quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Cd BULLYING - Música PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO

Kizudarake no Akuma Live-Action revela Trailer


Por João Simões
Ptanime


O novo trailer para a adaptação live-action de Kizudarake no Akuma (“Devil Covered in Scars”, aka “The Badly Bruised Devil”) explora a densa e, por vezes, surreal profundidade do bullying. Esta adaptação é baseada na web manga de Volvox Sumikawa.

Kizudarake no Akuma Live-Action revela Trailer


Em Kizudarake no Akuma, a estudante de secundário Mai (interpretada pela Rika Adachi) possui um conflito com Shino (interpretada pela Manami Enosawa). Shino sofreu de bullying, antes de entrar para o secundário, por parte das amigas de Mai. Agora, a vingativa Shino tem intenções de lhe dar o mesmo tratamento. Porém, Mai não pretende aceitar o novo status quo como vítima sem lhe dar luta.

Kizudarake no Akuma Live-Action revela Trailer Poster

Na manga original, além de todo este drama escolar existe também elementos de horror e de mistério. O filme é realizado por Santa Yamagishi e tem data de estreia marcada para 4 de fevereiro de 2017.

Fonte: Crunchyroll

Alunos da EB 2,3 Professor Gonçalo Sampaio combatem desperdício alimentar

Correio do Minho

A hora do almoço no refeitório da EB 2,3 Professor Gonçalo Sampaio, em Póvoa de Lanhoso, passou a ser supervisionada por ‘alunos mediadores’, que pretendem tornar mais calma e disciplinada a utilização daquele espaço e combater o desperdício alimentar.
A escola explica que esta acção se trata do alargamento de um projecto de mediação de conflitos e de prevenção do ‘bullying’, que no ano lectivo anterior se cingiu aos intervalos.

Durante o período de funcionamento do refeitório, diferentes equipas de ‘alunos mediadores’, mais de 40 alunos do 8.º e 9.º ano, organizam e orientam os estudantes nas filas, ajudam os mais pequenos na organização dos tabuleiros e apoiam no controlo das senhas. Paralelamente, incentivam a que todos comam a sopa e fruta, a que não desperdicem comida e a que não sujem as mesas ou desarrumem o espaço.

As equipas aplicam um sistema de alertas, utilizando sinais amarelos ou vermelhos sempre que um aluno não cumpra alguma das regras do Código de Conduta definidas para o refeitório. O sinal amarelo é apresentado ao aluno em incumprimento, para que este se iniba de continuar, e o sinal vermelho é apresentado quando o aluno não acata a orientação e não assume uma conduta correta. Neste caso, a ocorrência será comunicada ao director de turma que, posteriormente, deve fazer com o aluno um trabalho de autor-reflexão sobre o seu comportamento.

Os alunos mediadores continuam também a actuar nos intervalos, com o objectivo de minorar os níveis de conflitualidade e de indisciplina. Actuam ao nível da gestão de conflitos, tentativas de vandalismo e de incumprimento do Código de Conduta da escola e na prevenção do ‘bullying’ e do ‘cyberbulling’.

Para José Fonseca, aluno coordenador dos Jovens Mediadores que actuam no refeitório, este projecto está a ser “muito importante”, porque já se notam “muitas melhorias na postura dos alunos”. Acrescenta que antes “havia alunos que deitavam comida fora”, chegando a aparecer “peças de fruta inteiras no balde do lixo”.
Da mesma forma, o aluno coordenador das equipas de gestão e mediação de conflitos no recreio, João Oliveira, refere que as ocorrências diminuíram. “Nota-se que os alunos já assumem uma postura mais adequada e isto deve-se ao projecto”, sublinha.

O comunicado refere que o projecto de Gestão e Mediação de Conflitos nos recreios e no refeitório tem contribuído para que a escola seja “um verdadeiro espaço de cidadania activa”. “Ouvir os alunos, aceitar e apoiar os seus projectos, envolvê-los em dinâmicas inovadoras, incentivar o voluntariado e o trabalho de equipa e de inter-ajuda, faz da escola um espaço vivo em que se formam cidadãos muito para além das competências académicas”, lê-se no comunicado.
Em breve, este projecto será alargado a todos os centros escolares do agrupamento, contemplando os alunos do 1.º ciclo.

Mayara Motti afirmou que sofreu bullying na adolescência, mas que isso a ajudou a ficar mais forte

Do UOL, em São Paulo

A estudante de direito Mayara Motti, de 26 anos, foi a quinta participante do "BBB17" confirmada no elenco do reality show nesta quarta-feira (18). 
Na vinheta de divulgação do programa, a mineira afirmou que sofreu bullying na adolescência, mas que isso a ajudou a ficar mais forte.
Em entrevista ao site oficial do reality show, Mayara afirmou que não abre mão de ter um relacionamento na casa. "É bem difícil ficar sem sexo porque eu gosto demais. Sou escorpiana, né?", brinca. 
Fã de sertanejo, ela disse que gosta de homens com sotaque do interior "Gosto de cara roceiro, tipo o Gusttavo Lima".

Diplomata, paratleta, mais velha...

A Globo apresentou os novos participantes do "BBB" nesta quarta-feira, durante os intervalos comerciais ao longo do dia.
A nova edição do reality show, que estreia na próxima segunda, terá um diplomata, uma paratleta e a sister mais velha da história do "BBB": a gaúcha Ieda, de 70 anos, que se diz vaidosa e já está separada há 17 anos. 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Cd BULLYING - Música DE VIOLÊNCIA JÁ ESTAMOS CHEIOS

Curso para professores ajuda a prevenir bullying em Londrina

Londrina

(foto: Pixabay) - Curso para professores ajuda a prevenir bullying
(foto: Pixabay)

Os professores da Maple Bear Canadian School em Londrina vão participar de um curso na próxima quinta-feira (19) de “Prevenção de Bullying no Ambiente Escolar”. O treinamento acontecerá na sede da escola (rua Dr. Carlos da Costa Branco, 237, Jardim Nikko), às 13h30, e será ministrado pela psicóloga Cibely Pacífico, do Núcleo Evoluir, e tem por objetivo ajudar os professores a identificarem indícios de bullying entre as crianças o mais rápido e evitar que o problema cresça.
A diretora da escola, Andrea Pizaia Ornellas, comenta que a prática do bullying é uma possibilidade no ambiente escolar e por isso sentiu a necessidade de promover esse treinamento para deixar os professores mais preparados. “Na Maple não é comum o bullying pois nossos professores estão bem atentos a estas questões. Mas avaliamos que seria importante reforçar esse preparo e assim ajudá-los a conversar com as crianças sobre o respeito aos outros e sobre diferenças”, observa Andrea.
Cibely acrescentou que no curso vai abordar questões como os tipos de bullying, como identificar envolvidos, como identificar a ocorrência do problema, o que é uma situação de crise e como os professores podem agir, as consequências dessa prática e como desenvolver estratégias de prevenção. “Também será incluído o papel da família, da escola e do próprio aluno”, frisou a psicóloga.
Ela lembra que identificar o bullying entre os alunos não é uma tarefa fácil, já que uma das suas principais características é a violência velada. Os professores, por sua vez, são capazes de acompanhar a evolução dos alunos no ambiente escolar, tornando-se peças fundamentais para a identificação de conflitos. “É importante que os profissionais de educação observem as mudanças comportamentais dos alunos e se atentem para suas causas".
Entre as mudanças de comportamento ela aponta dores de cabeça e estômago frequentes, oscilações de humor, material escolar danificado, marcas de agressões corporais, medo ou falta frequente às aulas, tristeza, ansiedade e depressão.
A psicóloga pontua que as consequências do bullying não são nocivas apenas para a vítima, mas também para o agressor, testemunhas, o próprio ambiente escolar e outras instituições. “Quanto antes identificado, menores serão os danos”, alerta. Cibely lembra que em casos de conflitos é importante acolher a vítima, ouvir as histórias e validar seus sentimentos. E também é fundamental acolher o agressor, tomando o cuidado de não expor o aluno, e respeitar o regimento da escola.
Ainda, deve-se conversar com os pais ou responsáveis e analisar o contexto em que as crianças estão envolvidas. A partir disso, pensar em intervenções tanto individuais quanto com a turma, a fim de remediar consequências e prevenir futuros problemas e novas situações de bullying. No caso de quem pratica é importante investigar as causas desse comportamento agressivo e tratá-las, uma vez que o agressor também apresenta sofrimento, assim como a vítima. “Cada caso é único e precisa ser avaliado com cuidado”, frisa.
(com assessoria de imprensa)

Massa News

Marina Ruy Barbosa revela que sofreu bullying na escola por ser ruiva

Aos 21 anos, Marina é considerada uma das mulheres mais sensuais do Brasil. Em entrevista, ela negou o rotulo. Marina disse que ainda não pensa em ter filhos.



Aos 21 anos, Marina é considerada uma das mulheres mais sensuais do Brasil
Foto: ​Reprodução/Instagram
Marina Ruy Barbosa é capa da edição 216 da Top Magazine. À revista, ela contou que sofreu bullying dos colegas de escola por ter os cabelos ruivos.
— Nem sei se eles lembram que eram maldosos comigo. Normalmente é assim, só quem sofre guarda na memória. Aliás, esse é um dos problemas que giram em torno deste assunto tão sério. Mas no meu caso, eu tentava encarar numa boa. Falava que seria atriz e as crianças riam de mim. Eu estudava em um colégio rigoroso, de freis... E muitos não imaginavam que eu ia conseguir chegar aonde eu queria.
Aos 21 anos, Marina é considerada uma das mulheres mais sensuais do Brasil. Em entrevista, ela negou o rotulo.
— Para o status de sex symbol, agradeço, mas não é nesse lugar que pretendo estar. O que me atrai de verdade é o que resulta da minha carreira de atriz. Apesar de nova, comecei muito cedo. São dez novelas! Então, encaro a minha vida como se eu fosse uma operária no meio de uma construção, no caso, da minha carreira. Tenho pleno entendimento de que estou num caminhar que espero que seja longo. Estou trabalhando para que isso aconteça. Acho que nós, mulheres, podemos e somos um pouco de tudo, a hora que a gente quiser.
Noiva há seis meses do piloto de Stock Car Alexandre Negrão, Marina disse que ainda não pensa em ter filhos.
— Pretendo esperar! Tenho muitas missões antes de ser mãe. Mas sinto muita vontade de construir uma família. Ter um amor para viver, uma família para acolher e saúde para trabalhar.
Com informações do Portal R7. 

Galã de novelas mexicanas revela que sofreu bullying na infância

O ator mexicano revelou em suas redes sociais que sofreu discriminação por seu tipo físico.


Os galãs de novelas mexicanas se destacam nas tramas por serem lindos, bem vestidos, ricos, educados e charmosos, porém, o que muita gente não sabe é que muitos dos galãs de hoje já sofreram bullying e preconceito na infância e também na adolescência, esse é o caso do ator mexicano Eugenio Siller que revelou que quando era criança sofreu bullying.
O galã de #novelas mexicanas, Eugenio Siller de 35 anos, ficou conhecido no Brasil por protagonizar a novela “Meu Pecado”, ao lado de Maite Perroni.
Eugenio revelou nas redes sociais que na sua infância chegou a sofrer bullying por parte dos seus colegas de escola, por causa da sua magreza e pouco talento para os esportes. Siller falou que seus colegas o deixavam de lado, por isso, ele resolveu ter força para se transformar na sua melhor versão.
O intérprete de Juliano em “Meu Pecado”, ao longo dos anos, vem trabalhando a sua cabeça para se tornar mais forte a cada dia, mental, emocional e fisicamente. O famoso disse que teve que aprender da forma mais difícil, porém agora ele se tornou um ser humano melhor, que crê em si mesmo e nunca se rende.
Atualmente, Eugenio Siller é um galã de novelas com um corpo que chama muito a atenção, porque está trabalhado e musculoso. Depois de ter se transformado em um homem ainda mais lindo, Eugenio não abre mão de mostrar seu corpo nas redes sociais.
O corpo musculoso de Eugenio Siller foi esculpido a base de muito suor, persistência e paciência. Quem vê Siller hoje, nem pode imaginar que quando ele era criança, passou por experiências ruins por causa do seu físico.
O ator Eugenio Siller iniciou a sua carreira na novela “Rebelde”, onde interpretou Luciano, em seguida, ele foi o galã de várias novelas, como “Al Diablo con los Guapos” e “Meu Pecado”, que foi transmitida pelo SBT.
Eugenio acabou de voltar da Espanha onde estava gravando um filme sobre a vida de Jesus Cristo ao lado de Julián Gil (Sortilégio), Marlene Favela (Rubí) e Mayrín Villanueva (Meu Coração é Teu), e está aguardando para voltar às novelas neste ano. O trabalho mais recente do artista foi na trama “Quién es Quién?”. #novelas mexicanas #Famosos

Fonte http://br.blastingnews.com/tv-famosos/2017/01/gala-de-novelas-mexicanas-revela-que-sofreu-bullying-na-infancia-001402803.html

Jovens estão mais tolerantes face à violência

Por Clara Viana e Bárbara Wong 
Publico PT
Em todo o mundo dois em cada dez alunos são vítima de bullying
Há uma maior tolerância à violência por parte dos jovens, o que faz também que sejam mais os que a validam como resposta. Esta é uma das conclusões a que a psicóloga clínica Tânia Paias, responsável pelo PortalBullying, chegou com base num inquérito a 1100 jovens portugueses de 11, 13 e 18 anos. 
Um estudo revelado nesta segunda-feira pela Unesco, o organismo das Nações Unidas vocacionado para a educação e cultura, dá conta de que, no planeta, dois em cada dez alunos são vítimas de bullying, ou seja cerca de 246 milhões de crianças e adolescentes, no mundo inteiro. 
“No ambiente escolar qualquer crianças está sujeita a ser vítima, agressora ou espectadora” desta forma de violência continuada que dá pelo nome de bullying, refere Tânia Paias.
Mas há crianças que estão mais em risco do que outras, revela também um inquérito da Unicef, realizado em 2016 em 18 países, abrangendo 100.000 jovens, que é citado no estudo da Unesco. Portugal não participou, mas estas são conclusões que podem também ser aplicadas a nível nacional, constatam Tânia Pais e a também psicóloga Sónia Seixas, investigadora na área do bullying.
Entre os jovens que assumiram ter sido vítimas desta forma de violência, 25% disseram que tal aconteceu por causa do seu aspecto físico, 25% por causa do género ou da orientação sexual e outros tantos devido às suas características étnicas. Para além destes aspectos, também as crianças e jovens com deficiência ou oriundas de meios sociais desfavorecidos estão em maior risco do que outras, conclui-se no estudo.
“Tudo que aquilo que possa fazer com que a criança sobressaia em relação ao grupo pode constituir um factor de risco”, especifica Sónia Seixas, embora acrescente que esta não é sempre a regra, já que há jovens que são encarados positivamente pelos outros porque se destacam nas suas competências sociais, por serem “mais autoconfiantes, mais assertivos”.
O inquérito da Unesco destaca que um terço dos inquiridos já foi vítima, acha o bullying normal e, por isso, não o denunciou, embora seja certo que muitos desconhecem como e a quem denunciar. Um dos grupos mais afectados é o dos gays, lésbicas e transsexuais.
Segundo este estudo, 24% dos adolescentes entre os 11 e os 13 anos diz ter sido vítima de bullying nos últimos 30 dias e 8% diz que tal lhe acontece diariamente. Em Portugal, aos 11 anos, entre 11% (raparigas) e 17% (rapazes) disseram que foram alvo de bullying na escola, “duas ou três vezes por mês nos últimos dois meses”. A média é 13%. O país tem, assim, a 16.ª taxa mais alta de alunos de 11 anos que se dizem vítimas de bullying. Foi o que revelou o grande estudo da Organização Mundial de Saúde sobre a adolescência, que se realiza de quatro em quatro anos. A última edição foi em 2016.

Alunos mediadores combatem indiscipina e desperdício alimentar em Póvoa de Lanhoso



A hora do almoço no refeitório da EB 2,3 Professor Gonçalo Sampaio, em Póvoa de Lanhoso, passou a ser supervisionada por "alunos mediadores", que pretendem tornar mais calma e disciplinada a utilização daquele espaço e combater o desperdício alimentar.


Em comunicado, a escola explica que se trata do alargamento de um projeto de mediação de conflitos e de prevenção do "bullying", que no ano letivo anterior se cingiu aos intervalos.
Este ano, a escola conta com mais de 40 alunos mediadores, dos 8.º e 9.º anos, que agora também atuam no refeitório.
Durante o período de funcionamento do refeitório, diferentes equipas de "alunos mediadores" organizam e orientam os estudantes nas filas, ajudam os mais pequenos na organização dos tabuleiros e apoiam no controlo das senhas.
Paralelamente, incentivam a que todos comam a sopa e fruta, a que não desperdicem comida e a que não sujem as mesas ou desarrumem o espaço.
As equipas aplicam um sistema de alertas, utilizando sinais amarelos ou vermelhos sempre que um aluno não cumpra alguma das regras do Código de Conduta definidas para o refeitório.
O sinal amarelo é apresentado ao aluno em incumprimento, para que este se iniba de continuar, e o sinal vermelho é apresentado quando o aluno não acata a orientação e não assume uma conduta correta.
Neste caso, a ocorrência será comunicada ao diretor de turma que, posteriormente, deve fazer com o aluno um trabalho de autorreflexão sobre o seu comportamento.
Os alunos mediadores continuam também a atuar nos intervalos, com o objetivo de minorar os níveis de conflitualidade e de indisciplina.
Os mediadores atuam ao nível da gestão de conflitos provocados por zangas, ameaças físicas ou verbais, insultos, tentativas de vandalismo e de incumprimento do Código de Conduta da escola.
A sua ação estende-se também à prevenção do `bullying`, do `cyberbullying` e de outras formas de pressão continuada e persistente sobre algum aluno.
Para José Fonseca, aluno coordenador dos Jovens Mediadores que atuam no refeitório, este projeto está a ser "muito importante", porque já se notam" muitas melhorias na postura dos alunos".
"Há menos barulho, os alunos respeitam mais a ordem na fila e preocupam-se em não desperdiçar a comida", refere, citado no comunicado da escola.
Acrescenta que antes "havia alunos que deitavam comida fora", chegando a aparecer "peças de fruta inteiras no balde do lixo".
Da mesma forma, o aluno coordenador das equipas de gestão e mediação de conflitos no recreio, João Oliveira, refere que as ocorrências diminuíram.
"Nota-se que os alunos já assumem uma postura mais adequada e isto deve-se ao projeto", sublinha.
O comunicado refere que o projeto de Gestão e Mediação de Conflitos nos recreios e no refeitório tem contribuído para que a escola seja "um verdadeiro espaço de cidadania ativa".
"Ouvir os alunos, aceitar e apoiar os seus projetos, envolvê-los em dinâmicas inovadoras, incentivar o voluntariado, o trabalho de equipa e de interajuda, faz da escola um espaço vivo em que se formam cidadãos muito para além das competências académicas", lê-se no comunicado.
Em breve, este projeto será alargado a todos os centros escolares daquele agrupamento, contemplando também os alunos do 1.º ciclo.