domingo, 25 de setembro de 2011

Sejudh participa de Assembléia Pública sobre bullying nas escolas

A Assessoria de Políticas Temáticas dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes (APDCA), da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), participou na manhã desta sexta-feira, 23, de uma audiência pública quer teve como tema o bullying – atos agressivos e repetitivos que humilham a outra pessoa e que lhe causa danos físicos e psicológicos. Os debates aconteceram no auditório João Batista, da Assembléia Legislativa do Estado do Pará (Alepa).

Solicitada pelo deputado estadual Pastor Divino, a audiência também pleiteou a instituição do 12 de outubro como o Dia Estadual de Conscientização Contra a Violência Infantil. Outra proposição do parlamentar, disposta no projeto de lei n° 47/2011, é a a realização - com apoio dos órgãos públicos do Estado - de caminhadas, atividades culturais, palestras e atividades lúdicas educativas nas redes municipal e estadual de ensino do Pará.

A Sejudh integrou a mesa debatedora e discutiu formas de enfrentamento à tal prática. “A APDCA da Sejudh defende os direitos da criança e do adolescente. Diante disso, o bullying, por se caracterizar por uma violação da dignidade da criança e do adolescente, receberá atenção especial do órgão”, afirma uma das representantes da Assessoria, Simone Silva.

Ellyson Ramos – Ascom Sejudh

Fonte: Agência Pará

SMEC promove caminhada da Paz e realiza apresentações sobre Bullying


Noite de apresentações das escolas encerra projeto.


Fonte: Redação e fotos: Top News



A secretaria de educação e cultura de Aripuanã (SMEC), através do projeto “Minha Escola Luta Contra o Bullying: Todos pela Paz”, elaborado pela Psicóloga Joana Segantin Esteves, tem divulgado e sensibilizado alunos, pais e professores da rede de ensino do Município sobre o tema bullying, consequências e medidas preventivas a serem desenvolvidas pela rede escolar para diminuir o índice de casos de bullying no Município, contribuindo para que o respeito e cooperação façam parte da formação das crianças e adolescentes.




Este projeto vem sendo apresentado para diretores e coordenadores das escolas, inclusive as escolas do campo, desde o mês de junho e foram expostos às propostas e explicitado como seria desenvolvido a metodologia para se trabalhar a temática do bullying com todas as series: educação infantil, ensino fundamental e médio.




A psicóloga Joana forneceu  materiais como artigos e vídeos para serem utilizados pelos professores na orientação e no desenvolvimento do projeto em sala. Segundo Joana, as escolas tem realizado, com grande empenho por parte dos professores e coordenação, atividades de vivências, através de diálogos e utilização de materiais didáticos, além de palestras, produções textuais, dinâmicas e dramatização. “Precisamos orientar os alunos sobre bullying, de suas implicações na área emocional e comportamental; construir e resgatar vínculos de cooperação e respeito; devemos ainda esclarecer o que significa o termo e promover troca de experiência entre os alunos, levando-os a perceberem os efeitos de seus comportamentos e sentimentos, para si próprios e para os outros”. 




Lembrando que a questão do bullying carece ser trabalhada de forma contínua nas escolas, dia 21 de setembro aconteceu uma caminhada pelo dia Internacional da Paz com alunos de varias escolas, municipais e estaduais, e à noite, no Centro de Formação Dardanelos, houve o encerramento das atividades com apresentações das escolas referente ao que foi desenvolvido durante o projeto.


Esta sensibilização se faz necessária diariamente visto que o índice de violência no Brasil, e no Mundo vem aumentando assustadoramente nos últimos tempos. Ações como esta, em parcerias ativas nesta luta, fazem com que os alunos se tornem cidadãos atuantes em busca de um amanhã melhor. “Quero parabenizar a todos que de forma voluntária e participativa fizeram parte da Caminhada Pela Paz. Se conseguirmos realmente plantar esta semente, que ela provavelmente dará bons frutos, sairemos com satisfação e a certeza de dever cumprido” destacou a secretaria de educação Rogéria Parra Merino de Macêdo.
Escolas que participam do projeto:
-Escola M. José Operário
-Escola M. Wilma Calvi Batistti
-Escola M. Maria Luiza do Nascimento Silva
-CEI Albertina
-CEI Raio de Sol
-CEI Primeiros Passos (Conselvan)
-Escola M. José Ary da Costa (Conselvan)
-Escola M. Tiradentes (Morena)
-Escola M. Deoclides de Macedo (Milagrosa)
-Escola M. Governador Fragelli (AR2)
-Escola M. José de Alencar (Lontra)
-Colégio São Gonçalo

Pai denuncia caso de bullying no Alcina Feijão

Colégio de São Caetano do Sul, onde quinta-feira um menino de 10 anos atirou na professora e se matou, foi denunciado em 2008 após um aluno ter tentado suicídio por duas vezes alegando sofrer agressões dos colegas

"Pai, não quero mais viver." A frase suicida saiu da boca de um menino de 11 anos, estudante da Escola Municipal Professora Alcina Dantas Feijão, em 2008, e deflagrou uma investigação por bullying na Corregedoria Geral de São Caetano do Sul, no ABC. Na quinta-feira, o mesmo colégio foi palco da morte do estudante David Mota, de 10 anos, que se matou com um tiro na cabeça depois de atirar contra a professora Rosileide Queiros de Oliveira, que não corre risco de morte.

A família percebeu o sofrimento de K.C.S. no fim de 2008. Segundo o pai Sérgio Aciniro Sotana, 39, o menino chegava em casa sempre chorando. Dizia aos pais que a vida não tinha mais sentido e não queria voltar para a escola. O pai perguntava as razões, mas o menino não explicava. Diante do silêncio do filho, Sotana procurou o colégio. Nas reuniões, a coordenação pedagógica e as professoras diziam que o comportamento do filho era normal, e que não havia motivo para se preocupar.

O sinal mais claro da angústia de K. veio no final de novembro de 2008, quando o menino se jogou da laje da casa onde mora com a família, em Nova Gerty, em São Caetano do Sul. Caiu no primeiro parapeito e foi socorrido por um vizinho, sem ferimentos graves. Na mesma semana, K. tentou se jogar outra vez, mas foi contido pelo pai. "Disse ao meu filho que a vida dele era muito importante e eu moveria o mundo para poder ajudá-lo", lembra Sotana, emocionado.

Após a dupla tentativa de suicídio, o garoto começou tratamento psicológico, que não surtiu efeito. Foi encaminhado a um psiquiatra e, após dois meses, revelou à médica o motivo da tristeza. Alegou sofrer agressões físicas e psicológicas dos demais estudantes. Era chamado de "mulherzinha, viado e bicha-louca" por usar brinco e cabelo comprido. Colegas chegaram a asfixiá-lo pelo pescoço e empurrá-lo de uma escada.

Assim que soube o que acontecia, o pai procurou a escola mais de 10 vezes para resolver a situação. Apenas na Secretaria de Educação, protocolou seis denúncias contra o bullying.

"Até hoje, quase dois anos depois, meu filho continua sendo alvo de xingamentos diários. O bullying não mudou, quem mudou foi meu filho, que aprendeu a lidar melhor com a situação, após todo este tempo de tratamento psiquiátrico." Sotana acredita que muitas outras crianças passem pelo mesmo, sem que os pais saibam. "Elas sofrem caladas, sem coragem de contar aos pais." E, após o sepultamento desta , desabafou: "Quando vi o Davi no caixão, tive certeza de que ele poderia ser o meu filho".
foto: Daniel Tossato/Ag. BOM DIA
Mais de 200 pessoas acompanharam o sepultamento do menino


Corregedoria apurou denúncia de maus-tratos
Investigação foi suspensa após recomendação de ciclos de debates entre alunos, pais e professores

Entre fevereiro e julho de 2009, a Corregedoria Geral de São Caetano do Sul abriu uma apuração preliminar para investigar a conduta da escola no episódio de bullying denunciado pelo pai do menino K.C.S. O Ministério Público e o Conselho Tutelar acompanharam o caso. Ao término do processo, o corregedor geral,  Mauro Ruffo, exigiu providência junto à direção da escola para a realização de um "círculo restaurativo", o que significa envolver alunos, pais, educadores e psicólogos para "atenuar" o problema. Diante da decisão, a apuração foi suspensa.

Procurada, a diretora Márcia Gallo não quis se manifestar. Desde 2009 as escolas municipais de São Caetano possuem um programa de esclarecimento sobre o bullying. A Prefeitura de São Caetano do Sul informou, pela assessoria de imprensa, que todos os esclarecimentos foram prestados oficialmente ao Ministério Público. O delegado Francisco José Alves Cardoso, da delegacia central da cidade, investiga se a morte de Davi Mota tem alguma relação com o bullying dentro da escola.

Entrevista
D._ Último colega a ver Davi com vida

'Brincamos de pega-pega no intervalo'

DIÁRIO_ Você conhecia o Davi há muito tempo?
D_ Conheço há dois anos, sempre brincamos juntos, tínhamos  amigos em comum. O Davi sentava na penúltima carteira e ninguém zoava com ele.

Você esteve com ele no dia dos tiros?
Sim. Brincamos de pega-pega no intervalo e voltamos para a última aula. O Davi foi ao banheiro e ninguém viu quando ele atirou.

O que você fez depois disto?
Saí da sala e, no corredor, encontrei o Davi, com a arma na mão. Perguntei: "e aí, Davi?". Ele respondeu "e aí" e deu um tiro na cabeça. Estava na escada. Vi quando ele caiu.

Pai deveria ter nos avisado do sumiço da arma, diz educadora
O desempenho escolar de Davi Mota, sepultado nesta sexta no Cemitério das Lágrimas em um caixão branco coberto com a bandeira do Santos, foi classificado como regular pela diretora Márcia Gallo e pela coordenadora-pedagógica Meire Bernadete Cunha. O menino de 10 anos, que nunca tirou nota vermelha, baleou a professora com a arma do pai, o guarda municipal Nilton Evangelista Nogueira, e se matou depois.

Meire questionou o fato de o pai ter ido até a escola antes da tragédia, à procura de uma arma, sem avisar os professores. "Se ele tivesse nos alertado, nós teríamos condições de revistar a mochila do Davi e esta tragédia talvez fosse evitada."
A delegada Lucy Fernandes disse que Nogueira pode responder por negligência, mas não está certa se vai indiciá-lo. À polícia, o pai afirmou que as crianças não sabiam onde ele guardava a arma. As testemunhas primordiaisl são o irmão de Davi, de 14 anos, e a professora que está na UTI.

Baleada chora e pede para família rezar pelo aluno
A professora Rosileide Queiros de Oliveira, baleada pelo menino de dez anos quando escrevia na lousa, chorou ao saber da morte de Davi e pediu aos parentes e amigos que rezem por ele. "Ela jamais imaginou que o aluno fizesse isso. Acho até que nem ele sabia o que fazia porque era só uma criança. Não houve premeditação", diz o namorado da vítima, Luiz Eduardo Hayakawa.

Na noite de quinta-feira ele chegou a dizer que a namorada já havia reclamado de Davi à diretoria por ele ser muito bagunceiro e ter problemas psicológicos, mas nesta sexta recuou e disse ter se confundido.

"Ela comentava comigo que na sala havia alunos que não deveriam estar lá porque tinham comportamentos diferente dos outros", explica o namorado.

Rosileide está internada no Hospital das Clínicas, onde se recupera da cirurgia  para a extração da bala. O projétil se alojou  na bacia, mas não atingiu nenhum órgão.  Segundo Luiz Eduardo, a professora comentou com ele que chegou a temer uma repetição da tragédia de Realengo, no Rio, ocorrida em abril deste ano, quando 12 crianças foram mortas por um ex-aluno. "Ela estava de costas e não viu o aluno entrar na classe", conta. Luiz afirma que o pânico aumentou quando Roseleide ouviu o segundo tiro. "Ela gritou para os alunos trancarem a porta da sala e chamar a diretora." A professora trabalha há seis anos na escola e nunca havia sofrido nenhum tipo de violência, segundo o namorado.

Criança escondeu a arma no banheiro
A Polícia Civil de São Caetano do Sul acredita que Davi Mota escondeu a arma no banheiro. Imagens do circuito interno da escola mostram a movimentação do garoto após ele ter atirado. Na noite desta sexta, funcionários da escola foram ouvidos.  Ana Paula Lima, professora de matemática da escola, confirmou que uma de  suas alunas ouviu Davi falando que mataria a professora na quinta-feira e se mataria depois por medo do que o pai poderia fazer com ele. 

Fonte: Diário de São Paulo

Bullying rende condenação de estudantes em Ribeirão Preto

Quando alguém persegue, amedronta, humilha e o chama de baleia ou pau de viratripa, isso se chama bullying

Jucimara de Pauda 


O site de relacionamentos Orkut possui pelo menos mil comunidades que falam sobre bullying. Nos grupos de discussão, crianças e adultos desabafam. Falam sobre o que é ser constantemente humilhado, chamado de "gordo", "quatro olhos", "burro". Lamentam também apanhar dos colegas e não ter coragem de, em casa, contar tudo aos pais.

Eles também se queixam de professores que ignoram o fato e de escolas que fingem que nada acontece. Todos concordam que é uma situação insuportável e que frequentar a escola se tornou um inferno.

Quem já passou pelo problema aconselha quem sofre, mas garante que é difícil superar o trauma. Na comunidade "você é vítima de bullying", por exemplo, um menino de 12 anos diz que que não aguenta mais ser espancado pelos colegas. "Eles passam perto de mim e me chutam ou colocam o pé na frente e eu caio. Já reclamei para a diretora, mas não adiantou. Não aguento mais essa humilhação".

Um menino de 9 anos também afirma que tem vontade de sair da escola por causa da perseguição na sala de aula.

"Eu sou magro e uso óculos e eles riem de mim o tempo todo. Minha mãe foi na escola, falou com a diretora, mas não adiantou nada. Quero parar de estudar", desabafa

Traumas
Uma jovem que diz ter 25 anos afirma que até hoje sofre com as brincadeiras da época da adolescência.

"Eu tinha 12 anos e as amigas inventavam músicas para mim e cantavam na frente de todo mundo. Eu chegava em casa e chorava muito, mas na frente delas eu sorria. Fui contar para os meus pais quando tinha 22 anos e comecei a superar", afirma.

Outro garoto afirma que os colegas o atormentam o tempo todo.

"Eu vou falar com o professor, eles me zoam, eu estou no intervalo, eles me zoam, se erro algo na sala de aula, eles me zoam. É um verdadeiro inferno", diz no depoimento.

Maldades
Uma mulher de 41 anos também conta que quando era menina era vítima de brincadeiras maldosas. "Eu tinha seios grandes e era miúda. Eles me apelidaram de vaca leiteira. Até pouco tempo eu ainda sofria com isto, mas fiz duas cirurgias plásticas para diminuir os seios e hoje me sinto melhor".

Uma mãe denuncia que a filha de cinco anos é vítima de bullying. Procurou a escola e a direção não tomou conhecimento.

Os coleguinhas não conversam com a menina porque ela tem problemas de dicção e "fala errado".

"Eles a ignoram e ela não consegue se enturmar mesmo sendo meiga, alegre e afetiva", lamenta-se.

Razões
O psicólogo Timóteo Vieira diz que a vítima de bullying sofre abusos frequentes e é colocada em uma situação na qual dificilmente consegue se defender. "Há razões de natureza social que acabam levando a vítima a sentir-se aprisionada na situação. Talvez por isso ocorram comportamentos violentos, alguns extremos, por parte da vítimas de bullying. Em situações de intenso desconforto psicológico e no qual a pessoa se sente aprisionada, pode parecer que somente ações extremas seriam saídas possíveis", enfatiza.

Diferenças
Ele diz que o alvo do bullying é a criança ou adolescente que tem características que o tornam distinto da maioria, mais vulnerável.

A aparência física, a timidez, deficiências, são características frequentes de vítimas de bullying.
Ele diz que, para quem quem faz o bullying, a prática rende certo destaque no grupo social
"Agressores que abusam de colegas normalmente ganham popularidade e força e é comum assumirem postura de líderes".

Ele enfatiza que é importante detectar porque o bullying ocorre e as implicações dele para as vítimas e agressores. "De certo modo, vítima e agressor, olhados de diferentes pontos de vista, podem ser ambos vítimas. Mas isso é complexo, porque não há respostas rápidas, prontas e simples que nos ajudem a compreender o fenômeno."

Justiça
O juiz Paulo César Gentile, da Vara da Infância e da Juventude do Fórum de Ribeirão Preto, já determinou que pelo menos dez adolescentes fizessem trabalhos comunitários pela prática de bullying.

A última decisão é de julho, contra dois adolescentes do Liceu Albert Sabin, que teriam cometido bullying contra um colega de classe.

Também já foram punidos pelo juiz com a prestação de serviços à comunidade dois adolescentes que chamaram a colega de "bode", em novembro de 2008, no Instituto Metodista, e seis garotas que criaram o "Bonde do Capeta" na Escola Estadual Domingos Spinelli, para perseguir as companheiras de sala de aula, em 2009.

No entanto, o juiz diz que os casos não são frequentes na Justiça.

"O fato é que nem sempre os casos chegam ao conhecimento da Justiça, ou porque são resolvidos no ambiente escolar, ou porque as vítimas são intimidadas e não relatam as agressões físicas ou morais aos seus pais", afirma.

Leia a reportagem completa na edição impressa do A Cidade deste domingo ou acesse aqui a versão digital.

Fonte: EPTV

Vereadores de SP debatem sobre bullying

Seminário será realizado na Câmara Municipal na próxima segunda-feira; associações de professores devem participar

A Câmara Municipal de São Paulo vai sediar na próxima segunda-feira o seminário “Bullying?”. O evento tem o objetivo de contribuir para a compreensão de como serão constituídas as ações consideradas violentas. Além disso, pretende destacar as condições sociais, políticas e educacionais em que o bullying acontece.

O seminário foi proposto pelo vereador Eliseu Gabriel, em parceria com o Aprovem (Sindicatos dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo), Abrapee (Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional), CRP (Conselho Regional de Psicologia), o Grupo Interinstitucional Queixa Escolar e o Sinesp (Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público Municipal de SP).

Fonte: www.band.com.br 

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Professores de Brasilândia participam de encontro interestadual



Encontro foi realizado no município de Marília (SP) - Assessoria
Onze pessoas, dentre professores e coordenadores dos Centros Educacionais Infantis (CEI) de Brasilândia, representaram o município na segunda quinzena deste mês, no III Encontro de Educadores Brasil Cultural, organizado pela Editora Brasil Cultural em Marília/SP.

O evento contou com a presença de 350 educadores de 37 cidades dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, para discutir os rumos da educação nacional, além de apresentar as soluções oferecidas pela Brasil Cultural.

A novidade do encontro realizado neste ano ficou por conta das oficinas pedagógicas, que abordaram temas como inclusão, bullying e indisciplina.

Para o Prefeito Dr. Antônio de Pádua Thiago, estas ações auxiliam na melhoria na qualidade do ensino. “É importante que os professores troquem ideias sobre as ações desenvolvidas na sala de aula. Esta iniciativa é importante para que o trabalho seja bastante produtivo”, disse.

 
Fonte: Agora MS

Porto Real realiza formatura da primeira turma da Frente Voluntária Mirim

formatura da primeira turma do curso Frente Voluntária Mirim da Defesa Civil

Ação: formatura da primeira turma do curso Frente Voluntária Mirim da Defesa Civil
Porto Real
A Prefeitura Municipal de Porto Real, através da Secretaria de Meio Ambiente, Saneamento Urbano e Defesa Civil, promoveu ontem (21), a formatura da primeira turma do curso Frente Voluntária Mirim da Defesa Civil do município. A formatura teve início às 9h e foi realizada no Porto Real Country Club, no Centro.

Os formandos receberam o certificado de conclusão e participação, uma camiseta e um botton da Frente Voluntária Mirim. Além da identificação de riscos e ações de segurança, o curso abordou ainda temas como educação no trânsito, o bullying - atos de violência física ou psicológica praticados por um indivíduo -, combate às drogas e a história de Porto Real.

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- O objetivo da Frente Voluntária Mirim é proporcionar uma mudança de cultura nesses jovens, que são o futuro do nosso município, promovendo assim o espírito de trabalho em equipe com o foco na segurança coletiva - explicou o Diretor Geral da Defesa Civil, Cassiano Alves.

Entre os presentes estiveram a Vice-prefeita Maria Aparecida da Rocha Santos (PDT), o vereador Sérgio Hotz (PTB), o presidente do Porto Real Country Club, Norival Diniz, a representante da secretaria de educação, Maria Elisa, o Tenente Coronel Pires Ferreira, do terceiro Batalhão do Corpo de Bombeiros de Piraí, o Comandante da Guarda Municipal de Porto Real, Coronel Oliveira Lima e representantes de empresas.

Frente Voluntária Mirim
As atividades do programa foram realizadas no período das férias escolares, no mês de julho e os treinamentos e instruções aconteceram no CIEP 487 Municipalizado, no bairro Freitas Soares. Os participantes, todos alunos das escolas da rede municipal de Porto Real, com idade entre 12 e 17 anos, receberam noções de defesa civil, percepção de risco, meio ambiente, lixo e produtos perigosos que podem causar dados à vida. Ao longo dos dias de atividades foram disponibilizados lanches para as crianças.
 
Fonte: Diário do Vale

Marido de professora baleada a alertava sobre riscos

O funcionário público da Receita Federal Luís Hayakawo, de 37 anos, marido da professora que foi atingida por um tiro dado por seu aluno de 10 anos que depois se suicidou, disse que a esposa já havia comentado com sobre o garoto. "Ela dizia que o menino fazia brincadeiras violentas com os colegas, respondia de forma malcriada. E falou isso para a direção da escola. Acreditava que não devia estudar ali, mas em uma escola especial", afirmou. Preocupado com as constantes reclamações da esposa sobre o ambiente na escola, Hayakawo vinha tentando convencê-la a mudar de emprego. "Mas professor só dá aula no amor mesmo e ela ama dar aula."

O crime ocorreu na Escola Municipal Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul. O secretário de Segurança de São Caetano, Moacir Rodrigues, negou que essa desavença existisse. Outros alunos também fizeram relatos diferentes. Da mesma maneira, não havia nenhuma informação de que o menino sofresse bullying ou tivesse feito ameaças à professora, a funcionários ou a colegas. "Só sabemos, por enquanto, que não gostava da professora. Mas isso não é motivo para levar uma arma para escola e atirar em alguém", afirmou Rodrigues.

Ainda assim, de acordo com colegas e funcionários da escola, o menino era estudioso, inteligente e calmo. Não havia nenhuma queixa contra ele na secretaria - nem por parte de seus colegas ou pais. Em plena sala de aula, Rosileide Queiros de Oliveira, de 38 anos, levou um tiro na região posterior do lado esquerdo, na altura do quadril, e sofreu uma fratura na patela direita. Levada ao Hospital das Clínicas, na zona oeste da capital, seu estado de saúde era moderado e ela passaria ontem por uma tomografia para verificar se havia necessidade de retirar a bala. O menino foi levado ao Hospital Albert Sabin, onde morreu após sofrer duas paradas cardiorrespiratórias.
Algumas testemunhas disseram que o menino de 10 anos era estudioso, calmo, sem nenhum registro de violência ou bullying. Para cometer o crime, ele usou a arma do pai, um guarda civil metropolitano com 14 anos de corporação. Após atirar na professora pelas costas, ele saiu da sala e se suicidou com dois tiros na cabeça. Os motivos que levaram ao crime ainda são investigados.

Os tiros foram ouvidos logo após um dos intervalos do turno da tarde, às 16h50. Os estudantes de algumas turmas ainda se dirigiam para as salas quando David Mota Nogueira, de 10 anos, aluno do 4.º ano C, se levantou, sem nenhum aviso, e apontou a arma para a professora. Em seguida, atirou. Para desespero dos 24 colegas de sala, saiu na sequência e deu dois tiros na cabeça. O menino foi levado ao Hospital Albert Sabin, onde morreu após sofrer duas paradas cardiorrespiratórias. 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Diário do Grande ABC

SP: Menino que se matou na escola sofria bullying dos colegas, diz polícia

Foto: Reprodução de TV O menino de dez anos que atirou contra uma professora dentro da sala de aula e depois se matou, em São Caetano do Sul na Grande São Paulo, era manco e sofria bullying dos colegas por causa disso, de acordo com informações da polícia.

Ele era aluno do 4º ano da escola municipal Professora Alcina Dantas Feijão. O menino disparou contra a professora Rosileide Queiros de Oliveira, de 38 anos, por volta das 15h30 desta quinta-feira. No momento do disparo, 25 alunos estavam dentro da sala de aula.

O menino estava na sala de aula e pediu para ir ao banheiro. Ele voltou para o local já com a arma e atirou contra Rosileide. Em seguida, ele saiu da sala, sentou em uma escada, e atirou contra a própria cabeça.

De acordo com a prefeitura da cidade, ambos foram socorridos com vida. O menino foi atendido no Hospital de Emergência Albert Sabin, em São Caetano. Ele teve duas paradas cardíacas e morreu às 16h50.

A professora foi socorrida pelo helicóptero Águia da Polícia Militar e está no Hospital das Clínicas, em São Paulo. Ela não corre risco de morte e seu estado de saúde é estável.

Ele pegou a arma do pai

O garoto era filho do guarda municipal Nilton Nogueira, e usou a arma do pai para fazer os disparos.
Nogueira deu falta da arma na manhã desta quinta-feira e procurou o filho mais velho, que não estava com ela. A família só descobriu que o menino de dez anos pegou a arma após o ocorrido.


Fonte: SRZD