em algumas situações que os magoasse só para me favorecer. Quero que me conheçam pelas minhas qualidades e pela minha força de superação, não por apelações”, disse a beldade.

Parceria tenta ampliar pontos de leitura em Araçatuba


FOLHA DA REGIÃO
Hugo Rocha

Município fará ação conjunta com a Ordem Demolay para o Brasil

Em mais uma atuação que busca a ampliação das ações culturais, a Secretaria da Cultura de Araçatuba e a Capítulo Mocidade Araçatuba 87 da Ordem Demolay para o Brasil vão realizar ampliação no trabalho dos “Pontos de leitura”. Esses espaços (veja lista ao fim do texto) são abastecidos semanalmente para a população ter acesso a uma variedade de obras literárias. 
Os jovens da Ordem Demolay são parceiros da secretaria e colaborarão, inicialmente, no abastecimento dos “Pontos de Leitura”. Segundo o Mestre Conselheiro do Capítulo Mocidade Araçatuba, Emílio Proietti, a parceria surgiu após ampla demanda de doações a uma biblioteca da entidade, que, saturada com a demanda, acabou deixando vários títulos sem leitura. “Recebemos doações de maçons, meninas da Ordem das Filhas de Jó, amigos e dos próprios demolays”, conta. 
VOTO DE APLAUSO
Após terem recebido voto de aplauso na Câmara Municipal no início do ano, os jovens da ordem foram recebidos pela atual secretária de Cultura, Tieza Lemos Marques, que manifestou o interesse em firmar uma parceria com o grupo para o desenvolvimento de ações culturais. Após algumas reuniões, eles criaram a parceria no abastecimento semanal dos pontos de leitura. 
“O intuito do projeto é que haja pontos onde os demolays possam fazer leituras em conjunto a comunidade e, assim, as pessoas possam desenvolver a leitura da melhor forma”, enfatiza. Com o objetivo de criar cidadãos conscientes, a Ordem Demoley é uma das grandes incentivadoras de projetos de cunho social. 
Entre os trabalhos que o grupo realiza estão a conscientização do bullying nas escolas, projetos de filantropia e arrecadação de alimentos. Os pontos de leitura estão espalhados em dez pontos da cidade, com diversos títulos disponíveis para a leitura da comunidade em geral.

Resenha do livro Os 13 Porquês

PORTAL VENEZA
Fabrícia Pelegrini 
O livro Os 13 Porquês é a história da série 13 Reasons Why da Netflex, é sobre uma garota adolescente chamada Hannah Baker e começa depois de seu suicídio. A garota, ao decidir se suicidar, grava sete fitas, ou seja, 13 motivos que a levaram a tirar a própria vida. E cada um dos motivos leva a uma pessoa de sua convivência, a maioria também adolescente, e cada um irá descobrir o impacto do que fez ao ouvir a versão de Hannah sobre os fatos.
O livro foi escrito por Jay Asher e os leitores conhecem a história quando Clay Jensen recebe as fitas e começa a escutar e saber tudo o que vinha passando pela cabeça da Hannah e o que ela vinha sentindo nos últimos anos, quando se mudou para a cidade. E assim entender como tudo começou e porque teve aquele fim.

Hannah culpa estas pessoas por desistir da vida, no final ela tenta pedir ajuda, mas já era tarde demais. E sua narrativa mostra que ela também tem uma parte de culpa na história, não diz por que agiu de algumas maneiras em umas situações. Nestas, ela descreve os fatos, mas não os motivos.
Tudo começa com a mudança de cidade e a nova escola, onde é preciso fazer novos amigos. Hannah é personagem de boatos, sofre bullying, se decepciona com pessoas que confia, seus segredos e privacidade são roubados e muitos outros fatos, alguns que parecem corriqueiros isoladamente e outros muito sérios, mas que vão acontecendo um após o outro e a garota não consegue reverter a bola de neve que começa a crescer dentro dela. O personagem Clay ajuda os leitores a saber um pouco mais de Hannah, ao completar a história dela com seus pensamentos.
O livro também mostra um pouco dos sinais de uma pessoa que quer cometer suicídio e ninguém a sua volta teve uma percepção tão apurada, talvez porque isso está um pouco distante da maioria das pessoas e muitos não conseguem medir o impacto que estão causando com suas atitudes. Os 13 Porquês é uma leitura rápida e não foi tão pesada quanto a minha expectativa sobre ela. Você pode escolher ler o livro ou assistir a série. Eu escolhi o livro.
Os 13 Porquês, de Jay Asher – 255 páginas.

'III Semana Inclusiva' do IF Sertão-PE começa nesta quarta (23), em Petrolina

Programação é gratuita e aberta ao público e contará com palestras, oficina de libras, bate-papo e exibição de vídeo
Por G1 Petrolina

A 'III Semana Inclusiva' do Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão – PE), em Petrolina, começa nesta quarta-feira (23) e segue até a sexta (25). Com o tema ‘Valorização e Superação’, o objetivo do evento é debater a importância da inclusão educacional e social das pessoas com algum tipo de deficiência.

A programação é gratuita e aberta ao público e contará com palestras, oficina de libras, bate-papo e exibição de vídeos. Não é necessária inscrição prévia.

Nesta quarta (23), a abertura oficial do evento acontecerá às 14h, no auditório central da instituição. Às 14h30, haverá a palestra ‘Deficiência Não é Problema, Sociedade’, que será mediada por Karla Daniele Luz, doutora em Psicologia e professora da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf).

Na quinta-feira (24), a partir das 10h, haverá exibição de vídeos no pátio do campus e uma palestra sobre distúrbios de aprendizagem, como TDAH, dislexia e autismo, no auditório central. Às 15h, também no auditório, acontece um bate-papo com o tema ‘O Processo de Inclusão de Pessoas Cegas’, com o publicitário Milton Carvalho.

Após o bate-papo, acontece a ‘Mostra Inclusiva’, que será ministrada por professores e alunos da instituição e, mais tarde, às 19h, será oferecida uma oficina de libras.

Já na sexta-feira (25), a programação continua com uma palestra sobre ‘Bullying e Cyberbullying’, com a jornalista Calincka Crateús. E o evento se encerra com mais uma oficina de libras, às 19h.

Evento nacional

Em todo o Brasil, no período de 21 a 28 de agosto, é comemorada a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, pelas Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) do país. O objetivo é debater assuntos acerca de questões relacionadas a pessoas com deficiência intelectual e múltipla. Este ano, o tema é 'Pessoa com deficiência: direitos, necessidades e realizações'.

Dados no Brasil

Dados do final de 2016 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, no Brasil, existem 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência.

Pai divulga carta de suicídio do filho de 13 anos pra condenar escola que não fez nada para travar bullying

por: Redação Hypeness

Até que ponto o bullying pode chegar entre adolescentes? Algumas vezes, longe demais. É o que demonstra este pai de Nova York, nos Estados Unidos, cujo filho de apenas 13 anos cometeu suicídio após ser vítima de bullying constante em sua escola.

Daniel Fitzpatrick estudava na escola Holy Angels Catholic Academy e era constantemente incomodado por seus colegas. Embora tenha se queixado na instituição, nenhuma atitude foi tomada e o menino resolveu tirar a própria vida para acabar com seu sofrimento.

Após a perda, seus pais Maureen Mahoney Fitzpatrick e Daniel Fitzpatrick decidiram divulgar sua carta de suicídio para alertar outras famílias sobre o problema. A carta foi divulgada nesta sexta-feira, 12, pela página do Facebook Schnitzel Haus e mostra o sofrimento do menino nos últimos anos.





“No começo era bom. Muitos amigos, boas notas e uma ótima vida, mas eu me mudei e voltei e as coisas estavam diferentes. Meus antigos amigos mudaram, eles não falavam comigo, nem mesmo gostavam de mim.“, conta ele na carta.

Na sequência, Daniel lembra de como brigou com seus amigos e acabou até mesmo com um dedo fraturado. “Mas eles continuaram, eu desisti e as professoras também não faziam nada! Não deixavam eles com problemas mesmo que fossem eles quem causassem os problemas. Quem acabava tendo problemas era eu.“, explica a carta.

“Eu queria sair disso, eu implorei de todos modos. Eventualmente eu fiz, eu falhei, mas eu não me importava. Eu estava fora e isso é tudo o que eu queria.“



Todas as fotos: Reprodução Facebook

Marvel vs. Capcom Infinite arrisca com modo história inédito na franquia

JOVEM NERD
por Jeff Kayo

Marvel vs. Capcom: Infinite atualmente é alvo de um bullying terrível. O próximo jogo da série de crossovers entre videogames e quadrinhos chega em 19 de setembro e os fãs não ainda não sabem direito o que pensar dele.
A frustração do consumidor é quase tangível. Seja pelo elenco do jogo sem mutantes – no lançamento e pelos próximos seis personagens extras que serão adicionados posteriormente, ou pela demonstração disponibilizada através da PSN/Live, que serviu mais como um desserviço ao game.
Os poucos que tiveram um contato real com o game precisavam estar em eventos especiais, muitas vezes exclusivos para jornalistas (testamos ele uma vez já, leia aqui). E apesar de tudo que você já leu, assistiu ou ouviu por aí, a grande maioria das pessoas que passaram algumas horas com o jogo, gostaram dele. Eu sou uma dessas pessoas e continuo a dizer para quem quiser me ouvir: o jogo está bem divertido.
Desta vez experimentamos o que acredito ser o jogo final (já com algumas modificações do patch de “day one” funcionando). Os 30 personagens já estavam liberados, o modo história, treino, arcade, missões e o versus. Tudo na mão para degustação, inclusive com a já correção do rosto da pobre Chun-Li, que estava sofrendo bullying. Pobrezinha.
Velocidade nos combates, novas estratégias e alguns personagens inéditos. Como disse uma vez, mesmo os lutadores que retornam precisam ser repensados na sua estratégia. Tudo fluindo muito bem, ainda mais agora, que finalmente acostumei com o layout de botões – volta o estilo clássico da Capcom visto em Marvel vs. Capcom 2, mas sem os inputs secretos dos médios; no seu lugar, ataques normais de comando (para frente + soco forte e o Homem-Aranha dá um soco diferente, e por aí vai).

Senta que lá vem história

Você acreditaria se eu dissesse que a trama da campanha principal de Marvel vs. Capcom: Infinite começa exatamente como a demonstração disponibilizada na PSN/Live? Pois então, aquele é realmente o começo do jogo, sem tirar uma vírgula do conteúdo.
As coisas parecem meio jogadas de qualquer jeito, mas pense comigo: qual a vantagem de criar um capítulo de introdução para juntar os dois mundos? Quanta enrolação até que aquele ponto da história começar a fazer sentido? Não que não faça, já que desde o começo sabemos o que aconteceu mais ou menos: Sigma e Ultron se unem para governar ambos os mundos. Ao meu ver, nos poupou daqueles capítulos chatíssimos de origem.
Pois bem, dada a introdução um tanto fraca, ouso dizer que a trama melhora. Entre diálogos que parecem jograis para que personagens mais quietos possam ter algum tipo de voz no game (estou falando de você, Strider), existem sacadas muito boas escapando aqui e ali. Sem spoilers, mas seguimos a campanha do jogo por uma hora e já pudemos presenciar algumas das cenas do terceiro trailer da campanha do game. Já adianto que Ryu e Hulk são a melhor dupla que o game ofereceu até ali, sem dúvidas.
As cutscenes melhoram muito no decorrer da aventura, e nessa brincadeira ainda somos apresentados ao que parece ser o personagem inspirado em Monster Hunter: uma caçadora muito estilosa que protege o rei T’Challa. Somando pelo todo, o começo abrupto da história do game pode render horas extras para sua finalização, algo em torno de umas quatro horas. Uma troca bastante justa ao meu ver.

Debutando com estilo

Foi a hora de experimentar pela primeira vez Jedah, oriundo de Darkstalkers 3 e inédito no universo dos crossovers entre Marvel e Capcom. E ele não parece ser um boneco fácil de usar, não querendo desestimular os jogadores menos habilidosos. Suas características básicas são exatamente as mesmas vistas em seu jogo de origem, mas é a primeira vez do demônio na nova geração de jogos de luta, já muito distante dos tradicionais sprites.
Mas se Jedah é muito difícil, Gamora, integrante dos Guardiões da Galáxia, é extremamente fácil e deve agradar todo mundo que gosta de manter distância do adversário com armas de fogo, mas que eventualmente não liga de fatiar um ou dois inimigos com sua espada laser. Gamora é rápida, prática e muito habilidosa na hora de criar combos com mais de 10 hits em apenas dois ataques especiais.
Motoqueiro Fantasma, Dormammu e Firebrand também já estavam disponíveis na demonstração que jogamos. Dormammu e o Motoqueiro Fantasma parecem estar um tanto mais ágeis que suas versões passadas, com melhorias significativas no seu sistema de jogo. Já Firebrand é difícil comentar muito, já que não era muito habituado ao personagem no passado, mas também parece apresentar novos truques.
O elenco final do jogo pode não impressionar tanto, mas também não é tão ruim quanto você acha que é. Pode não parecer, mas todo mundo vai precisar reaprender (em escalas diferentes) cada um dos personagens nos demais modos de jogo além do Arcade e Story. Sala de treinamento completa de recursos para auxiliar esse trabalho, além de o já tradicional modo de Missões, para aprender um, dois ou dez combos do seu personagem preferido.
O modo história e o arcade chegam para corrigir os erros do passado. “Estão inclusos desde o lançamento” avisa a Capcom em releases e notas para imprensa e consumidores. Posso parecer velho, mas no meu tempo a gente não precisava de aviso para esse tipo de coisa.

As Joias do Infinito

E finalmente fomos apresentados à sexta Joia do Infinito e ela é mais ou menos o que muitos já tinham adivinhado. A joia que representa a alma, ou a Soul Stone dá ao jogador o poder de trazer de volta à vida o personagem derrotado. Não só isso, mas ela força o jogador a utilizar os dois personagens ao mesmo tempo, da mesma forma que acontecia em Marvel vs. Capcom (o original) e seu Duo Combination Attack. Um delay de um segundo mais ou menos lhe auxilia no controle dos lutadores. Sua habilidade de combate normal aumenta a sua vida às custas da vida do adversário (vida normal e vermelha).
Os poderes de cada uma variam bastante, e dão características completamente diferentes mesmo a times idênticos. E agora já sabemos o poder de todas, só nos resta descobrir seu uso em situações específicas.
  • Power Stone: 10% a mais de força para o jogador quando ativada, além de fazer o adversário quicar no chão ou nas paredes para prolongar o combo.
  • Time Stone: velocidade acima da média quando ativada, possibilitando a utilização de Custom Combos, um combo que não segue as regras básicas que seriam do fraco para o forte.
  • Space Stone: cria um cubo que aprisiona o adversário e impede a sua movimentação livre pelo cenário. Sua habilidade específica atrai o adversário para perto de você.
  • Reality Stone: transforma o ambiente à sua volta, e todos os seus botões de ataque criam ataques elementais do cenário que só punem o adversário. Sua habilidade normal é um projétil teleguiado.
  • Mind Stone: Reabastece a sua barra de Hyper Combo. Em seu estado normal, funciona mais ou menos como um agarrão indefensável (porém lento), que tonteia o adversário.
  • Soul Stone: ressuscita o companheiro derrotado e coloca os dois no cenário para enfrentarem o adversário ao mesmo tempo. Também pode aumentar sua vida à custa do adversário.
A menos de um mês do seu lançamento, só queria dormir e acordar dia 19 de setembro para jogar um pouco mais de Marvel vs. Capcom: Infinite.

A evolução do bullying – do pátio da escola ao smartphone 24/7.

FOFOCA ORG

O fenômeno do bullying não é nada novo – muitos adultos podem recordar sendo intimidado em sua infância. Enquanto o bullying ‘tradicional’ pode envolver abuso físico e verbal no playground, a nossa dependência crescente sobre os dispositivos de Internet e ligado significa que o bullying não pára quando uma criança deixa a escola. Em vez disso, ele continua on-line na forma de cyberbullying.
No Brasil, o Dia das Crianças é reconhecido no primeiro sábado de novembro, enquanto em muitos outros países, Dia Internacional da Criança é comemorado hoje, 01 de junho de 2017, e com isso, Kaspersky Lab quer sensibilizar em torno de cyberbullying.
Uma pesquisa global realizada pela Kaspersky Lab e B2B Internacional revela que quase um quarto (22%) dos pais sentem que eles não podem controlar o que seu filho vê ou faz on-line, embora quase metade (48%) se preocupam que eles podem enfrentar cyberbullying.

Bullying não é mais limitado para o recreio

Bem como ensinar técnicas de segurança crianças, não é menos importante ensiná-los sobre o uso responsável da tecnologia. David Emm, pesquisador de segurança da Kaspersky Lab explica: “As crianças precisam de desenvolver um senso de moralidade quando eles estão interagindo com outras pessoas on-line, tanto quanto eles fazem quando estão se comunicando offline. Isso lhes dará mais empatia e reduzir a probabilidade deles optando por se envolver em crimes cibernéticos ou cyberbullying. Também é importante para que eles compreendam, desde tenra idade, os perigos potenciais associados com algumas atividades on-line.”

O bullying on-line é mais intenso do que o tradicional bullying

Embora cyberbullying não envolve violência física, a evidência sugere que o bullying on-line é ainda mais intensa do que o bullying tradicional, pelas seguintes razões:
  • É anônimo. Como cyberbullying pode permanecer sem rosto em um ambiente on-line anônima, é mais difícil estabelecer a identidade dos agressores e para provar quem é o responsável. Isto também significa que os bullies são menos ligados aos danos que eles causam e pode levar as coisas ainda mais como resultado.
  • É difícil escapar. A maioria das pessoas hoje têm acesso à Internet e todas as informações humilhante que é armazenado on-line pode, teoricamente, ser acessível para sempre, por todos.
  • On-line o tempo todo. É mais difícil de escapar de cyberbullying porque as vítimas são contactável através de computadores ou smartphones, a qualquer hora e em qualquer lugar.

As crianças não falar

Mais informações e conselhos sobre como lutar contra o cyberbullying podem ser encontradas no portal educacional da Kaspersky Lab: kids.kaspersky.com/cyberbullying. Este site contém informações úteis sobre bullying e modelos educativos sobre o tema.
Sobre Kaspersky Lab:
Kaspersky Lab é a maior fabricante privada do mundo de soluções de proteção de endpoint. A empresa está classificada entre quatro principais fornecedores mundiais de soluções de segurança para usuários de terminais. Ao longo de sua história de mais de 17 anos Kaspersky Lab manteve um inovador em segurança de TI e fornece soluções eficazes de segurança digital para grandes empresas, pequenas e médias empresas e os consumidores. Kaspersky Lab, com a sua companhia registada no Reino Unido, atualmente opera em quase 200 países e territórios em todo o mundo, fornecendo proteção para mais de 400 milhões de usuários em todo o mundo. Saiba mais em www.kaspersky.co.za.