quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Bullying no trabalho



Daniela Ribeiro
Gerente sênior de recrutamento da Robert Half
1 – O que caracteriza o bullying no trabalho?
Em geral, o bullying é caracterizado por agressões intencionais, verbais ou físicas, que são feitas de maneira recorrente. No caso do bullying corporativo, as principais situações são a humilhação e a intimidação, que podem ser feitas por superiores ou colegas.

2 – Como identificar uma situação de bullying?
É difícil listar os indícios, porque cada caso de bullying é muito particular. Por essa razão, o ideal é que os gestores e a direção da empresa fiquem atentos para identificar os tipos de brincadeiras que acontecem dentro da companhia, se elas são de bom ou mau gosto. Porém, o que vai realmente determinar esse limite é quem está sofrendo com a situação.

3 – Quais danos o bullying no trabalho pode causar à vítima?
Assim como ocorre nas escolas, no ambiente corporativo estas situações, se não são resolvidas, podem levar ao isolamento do profissional, afetar sua produtividade e a integração com a equipe, e em casos mais intensos, desenvolver distúrbios ainda mais graves.

4 – Como os profissionais podem se proteger do bullying?
A principal recomendação é que o agredido se manifeste e deixe claro seu incômodo desde o primeiro momento, para tentar inibir o bullying. Essa comunicação pode ser feita diretamente ao agressor, ao gestor – caso o bullying não esteja sendo causado por ele – ou até mesmo ao departamento de RH da empresa.

5 – Qual deve ser o posicionamento da empresa com relação ao bullying?
Em caso de receber uma denúncia de bullying, o primeiro passo da empresa deve ser entender o cenário com as partes envolvidas de maneira franca, apontando caminhos para que a situação não se repita. Mas, independentemente de terem ciência de uma situação de bullying, é importante que as organizações reforcem sempre a importância do trabalho em grupo, não só no discurso, mas com treinamentos que enalteçam esse tipo de iniciativa, promovendo a participação de todos. Também é recomendado tratar o tema de forma aberta, deixando claro quais as políticas da empresa em relação ao tema, possíveis punições ao agressor e alternativas de comunicação das agressões por parte do agredido. É fundamental que se tenha lideranças com sensibilidade para identificar comportamentos que fogem do ideal para tomar as atitudes necessárias, antes que o problema se torne maior. 

Hamilton diz que sofreu bullying na escola por ser negro

Hamilton diz que sofreu bullying na escola por ser negro
Lewis Hamilton, Mercedes AMG F1 on the grid
Lewis Hamilton, Mercedes AMG F1 W07 Hybrid
Lewis Hamilton, Mercedes AMG F1 in qualifying parc ferme
Lewis Hamilton, Mercedes AMG F1 W07 Hybrid

Primeiro negro a correr na Fórmula 1, britânico fala que ofensas o fizeram mais forte: “são como feridas de batalha”

Tricampeão da Fórmula 1, Lewis Hamilton assumiu que já sofreu bullying nos tempos de menino. O piloto inglês de 31 anos, que chegou à F1 em 2007 pela McLaren, disse que toda a pressão que teve de lidar no início da vida o fez mais forte parta conquistar seus objetivos.
“Sofri bastante racismo crescendo onde cresci. Era intimidado na escola. Isso definitivamente me incentivou”, disse ao site Complex.
“São como feridas de batalha – isso só faz você mais forte. Meu pai sempre disse: ‘fale na pista’. Então, desde o primeiro dia, eu sempre falei na pista. ‘Deixe seus resultados falarem mais alto que qualquer coisa que você tenha a dizer. Você não tem de dizer nada a essas pessoas’.”
“Mas enfrentei crianças gritando coisas para mim, professores que me disseram: ‘você nunca vai ser um piloto de verdade, você nunca vai ser nada’. Gente que realmente apenas tentava me puxar para baixo.”
Hamilton também falou da batalha do pai, Anthony, para conseguir patrocínios no início de sua carreira.
“‘Jamaica Abaixo de Zero’ é um dos meus filmes favoritos. Nunca tinha tido um time de trenó da Jamaica. Se eles fossem perguntar para as pessoas: ‘você gostaria de patrocinar um time de trenó da Jamaica?’ As pessoas iriam rir.”
“E meu pai chegava em várias empresas dizendo: "você gostaria de patrocinar o primeiro piloto de Fórmula 1 negro?" Eu imagino as pessoas fazendo a mesma coisa. Agora eles estão provavelmente falando, ‘merda ...’”

Elenco do filme É Fada! fala sobre cyberbullying em entrevista

AMAMOS CINEMA | FAZ 23 HORAS
É Fada!
Arrasaram!

O elenco do filme É Fada! conversou com o E! Online Brasil nesta terça-feira, 27, no L'Hotel Porto Bay São Paulo, e lá eles deram mais detalhes sobre o longa, além de falarem sobre cyberbullying e os padrões rigorosos da sociedade. Arrasaram!
Primeramente, Kéfera Buchmann comentou sobre como se sente estando no cinema, já que este sempre foi o seu sonho na carreira de atriz. "Estourealizando o meu sonho de vida. Quem acompanha os meus vídeos noYoutube sabe que eu entrei nele para chegar no cinema um dia. Agora isso finalmente está acontecendo e é inacreditável", disse ela.
Para quem não sabe, no filme Kéfera interpreta a fada Geraldine. Ela tem a missão de ajudar uma garota chamada Julia (interpretada por Klara Castanho), que tem problemas para se incluir no ambiente escolar por causa de bullying. A youtuber afirmou que se identifica mais com a personagem Julia, do que com Geraldine: "É a minha história - da criança que passou pelo bullying, que tentou ter amigos, que tentou se identificar e ter um grupo na escola. Então, quando eu li o roteiro, eu pensei: 'Como eu queria que essa fada tivesse aparecido na minha época'".
Klara também disse que entende do assunto por ter passado por situações parecidas. "Sempre teve piadinha por causa da minha altura, sempre fui a mais baixinha, sempre tive cara de mais nova", disse ela. Segundo a atriz, um dos motivos para o bullying ainda acontecer é a própria imposição de padrões praticada pela sociedade: "Estamos em uma situação em que tudo não pode e tudo é imposto. Não podemos decidir o que somos, como vamos nos vestir, como será o nosso cabelo, a nossa roupa", comentou. "Justamentepor causa da sociedade e por causa dessa adolescência tão rigorosa e fútil ao mesmo tempo, a gente passa a respeitar coisas que surgiram de um post em um Instagram", continuou. 
Para concluir, Castanho afirma qual é a moral do filme: "A ideia inicial é: 'Se permita. Seja quem você é'".
É Fada! Tem data de estreia marcada para o dia 6 de outubro. Assista ao trailer:

Programa aplicado em colégio aumenta o rendimento dos alunos e diminui o índice de problemas disciplinares

“Escola da Inteligência” diminuiu acentuadamente situações de bullying em escola de Formosa-GO. De acordo com o IBGE, escolas privadas têm mais casos de bullying que a rede pública

Ray Santos

A “Escola da Inteligência” é um programa de educação socioemocional, fundamentada na Teoria da Inteligência Multifocal, de autoria do Dr. Augusto Cury – médico psiquiatra, psicoterapeuta, pesquisador e escritor. O projeto, aplicado em escolas conveniadas, prepara os estudantes para os desafios da vida, do mercado de trabalho, relações interpessoais e acadêmicos. Além disso, orienta os alunos a evitar o bullying, que é uma das formas de violência que mais crescem no mundo, segundo Cléo Fante, educadora e autora do livro “Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz”.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2015, mostrou que a prática do bullying foi um pouco mais frequente nas escolas privadas (21,2%) que na rede pública (19,5%). Para isso, o programa utiliza ferramentas de combate a atitudes como essa, o que diminuiu consideravelmente o índice de problemas disciplinares em escolas. Elizabeth Cury, Diretora Pedagógica do Colégio Visão, confirma que houve melhoria no rendimento dos alunos: “quando se trabalha a autoestima do aluno, ele sai de índices medianos (nota 6) para notas como 8 e 10. Nós temos estudantes que realmente foram ajudados porque a família se envolveu no programa. Todo o trabalho é feito em conjunto com a família para alcançar com eficácia os objetivos”.
Há dois anos, a Escola da Inteligência trabalha as habilidades fundamentais na formação dos alunos do Visão, localizado em Formosa – GO, e contribui para melhorias em aprendizagem, relacionamentos, autoestima, ansiedade, timidez, entre outros problemas enfrentados em ambientes escolares. Hoje, as situações de bullying já não são mais frequentes na escola, segundo Elizabeth, que também é pedagoga e especialista em Administração Escolar. “Apesar de comum os apelidos e gozações entre crianças e jovens, após a implementação do projeto, tanto o agressor como o agredido têm maneiras concretas para combater situações desagradáveis que prejudicam relações saudáveis”, explica a diretora.
Não é à toa que o Colégio é o primeiro lugar no Enem entre todas as instituições particulares de Formosa-GO. A metodologia é específica para cada faixa etária e envolve as seguintes áreas do saber: Neurociência, Psicologia e Filosofia. O programa está presente na grade curricular da instituição com uma hora de aula por semana e com sete encontros anuais com os pais, por meio de reuniões com especialistas na área.
Um dos focos da instituição é o preparo psicossocial do aluno Visão. “Nós queremos que nossos alunos passem no vestibular, mas também que saiam daqui como cidadãos preparados para a sociedade”, pontua o Diretor Tarley Cury. Antes da implementação do projeto, eram quase 30 ocorrências disciplinares por mês. Atualmente, a média, em um período de seis meses, é de apenas três, revela a direção do colégio.

De acordo com um estudo realizado pela Escola da Inteligência, com mais de 300 escolas contempladas com o programa, cerca de 91% dos alunos apresentaram melhorias no desenvolvimento cognitivo (aprendizagem), 92% nas habilidades interpessoais (relacionamentos) e 96% nas habilidades intrapessoais (autoestima, ansiedade, timidez, entre outras). Aproximadamente 93% dos professores atestaram melhorias nos aspectos comportamentais e atitudinais dos estudantes. Atualmente, o Programa atende diretamente mais de 200 mil alunos em escolas conveniadas de todo Brasil.
A Escola
O Colégio Visão, consagrado como uma das maiores instituições particulares de Formosa (GO) e líder em aprovação em vestibulares, foi fundado em 1991 e conta com Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio e tem como foco um trabalho baseado na afirmação de valores humanitários, éticos e sociais. Em 2017, chega ao Distrito Federal com uma unidade de 4500 metros quadrados, em Águas Claras, e contará com a direção de Ronaldo Mendes, ex-diretor do Colégio Sigma. As matrículas estarão abertas a partir do dia 3 de novembro de 2016 e poderão ser feitas na própria unidade. A sucursal promete trazer ao DF toda a qualidade e empenho no ensino que o nome Visão já conquistou em Formosa.
Serviço:
Nova sucursal Colégio Visão – Águas Claras
Endereço: Rua 25 norte lote 4 CEP: 71.917-180
Horário: De 7h30 às 17h30
Ensino: infantil, fundamental I e II e ensino médio
Mais informações: http://www.facebook.com/colegiovisaoformosa / http://www.colegiovisaofsa.com.br
Telefone: (61) 3642-3512
Colégio Visão – Formosa
Endereço: Avenida João Isper Gebrim, 2630, Formosinha Formosa-GO CEP: 73.813-210
Horário: De 7h30 às 17h30
Ensino: infantil, fundamental I e II e ensino médio
Telefone: (61) 3642-3537
Fonte: Stillo Press

terça-feira, 27 de setembro de 2016

O escritor Mar'Junior autor de "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo." esteve em Divinópolis


MAR'JUNIOR esteve autografando seu livro "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo." em Divinópolis, Minas Gerais no dia 20 de setembro na Biblioteca Pública Ataliba Lago e aproveitou para bater um super papo com os seus seguidores.

A Fotografa Marcela Simões com Mar'Junior

A Produtora Roana Simões com Mar'Junior

Denia Cortez com Mar'Junior

Uma tarde super agradável em Divinópolis com o Escritor e Autor Mar'Junior, com seus seguidores


Atriz Mariana Xavier grava para a Campanha EU DIGO NÃO AO BULLYING 2016




A atriz Mariana Xavier também estará na campanha contra o #bullying
Em outubro! #EUdigonãoaobullying#CiaAtoresdeMar'
 

Os atores Nicollas Paixão e Ittalo Paixão gravaram para a Campanha EU DIGO NÃO AO BULLYING 2016




Gravação em dose dupla contra o #bullying
Os atores Nicollas Paixão e Ittalo Paixão deram seus depoimentos. Os irmãos estarão na campanha#EUdigonãoaobullying #CiaAtoresdeMar'

Bullying não é MIMIMI - Fomos ouvir algumas histórias nas ruas


por Redação
CATRACA LIVRE

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio mata mais jovens do que a AIDS em todo o mundo. E adivinhe qual a principal causa do suicídio? Bullying seguido de depressão.


Kate Winslet diz às 'invejosas da escola' para olharem para ela agora

A atriz de Hollywood sofria de gozos por ser gordinha

POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Em entrevista ao programa "Today Show" a atriz, de agora 40 anos, falou sobre o bullying de que era vítima na escola e brincou com a situação.

A vida dá muitas voltas e foi isso mesmo que Kate Winslet revelou na sua entrevista. "Eu sofria de Bullying quando era pequena, na escola. Por ser gordinha..." dizendo ainda que se sente abençoada com a carreira. "Tenho crianças saudáveis uma vida feliz e, para mim, isso é tipo: 'então, olhem para mim agora, meninas', conta a atriz.
Contudo, ela mostra-se confiante com a sua vida e sem problemas de falar sobre o seu passado. Com 40 anos, a atriz tem um percurso impressionante e de fazer inveja, que pode ser visto através desta galeria. 

Bullying é crime?


Catraca Livre
Ao falar de "bullying" é comum estabelecer uma ligação entre a palavra e as intimidações vexatórias realizadas no ambiente escolar. Mas isso é passado.
A prática do bullying se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
Ao abranger assim seu significado, fica fácil tirar o bullying apenas do ambiente escolar e trazê-lo à realidade cotidiana de qualquer pessoa.
Helder Almeida / iStock
Créditos: Helder Almeida / iStock
Bullying é o ato de intimidação vexatória realizado por um ou mais indivíduos que causa dor ou angústia na vítima
No Brasil, o assunto ainda é um tabu. Isso porque a maioria das pessoas não tem noção das consequências que o bullying pode causar, alegando que as vítimas poderiam se defender facilmente. "Eles estão de mimimi". Sendo assim, o Catraca Livre lançou a campanha #BullyingNãoÉMimimi, a fim de desconstruir o conhecimento prévio que se tem sobre o ato e alertar a população de que as vítimas podem carregar traumas provenientes do bullying por longos anos.
Mas, voltando à questão: bullying é crime? Existe uma linha que define até que ponto o bullying pode ser considerado crime, ou não?
Em primeiro lugar, é importante verificar que não há nada no Código Penal Brasileiro que caracterize o bullying como crime. Em contrapartida, há no ato de constranger um "subconjunto de comportamentos agressivos". Ou seja, há o bullying escolar, o bullying doméstico, o bullying racista, o cyberbullying, entre outros. E aí, sim: tais comportamentos constituem infração, em muitos casos com penas severas.
O portal Âmbito Jurídico publicou um artigo acadêmico, realizado por Hálisson Rodrigo Lopes e Gylliard Matos Fantecelle, em que é possível consultar algumas infrações penais que o bullying pode caracterizar diante do caso concreto. Vejaaqui (tópico 3).
"Estou sendo vítima de bullying. O que devo fazer?"
Uma vez que o bullying não é tipificado como crime no Brasil, muitos podem acreditar que o problema é meramente comportamental, negando qualquer envolvimento policial no caso.
Contudo, cada caso de bullying pode e deve ser levado em consideração como caso de polícia. É importante enquadrar a agressão em alguns dos casos vistos acima, no portal Âmbito Jurídico.
  • Faça sua denúncia ao Disque 100 - Disque Direitos Humanos (a ligação é gratuita e o atendimento é de 24 horas)
  • Consiga provas do bullying. É importante que a vítima reúna provas e testemunhas de que o bullying aconteceu antes de levar o caso a alguma delegacia de polícia.
  • Se você é pai ou mãe, converse com seus filhos. Neste momento, ele pode ser vítima de bullying na escola e o caso não deve ser levado como vingança. Jamais encoraje seu filho a revidar. Procure a direção da escola e relate o acontecimento. Se o(a) diretor(a) não tomar nenhuma atitude, procure a polícia. No caso de seu filho ser o agressor, busque ter diálogos francos e diretos com ele. Afinal, ele está prejudicando a vida de alguém. Não encoraje a prática do bullying.