quarta-feira, 29 de março de 2017

BULLYING a marca da plateia de Rio Branco


BULLYING - uma marca importante nesses 14 anos de espetáculo é a presença de inúmeros alunos e professores que nos assistem. Não foi diferente no Teatrão - Teatro Plácido de Castro no Acre. Ao final os alunos e mestres querem tirar fotos com o todo o elenco. Ficamos felizes com este carinho e admiração.

Blog Leiturize-se escreve resenha de "PEPITA - passei a minha infância e adolescência sendo perseguida, sofrendo bullying," de Mar'Junior




"Mar' tem uma escrita leve e envolvente, de maneira que o leitor só consegue soltar o livro quando finaliza a leitura. Foi interessante também porque o tema vem ganhando uma boa repercussão na mídia e uma curiosidade sobre o autor é que ele viaja o Brasil fazendo palestras sobre esse tema, alertando os perigos que isso pode trazer aos jovens perseguidos." Blog Leiturize-se 

Clique na FOTO a cima para ler toda a resenha.  

Jornal Página 20, coluna Giro Geral por Moisés Alencastro


VEÍCULO: Jornal Página 20
BAIRRO/CIDADE/ESTADO: Rio Branco, Acre
DATA: 20 de março de 2016
SEÇÃO: Coluna Giro Geral
PÁGINA: 15
JORNALISTA: Moisés Alencastro

Teatrão foi o escolhido para receber BULLYING em nossa primeira turnê de 2017


BULLYING - o Teatro Plácido de Castro - Teatrão foi o escolhido para nos receber para a nossa primeira turnê em 2017. Ter estado em Rio Branco, pela primeira vez, nos faz ver como estamos indo longe com esta missão.

Lenha na Fogueira

DIÁRIO DA AMAZÔNIA 

Agradecido com a recepção em Porto Velho (o público literalmente lotou o Palácio das Arte) na noite de domingo, o humorista Maurício..


Por Silvio Santos

Agradecido com a recepção em Porto Velho (o público literalmente lotou o Palácio das Arte) na noite de domingo, o humorista Maurício Meirelles postou o seguinte comentário nas redes sociais:
Puta show hoje em Porto Velho, Rondônia. Obrigado a quem foi. E desculpe a você que leu isso e não é de Rondônia.
Essa mensagem deve ser um saco pra você. Meio que mega atrapalhei a sua timeline pra ler sobre um show que você nem vivenciou.
No meio da madrugada. E é por isso que você compartilhou esta mensagem, pois alguém tem que se fuder junto lendo esse textão.
Vingue-se mesmo. Compartilhe este texto nada a ver para uma timeline de alguém que também não mora em Rondônia.
Recomendo você colocar de título a mensagem “QUE BABACA. LEIAM ATé O FINAL” só pra galera vir afoita até aqui achar que é uma polêmica.
Até porque você ja pensa, comediante falando de Rondônia? Lá vem uma puta piada preconceituosa. Quero rir dos comentários”.
E não era nada. Só eu agradecendo Rondônia. Palavras do Maurício!
Durante o espetáculo “Perdendo Amigos”, Maurício convidou o público, a interagir com o show, via redes sociais, no caso face e watt app, Era o quadro face bullying.
A ideia era fazer com que o público presente, participasse, postando gozações (bullying) em cima de um rapaz que se propôs a colaborar com o espetáculo e subiu ao palco, onde ficou exposto a todo tipo de brincadeiras, nem sempre aceitáveis por muitas pessoas.
Tudo bem que o espetáculo era para o público adulto, porém, ninguém sabe explicar, muitos pais levaram filhos menores de idade, criança mesmo. Tanto que o humorista. Por várias vezes chamou a atenção da mãe de uma criança, que insistia em chorar e o que foi pior, a mãe com a criança estavam na primeira fila de poltronas, bem pertinho do palco. O humorista tentou distrair a criança colocando desenhos animados passando no telão, inclusive a Galinha Pintadinha e não logrou êxito.
Acho que os produtores do evento deveriam ter proibido a entrada de menores. Não sei para qual faixa de idade o show “Perdendo amigos” é liberada, mas, tinha muita criança no teatro.
Não adianta ficarmos aqui criticando o ator, até porque o show é para adulto e por isso algumas pornografias são aceitáveis. O que não podemos concordar é que crianças com menos de dez anos assistam esse tipo de espetáculo. Na Internet elas vêm tudo isso, sem problema. Aí pergunto vêm na frente de seus pais, ou trancadas em seus quartos?
O rapaz que aceitou participar do face bullying, apesar de saber que seria colocado ao ridículo por alguns da plateia, que também quiseram participar da brincadeira via watt zapp e face book.
O que vou lamentar aqui não tem nada a ver com participação do jovem. Quero mais é que ele se “fd”. A preocupação foi com a falta de responsabilidade das pessoas que levaram as crianças ao teatro naquela noite.
Veja bem, antes de começar o face bulling, Maurício convocou três jovens ao palco, para escolher apenas um para participar da brincadeira. Dos três duas eram mulheres que utilizaram a oportunidade para fazer propaganda do seu desejo sexual. Uma disse que certa vez bebeu de mais e quando viu estava num banheiro com uma outra garota, prometendo lhe ajudar e lhe beijando, mesmo estando toda vomitada. Não satisfeita disse ali, que estava solteira a procura de alguém que a quisesse.
Outra bem novinha e até bonita, aproveitou para declarar seu amor a outra menina que estava na plateia. Quer dizer o negócio delas era vender a própria pele. Foram reprovadas pelo público.
Restou um rapaz que foi eleito pela plateia, cuja história era bem mais amena que a das duas mulheres. Só que na hora do face bulling a turma não perdoou.

Diretor de escola é afastado por conta do suicídio de um aluno que sofria bullying


PORTAL MIE

O diretor de uma escola ginasial foi demitido do cargo em repreensão por conta do suicídio de um aluno que sofria bullying. Saiba mais.


&nbspDiretor de escola é afastado por conta do suicídio de um aluno que sofria bullying
imagem ilustrativa
Um aluno do primeiro ano do ginásio tirou a própria vida em setembro de 2.014. Soube-se que ele cometeu suicídio porque sofria bullying na escola. Por conta do ocorrido, o Conselho Municipal de Educação anunciou em 27 deste mês, uma repreensão para o diretor da escola.
De acordo com o jornal Sankei, o conselho da cidade repreendeu o diretor da instituição escolar Sendai Shiritsukan, Mitsuhiro Sugawara, 60 anos.
O motivo para essa reprimenda disciplinar se deve ao fato de que ele deveria ter dado mais atenção ao caso do aluno. Como instituição, Sugawara não teria cumprido o Rou-Ren-Sou (relatório, comunicado e consulta) em relação ao aluno que amargou bullying durante o período de maio a setembro daquele ano.
Essa reprimenda foi baseada no relatório especialmente elaborado com base na pesquisa efetuada pelo Conselho de Educação da cidade de Sendai (Miyagi). “A escola não tomou as devidas medidas apropriadas”, de acordo com a matéria publicada pelo jornal Sankei. “Estou consciente de que não correspondi à responsabilidade enquanto instituição, no atendimento apropriado ao caso. Apresento minhas sinceras desculpas”, falou Sugawara para a reportagem.
De acordo com o conselho, Sugawara já assinou demissão do cargo de diretor da escola, com data de 31 de março deste ano. Ele será realocado em uma organização auxiliar do município, a qual gerencia uma instalação voltada para as crianças.
O conselho declarou para o jornal Sankei que “acertou o desligamento do diretor com a formatura. Se deixasse para depois, na época dos exames para ingresso escolar, iria perturbar os alunos”.
Fonte: Sankei News
Imagem ilustrativa: Flickr

Mais de 100 pessoas participam de ação contra o Bullying na Escola

EXPRESSO MT

A ação faz parte da estratégia de mobilização para encontrar a melhor maneira de atuar junto aos alunos com objetivo de manter uma cultura de paz dentro da escola.


A ação faz parte da estratégia de mobilização para encontrar a melhor maneira de atuar junto aos alunos com objetivo de manter uma cultura de paz dentro da escola

Mais de 100 pessoas, entre alunos, pais e professores, participaram de ações promovidas pela Coordenadoria de Polícia Comunitária, da Polícia Judiciária Civil, no sábado (25.03), com objetivo de combater a prática do "Bullying" dentro da Escola, através da agenda integrada dos projetos sociais De Bem Com a Vida e De Cara Limpa Contra as Drogas.

A ação realizada na Escola Municipal Rafael Rueda faz parte da estratégia de mobilização para encontrar a melhor maneira de atuar junto aos alunos com objetivo de manter uma cultura de paz dentro da escola, visando a prevenção especialmente o fenômeno da violência “Bullying”.

O coordenador do projeto De Bem Com a Vida, investigador Ademar Torres Almeida, explica que a expressão bullying é utilizada para qualificar comportamentos agressivos no ambiente escolar, praticados por alunos. São atos de violência (física ou não) que ocorrem de forma intencional e repetitiva contra um ou mais alunos que se encontram impossibilitados de fazer frente as agressões sofridas.

“Esses comportamentos não apresentam motivações específicas ou justificáveis. Nesse sentido de forma 'natural', os mais fortes utilizam os mais frágeis como meros objetos de diversão, prazer e poder, com o intuito de maltratar, intimidar, humilhar e amedrontar suas vítimas”, explicou.

Durante as ações na Escola, na manhã de sábado (25), os professores realizaram dinâmicas, apresentação teatral com os alunos, bem como exposição de cartazes e de músicas alusivas ao tema.

Entre as atividades desenvolvidas pelo projetos, Ademar explorou com os alunos, no primeiro momento a temática “Bullying não é brincadeira”, utilizando recursos de audiovisual e exposição dialogada na apresentação. “Nos próximos meses haverá encontros com professores, pais de alunos, onde todos buscarão encontrar uma forma de enfrentar a questão”, destacou o policial.

Segundo a diretora da escola, professora Hilma Souza do Nascimento, as formas mais comuns de bullying que estão ocorrendo são: físico – que se trata da violência física repetitiva como socar, chutar ou bater em um colega repetidas vezes, este é o mais fácil de identificar e o Bullying verbal - são insultos e xingamentos repetitivos ou apelidos que humilham os colegas.

“Aceitar os colegas e suas diferenças pode ser o primeiro passo para uma cultura de não violência e de respeito ao ser humano no ambiente escolar, sem bullying”, destacou a professora.

Para o coordenador de Polícia Comunitária, o delegado Gênison Brito Alves Lima a convivência no contexto escolar é um tema que envolve todos, docentes, estudantes, famílias, gestores e outros funcionários da instituição.

“É importante que todos os envolvidos na experiência educativa reconheçam sua responsabilidade e possam exercer sua efetiva participação para tornar a escola um espaço seguro e solidário no compromisso para o fortalecimento de uma cultura da paz na escola”, destacou o delegado.

'Sofri bullying', diz jovem que tentou barrar comercial de presunto em MG

Valdivan VelosoDo G1 Grande Minas

Estudante entrou na Justiça para tirar comercial do 'Luiz Augusto' do ar.
TJ negou pedido liminar; processo por danos morais continua, diz advogada


“Sofri bullying. Eram muitas brincadeiras pejorativas”, diz estudante que entrou na Justiça para retirar a propaganda do presunto “Luiz Augusto” do ar. Mineiro de Janaúba, Luiz Augusto, de 22 anos, conta que era ofendido porque a peça publicitária fazia referência a um presunto de baixa qualidade.  

“Decidi entrar com um processo, pois me prejudicava muito. Quando o comercial começou a ser veiculado, era bastante complicado. Tinham muitas brincadeiras ofensivas no ônibus, quando eu ia para a faculdade; e também em grupos de Wahtsapp e Facebook. Anexei prints destas ofensas no processo, iniciado em 2016”, explica o estudante.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou o pedido de liminar feito pelo estudante norte-mineiro. A decisão foi divulgada nesta segunda-feira (27). Segundo o TJMG, “o relator, desembargador José Flávio de Almeida, entendeu que o consumidor trouxe ao processo provas bastantes de que sofreu bullying. Porém, o magistrado concluiu que o comercial era insuficiente para associar o nome Luiz Augusto a um produto de baixa qualidade”.

No processo, o estudante disse que as brincadeiras o apelidavam de "presunto de segunda" e isso acarretou danos à sua honra. “Agora, com esta negativa de retirar o comercial do ar, vou tentando levar minha vida. Tentar leva-la normalmente”, lamenta o estudante.

A advogada do estudante, Kelly Ferreira Queiroz, informou ao G1 que ainda será julgado o processo por danos morais referente ao mesmo caso. “Ainda aguardamos o julgamento em primeira instância deste processo”, explicou a advogada.

terça-feira, 28 de março de 2017

Cruel: mãe obriga por dez anos filho a comer somente ração para hamster e cães

BLASTING NEWS

Um amigo da família disse que Andrew Copley "foi o menino mais triste que eu já vi". Ele era espancado e sobrevivia com comida de hamster e cachorro.

Andrew Copley, a criança faminta, teve que comer grãos de hamster e biscoitos caninos por uma década, além de sofrer #bullying, ataques físicos e crueldade vindas de sua própria #mãe. A mãe, Christine, agora com 65 anos, espancava o filho diariamente e foi acusada de agressão e maus-tratos contra Andrew. Segundo contam as testemunhas, e a própria vítima, os abusos aconteceram entre os 5 e 14 anos de Andrew, portanto, por quase 10 anos. O caso aconteceu em Exeter, Devon, Inglaterra.

As testemunhas disseram que Christine Copley é agressiva e valentona com todos. A acusação feita pelo promotor, Lee Bremridge, ainda sustenta que Andrew era chutado e intimidado diariamente por Christine. Andrew, por várias vezes, foi forçado a ficar nu e passar a noite no quintal de casa.
O promotor Bremridge disse que um amigo da família comentou que "Andrew era o menino mais triste que eu vi". O júri também ouviu que Andrew morava com seus pais e seus três irmãos em uma casa de três quartos em Exeter, Devon, e que a casa estava "num estado repugnante" com cães "vagando livre" no andar de baixo e uma bagunça sem fim. Os seus irmãos também eram privados de alimentação adequada, mas Andrew era o mais maltratado.

A história vai ganhando requintes de crueldade quando o júri ouve de Andrew que a mãe comia chocolate e batatas fritas escondida dos filhos, que ele só comia comida de hamster e biscoitos caninos porque estava muito faminto. "Era o que tinha para comer", afirmou o garoto.
Quando era Natal ou aniversário, parentes e vizinhos davam presentes para as crianças e semanas depois a mãe vendia os presentes. O garoto também sofria bullying na escola porque "fedia" e incomodava os colegas.
E a crueldade continua. Andrew ainda contou que a mãe o agarrou pelas genitálias e apertou. Ele caiu no chão gritando de dor em agonia. Em outra passagem, seu irmão afirmou que era comum ficar trancado no armário embaixo da escada. Surras, foram inúmeras. E nenhum deles podia reclamar.
E o pior vem agora. Andrew está com 30 anos e só em 2013 teve coragem de revelar os abusos. Aos 15, sem aguentar a situação, fugiu de casa.
Copley, a mãe, nega as sete acusações de crueldade a uma pessoa com menos de 16 anos entre julho de 1983 e julho de 1993.
Seu julgamento continua. #maus tratos

Colega de 12 anos estrangulou adolescente em escola, diz polícia

ESTADÃO


Briga teria começado no dia anterior; vítima, de 14, era nova no colégio e começou a sofrer bullying

Foto: Marta Avelhaneda Gonçalves
Laudo aponta que garota foi morta por estrangulamento em sala de aula no RS
Marta Avelhaneda Gonçalves, de 14 anos, cursava o sétimo ano do ensino fundamental em escola de Cachoeirinha
PORTO ALEGRE - A Polícia Civil do Rio Grande do Sul diz ter identificado a responsável pela morte da adolescente Marta Avelhaneda Gonçalves, de 14 anos, dentro de uma escola, há duas semanas. A jovem teria sido estrangulada por uma colega de 12 anos, atestam os policiais. O crime ocorreu dentro de uma sala de aula da Escola Estadual de Ensino Básico Luiz de Camões, no bairro Bom Princípio, em Cachoeirinha, na região Metropolitana de Porto Alegre.
Conforme o delegado Leonel Baldasso, que preside o inquérito, o estrangulamento de Marta foi o desfecho para uma briga que teria começado um dia antes, em 7 de março. A menina era nova no colégio e começou a ser vítima de bullying por parte de outras adolescentes.
No dia de sua morte, Marta teve uma discussão com a colega. Durante o intervalo entre as aulas, à tarde, as duas trocaram agressões em uma sala de aula, na presença de outras duas meninas, que procuraram por socorro durante a confusão. Neste momento, a garota mais jovem teria derrubado Marta e a estrangulado.
"Estou responsabilizando-a por homicídio intencional", afirmou Baldasso. "Se fosse uma lesão na cabeça, como a jovem alegou, poderia se induzir que não houve intenção. Mas houve provação prévia e o laudo concluiu que houve estrangulamento."
Marta caiu desfalecida. A menor agressora disse que ela teria batido a cabeça em uma classe e desmaiado. Socorristas do Samu estiveram no local, mas não conseguiram reanimar a jovem. A eles, foi dito que Marta tinha sofrido um mal súbito. A menina chegou sem vida ao hospital da cidade.

O delegado está responsabilizando a menina por ato infracional de homicídio. Caberá à Justiça determinar sua internação.