quinta-feira, 13 de julho de 2017

Leiturize-se faz resenha de "PEPITA - passei a minha infância e adolescência sendo perseguida, sofrendo bullying." de Mar'Junior


Leiturize-se
Resenha Escrita - http://leiturize-se.blogspot.com.br/2017/03/senta-que-la-vem-resenha-livro-pepita.html

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Jovem muçulmana sofre bullying na escola

CM AO MINUTO

À saída, os jovens gritaram “ISIS” para a rapariga de 14 anos.
Uma jovem muçulmana de 14 anos foi vítima de bullying na escola que frequenta em Stockport, Manchester. Farrah Aftab, mãe da adolescente, estava à espera da filha à porta da escola quando assistiu a tudo: ouviu alguns jovens gritarem "ISIS". 

 A mãe diz que ouviu um dos jovens, que a rodeava, a perguntar o que é que ela estava a fazer na noite do atentado em Manchester. Logo após, a jovem foi verbalmente atacada. A adolescente, cujo nome não foi revelado, foi dita como "a rapariga que ninguém gosta". 

As imagens, gravadas a partir do telemóvel da mãe, mostram uma multidão de jovens, perto do carro, a gritarem palavras pouco amigáveis, ameaçando-a também de que lhe partiriam o nariz. Os professores permaneceram quietos e não fizeram nada para resolver a situação. "Os professores estavam mais preocupados com o facto de eu estar a gravar a situação", adianta Farrah, citada pelo jornal britânico Metro. 

A mãe de 37 anos disse que já por várias vezes pensou em retirar a filha da escola, já que não se sente confortável nem confiante em relação à segurança da jovem. 

"A minha filha é um alvo e um grupo de jovens está constantemente a fazê-la sentir-se isolada e sem amigos", confessa Farrah. 

"Por ser muçulmana, já por várias vezes ouviu comentários menos simpáticos", adianta. "Mas com os últimos acontecimentos, a situação está cada vez pior", continua. 

"Isto é racismo e é bullying, e a escola parece não querer fazer nada contra isso", lamenta Farrah. 

"Ponho-me a imaginar o que poderia ter acontecido se eu não a fosse buscar à escola", afirma, dizendo que já fez queixa à polícia e aos diretores da escola. 

"O que o Daesh faz, em nada tem a ver com o facto de sermos muçulmanos (…) nós não temos nada a ver com as práticas deles", afirma a mãe. 

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/jovem-muculmana-sofre-bullying-na-escola?ref=mundo_destaque

Piqué faz bullying e diz que Neymar precisa melhorar o penteado

NOTÍCIAS AO MINUTO

Espanhol interrompeu entrevista do brasileiro para fazer a brincadeira

No Japão para uma série de compromissos relativos ao novo patrocinador do Barcelona, o zagueiro Piqué o atacante Neymar estavam concedendo uma entrevista como qualquer outra ao site Goal.com. O brasileiro falava sobre as metas para a temporada que se inicia quando foi interrompido pelo espanhol, que não aprovou o novo visual do craque e mandou o recado."Ganhar tudo, melhorar sempre, dar o nosso máximo e...", dizia Neymar até ser cortado pelo companheiro, que mandou: "Melhorar o penteado", disse Piqué, fazendo com que os dois caíssem na risada.


Arte que ajuda a tratar a depressão

CORREIO BRAZILIENSE

Jovens encontram na expressão artística uma maneira de superar a doença

 
Bernardo Moreira/Reprodução
 
Durante a adolescência, o estudante Bernardo Moreira sofria bullying na escola por ser baixo e magro. Por volta dos 15 e 16 anos, enfrentou a crise mais aguda. A depressão fazia parte da vida de Bernardo. O estudante não é exceção no que se refere a esse quadro. De acordo com pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS), realizada em fevereiro de 2017, o Brasil é o país com o maior número de pessoas depressivas da América Latina. Em Brasília, jovens enfrentam e superam a depressão por meio da arte.

A adolescência foi um período de muita dor e sofrimento para Bernardo. Ele costuma dizer que a fotografia o encontrou. Hoje, aos 20 anos, o artista publicou um livro, fez oito exposições pelo Brasil, além de ministrar cursos e workshops por várias cidades do país. Por meio da arte, Bernardo encontrou uma nova percepção do mundo ao redor.

“Eu sofria bullying na escola por causa do meu tamanho e peso. Teve um dia que eu apanhei feio e rompi o ligamento do dedo da mão. Foi péssimo. Isso piorou o meu grau de depressão. Comecei a fazer autorretratos e o bullying aumentou”, relembra Bernardo sobre a trajetória de como iniciou os projetos na fotografia.

Na adolescência, Pryscilla Dantas sofria de obesidade. Aos 15 anos, pesava 110 quilos. Passados quase 10 anos, é fotógrafa e atriz. O autorretrato foi a maneira de conseguir superar a depressão.

Assim como Bernardo, Pryscilla passou por momentos difíceis: “A escola é uma fase da vida muito dolorosa. É difícil segurar a barra. Eu saía pro intervalo e não conseguia ficar ali. Eu era humilhada, as pessoas me magoavam e me machucavam”. Aos 15 anos, ganhou a primeira câmera. A fotógrafa e artista afirma que não sabia ao certo o que estava fazendo, todavia, o autorretrato a ajudou no processo de se perceber. A partir daí, procurou ajuda médica.

Karina Santiago começou o tratamento para a depressão em julho de 2016. Em novembro do mesmo ano, começou com as produções artísticas. Hoje, ela se dedica aos desenhos como forma de ajuda no tratamento da doença. “A arte não cura a depressão, é só um meio. As pessoas precisam pedir ajuda”, ressalta. Os dias eram longos e Karina não tinha vontade de sair do quarto. A dor e o sofrimento se tornaram as companhias da artista. Apesar disso, criou forças e encontrou saída.

Após a execução de autorretratos, a artista plástica iniciou a representação dos momentos de crise por meio de desenhos. “A ajuda profissional me coloca em um estado melhor e a arte me deixa 100%”, atesta Karina. Especialistas apontam que os estímulos psíquicos podem ser provocados por meio do contato com as manifestações artísticas. A partir disso, o processo do tratamento é facilitado. Segundo o doutor em psicologia André Piccoli, a arte não é a cura, entretanto, o contato com expressões artísticas torna melhor a fluidez do processo de tratamento.
Pryscilla Dantas/Reprodução
É fundamental o acompanhamento de profissionais da saúde para o tratamento da depressão. “A arte se propõe a representar sentimentos. Nada melhor do que isso para que possamos nos compreender. O objetivo do processo de tratamento, muitas  vezes, não é a cura. Mas, sim, compreender o que impede o desenvolvimento do paciente”, reforça a psicóloga Verena Bello.

De acordo com a pesquisa da OMS, a depressão é a doença que mais contribui com a incapacidade no mundo. Além disso, é a principal causa de mortes por suicídio — com cerca de 800 mil casos por ano — e é a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos.

DEPOIMENTOS

Bernardo Moreira
“Antes, eu tinha muitos pensamentos presos que eu não conseguia me expressar por meio das palavras. Com a fotografia, eu comecei a expressar para fora um mundo que eu vivo dentro de mim. Para um garoto que sofria bullying na escola, que não conseguia nem falar direito e, agora, consegue se expressar… é uma realização. O que eu fotografo hoje vem da minha história. A fotografia mudou a minha percepção do mundo. Aprimorou meu modo de viver”.

Clara Molina/Divulgação

Pryscilla Dantas
“A arte é tudo na minha vida. Sem a arte não tem mais sentido. Na fotografia e no teatro eu me encaixo muito. Ainda hoje eu preciso de ajuda. Eu melhorei muito. É um processo que eu tenho que aprender a lidar”.



Karina Santiago
“Antes, existia um vidro em que eu estava de um lado e todas as pessoas de outro. Quando eu comecei a fazer meus trabalhos, é como se eu tivesse arrancado esse vidro e agora eu posso comunicar sobre esse assunto (depressão) com outras pessoas”.


Clara Molina
“Comecei a fotografar nu, fazendo autorretratos. Foi uma forma terapêutica de lidar com meu corpo e com questões femininas muito delicadas. A sociedade prega um padrão modelo, e bem nessa fase, sentimos essa pressão social de sermos perfeitas. Quando não temos o corpo ideal, sofremos muito com isso. Foi uma libertação; um jeito de eu ver o corpo de forma sublime, como objeto de estudo e principalmente: entender a particularidade de cada corpo. Nessa fase, decidi seguir a arte profissionalmente. Minha relação com o mundo e minhas percepções fizeram-me perceber a beleza nos pequenos detalhes do cotidiano”.


Dhiefferson Lopes
“Se a dança está longe de mim, eu também estou longe de mim. Não é só meu hobbie ou prática corporal, a dança é meu combustível de vida. Quando não me expresso corporalmente, é como se tivessem tirado algo da minha essência. Sem essa arte, é como se a vida não fluísse. A dança me conecta ao invisível. Quando eu danço, exponho de forma significativa meus sentimentos. Eu trago para mim outro universo. Eu me sinto últi. A dança não é um escape, é o que me ajuda a prosseguir”.

Memória

Um dos artistas mais emblemáticos que lidou com a depressão, Vincent Van-Gogh atirou contra o peito em 1890. Tons amarelados, pinceladas, tonalidades contrastantes, curvas em espiral são características marcantes nas obras do artista.

Ludwig van Beethoven sofria de uma doença irreversível de perda de audição. O quadro se agravou aos 28 anos. O problema o levou à depressão profunda e ao uso excessivo de álcool.

No último ano de vida, Renato Russo se entregou ao álcool e a outras drogas devido à solidão que sentia. Um mês antes de morrer, o cantor entrou em depressão profunda. O artista faleceu em 1996, diagnosticado com Aids.


Francesca Woodman se autorretratatou incontáveis vezes antes de cometer suicídio, com apenas 22 anos. A artista tinha uma linguagem única e bastante notável. Ainda hoje, as obras de Francesca fascinam admiradores da arte.
 
*Estagiário sob supervisão de Severino Francisco  

TOP RESPONDE APÓS SER ACUSADA DE GORDOFOBIA: "O CARA É COMO UM TIO PARA MIM"

QUEM

Winnie Harlow curtia passeio de iate e foi criticada após publicar foto de homem de shortinho e barriga generosa




A top canadense Winnie Harlow, de 22 anos, foi alvo de comentários carregados de críticas depois de publicar um registro em seu Instagram, na quarta-feira (12). Isso porque a modelo registrou um homem de shortinho e barriga generosa deitado enquanto tomava sol e escreveu: "Visuais sexyI Sejam bem-vindos". 
Acusada de gordofobia por muitos internautas, a modelo voltou a usar a web para esclarecer o comentário. "Normalmente, eu não respondo a falsas acusações, mas quis esclarecer o que surgiu hoje, dizendo que eu estava tirando sarro de um desconhecido por causa de sua aparência. Desculpe desapontar vocês, mas isso é algo que eu nunca faço. Tabloides sempre buscam suas falhas, mesmo que isso signifique inventar coisas sem apuração", começou Winnie em seu Instagram. 
O desabafo não parou por aí. "O cara em questão é como um tio para mim e estávamos brincando. Não é como alguém da imprensa, que quer me transformar em uma gordofóbica. Estamos curtindo uma viagem juntos e nos divertindo muito (incluindo piadas que fazemos um com o outro). Ele, inclusive, estava estufando sua barriga. Ele agora está aproveitando sua fama na mídia e agradecemos pelo menos a isso. Quando voltarmos ao iate, gente, não acreditem em tudo que lerem. Com amor, Winnie. Beijos".
"Vocês fãs sempre sabem da verdade. Amo vocês", ainda escreveu ela. Tio Terry, alvo da polêmica, também chegou a se manifestar da forma mais sucinta possível em seu Instagram pessoal. "Piadas de família. Relaxem, pessoal!", postou ele, usando a mesma foto com a modelo, na qual aparece ganhando um beijo no rosto.
Winnie Harlow fala após ser acusada de bullying na web (Foto: Reprodução/ Instagram)
Winnie Harlow é acusada de bullying após postar foto do tio, Terry (Foto: Reprodução/Instagram)
Winnie Harlow é acusada de bullying após postar foto do tio, Terry (Foto: Reprodução/Instagram)

Mais um funcionário de alto escalão da Uber deixa a empresa

CANAL TECH

A reformulação da Uber não tem sido um processo fácil. De acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (12), AG Gangadhar, chefe de engenharia da companhia, também deixou a empresa. O dado mais importante, no entanto, é que Gangadhar foi o diretor do principal departamento acusado de assédio sexual e discriminação dentro da Uber.
Há cinco meses, a engenheira Susan J. Fowler fez uma publicação na web relatando ter sofrido assédio sexual e discriminação de gênero dentro da companhia. Em seu desabafo, Fowler disse, inclusive, que pediu transferência para outro departamento, mas que seus superiores recusaram o pedido por conta de problemas de desempenho no trabalho. Na realidade, a engenheira garante que teve pontuação de desempenho perfeita e que nunca houve qualquer queixa sobre o seu trabalho.
Depois das alegações de Fowler, a Uber realizou uma investigação interna, na qual analisou 215 acusações de assédio sexual, discriminação, comportamento não profissional, bullying, entre outros. Como resultado da operação, a companhia demitiu mais de 20 funcionários. As polêmicas também levaram à saída do então CEO, Travis Kalanick, e de vários outros executivos.
Segundo as revelações, a partida de Gangadhar, porém, não está relacionada às reivindicações de Fowler. De qualquer forma, a notícia mostra que a Uber coleciona mais um cargo vago. Atualmente, a empresa opera sem um CEO, COO, presidente, vice-presidente sênior de engenharia e conselheiro geral.

Bullying na escola

A Assembleia Geral do Colégio Batista, de Porto Alegre, trata, na manhã de hoje, do bullying e suas consequências como contraponto à realidade apresentada na série "13 Reasons Why", da Netflix. Ela reforça o que a escola já trabalha com os alunos via educação socioemocional, desenvolvendo relacionamentos interpessoais.

- Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/07/colunas/observador/573225-sem-pre-julgamento.html)

Momento dramático em que um menino morreu de alergia em 'brincadeira' na escola

BLASTING NEWS

Mãe exige respostas após incidente chocante, garantindo que seu filho sabia bem quais os alimentos que estavam proibidos.


AM NEWS
Revisado porB. Duarte



Karan Cheema, de 13 anos, morreu após um episódio de #alergia, na #Escola, em Londres. O menino sofria de várias alergias [VIDEO] e esteve em contato com queijo, um dos #alimentos proibidos para ele. Se desconhecem ainda as circunstâncias desse contato, mas um menino foi detido pela polícia, na sequência dessa morte, que aconteceu 11 dias após o incidente, no hospital. A mãe de Karan, Rina, exige respostas para o que aconteceu com seu filho e pretende ter esclarecido o que fez a escola, na reação a esse episódio grave.
Era por todos conhecido que Karan sofria de alergias grave e que alguns alimentos estavam proibidos em sua alimentação.
Também a escola estava alertada e tinha as medicações do menino, para atuar rápido se algo acontecesse. No entanto, apesar de tudo isso, o pior aconteceu e quando o a mãe foi contatada, o menino já estava em choque anafilático, imobilizado, a ser levado para o hospital.

Como aconteceu o contato com o queijo?

Karan ainda foi transportado para um outro hospital, mas não conseguiria sobreviver. Os médicos encontraram queijo no organismo do menino e são diferentes as versões para o que aconteceu. Algumas testemunhas estão contando sobre o que sabem e a polícia já está investigando. Uma mãe falou que foi uma 'brincadeira', em que as crianças estavam atirando queijo e que um pedaço poderia ter tocado em Karan. Porém, isso não deveria ser suficiente para ele sofrer uma alergia tão grave. Outras fontes falaram que isso foi bullying e que outros meninos forçaram Karan para comer queijo, que empurraram para dentro de sua boca.

Uma outra pessoa falou que meteram queijo no almoço do menino, sem ele saber. De acordo com as suas palavras, outras crianças teriam feito essa 'zombaria', para ver o que acontecia com o menino, de ascendência indiana.

Mãe, desolada, exige respostas

A mãe não entende o que poderia ter acontecido, até porque ela tinha conhecimento que seu filho era bem popular na escola e que todos gostavam dele. Ela também sabia que seu filho jamais comeria queijo intencionalmente. Isso apenas poderia acontecer se ele fosse enganado ou forçado.
Um garoto já foi detido, por suspeita de tentativa de homicídio, mas a polícia ainda não revelou o que realmente aconteceu, durante essa manhã, na escola.
Rina diz que ainda não entendeu nada do que poderia ter acontecido, mas ela diz que estas situações poderiam ser evitadas se as escolas tivesse pessoas melhor preparadas para lidarem com alérgenos, nos casos de emergências. "Quero respostas, quero chegar ao fundo do que aconteceu, eu vou perguntar à escola se ele foi intimidado, mas meu filho era muito popular, ele nunca criou inimigos", disse Rina, em declarações citadas pelo jornal Daily Mail.
Karan vivia com sua mãe e o seu avô, após os pais terem se separado quando ele era bebêzinho, e deixou sua família completamente desesperada com sua perda.
O incidente vai continuar em investigação.

 

Fernanda Montenegro faz rara aparição com os netos e web comenta

CATRACA LIVRE

Créditos: reprodução/Facebook/fernandamontenegrooficial
Fernanda Montenegro faz rara aparição com filhos e netos e internet perde a linha
Uma das atrizes brasileiras mais premiadas da história, com direito à indicação ao Oscar de Melhor Atriz em 1999, por sua atuação em "Central do Brasil", Fernanda Montenegro fez rara aparição pública em junho, quando presenciou a inauguração do Largo Fernando Torres em Ipanema, no Rio de Janeiro. O nome do largo foi uma homenagem ao marido da atriz, morto em 2008.
No dia, Montenegro estava acompanhada dos filhos e dos netos. Uma foto do momento foi publicada em seu Facebook oficial em junho, porém, a internet só se deu conta da imagem na tarde desta terça-feira, 11 de julho.
Créditos: reprodução/Facebook/fernandamontenegrooficial
Fernanda Montenegro posa com filhos e netos
O problema é que a internet não sabe se comportar, infelizmente. Liberdade de expressão é, muitas vezes, confundido com libertinagem e com "direito de falar besteira".
Dois netos de Fernanda Montenegro (ambos menores de idade) foram comparados a celebridades que a internet julgou serem parecidos. As comparações foram feitas de forma pejorativas, a fim de insultá-los. Aparentemente, "empatia" não é uma palavra presente no dicionário de muitos.
Um dos netos de Montenegro, o pequeno Antonio Waddington, tem apenas 9 anos de idade. As comparações que fizeram sobre ele podem chegar aos ouvidos de colegas de escola, por exemplo. É assim que se começa o bullying.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Música "O bullying é do mal"

Queimados lança sua primeira feira multicultural

SOLIDÁRIO
Por
 Carla Giffoni

O Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) Planeta Futuro, no bairro São Roque, abrigará o "Multi-Queimados" - Foto: Luiz Ambrosio
Começa na quinta-feira (13) a “Multi-Queimados” primeira feira multicultural do município. O evento segue até sábado (15), das 14h às 20h, no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) Planeta Futuro, no bairro São Roque. Estão programados para acontecer oficinas literárias, desenhos em quadrinhos, exposições de artesanato, palestras com editores e escritores, contação de história, rodas de conversa com profissionais qualificados, sarau e muito mais. A entrada é franca e a iniciativa é da Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com a editora e revista Litere-se.
Na quinta-feira, a abertura oficial da “Multi-Queimados” será realizada oficina de desenho, contação de história, poesia e teatro. Já na sexta, as atrações principais serão as rodas de conversa com youtubers (famosos por criar vídeos para a plataforma do Google), escritores, coletivo de histórias em quadrinhos e ateliê de artesanato.  No sábado, 15, as atividades começam mais cedo, a partir das 10h e vai reunir sarau, palestras e mesa redonda com escritores. Em todos os dias, escritores locais vão realizar lançamentos de obras literárias.
Com a realização da primeira feira multicultural, a Prefeitura pretende inserir o município de Queimados no roteiro cultural e turístico do estado. “Essa é a nossa grande pretensão, inserir na agenda cultural e turística do estado, a nossa feira cultural. Hoje, contamos com o apoio da iniciativa privada para realizar a primeira, mas queremos manter o evento em nossa agenda cultural oficial. Temos um celeiro cultural precisando de vitrine para deslanchar e estamos fazendo o nosso papel enquanto poder público, cumprindo assim as determinações do nosso prefeito Carlos Vilela”, ressaltou o Secretário Municipal de Cultura, Marcelo Lessa.
Oportunidade para os escritores locais
Para Marcelo Lessa, a “Multi-Queimados” será uma grande oportunidade para os escritores locais difundirem suas obras literárias. “Ao todo, o evento vai contar com mais de 30 expositores, entre escritores de vários gêneros literários, artesãos, pintores, além de mais de 2 mil títulos literários, que serão comercializados a preços populares”, diz.
De acordo com a idealizadora da feira e uma das editoras da Revista Litere-se, Perla Castro, a intenção principal da iniciativa é expor o trabalho dos artistas e dos escritores locais.  “Essa feira será nossa vitrine e uma grande contribuição cultural para a cidade”, prevê. Perla participa também do evento como escritora, ela lançará na feira o seu primeiro livro de poesias, a obra: “Vermelho Crucis”, que aborda ao mesmo tempo terror e suspense.
Já a escritora queimadense Elisângela Medeiros vai lançar seu primeiro livro infantil. “Estou muito emocionada porque parece que foi um parto. Levei nove meses para conseguir editar o livro e vamos lançar na Multi-Queimados.  O livro fala do respeito às diferenças e do bullying”, observou a autora que também fará uma oficina de contação de história no evento.
O Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) Planeta Futuro fica na Rua Macaé, 430, no bairro de São Roque.

AL e MPE acompanham medidas adotadas por escola após agressão a aluno deficiente

FOLHA MAX

Da Redação

Acompanhados pelo promotor de Justiça Miguel Slhessarenko, deputados que compõem a Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura, Desporto e Lazer da Assembleia Legislativa visitaram a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Salim Felício, localizada no bairro Parque Cuiabá. O colégio virou notícia depois que um aluno deficiente auditivo foi agredido por outros colegas no banheiro.

O presidente da Comissão, professor e deputado Allan Kardec (PT), compareceu à escola na manhã dessa terça-feira (11) juntamente com o deputado Jajah Neves (PSDB). Assim como o representante do Ministério Público, eles foram recebidos pelo diretor Jair da Silva Feitosa. A assessora da Secretaria-Adjunta de Políticas Públicas da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Rosângela Roquete, também acompanhou a visita.

Allan afirma que foram apresentadas medidas adotadas pela direção da Escola depois da agressão, bem como reivindicadas melhorias na infraestrutura. “Pelos relatos, isso parece que foi algo pontual, pois não há outros casos de violência extrema como essa. O Conselho Tutelar, a Delegacia Especializada da Criança e do Adolescente, os pais, a Seduc e o MP foram acionados. Agora, é aguardar as investigações e acompanhar o desfecho disso”.

O presidente da Comissão ressaltou ainda que a Assembleia Legislativa vai discutir melhorias para sugerir ao governo, como a construção de um prédio próprio. A Escola Salim Felício não tem quadra poliesportiva, mas apenas um espaço cimentado sem cobertura.

O diretor da Escola, Jair Feitosa, informou que a unidade abriga 483 alunos e usa um prédio alugado há quase 30 anos. Atualmente, o custo é de R$ 14 mil mensais. Ele reclama ainda que a divulgação da agressão por parte da imprensa não foi feita com base nos registros oficiais. “Logicamente que, ao ver uma criança amarrada no banheiro, a cena me chocou, mas não foi nem 10% do divulgado. Isso prejudica a imagem da Escola, pois não houve tentativa de colocar a cabeça da criança no vaso, como falaram”.

O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko ressaltou ainda que serão debatidas alterações no Regimento Interno da Escola para contemplar leis recentes que coíbem o bullying, por exemplo.

“Nessa história, não há bandidos e nem mocinhos. Todas são crianças que precisam de estrutura e um ambiente saudável para estudar”, completa Jajah Neves.

Além de detalhar as medidas adotadas, a direção da Escola ainda apresentou a professora que cuida de alunos deficientes. São cerca de 30 estudantes que precisam de atendimento especial.

Jovem morre depois de reação alérgica a queijo

Alimento foi secretamente colocado na sua sanduíche, por outro colega, na escola.
Por Ana Ferreira Silvestre e Pedro Zagacho Gonçalves

Karanbir Cheema, de 13 anos, morreu no seguimento de uma alergia a um bocado de queijo, colocado por outro colega, na sua sanduíche. O incidente aconteceu na escola de William Perkin, em Greenford, Londres. 

Karanbir, conhecido por Karan, era um "jovem muito doce", que gostava de jogar futebol e regularmente praticava karaté. 

De acordo com alguns amigos do jovem, que sofria de várias alergias, este andava, nos últimos tempos, a sofrer de bullying. 

No dia da sua morte, Karan preparava-se para almoçar quando, secretamente, um dos colegas colocou queijo na sua sanduíche. Sem saber, Karan deu a dentada que o levou à morte. Esta informação foi revelada por um amigo da família, Humaira Khan. 

O jovem deslocou-se à enfermaria da escola, mas os medicamentos contra a alergia não era suficientes para ajudar. Nesse sentido, chamaram uma ambulância. 

Duas semanas depois, Karan morreu, rodeado pela família. 

No mesmo dia, o jovem de 13 anos que alegadamente colocou o ingrediente mortal na sanduíche de Karan, foi detido para prestar depoimento. 

Humaira Khan, amigo da família, disse que "Karan era amigo do meu filho e costumavam jogar futebol juntos". "Tive conhecimento de que existia uma criança que fazia bullying a Karan. Foi esse mesmo jovem que colocou o queijo no seu almoço", revelou. 

"Sempre que fecho os olhos, consigo vê-lo", admite Humaira. "Era um ótimo aluno a Matemática e um jovem muito simpático", recorda. 

Os restantes pais dizem que todos se encontram "devastados" pela morte de Karan. A mãe de um jovem, colega de Karan, que não se quis identificar, disse que "isto não passou de uma brincadeira que correu mal", em declarações ao jornal ‘The Metro’. 

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/jovem-morre-depois-de-reacao-alergica-a-queijo

Prefeitura apura caso de coordenador que teria mandado mãe 'dar um jeito' no cabelo da filha em escola de Cuiabá

A mãe da aluna, o coordenador e os responsáveis pela escola devem ser ouvidos em uma sindicância. O caso foi relatado pela mãe em um post na web.
Por André Souza, G1 MT
Prefeitura de Cuiabá abriu uma sindicância para apurar o caso do coordenador de uma escola da rede municipal que teria aconselhado a mãe de uma aluna a "dar um jeito" no cabelo da filha. A mãe da aluna, Nayara Oliveira, fez um posto na web relatando o fato. Segundo ela, a filha de 11 anos tem sofrido bullying das colegas de classe por ter o cabelo crespo.

Segundo a prefeitura, durante o procedimento a mãe da aluna, o coordenador e os responsáveis pela unidade escolar devem ser ouvidos. A sindicância deve apurar, entre outras coisas, a conduta do coordenador.

Para Nayara, a situação vivida pela filha é racismo. "Todas as brincadeiras de mal gosto que fazem com ela sempre tem a ver com as características negras dela. Minha filha não aguenta mais tanto racismo e preconceito", declarou.

Ao G1, Carlindo Rodrigues, coordenador da Escola Municipal Constância Figueiredo Palma Bem Bem, alegou que não orientou a mãe a ajeitar o cabelo da filha e que houve apenas um aconselhamento para melhorar a auto-estima da menina.

A "sugestão", de acordo com a mãe, teria sido dada durante um telefonema do coordenador para a mãe, depois que a menina pediu para ir embora da escola.


Post na rede social

No post, a mãe da aluna relata que o coordenador sugeriu que ela "desse um jeitinho" no cabelo da filha como forma de evitar os contrangimentos e brincadeiras de mal gosto.

"Ele [coordenador] disse que ela já estava mocinha e era melhor fazer um penteado, levar no salão e dar um jeito. Fiquei muito indignada e consternada. Não vou alisar e nem mudar o cabelo da minha filha para que ela seja aceita pelas outras meninas", declarou.

O coordenador negou que tenha dado a orientação para a mãe. "A aluna está passando por uma situação de constrangimento na sala de aula, por causa do cabelo. A conversa informal com a mãe foi para melhorar a auto-estima da menina", afirmou o coordenador Carlindo Rodrigues.

A unidade afirmou que inseriu projetos no currículo obrigatório dos alunos para combater o bullying e orientá-los a respeitar as diferenças.

Além da sugestão, o coordenador da escola, segundo a mãe, teria dispensado a menina da última semana de aula antes das férias para evitar os apelidos e o sofrimento da criança.

"Que tipo de profissional é esse que ao invés de lutar contra o bullying sugere que eu adapte minha pequena às aparências de outras crianças, porque meia dúzia de crianças mal orientadas não têm capacidade de lidar com as diferenças", diz o trecho final da publicação.

O Bullying tem sido tema frequente nas discussões escolares

Com certeza, meus colegas que ainda não tinham essa visão com relação ao bullying foram conscientizados.”

O tema bullying foi abordado de forma lúdica pelos atores

O Colégio Evangélico Panambi, preocupado e atento às mudanças globais de nosso tempo, procurando metodologias diferentes de forma que possa dar conta dos novos desafios .

  O grupo Cia Cultura nas Estradas, que apresentou para os alunos o espetáculo teatral:

Vida de Canela não é fácil – O Bullying não tem graça.


A peça contou a história de Canela, um menino que sofreu bullying durante a infância e adolescência.

O tema bullying foi abordado de forma lúdica pelos atores que, ao narrarem a trajetória de vida do personagem principal, relataram dados e informações sobre o tema.


Nossa escola não busca apenas modificar a organização escolar, os conteúdos programáticos, os métodos de ensino e estudo, mas sobretudo adotar um novo olhar sobre as ações educativas .

Para transmitir às novas gerações valores e modelos educacionais, nos quais o jovem possa pautar sua caminhada rumo à sua vida adulta de cidadão ético e responsável.


A coordenação do CEP, preocupada com os alunos e o tema, procurou metodologias diferentes para mostrar aos alunos as consequências causadas pelo bullying na prática, oportunizando – os a enxergar a realidade e o que acontece com quem sofre e com quem pratica bullying.


Segundo as palavras do aluno Thierry (7ºano do EF), “essa explanação do tema bullying, através do espetáculo teatral, me fez ter certeza de que o bullying é um problema muito sério.

Antes só ouvia falar, não conseguia imaginar o tamanho do estrago que o bullying causava na vida das pessoas.

Após assistir à peça teatral, eu percebi a diferença entre riso alegre e divertido, e o riso que agride e humilha.

Com certeza, meus colegas que ainda não tinham essa visão com relação ao bullying foram conscientizados.”


Fonte: PANAMBI NEWS

terça-feira, 11 de julho de 2017

Bullying racial em escolas é recorrente e adultos precisam ser 'punidos'

Keka Werneck 
Gazeta Digital

Bullying racial é rotina nas escolas públicas e privadas de Mato Grosso e o cabelo e a cor da pele são alvos preferenciais, afirma a diretora do Instituto de Mulheres Negras (Imune), Neusa Batista, autora do livro infantil "Cabelo Ruim".

Ela diz isso no contexto de um caso de bulliyng que está repercutindo no final desta semana. A mãe de uma aluna trouxe a público ofensas que a filha dela sofreu, por causa do cabelo afro e chegou em casa chorando.

"Isso é recorrente e a menor parte das pessoas denuncia", afirma Neusa, que é do movimento negro em Cuiabá. Antes da denúncia, segundo ela, vítimas costumam passar um bom tempo apenas sofrendo caladas, sentindo vergonha da própria pele e do cabelo, principalmente.

O antídoto contra isso, segundo ela, é estudar sobre as origens africanas.

"Associam o negro ao escravo, ao ruim, ao sujo, ao inadequado, quem vai querer ser tudo isso? Mas estudanto sobre a África, a gente vê que tem uma cultura muito rica, a matemática surgiu na África, a primeira universidade também, então tem uma contribuição enorme dada ao mundo, ao Brasil então nem se fala. Sabendo de tudo isso, a pessoa muda a relação consigo mesma, com o cabelo, passa a gostar, a se identificar e a saber se defender", acredita a escritora.

O livro dela, "Cabelo Ruim", tem distribuição nacional desde 2006, e conta a história de 3 meninas negras, Tatá, Bia e Ritinha, que estão em sofrimento por serem negras.

“Cabelo de Bombril, Cabelo de vassoura, Pixaim! Estas e outras expressões pejorativas referentes ao cabelo crespo são comuns no ambiente escolar, figurando entre as piadinhas trocadas entre alunos. Uma piada deste tipo é o estopim da história narrada no livro", diz resumo da publicação.

De forma lúdica, o livro ajuda outras meninas a se estruturar melhor para enfrentar bullying racial.

Sobre a escola onde o caso ocorreu, ela sugere atividades pedagógicas imediatas, porque apenas pedido de desculpas não resolve.

"É interessante os alunos que atingiram a menina pedirem desculpas, até porque são crianças e estão em construção. Mas adultos precisam ser mesmo é responsabilizados", comenta Neusa.

O advogado Augusto Frutuoso, da Comissão de Defesa da Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Mato Grosso, ressalta que na lei são crimes injúria racial e racismo.

A injúria racial consta do Código Penal e é caracterizada por um xingamento direcionado à pessoa. A pena é de até 3 anos de reclusão e o crime é afiançável. Já o racismo é tratado pela Lei 7.579, a pena é de 2 a 5 anos de reclusão e o crime é inafiançável.

"Critico essa separação porque tudo é racismo", diz o advogado, sugerindo às pessoas atingidas que denunciem.

O Gazeta Digital, que já havia ouvido a mãe da menina, tentou falar com a direção da escola, onde ocorreu o caso de repercussão atual, mas não conseguiu contat