terça-feira, 13 de setembro de 2016

Demi Lovato confessa que largou a escola após receber ameaças de morte de outros alunos


Estadão Conteúdo
Demi Lovato passou por poucas e boas durante sua adolescência. A cantora fez uma reabilitação ao descobrir problemas como depressão e transtorno de bipolaridade, sintomas que se agravavam quando ela fazia uso de bebidas alcoólicas e substâncias ilícitas. Ela mesmo já admitiu diversas vezes que não enxergava um futuro longo do jeito que estava, mas conseguiu dar a volta por cima e vencer suas doenças psicológicas, se tornando a mulher fortíssima que vemos nos dias de hoje. Atualmente, Demi se sente mais livre e pode estar se envolvendo com outros caras após o término de seu namoro de seis anos com Wilmer Valderrama. Essa liberdade também fez com que ela falasse ainda mais abertamente sobre as épocas mais escuras de sua vida.
Em entrevista à jornalista Tracy Smith, da emissora CBS, Demi confessou que largou a escola após receber ameaças de morte de outros alunos, que praticavam bullying contra ela.
- Eu deixei a escola pública porque o bullying estava tão forte que eu comecei a estudar em casa. Isso foi antes das pessoas começarem a comentar sobre esse tipo de problema em nossa sociedade, o efeito que isso causa nas pessoas e o cyberbullying. É algo tão tóxico e que tem um impacto tão grande nas crianças que ainda estão na escola. Havia uma petição que passava por toda a escola de que eu deveria me suicidar. E um monte de gente assinou e esperava que eu realmente fizesse aquilo. Eram coisas realmente más. Também tinha uma parede no banheiro com o título Parede para odiar a Demi, onde escreviam os piores xingamentos que uma criança de 12 anos poderia inventar. Eu lidei com isso e isso me tornou uma pessoa forte. Mas isso me deixa com problemas de confiança até hoje, especialmente com meninas. Eu levanto a minha guarda com as garotas porque eu sei do que elas são capazes.
A estrela também admitiu que está há quatro anos completamente sóbria com a ajuda da instituição CAST. Agora, ela virou uma das donas do estabelecimento, como contou na entrevista.
- Eu fiquei muito próxima da CAST desde que eu comecei meu programa com eles. E desde lá eles mudaram o jeito que eu poderia funcionar em sociedade com o meu vício e o meu transtorno de bipolaridade. Então foi um passo natural continuar a trabalhar com eles. E também é legal ver outras pessoas. Eu tenho uma amiga que nós começamos a ficar sóbrias juntas e agora ela comando um dos departamentos da CAST. Então são histórias de sucesso que me fazem feliz de ser parte disso. Meu objetivo é mudar vidas e ajudar as pessoas.

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