terça-feira, 23 de maio de 2017

Leiturize-se faz resenha de "PEPITA - passei a minha infância e adolescência sendo perseguida, sofrendo bullying." um livro de Mar'Junior


Compre o livro digital na Amazon - https://www.amazon.com.br/dp/B01N257QVJ
Cliente #Unlimited o e-book é gratuito
Apoie o projeto no Catarse - https://www.catarse.me/pepita
Contato com o autor pelo WhatsApp (21) 964584532

DEPOIMENTO DE UMA VITIMA DO BULLYING

Cd BULLYING - Música DE VIOLÊNCIA JÁ ESTAMOS CHEIOS

Cyborg se defende após agressão: "Tenho sido vítima de bullying online"

Atleta do UFC discutiu com Angela Magaña e acertou um soco no rosto da americana

Por Rio de Janeiro
A aparência de Cris Cyborg foi - mais de uma vez - alvo de ironias e provocações por parte tanto de adversárias quanto de Dana White e Joe Rogan, presidente e comentarista do UFC, respectivamente. Provocada por Angela Magaña nas redes sociais, a brasileira se descontrolou após novo episódio de gozações com a sua aparência, acertando um soco na americana. Em sua conta no Facebook, nesta segunda-feira, a curitibana - sem citar o nome da desafeto -, se defendeu após novo episódio de desconforto.
Cris Cyborg (Foto: Getty Images)Cris Cyborg falou dos valores que aprendeu quando iniciou sua carreira na academia Chute Boxe (Foto: Getty Images)

 - Não é segredo que já fui e tenho sido vítima de bullying online. Em alguns momentos da minha carreira, senti como se houvesse um time de jornalistas usando a internet para formar a visão do público sobre a minha marca. Muitas vezes, era como se estivessem tentando me transformar no rosto do abuso de anabolizantes no MMA - diz Cyborg em um trecho do comunicado.
Confira o comunicado na íntegra:
Busquei a palavra "cultura" no dicionário e está definida como "comportamento social e normas encontradas nas sociedades humanas". Isso me fez começar a pensar em todas as diferenças culturais que formaram meus ideais e como essas experiências esculpiram o meu conhecimento sobre a vida e as relações.

Valores vitais da cultura são aprendidos através de líderes em comunidades onde nós vivemos, trabalhamos, e interagimos regularmente. Quando eu comecei a treinar na Chute Boxe em Curitiba, eu aprendi o verdadeiro espírito de lutador ao ver lendas como Wanderlei Silva, Maurício Shogun, e Evangelista Cyborg treinando todos os dias na academia. Todo mundo olhava para esses lutadores como exemplos a serem seguidos. Nós víamos o trabalho duro, o coração e a dedicação que era preciso para se tornar campeão e nós aprendemos a não esperar nada menos de nós mesmos.

Ao treinar com essas lendas do esporte,  aprendemos a vencer com orgulho e, no caso de uma derrota, a lidar com ela de forma íntegra. Mesmo que eu não esteja mais treinando com o mestre Rudimar Fedrigo e com a Chute Boxe em Curitiba, acho que eu ainda represento a cultura do time e os valores que nós sempre honramos e respeitamos, além da disciplina. E é por isso que eu tenho levado comigo com muito orgulho a bandeira #CHUTEBOXE durante toda a minha carreira.

A forma como selecionamos os nossos amigos é muito diferente da forma como empresas selecionam quais pessoas vão construir relações de trabalho. O sucesso de qualquer empresa adquirida é baseado na habilidade dos donos de integrar os valores principais das duas companhias, dando sentido especial ao desenvolvimento da comunicação, que pode resultar em uma resolução positiva de conflito, principalmente quando problemas ou mal entendidos acontecem.
Durante o meu tempo na Chute Boxe, também aprendi que, da mesma forma como acontece na luta, a cultura nos negócios é desenvolvida por aqueles que têm sucesso e perfis de alto nível dentro da empresa. Exemplos de liderança são aprendidos de cima para baixo, resultando no que eventualmente se torna a cultura da empresa e sua identidade nas relações com seus empregados e associados.

Quando comentários depreciativos são feitos no topo, isso faz com que o exemplo de cima seja aceitável ao longo da empresa, permitindo que indivíduos da base da pirâmide continuem seguindo esses exemplos de líderes, estabelecendo assim uma cultura e práticas na companhia.  Não é segredo que já fui e tenho sido vítima de bullying online. Em alguns momentos da minha carreira, senti como se houvesse um time de jornalistas usando a internet para formar a visão do público sobre a minha marca. Muitas vezes, era como se estivessem tentando me transformar no rosto do abuso de anabolizantes no MMA.

Apesar de fazer alguns anos que alguém disse que eu parecia "o Wanderlei Silva de vestido", não parece fazer muito tempo que eu ouvi alguém dando conselhos sobre como cortar meu pênis me ajudaria a bater os 61,2kg do peso-galo mais facilmente.   

Quando as pessoas veem ações de pessoas tão importantes sendo promovidas nas redes sociais sem nenhuma consequência, nem mesmo um pedido de desculpas público, elas acham que isso é um comportamento aceitável dentro da empresa, muitas vezes visto como uma oportunidade de se autopromoverem. 

Uma empresa jamais deveria permitir que seus funcionários desenvolvessem uma cultura de assédio sexual, discriminação racial, ou discriminação contra mulheres no ambiente de trabalho.

Quando duas empresas trabalham juntas, não é apenas o dinheiro, mas as relações entre essas empresas que estabelecem os valores, duração e sucesso da parceria. É preciso se sentir bem-vinda, respeitada e confiar que as duas empresas vão se beneficiar mutuamente. Buscar os mesmos objetivos é algo essencial para o sucesso de qualquer compromisso de logo prazo. Lucro é importante, mas não pode ser o único fator que determina a junção de duas empresas. O que é o lucro de uma pessoa se ela ganhar o mundo e perder sua própria alma? Ou o que uma pessoa precisa dar em troca de sua própria alma?

Para mim, é simples ver as coisas que eu valorizo. Sou uma menina de família do Brasil que não se impressiona com as luzes do show e o som do rádio. Enquanto eu valorizo o dinheiro, também sei o valor da alegria de se trabalhar para uma empresa que valoriza o respeito, a lealdade, e a honestidade entre seus funcionários, desencorajando um ambiente de trabalho onde assédio sexual, discriminação racial e discriminação contra mulheres é aceitável como promoção.

Thalita Rebouças lança novo livro em que aborda o preconceito

JORNAL O GLOBO
RIO - Davi é um garoto carioca de 16 anos que começa a viver todas as angústias da adolescência: paixões, amizades e, no seu caso particular, a descoberta da própria sexualidade. Interessado por ciência e astrologia, o protagonista de "Confissões de um garoto tímido, nerd e (ligeiramente) apaixonado" (Ed. Arqueiro), novo livro da escritora Thalita Rebouças, passa por situações nada fáceis na busca para entender seus próprios sentimentos.

Thalita, que participou de uma entrevista ao vivo no Facebook do GLOBO, conta que o livro nasceu de um pedido dos fãs. Davi é um dos melhores amigos de Tetê, a protagonista do seu romance anterior, "Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática)" (Ed. Arqueiro). Agora, Tetê é uma "coadjuvante de luxo" de Davi, nas palavras da autora.

Para Thalita, após tratar de bullying no primeiro "Confissões", este era o momento de falar sobre preconceito e quebra de tabus. Zeca, outro personagem importante dos dois livros, também ganhar um livro seu em novembro.

- A Tetê foi a primeira vez que eu falei muito de bullying, é o assunto da primeira à última página. O Davi trata de questões que eu queria abordar: a descoberta da sexualidade, a relação com a família - diz a autora. - Tratar deste assunto é urgente. A homofobia, o Brasil ser o campeão de crimes contra gays e lésbicas. Não pode. Eu escrevo para essa galera, eles me leem, me ouvem. Eu precisava falar disso.


Leia mais: https://oglobo.globo.com/cultura/livros/thalita-reboucas-lanca-novo-livro-em-que-aborda-preconceito-21376054#ixzz4hvGzUgbd 
 

TOMAR | DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO E CULTURAL EM DESTAQUE NO DIA DA CIDADANIA

MEDIOTEJO

Por
 Sónia Leitão

O bullying é o primeiro tema a ser abordado nas ações de sensibilização realizadas nas escolas Santa Maria do Olival e Jácome Ratton às 9h30 e às 11h30, respetivamente. O Centro de Formação Profissional recebe a terceira ação de sensibilização do dia, desta vez sobre violência doméstica, à mesma hora que nos Paços do Concelho tem início a palestra em que Isabel Neves, da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, fala sobre a igualdade de género (15h00).
A quarta ação de sensibilização tem lugar, uma hora e meia mais tarde, na Biblioteca Municipal Dr. António Cartaxo da Fonseca que aborda a igualdade e inclusão na presença de elementos do projecto FazEco E6G e da Universidade Sénior de Tomar. O local recebe, pelas 18h00, o quinto debate nacional do Roteiro para o Diálogo Inter-religioso e Cultural com foco nos “Peregrinos e Turistas: em Diálogo na construção de Cidadania”.
O debate realiza-se no âmbito do projeto “Roteiro para o Diálogo Inter-religioso e Cultural”, da associação Karingana wa Karingana. O último interveniente será Paulo Mendes Pinto, da Área de Ciência das Religiões da Lusófona, entidade organizadora e que aloja o Observatório para a Liberdade Religiosa, a que pertence o moderador Joaquim Franco.
Este momento conta com a participação de Anabela Freitas, presidente da Câmara Municipal de Tomar, o padre Carlos Godinho, da Obra Nacional da Pastoral do Turismo, Elisha Salas, rabino da Comunidade Judaica de Belmonte, Filomena Barros, professora de História do Islão, João Serrano, economista e da Confraria Ibérica do Tejo, Pedro Machado, da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal e Rui Lomelino de Freitas, professor de Gnose e Esoterismo Ocidental.
Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

Colega de trabalho comete bullying com funcionário de fast-food há dois anos

CORREIO DO ESTADO

Agressões verbais eram cometidas porque vítima tem deficiência

Por MARIANE CHIANEZI

Irmã de funcionário de uma rede de fast-food de Campo Grande procurou a Polícia Civil na tarde de hoje para registrar boletim de ocorrência contra uma colega de trabalho do irmão, uma jovem de 18 anos.
O motivo é porque o atendente de 25 anos, que tem deficiência intelectual, foi agredido com socos pelo irmão da jovem de 18 anos. A violência aconteceu durante viagem de ônibus faz a linha do Terminal Morenão até o Guaicurus.
O agressor, de 20 anos, quis justificar o ato ao alegar que a irmã teria sofrido repreensão no trabalho porque justamente houve denúncia que ela cometia bullying há dois anos contra o atendente de 25 anos.
De fato houve essa denúncia, que foi feita pela irmã do atendente. Ela não aceitava mais as humilhações que o irmão vinha sofrendo.
Conforme o registro policial, o homem trabalha no restaurante há três anos e há dois vem sofrendo injúria pela colega de trabalho. A irmã da vítima disse aos investigadores que a responsável pela tortura psicológica dizia a ele: “Você é um babão, deficiente, quando fala parece que está chovendo”.
O atendente reclamou dessa situação algumas vezes para a família, o que motivou a irmã a levar o caso para a gerência do fast-food.
O soco no atendente foi dado neste sábado (20), ao final do expediente. O homem aguardava o ônibus e o agressor estava no mesmo local. Depois de passar pela catraca no veículo que faz a linha 064, a vítima foi surpreendida. O golpe atingiu o pescoço, do lado esquerdo.

A agressão parou porque outro passageiro interveio. Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), na Vila Piratininga. Polícia Civil agora vai investigar as agressões.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Entrelinhas faz resenha de "PEPITA - passei a minha infância e adolescência sendo perseguida, sofrendo bullying." um livro de Mar'Junior


Entrelinhas
Compre o livro digital na Amazon - https://www.amazon.com.br/dp/B01N257QVJ
Cliente #Unlimited o e-book é gratuito
Apoie o projeto no Catarse - https://www.catarse.me/pepita
Contato com o autor pelo WhatsApp (21) 964584532

Cd BULLYING - Música PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO

O bem-sucedido projeto antibullying que a Finlândia está exportando à América Latina

TERRA - BBC BRASIL.com

Não importa se são públicas ou particulares, em bairros privilegiados ou em regiões mais pobres na China, no Reino Unido ou no Brasil. Na maioria das escolas do mundo há - em maior ou menor medida - casos de bullying.

A agressão pode ser verbal ou física e assume muitas formas nas escolas pelo mundo

Nem mesmo a Finlândia, país considerado uma liderança em educação, é uma exceção.

Mas, desde 2009, o bullying nas escolas do país vem diminuindo drasticamente graças a um método revolucionário para combater situações nas quais um estudante ou um grupo hostiliza de forma sistemática um colega.

Segundo levantamento com 30 mil estudantes entre 7 e 15 anos, o modelo adotado, desenvolvido na Universidade de Turku, no sudoeste do país, chegou eliminar completamente o bullying em até 80% das escolas e reduziu a prática em outras 20%.

O sucesso do método - batizado de KiVa (acrônimo de Kiusaamista Vastaan, que quer dizer "contra o bullying" em finlandês) - não passou despercebido na Europa, onde foi implementado em cerca de 20 países.

Além do continente europeu, algumas instituições de ensino de países da América Latina - entre eles Argentina, China, Colômbia e Peru - também decidiram adotar o programa.

O papel das testemunhas

Em um ambiente ameno e mais sossegado, o aprendizado é melhor

A chave do KiVa seria que, diferentemente das metodologias tradicionais, que trabalham com as vítimas e os responsáveis pelo bullying, o programa também "incorpora as testemunhas".

"(O programa) leva em conta as pessoas que ficam caladas e sofrem passivamente com os insultos. Porque embora ninguém goste de participar de uma situação na qual uma pessoa é violentada, muitas crianças não sabem o que fazer para sair do problema ou como defender a vítima", explica a psicopedagoga Francisca Isasmendi, responsável pelo KiVa no Colégio Santa María de Salta, um dos pioneiros no uso do método na Argentina.

Ainda que as testemunhas não sejam os protagonistas mais óbvios da história, o silêncio e as risadas dessas pessoas reforçam o poder do agressor.

Por isso, trabalhar com esses observadores para que eles tomem consciência do seu papel nesta situação e encontrem formas de mudar seus comportamentos faz com que agressor acabe perdendo seu público.

"E quando um grupo deixa de apoiar o agressor e este fica sozinho, ele para", explica a psicopedagoga.

Pelo método, uma vez que é identificado um caso de bullying, uma equipe treinada trabalha seguindo um protocolo específico com a vítima, o agressor e as testemunhas de forma individual, sem enfrentá-los.

"O impacto do sistema se sente sobretudo nos agressores, porque se as atitudes dos demais envolvidos muda, agredir passa a não ser mais tão divertido", explica a diretora do programa KiVa no Instituto Escalae na Espanha Tiina Mäkelä, que também realiza treinamentos sobre o programa em países de língua espanhola.

Antes que aconteça

Há crianças que sofrem agressões durante toda a vida escolar e sofrem sozinhas

Outro componente fundamental do programa - e do qual todos participam - é a prevenção.

"Isso inclui lições e atividades que acontecem duas vezes por mês, durante 45 minutos, onde se não falam de casos particulares, mas de conceitos gerais", explica Mäkelä.

Todas essas atividades servem para criar um ambiente amável, generoso e respeitoso com os demais. As crianças são ensinadas a diferenciar um conflito entre colegas (aceitável) de uma situação de bullying, que não deve ser tolerada.

Iván Galindo, proprietário e diretor do Colégio Erik Erikson, em Querétaro, que fica perto da Cidade do México, conta que atuar antes que o bullying ocorra - ou seja, prevenir essa prática - foi importante para melhorar o bem-estar dos alunos da escola.

"Antes nós só atuávamos quando nos dávamos conta de que algo errado estava acontecendo, quando o leite já havia sido derramado. Agora nós antecipamos o problema e é mais fácil de identificá-lo do que antes", conta ele à BBC Mundo.

Isasmendi concorda sobre a importância da prevenção.

"Os alunos agora sabem que se estão em uma situação na qual não se sentem cômodos ou se sentem violentados podem pedir ajuda", disse.

O trabalho de prevenção e conscientização envolve ainda pais e os professores, além dos alunos.

"É preciso mudar a cultura, porque aqui muitas vezes o bullying é tratado como se fosse algo normal e dizem que é 'coisa de criança, elas que se resolvam entre si'. E, como consequência disso, muitos passam toda a vida escolar se sentindo mal", afirma.

Apesar de reconhecer os resultados, Isasmendi afirma que é um trabalho lento, ainda que paradoxalmente atualmente, segundo sua experiência, pareça haver mais casos de bullying.

Segundo ela, isso acontece porque "agora os casos aparecem mais porque há uma maior consciência de que não se trata de algo normal".

Da Finlândia à América Latina

Na América Latina, o método teve algumas alterações, como a inclusão da participação familiar

Mas em que medida um método criado para uma cultura e sociedade tão diferentes da latino-americana pode trazer os mesmos resultados?

Para Mäkelä, ainda que alguns aspectos da metodologia precisem de mais ou menos atenção em determinadas regiões, "há problemas básicos que são iguais em todos os países".

"Os professores aqui na América Latina precisam de mais apoio do que na Finlândia porque lá eles têm mais autonomia e mais tempo de preparar suas aulas."

Outra diferença é a colaboração com as famílias.

"Muitas vezes na América Latina, em vez de se colaborar, se buscam os culpados: a família culpa a escola e vice-versa. Em vez disso, é preciso buscar soluções", afirma.

No caso da escola de Salta (Argentina), envolver as famílias nos processos ajudou a agilizar as transformações.

"Precisamos que as famílias participem porque notamos que, com elas, as mudanças eram muito mais rápidas", conta.

Passado pouco mais de um ano desde a adoção do método, ainda é cedo para quantificar o impacto do KiVa na Argentina, mas a julgar pelos testemunhos dos alunos e professores, a melhoria do ambiente escolar já é evidente.

"O KiVa me fez sentir mais seguro e confiante. As aulas do métodos me fizeram mais sociável e com mais empatia", disse um aluno.

"A prática motivou aos alunos a serem mais reflexivos e a tomar mais conta um do outro", afirmou uma coordenadora escolar.

Para Isasmendi, se trata de muito mais do que uma ferramenta válida para interferir no ambiente escolar.

"É mais que um programa antibullying. É uma filosofia de vida que visa o bem-estar escolar, a criação de um clima de trabalho onde os alunos possam ter tolerância e respeito."

BBC BRASIL.com - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da BBC BRASIL.com.