quarta-feira, 24 de agosto de 2016

"É impossível prever o sucesso de um youtuber"


Gaby Reucher (fc)

  • Youtubers RezendEvil, Jout Jout e Kéfera
    Youtubers RezendEvil, Jout Jout e Kéfera
Cada vez mais jovens se expressam através de vídeos no Youtube e tentam novos formatos. Como dar projeção ao próprio canal entre tantos outros? E como lidar com o "bullying"? Mounira Latrache, do Youtube Space, dá dicas.
Os youtubers --usuários regulares do Youtube que postam vídeos próprios na plataforma-- ganham cada vez mais ressonância no mundo. Desde o surgimento do site, em 2005, os internautas experimentam novas formas de produção e consumo de vídeos, na maneira de discutir um tema ou estabelecendo novos formatos.
Em meio a tanta concorrência para dar destaque a um canal, Mounira Latrache revela que o maior que o segredo do sucesso é deixar a imaginação rolar e colocar as próprias ideias em prática. Diretora do celeiro de novos talentos Youtube Space Berlin, aberto em 2015, ela participou do VideoDays, o maior encontro de youtubers da Europa, realizado em Colônia, no oeste alemão.
"O segredo do sucesso é exatamente colocar as próprias ideias em prática, pois em geral os jovens têm boas ideias, e sabem o que realmente funciona e o que a própria comunidade, os fãs e os amigos querem", afirma Latrache. Um tema importante para ela é o bullying online.
DW: Há filiais do Youtube Space em nove países, em metrópoles como Tóquio, Nova York, São Paulo, Toronto e Mumbai. O que é, exatamente, um Youtube Space?
Mounira Latrache: O Youtube Space é um trampolim para futuros youtubers aprenderem coisas novas. Nós oferecemos seminários, por exemplo, sobre como pode ser fácil e rentável produzir vídeos e, também, quais são os fatores de sucesso mais comuns no Youtube. Mostramos aos participantes como desenvolver uma estratégia para seu canal e os ajudamos na produção dos vídeos. No Space é possível alugar estúdios de gravação; especialistas em produção auxiliam os interessados a iluminarem uma sala ou alinhar a câmera corretamente. O Youtube Space é também um local para youtubers se encontrarem e fazerem novos contatos.
Vocês guiam os youtubers para o sucesso, ensinando o que é bem aceito pelos usuários?
Nós tentamos justamente não fazer isso, mas sim ajudar os youtubers a colocarem suas próprias ideias em prática. Nos últimos anos, descobrimos que o segredo do sucesso é bem esse, pois em geral os jovens têm boas ideias, e sabem o que realmente funciona e o que a própria comunidade, os fãs e os amigos querem. Cada canal tem também um público único, que deve ser atendido de forma diferente.
Então vocês não dizem, por exemplo, que prunks (trotes) ou challenges (desafios) ou jogos de perguntas do gênero "Você prefere fazer isso ou aquilo?" estão na moda, e que seria bom fazer algo neste sentido?
Não, a gente não faz isso. Novas tendências também surgem quando eles experimentam novas coisas, que ninguém antes pensava ser possível, e que funcionam. Um bom exemplo é o unboxing. Quem diria que ia virar sucesso um vídeo em que alguém desempacota produtos comprados na frente da câmera? É algo que não dá para prever - e é bom que seja assim e continue.
Todos os termos da linguagem dos youtubers são em inglês. Muitas ideias vêm dos Estados Unidos? Ou há coisas específicas da cena youtuber alemã?
O bom é que em cada nação há uma comunidade própria, também com traços nacionais muito específicos. E a Alemanha tem uma comunidade muito especial. Aqui, por exemplo, tudo é muito conectado, o que não ocorre em todo país. Os youtubers da Alemanha têm conexões firmes entre si, há muitas atividades conjuntas das comunidades, como por exemplo, turnês com a "gang" [youtubers que gravam vídeos juntos e divulgam mutuamente seus links]. Mas, claro, algumas tendências vêm de outros países e também influenciam a Alemanha.
Há também tendências que surgiram na Alemanha?
Sim, por exemplo o youtuber LeFloid com seu formato de notícias. Ele realmente influenciou muitos novos canais que exploram formatos semelhantes, pois tem uma maneira bem diferente de falar sobre as notícias. No início as pessoas disseram que não ia funcionar e que não era muito fundamentado jornalisticamente. Mas assim ele realmente alcança um público-alvo.
A ideia é: "Eu digo para vocês o que me incomoda, nós discutimos, e então vocês me dizem o que não acham bom." Esse é um formato que muitos imitaram. E LeFloid aproveita também os comentários da comunidade e os incorpora em seu próximo vídeo, de modo que a inspiração é mútua.
Ao introduzir o Youtube aos jovens no Youtube Space, você também assume uma responsabilidade em relação a eles? Afinal, as pessoas nem sempre são avaliadas positivamente com um "like", há também críticas fortes em alguns comentários...
É verdade. A comunidade é muito sincera, e às vezes também atinge duramente com as suas críticas. Nós estamos sempre discutindo isso com os youtubers. Em parte é bem dura essa escola por que eles têm que passar. Há muitos anos nós também fazemos uma campanha anti-bullying, dizendo: sejam respeitosos, também online o bullying não é legal.
Claro que os youtubers podem excluir os comentários de seu canal. Mas nós vemos que eles lidam de forma muito aberta com as críticas. Eles dizem, na verdade: "Eu quero que tudo fique do jeito que está", e em geral a própria comunidade dá conta da situação. Aí os fãs dizem, para os comentários de ódio: "Afinal, o que é que você está querendo aqui?"
Isso também apoia a nossa campanha: se todos dissermos "isso não está certo", então as pessoas não vão ter coragem de continuar o assédio. Essa dinâmica mostra que é possível se contrapor ao bullying.
Por outro lado, nós também trabalhamos com as escolas, realizamos oficinas para treinar a competência midiática. Os pais e professores também devem falar abertamente com os jovens sobre como lidar com bullying, ou o que implica se dizerem coisas ofensivas online. Isso é importante, para que os estudantes tenham consciência do alcance de uma ofensa pública. Acho que o mais importante é haver um debate aberto sobre o tema.

OAB promove I Seminário da Infância e Juventude

Da Redação Folha Max

Por meio da parceria entre a Comissão de Infância e Juventude (CIJ) e a Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara), a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) realiza nesta quarta-feira (24) - data em que se comemora o Dia da Infância - o I Seminário da Infância e Juventude.

O evento acontece das 8h ás 18h no auditório da OAB-MT e reúne os mais diversos temas e abordagens legais relativas aos cuidados e desenvolvimento de crianças e adolescentes. Também contará com apresentação esportiva e exposição dos trabalhos desenvolvidos pelas crianças do programa Rede Cidadã.

As novas perspectivas para o fortalecimento do direito à convivência familiar, educação e saúde serão abordadas pela corregedora geral de Justiça e presidente da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA/MT), desembargadora Maria Erotides Kneip Baranjak, durante a palestra sobre a Lei da Primeira Infância.

Fundadora da Ampara, a advogada Lindacir Rocha Bernardon fala acerca da adoção e os procedimentos legais para o ato.

Autora do artigo utilizado para justificar o projeto que originou a Lei 13.058/2014, que aplica a guarda compartilhada nos casos em que não houver acordo entre o casal que esteja apto a exercer o poder familiar, a juíza da 3ª Vara de Família e Sucessões de Várzea Grande, Jaqueline Cherulli, discorre sobre guarda compartilhada e alienação parental.

No período da tarde, a violência sexual contra criança e adolescente, pedofilia e bullying virtual e pessoal entram em foco no I Seminário da Infância e Juventude.

Juiz da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Capital, Jamilson Haddad faz a abordagem sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes. Na sequência, o delegado de Várzea Grande, Bruno Lima, fala sobre pedofilia.

O bullying, tanto nas relações pessoais, como no ambiente virtual, será o tema da palestra ministrada pela psicóloga Fernanda Cristina Borges Araújo Jesus.

Já a psicopedagoga Masarela Marques dos Passos falará sobre a educação infantil e a importância do ensino para o desenvolvimento psíquico da criança.

Por fim, o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Jair Fante, ministra palestra acerca dos cuidados que valorizam a vida.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Esgrimista Nathalie Moellhausen grava para a Campanha EU DIGO NÃO AO BULLYING 2016




Gravamos a campanha contra o #bullying com a esgrimista Nathalie Moellhausen. Ela que é campeã mundial e acabou de se tornar a melhor campanha da esgrima brasileira na história das Olimpíadas com o sexto lugar na #Rio2016. Em outubro, estará no ar. #EUdigonãoaobullying #CiaAtoresdeMar' 

Ator Daniel Avila grava para a Campanha EU DIGO NÃO AO BULLYING 2016




Mais uma gravação para a campanha contra o#bullying. Hoje com o ator Daniel Avila. Em outubro, no ar. #EUdigonãoaobullying #CiaAtoresdeMar' — com Patrick MoraesJunior BeéfierriDaniel Avila eMar Junior.

Ator Vitor Frad grava para a Campanha EU DIGO NÃO AO BULLYING 2016




Gravamos hoje com o ator, diretor e escritor Vitor Frad para a campanha contra o #bullying. Em outubro estará no ar e todos vamos participar com#EUdigonãoaobullying #CiaAtoresdeMar'

Atriz Nívia Helen grava para a Campanha EU DIGO NÃO AO BULLYING 2016



Acabamos de gravar com a atriz Nivia Helen para a campanha contra o#bullying. Lembrando que a campanha vai acontecer em outubro com#EUdigonãoaobullying #CiaAtoresdeMar'

"É impossível prever o sucesso de um youtuber"


Fonte: Terra

Cada vez mais jovens se expressam através de vídeos no Youtube e tentam novos formatos. Como dar projeção ao próprio canal entre tantos outros? E como lidar com o "bullying"? Mounira Latrache, do Youtube Space, dá dicas.

Os youtubers - usuários regulares do Youtube que postam vídeos próprios na plataforma - ganham cada vez mais ressonância no mundo. Desde o surgimento do site, em 2005, os internautas experimentam novas formas de produção e consumo de vídeos, na maneira de discutir um tema ou estabelecendo novos formatos.

Em meio a tanta concorrência para dar destaque a um canal, Mounira Latrache revela que o maior que o segredo do sucesso é deixar a imaginação rolar e colocar as próprias ideias em prática. Diretora do celeiro de novos talentos Youtube Space Berlin, aberto em 2015, ela participou do VideoDays, o maior encontro de youtubers da Europa, realizado em Colônia, no oeste alemão.

"O segredo do sucesso é exatamente colocar as próprias ideias em prática, pois em geral os jovens têm boas ideias, e sabem o que realmente funciona e o que a própria comunidade, os fãs e os amigos querem", afirma Latrache. Um tema importante para ela é o bullying online.

DW :Há filiais do Youtube Space em nove países, em metrópoles como Tóquio, Nova York, São Paulo, Toronto e Mumbai. O que é, exatamente, um Youtube Space?

Mounira Latrache: O Youtube Space é um trampolim para futuros youtubers aprenderem coisas novas. Nós oferecemos seminários, por exemplo, sobre como pode ser fácil e rentável produzir vídeos e, também, quais são os fatores de sucesso mais comuns no Youtube. Mostramos aos participantes como desenvolver uma estratégia para seu canal e os ajudamos na produção dos vídeos. No Space é possível alugar estúdios de gravação; especialistas em produção auxiliam os interessados a iluminarem uma sala ou alinhar a câmera corretamente. O Youtube Space é também um local para youtubers se encontrarem e fazerem novos contatos.

Vocês guiam os youtubers para o sucesso, ensinando o que é bem aceito pelos usuários?

Nós tentamos justamente não fazer isso, mas sim ajudar os youtubers a colocarem suas próprias ideias em prática. Nos últimos anos, descobrimos que o segredo do sucesso é bem esse, pois em geral os jovens têm boas ideias, e sabem o que realmente funciona e o que a própria comunidade, os fãs e os amigos querem. Cada canal tem também um público único, que deve ser atendido de forma diferente.

Então vocês não dizem, por exemplo, que prunks (trotes) ou challenges (desafios) ou jogos de perguntas do gênero "Você prefere fazer isso ou aquilo?" estão na moda, e que seria bom fazer algo neste sentido?

Não, a gente não faz isso. Novas tendências também surgem quando eles experimentam novas coisas, que ninguém antes pensava ser possível, e que funcionam. Um bom exemplo é o unboxing. 

Quem diria que ia virar sucesso um vídeo em que alguém desempacota produtos comprados na frente da câmera? É algo que não dá para prever - e é bom que seja assim e continue.

Todos os termos da linguagem dos youtubers são em inglês. Muitas ideias vêm dos Estados Unidos? Ou há coisas específicas da cena youtuber alemã?

O bom é que em cada nação há uma comunidade própria, também com traços nacionais muito específicos. E a Alemanha tem uma comunidade muito especial. Aqui, por exemplo, tudo é muito conectado, o que não ocorre em todo país. Os youtubers da Alemanha têm conexões firmes entre si, há muitas atividades conjuntas das comunidades, como por exemplo, turnês com a "gang" [youtubers que gravam vídeos juntos e divulgam mutuamente seus links]. Mas, claro, algumas tendências vêm de outros países e também influenciam a Alemanha.

Há também tendências que surgiram na Alemanha?

Sim, por exemplo o youtuber LeFloid com seu formato de notícias. Ele realmente influenciou muitos novos canais que exploram formatos semelhantes, pois tem uma maneira bem diferente de falar sobre as notícias. No início as pessoas disseram que não ia funcionar e que não era muito fundamentado jornalisticamente. Mas assim ele realmente alcança um público-alvo.

A ideia é: "Eu digo para vocês o que me incomoda, nós discutimos, e então vocês me dizem o que não acham bom." Esse é um formato que muitos imitaram. E LeFloid aproveita também os comentários da comunidade e os incorpora em seu próximo vídeo, de modo que a inspiração é mútua.

Ao introduzir o Youtube aos jovens no Youtube Space, você também assume uma responsabilidade em relação a eles? Afinal, as pessoas nem sempre são avaliadas positivamente com um "like", há também críticas fortes em alguns comentários...

É verdade. A comunidade é muito sincera, e às vezes também atinge duramente com as suas críticas. Nós estamos sempre discutindo isso com os youtubers. Em parte é bem dura essa escola por que eles têm que passar. Há muitos anos nós também fazemos uma campanha anti-bullying, dizendo: sejam respeitosos, também online o bullying não é legal.

Claro que os youtubers podem excluir os comentários de seu canal. Mas nós vemos que eles lidam de forma muito aberta com as críticas. Eles dizem, na verdade: "Eu quero que tudo fique do jeito que está", e em geral a própria comunidade dá conta da situação. Aí os fãs dizem, para os comentários de ódio: "Afinal, o que é que você está querendo aqui?"

Isso também apoia a nossa campanha: se todos dissermos "isso não está certo", então as pessoas não vão ter coragem de continuar o assédio. Essa dinâmica mostra que é possível se contrapor ao bullying.

Por outro lado, nós também trabalhamos com as escolas, realizamos oficinas para treinar a competência midiática. Os pais e professores também devem falar abertamente com os jovens sobre como lidar com bullying, ou o que implica se dizerem coisas ofensivas online. Isso é importante, para que os estudantes tenham consciência do alcance de uma ofensa pública. Acho que o mais importante é haver um debate aberto sobre o tema.

Aos 13 anos, vítima de bullying suicidou-se

Fonte: Impala

Antes de se enforcar, o adolescente de 13 anos escreveu uma carta. Os pais querem agora que todos conheçam a sua história para que se acabe de vez com o bullying.

Daniel vivia em Nova Iorque e tinha somente 13 anos quando acabou com a própria vida. A irmã, Kristen, de 17 anos, encontrou-o enforcado. Os pais, Maureen e Daniel, estão arrasados, mas não querem ficar em silêncio o que levou o filho ao suicídio: bullying.


O adolescente escreveu uma carta de despedida, que os pais tornaram pública recentemente. Nela, Daniel descreve como os colegas da escola, de repente, se viraram contra ele, maltratando-o. "O Anthony descarregava tudo em mim. Todos os dias, o John, o Marco, o José e o Jack faziam bullying comigo, ao ponto de, certo dia, me terem partido um dedo", escreveu Daniel na carta a esplicar por que se suicidou. Maltratavam-no por ser, aparentemente, obeso, ter boas notas e por não ser tão rufia quanto os colegas de que passou a ser vítima. "Eu desisti. Os professores também não fizeram NADA", lamentou em desespero, antes de cometer suicídio.


"A história do meu filho está aí para toda a gente ver por quanta dor ele passou", disse o pai de Daniel no Facebook, num vídeo que pode ver no fim deste artigo. "Nenhum pai deveria ter de enterrar um filho. Nenhuma criança deveria passar pelo que o meu filho passou." No vídeo, o pai da criança, que também se chama Daniel, condenou tanto os rapazes que faziam deliberadamente bullying quanto a escola católica que minimizou o caso repetidamente. "Vai ficar tudo bem, estas coisas passam", diziam na Direção da escola sempre que Daniel procurava ajuda.


"Eu espero que vocês nunca tenham de passar pelo que minha família está a passar agora. Vocês podem abraçar os vossos filhos todos os dias e todas as noites para o resto das vossas vidas. Eu já nã", chora o pai do adolescentel.
Veja o vídeo emocionado do pai de Daniel: 


Superando marcas, bullying e o preconceito

Fonte: Jornal Floripa

Com apenas 22 anos, Tom Daley já tem muita história pra contar, e a precocidade parece fazer parte desde sempre da vida deste britânico, que se tornou um dos maiores atletas de saltos ornamentais do mundo. No esporte, começou a saltar com apenas 7 anos. Com 13, tornou-se o mais jovem vencedor de um campeonato europeu. Com 14, foi o atleta britânico mais jovem na Olimpíada de Pequim-2008, tornando-se também o caçula entre finalistas de todas as nacionalidades — ficou na sétima posição na plataforma de 10m, sua especialidade. Em 2009, aos 15 anos, ganhou seu primeiro campeonato mundial, tornando-se o britânico mais jovem a conseguir tal feito. Três anos mais tarde, daria a primeira medalha (bronze) para a Grã-Bretanha em provas de saltos ornamentais após 52 anos, em seu país, nos Jogos de Londres-2012. Era o apogeu de Daley, que durante todo este tempo, passou por provações na vida pessoal que quase o tiraram do esporte e, muito além disso: quase tiraram sua vida. Alvo de bullying diário na escola — “Atiravam coisas em mim, me jogavam no chão, e todo mundo achava graça. Comecei a duvidar de quem eu era”, revelou ele em entrevista —, chegou a confessar ao treinador que estava desistindo da carreira e que pensava em suicídio. Tom Daley foi salvo pelo pai, que o tirou do colégio e passou a dedicar-se em tempo integral ao filho. De forma também precoce, o saltador perdeu o pai quando tinha 17 anos — e foi ao pai, no ano seguinte, em Londres, que o saltador dedicou a medalha olímpica. Superando as provações, Daley ainda tornou-se um símbolo da causa gay, quando, em 2013, postou no Youtube: “Nunca tive uma relação séria, mas esta primavera minha vida mudou completamente quando conheci uma pessoa que me faz sentir feliz e protegido. E esta pessoa é um homem.” Figurando em todas as listas dos mais belos atletas, com dezenas de contratos publicitários, Tom Daley ainda publica na internet vídeos dedicados a uma vida saudável — ele não quer ser só um atleta bonito, mas também exemplo para outros que precisem superar suas dificuldades. Na piscina do Maria Lenk, o chinês Qiu Bo finaliza salto da plataforma de 10m

Fonte: http://oglobo.globo.com/esportes/superando-marcas-bullying-o-preconceito-19965747

Netflix divulga trailer de documentário sobre abuso sexual e bullying na internet


"Audrie & Daisy", que estreia em setembro, conta a história de duas americanas que foram violentadas e expostas nas redes sociais



Cena do documentário 'Audrie & Daisy", que estreia em 23 de setembro no Netflix (Foto: Reprodução/Netflix)
A Netflix divulgou nesta segunda-feira o trailer do documentário "Audrie & Daisy", que foi produzido pelo próprio serviço de streaming e narra a história de duas americanas que sofreram violência sexual e, em seguida, foram expostas nas redes sociais.
As jovens retratadas vêm de partes diferentes dos Estados Unidos, mas compartilham uma história parecida: não só elas foram dopadas e vítimas de crimes sexuais, mas a violência foi registrada por câmeras e espalhada na internet. O filme analisa as consequências do caso na vida das vítimas, que passaram a sofrer bullying e ameaças nas redes sociais, e em suas famílias, amigos e cidades.
"Audrie & Daisy" foi dirigido por Bonni Cohen e Jon Shenk e se propõe a olhar para "os problemas enfrentados por adolescentes americanas que vêm de um tempo em que o novo mundo do bullying nas redes sociais está se espalhando sem controle". O documentário estreia na Netflix no dia 23 de setembro.
Abaixo, confira o trailer: