quinta-feira, 22 de junho de 2017

Aluna vítima de bullying em escola no interior do Ceará será indenizada em quase R$ 20 mil

TRIBUNA DO CEARÁ
A Justiça deu ganho de causa para a criança, que em 2013 sofreu com agressões físicas e verbais por colegas

Por Lyvia Rocha em Educação


Uma escola do Crato foi condenada a pagar uma indenização moral de R$ 15 mil para uma aluna vítima de bullying. O juiz determinou na última segunda-feira (19), através do Tribunal de Justiça do Ceará, ainda o pagamento de danos materiais no valor de R$ 4.730, correspondente a gastos com tratamento psicológico.
“A postulante foi vítima do que se convencionou chamar de bullying, no ano de 2013, agredida que foi de forma reiterada no próprio ambiente escolar”, afirmou o magistrado.
Segundo informações dos autos, a criança em 2013 foi matriculada no 5º ano do ensino fundamental do colégio Pequeno Príncipe, e passou a sofrer agressões físicas e verbais praticadas por colegas de classe. Também alega ter sofrido, em 2015, constrangimento causado por sua professora em sala de aula, que teria dito que não aceitaria o trabalho da aluna por estar errado, “afirmando, em tom ríspido, que ela não era humana”.

Os pais da criança, então, entraram com ação na Justiça contra a escola, solicitando, liminarmente, o afastamento da professora e reparação por danos morais e materiais. O colégio contestou, alegando ilegitimidade passiva quanto à prática de bullying por terceiros.
Sustentou, ainda, que a professora não submetera a menina à situação vexatória ou a qualquer tipo de constrangimento. Além disso, impugnou o parecer psicológico e o laudo neuropsicológico juntados ao processo, requerendo a realização de perícia técnica.
Em liminar, o juiz negou o pedido para substituição da professora, pois “não se comprovou a ocorrência de conduta danosa por parte da referida docente. A prova testemunhal produzida partiu de impressões da própria autora ou de relatos de terceiros, por vezes contraditórios, não havendo certeza da intenção da professora de constranger a aluna através de comentários depreciativos.”
Quanto ao bullying sofrido, o juiz determinou o pagamento de indenização moral no valor de R$ 15 mil, e mais R$ 4.730 por danos materiais como ressarcimento ao tratamento psicológico o qual a aluna se submeteu entre abril de 2014 e junho de 2015.
“Ainda que o ‘produto’ do requerido seja a educação, seu dever não é apenas em relação à qualidade desta, mas também de vigilância e disciplina no ambiente escolar, de molde a não perder o controle dos próprios alunos e com isso inclusive protegê-los”, ressaltou.

Jovens de Silves debateram bullying, igualdade de género e crise dos refugiados

SUL INFORMAÇÃO


Foto: Folha do Domingo
Os alunos das turmas do 3º ao 5º ano das escolas EB1 de Silves e da EB 2,3 Dr. Garcia Domingues debateram, no dia 14 de Junho, temas como o bullying, a igualdade de género e a crise dos refugiados. A iniciativa, intitulada “Challenge Day – Dia do Desafio”,  integrou as comemorações da Semana da Escola.
Segundo a Câmara de Silves, «o objetivo era proporcionar aos jovens estudantes a oportunidade de trocarem ideias, explorarem os temas e, sobretudo, de promover a mudança interior, levando-os a ponderar quais as suas atitudes face a determinadas situações».
A autarquia explica que, «em diversas estações e usando técnicas de educação não-formal, cada grupo teve 45 minutos para responder a questões como: – Refugiados… E se fosses tu? – Igualdade ou desigualdade de Género?! – Bullying… como agir?!»
Os trabalhos foram coordenados pelos técnicos do setor de Juventude da CMS, em pareceria com alguns jovens da Escola Secundária de Silves, nomeadamente Beatriz Batista, Miguel Correia, Pedro Pinto e Lúcia Correia que, segundo a Câmara de Silves, «facilitaram/conduziram o processo, procurando uma maior proximidade com os participantes».

BULLYING - Cia Atores de Mar' na Escola Municipal Dom Aquino Corrêa

Vereadores aprovam alteração na lei e criam a Semana de Combate ao Bulliyng

MT AGORA

A alteração na lei é de autoria dos vereadores Airton Callai e dr. Wagner. A campanha será realizada no mês de abril, junto ao Dia Nacional de Combate ao Bullying e a Violência na Escola

Os vereadores aprovaram na noite desta segunda-feira (19), em sessão ordinária, o Projeto de Lei n. 06/17 que altera a Lei 1955/2011, incluindo a realização de uma Semana de Combate ao Bullying e a Violência na Escola.
A alteração na lei original é de autoria dos vereadores Airton Callai e dr. Wagner e tem como objetivo, prevenir e combater a prática de bullying e a violência nas escolas, por meio de atividades de orientação aos alunos, pais e professores.
O vereador dr. Wagner explicou que a semana será realizada no mês de abril, devido ao Dia Nacional de Combate ao Bullying e Violência na Escola, celebrado anualmente no dia 7 de abril.
“O bullying ainda é uma realidade, tanto nas escolas públicas, quanto nas particulares. O que a gente quer é criar uma campanha, envolvendo toda a sociedade no combate a essa forma de violência.”
De acordo com o estudo realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e publicado pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2015, no Brasil, aproximadamente um em cada dez estudantes é vítima frequente de bullying nas escolas.
O relatório tem como base a resposta de adolescentes de 15 anos, estudantes de escolas públicas e particulares. Foram ouvidos 540 mil jovens, que por amostragem, representam 29 milhões de alunos de 72 países.
Também autor da lei original, o vereador Airton Callai ressaltou que a família e os profissionais da educação devem estar atentos para identificar quando um aluno está sendo vítima de bullying.
“Em tempos de redes sociais e aplicativos, as formas de violência ganham uma dimensão muito maior, com consequências que podem chegar até o suicídio da vítima. Não se trata de uma brincadeira de mal gosto.”
O termo bullying tem origem na língua inglesa, bully que significa valentão. Trata-se de toda e qualquer forma de violência física ou psicológica, intencional e repetitiva, entre pares, que ocorra sem motivação evidente, praticada por um indivíduo ou grupo de indivíduos, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidar, agredir fisicamente, isolar, humilhar, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

MT Agora - Marcello Paulino | Ascom

BULLYING - Cia Atores de Mar' no Santa Mônica Centro Educacional de Camp...

Thalita Rebouças volta a Juiz de Fora para 'pagar dívida' e lançar novo livro

Escritora estará em sessão de autógrafos no próximo sábado (24) após passagem rápida pela Bienal do Livro em 2016.

Por G1 Zona da Mata

A escritora Thalita Rebouças estará em Juiz de Fora no próximo sábado (24) para uma sessão de autógrafos na turnê de lançamento do livro "Confissões de um garoto tímido, nerd e (ligeiramente) apaixonado". Pouco mais de um ano depois de participar da 1ª Bienal do Livro, ela não esconde a expectativa para "pagar uma dívida" com o público da cidade.

"No ano passado, dois pneus furaram a caminho da cidade, algo que nunca aconteceu antes, eu cheguei muito atrasada e tudo teve que ser muito rápido. Fiquei com o coração partido porque não consegui fazer como gostaria. Estou super feliz em voltar, estava devendo um evento para Juiz de Fora, porque fui muito bem recebida. Prometo ser pontualíssima e agora vai ser tudo nos trinques", disse a escritora em entrevista ao G1.

Ela vai atender os fãs por ordem de chegada para fotos e autógrafos, a partir das 15h, no lounge do piso L2 do Independência Shopping, em frente à Livraria Saraiva, onde será vendido o livro. "Quero tanto ver todo mundo de novo, quero que encha a livraria. Serão muitas selfies, beijos e abraços. Foi muito especial da última vez e espero que se repita", comentou.

Novo livro a pedidos dos leitores

O novo livro é protagonizado pelo adolescente Davi, que apareceu pela primeira vez em "Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática", lançado também pela Editora Arqueiro, em 2016. Thalita Rebouças contou que não imaginava que revisitaria este universo, mas o público ficou curioso sobre o personagem e isso a inspirou.

"A princípio, não achei que fosse ter outro livro, mas os leitores começaram a me pedir e eu resolvi fazer do livro do Davi. O adolescente criado pelos avós que se tornou um dos melhores amigos da Tetê, a protagonista do livro anterior, me instigava e eu queria saber mais sobre ele. Então o novo livro nasceu a partir do interesse das pessoas que despertou o meu interesse em contar a história dele. Agora, tem muita gente me pedindo para fazer outro livro 'Confissões', mas que seja protagonizado pela avó do Davi. Ficaram fãs dela", disse.

A escritora contou que está adorando os retornos, seja por e-mails ou comentários nas redes sociais, de quem já leu a história do Davi.

"Já recebi muitos e-mails, porque é um livro onde falo de muitas coisas. Um livro de primeiras vezes, primeiras paixões, preconceitos, bullying e outras descobertas da adolescência. Estou muito feliz e emocionada", comemorou.

Um dos detalhes da trama é que o tímido Davi se inscreve em um curso de astrologia, o que não tinha coragem antes para não sofrer preconceitos.

"Tem muita gente que não admite, mas adora astrologia. O Davi é escorpiano que nem eu, fazemos aniversário no dia 10 de novembro. E ele faz as ligações dos perfis dos signos com as pessoas da turma dele, uma forma de tentar entender as personalidades dos colegas", antecipou Rebouças.

Agenda cheia em 2017

Após a turnê atual, a agenda da autora ainda tem muitos compromissos até o fim de 2017. Um deles é o lançamento de outro livro, que será protagonizado pelo Zeca, que é amigo dos principais personagens de "Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática" e de "Confissões de um garoto tímido, nerd e (ligeiramente) apaixonado".

"Ele também terá a própria história, mas não será no formato dos 'Confissões', será diferente. Deve sair entre outubro e novembro e, em seguida, saio em turnê de lançamento", explicou.

Depois de ver uma obra estrear no cinema com o filme "É fada!", adaptação do livro "Uma fada veio me visitar", a autora fala o andamento de outros dois projetos estão a caminho. "Estou fazendo o roteiro de 'Tudo por um pop star', que deve começar a rodar entre outubro e novembro. E a adaptação de 'Fala sério, mãe' será lançada em novembro, aí terá estreia", contou.

BULLYING - depoimentos outubro SESC Copacabana

BULLYING - depoimentos outubro SESC Copacabana

Escolas pedem que governo Trump não corte fundos para combater gangue MS-13

ISTO É

O corte de gastos em educação prometidos pelo governo Trump afetará programas essenciais para combater o recrutamento de estudantes pela violenta gangue hispânica MS-13, disse a legisladores nesta terça-feira um alto responsável escolar de Long Island, em Nova York.
A gangue, fundada por salvadorenhos nas ruas de Los Angeles nos anos 1980, está crescendo nesta região, a 45 km do centro de Manhattan, em grande parte devido ao recrutamento de menores que nos últimos três anos viajaram sozinhos de El Salvador, Honduras ou Guatemala e se instalaram ali com familiares ou tutores.
Estes meninos recém-chegados aos Estados Unidos, que muitas vezes escapam da “extrema violência e morte”, se sentem “isolados, assustados e muito vulneráveis”, disse Howard Koenig, superintendente de escolas de Central Islip, em uma audiência do Comitê de Segurança Interna da Câmara de Representantes sobre a MS-13, realizada neste povoado de Long Island.
Muitos desses meninos quase não estudaram, não falam inglês, não conhecem os costumes locais e não têm uma estrutura ou apoio familiar, e a escola tenta ajudá-los, contou.
Mas o corte de 9,2 bilhões de dólares em gastos com educação no orçamento federal, que teriam um impacto na ajuda ao estado de Nova York, tornará impossível oferecer a estes estudantes atividades extracurriculares após a saída das aulas, educação especial e apoio acadêmico adicional, disse Koenig.
A redução destas atividades “se torna uma ferramenta que alimenta as atividades de recrutamento da gangue”, afirmou.
“Os governo federal, estatal e do condado fracassaram em tomar as medidas adequadas para receber estes meninos”, disse por sua vez o advogado Patrick Young, do Centro de Refugiados Centro-americanos (CARECEN).
Evelyn Rodríguez, a mãe de Kayla Cuevas, uma jovem de 16 anos assassinada em setembro passado pela MS-13 a machadadas e golpes de tacos de beisebol, disse que o liceu de Brentwood onde sua filha estudava ignorou o problema.
“Minha filha sofreu bullying por dois anos” por parte de um membro da gangue e “a escola não fez nada”, contou aos representantes.

Garotinha Ruiva IG faz resenha de "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo." de Mar'Junior


Garotinha Ruiva IG
Resenha Escrita - https://www.instagram.com/p/BQeLID_jNBV

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