terça-feira, 25 de julho de 2017

"Ser modelo foi a saída para fugir do preconceito", diz Monalysa Alcântara

PORTAL O DIA

A Miss Piauí 2017 visitou a redação do Sistema O Dia e contou um pouco sobre superação dos preconceitos e a realização de seus sonhos.


Nesta segunda, a nova Miss Piauí Monalysa Alcântara visitou a redação do Sistema O Dia. Em uma conversa descontraída, a jovem contou um pouco de sua história, e seus planos para o futuro, incluindo o Miss Brasil 2017.  A miss foi coroada no último dia 15, o evento foi realizado no Shopping Rio Poty, Zona norte de Teresina.
Monalysa Alcântara, tem 18 anos, é modelo e estudante de Administração, foi eleita Miss Teen Piauí 2016, e recentemente coroada Miss Piauí 2017. “Desde criança sempre quis ser modelo, hoje sou feliz por poder realizar este sonho”, disse Monalysa Alcântara. 

Foto: Assis Fernandes/O Dia
Tranquila, e com um sorriso no rosto, Monalysa falou um pouco sobre tudo, da infância até a passarela do Miss Piauí. A modelo iniciou a conversa contando sobre como o mundo da moda lhe ajudou a superar preconceitos.
“Quando criança eu não tinha muito noção do que era preconceito, percebi isso na adolescência quando senti na pele. Falavam da minha cor, da minha altura, da minha boca. Eu tinha vergonha do meu cabelo”, disse.
A jovem relata que ser modelo sempre foi seu sonho desde criança, e viu no mundo da moda uma porta para “fugir” do bullying. “ Quando comecei a trabalhar como modelo, fui percebendo o quanto aquilo poderia me ajudar, foi literalmente uma saída para fugir do preconceito, e me aceitar. Acredito que quando você dá o seu melhor, e luta, as coisas dão certo”, afirmou.

Foto: Assis Fernandes/O Dia
A modelo foi eleita Miss Teen Piauí 2016, e na competição nacional, ocupou a vice-liderança. Agora, Monalysa carrega a faixa e a coroa de Miss Piauí 2017.
“São emoções diferentes. O concurso Teen, era muito novo no Estado, então eu tinha o dever de disseminar isso, mostrar um pouco para as outras meninas um concurso que não era conhecido no Piauí.  O Miss Piauí não, ele já existe há anos, foi uma emoção totalmente diferente. Eu via na TV, mas nunca imaginei que um dia, seria eu a coroada, foi uma felicidade tão grande”.
Quando questionada sobre quem era sua inspiração de vida, sem pensar duas vezes, fala que é o seu pai. “Meu pai morreu quando eu tinha cinco anos, era um homem muito justo, humilde. Então tudo que faço é pensando se ele estivesse em tal situação, qual seria a reação dele”, respondeu emocionada.

Foto: Assis Fernandes/O Dia
O futuro
Com a coroa de miss Piauí, Monalysa Alcântara, se prepara agora para outra etapa, o Miss Brasil. A modelo conta que não conhece muito ainda das outras candidatas, mas que está se preparando.
“Eu prefiro não ir atrás e ver os detalhes da vida das outras candidatas, mas conheço algumas já, inclusive tem outra menina com a mesma idade que a minha, isso é bom. Em meio a agenda lotada, estou organizando minha agenda para voltar a academia, e chegar bem em São Paulo”, disse.
O Miss Brasil 2017, acontecerá dia 19 de agosto em Ilha Bela, litoral norte de São Paulo. No evento, as 27 representantes dos estados brasileiros disputam o título de mulher mais bonita do país.
Questionada sobre qual a mensagem pretende deixar ao fim do seu legado, Monalysa afirma, “ Ser miss não é apenas ser capa de revista, ou ter um rostinho bonito, é muito mais.  A mensagem que eu pretendo deixar é que, todos nós podemos ocupar o lugar que quisermos. Temos que não apenas sonhar, mas lutar por nossos sonhos”, finalizou.
Edição: Maria Clara Estrêla
Por: Geici Mello

Alma cheia de dores

DIÁRIO DO GRANDE ABC

Luís Felipe Soares
Cuidar da saúde mental é coisa séria. As tristezas e decepções que podem aparecer no caminho das pessoas podem gerar complicações e a depressão simboliza esse momento ruim. Conhecida como ‘doença da vida moderna’, ela tem crescido nos últimos anos e parece que o mundo aumenta sua tristeza profunda.
Dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde no início do ano revelam que 4,4% da população do planeta lida com esse tipo de transtorno. No período entre 2005 e 2015, foi percebido crescimento dessa taxa em 18,4%. Os brasileiros também aparecem na pesquisa, uma vez que 5,8% da nossa população (cerca de 11,5 milhões de pessoas) sofre com a doença.
Entre percepção de sintomas e busca por acompanhamento médico, é preciso que o paciente saiba que falar sobre o assunto não deve ser tabu. Uma das vozes mais conhecidas em relação ao tema é a do canadense Kevin Breel, de 23 anos. O escritor, comediante e ativista ficou conhecido por discutir de maneira direta e inteligente a complicação que o acompanha até hoje. Seus relatos famosos em vídeos – facilmente encontrados na internet – agora ganham forma de letras e palavras em Confissões de Um Adolescente Depressivo (Editora Seoman, 232 páginas, R$ 36, em média), com primeira edição em português.
“Escrever este livro foi como iluminar todos os caminhos da minha vida que me levaram à dor e então correr através deles, de um lado para o outro e depois em círculos, até cair exausto”, escreve na introdução da obra. “Talvez a verdade seja uma só: não existe escapatória, só resta a aceitação.”
A publicação viaja pela trajetória do rapaz, desde a infância até o início da vida adulta. Ele conduz a narrativa em primeira pessoa, mas aproveita o seu papel de autor ao rever fatos do passado e identificar passagens ligadas ao desenvolvimento da depressão. Há a estrutura familiar frágil, a perseguição com bullying no colégio, a inesperada morte do melhor amigo e o quase suicídio, entre outros momentos. 
Ao fim dos dez capítulos, coloca sentenças no espaço ‘Um Toque Para Mim Mesmo’, tentando dar apoio a si mesmo quanto ao tema discutido. “Seja boa ou ruim, todos nós estamos vivendo uma história. O problema das histórias é que as boas nunca acabam do mesmo jeito que começaram”, aparece no último bilhete.
Talvez a maior mensagem de Breel seja a de aceitar suas partes mais sombrias e seguir em frente de cabeça erguida. Ele abre a vida para debater com o público e a obra literária pode fazer com que outros também passem a falar sobre seu profundo mundo depressivo. 

Violência nas escolas

O GLOBO
BLOG DO NOBLAT

Alguns dos problemas enfrentados pela educação brasileira estão nas dificuldades impostas por conteúdos pouco atraentes, na ausência de material didático adequado, na infraestrutura insuficiente, nos planos de carreira docente desestimuladores e nos poucos incentivos à atividade de magistério.
Entretanto, também defrontamo-nos agora com o crescimento exacerbado dos índices de violência, que vem provocando danos irreparáveis ao ambiente escolar.
A violência é influenciada por diversos fatores, entre eles o espaço no qual a escola está inserida, a má utilização da comunicação, algumas regras de disciplina incompatíveis com os tempos atuais e o nível de atraso dos estudantes.
O baixo rendimento escolar, por exemplo, leva alguns estudantes à agressão verbal, ou física, aos seus professores, e também à depredações, em muitos casos das próprias instalações escolares.
Os casos de bullying, que constituem uma forma de violência moral entre os próprios estudantes, são muito frequentes em grande parte das escolas e se avolumaram com o crescimento das redes sociais.
Segundo dados obtidos a partir dos questionários aplicados na Prova Brasil, mais da metade dos professores, diretores e funcionários das escolas públicas relatam casos de violência, alguns contra eles.
A ausência de acompanhamento pela família também favorece o aumento das situações de conflito nas escolas.
Entre os estudantes, a violência aparece com índices preocupantes, pois mais de 70% dos professores e diretores reportam ter presenciado agressão física entre alunos. A situação extrema de furtos e roubos aos professores e gestores também foi constatada em diversas escolas.
Um estudo da UNESCO mostrou que atualmente a sala de aula não garante ao estudante mais segurança do que a rua, tanto em escolas públicas como nas escolas particulares.
Hoje em dia, diretores, professores, funcionários administrativos e alunos são obrigados a conviver com fatos que passaram a fazer parte do cotidiano de alguns dos nossos maiores centros urbanos, como a posse ilegal de armas e o tráfico de drogas.
Na semana que passou, o tema foi discutido numa reunião do Fundo das Nações Unidas para a Infância (a UNICEF).  Nessa reunião, foi divulgado que, no primeiro semestre letivo de 2017, na Cidade do Rio de Janeiro, somente foi possível abrir todas as escolas em apenas 8 dias letivos, de um total de 107 dias, em função dos tiroteios.
A violência corre o risco de ser legitimada, quando aceita passivamente pelos governos.
A descontinuidade nas aulas e nas demais atividades que norteiam o processo de aprendizagem diminui o rendimento escolar.
Nas últimas semanas, por exemplo, sucessivos casos de estudantes atingidos por balas perdidas ocuparam as manchetes dos jornais, demonstrando a escalada da violência, notadamente nas regiões mais pobres do Rio de Janeiro. Resultado: aulas suspensas, afastamento das escolas, abandono de cursos, professores que desistem.
Evidentemente, a educação é prioridade para o desenvolvimento. Ela, entretanto, depende da consecução de outras políticas, entre as quais a de segurança pública que, em muitos casos tem sido relegada a planos secundários.
É urgente e indispensável a recuperação econômica do Rio de Janeiro, segundo maior produto interno bruto da federação, retomando-se a continuidade e o cumprimento do calendário de pagamentos dos salários aos servidores, o reaparelhamento dos órgãos de segurança, assegurando-se igualmente a oferta da assistência social e acompanhamento dos estudantes pelas famílias.
Bullying (Foto: Arquivo Google)(Foto: Arquivo Google)

Curso de mediador e pacificador social será nesta semana em Curitiba

O Curso de Mediador e Pacificador Social acontece em Curitiba a partir desta segunda-feira (24) e vai até quinta (27), com o objetivo de capacitar agentes de segurança pública e lideranças comunitárias (tais como líderes religiosos, representantes de ongs e associações comunitárias) a mediar e pacificar conflitos na localidade de influência.
O curso é uma das estratégias do Plano Nacional de Segurança Pública para reduzir os índices de violência no País e, por iniciativa da ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, o curso acontecerá em quatro bairros vulneráveis de Curitiba sob a supervisão de seus assessores Rlick Santos e Delviene Gurgel.
O principal enfoque do curso é o de inserir os participantes no tema racismo institucional dentro de cada localidade, para a prevenção de conflitos comunitários, violência doméstica e “bullying” nas instituições de ensino, com recorte racial.
O evento é promovido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, juntamente com Ministério dos Direitos Humanos, e organizado pela Secretaria de Estado da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos, Assessoria Especial de Juventude, Secretaria Municipal de Esporte Lazer e Juventude, Assessoria de Direitos Humanos e Igualdade Racial e Administrações Regionais da Prefeitura Municipal de Curitiba.
O secretário estadual da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos, Artagão Júnior, esclarece que ajudar a resolver uma questão, uma disputa, uma desavença ainda no começo, pode evitar muita dor, muitas perdas. “Precisamos falar também e conscientizar a população sobre a existência e a prática do racismo institucional. Esses são os principais objetivos desse treinamento".
Para idealizadores da oficina, que foi desenvolvida pela antiga Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, a proposta do curso é desenvolver a capacidade do mediador em compreender o conflito, utilizando-se da paciência, da objetividade, da habilidade e da imparcialidade.
A instrutora do curso é Uilma Augusta de Jesus, bacharel em Direito e Teologia, juíza arbitral, pós-graduada em gestão pública e privada e em gestão empresarial, presidente e fundadora do conselho e tribunal de mediação e conciliação e arbitragem da Bahia.
A oficina trabalhará os seguintes conteúdos: Estado e Sociedade; Famílias do Século XXI; Prevenção de Conflitos Comunitários com Recorte Racial; Prevenção de Homicídio; Crime contra o Patrimônio; Crime contra a Vida; Crime contra a Família; Crime contra a Paz Pública; A Importância da Mediação Social; Técnicas de Abordagem; A Figura do Mediador; Mediação de Conflitos e a Lei; Mediador de “bullying” nas Instituições de Ensino e o Mediador Pacificador Social e sua Legislação.
Edson Lau Filho, assessor especial de Juventude, do Governo do Paraná, diz que as oficinas são muito importantes para a juventude, porque são os jovens que mais sofrem com a violência e, para eles, poder contar com o apoio de pessoas capacitadas para pacificar o que muitas vezes começa com uma querela pequena e acaba se tornando uma grande confusão é de fundamental importância.
Os cursos acontecem em Curitiba das 8h às13h e das 14h às17h, no dia 24, na Praça Vila Parolin, Rua Plácido e Silva, 870, bairro Parolin; dia 25, no Clube da Gente, rua Hilda Cadilhe de Oliveira, 2330, CIC; dia 26, na Rua da Cidadania, av. Prefeito Maurício Fruet, 2150, Cajuru; e no dia 27 no Centro da Juventude, rua Pastor Antônio, 2200 no Alto Boqueirão.


Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br
Secretaria da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos está apoiando a realização do Curso de Mediador e Pacificador Social, em Curitiba. Curitiba, 21/07/17. Foto: Divulgação/ SEJU

Ex-“Casa dos Artistas”, Supla não gosta de se expôr e sofreu bullying por causa dos pais

TV FOCO

Por Vitor Peccoli

Ex-participante da “Casa dos Artistas”, primeiro reality show do Brasil, o cantor e compositor Supla diz que não gosta de se expôr nas redes sociais e revela que sofreu bullying por causa dos pais.

Com 30 anos de carreira, o músico afirmou que se sente bem com a chegada dos 51 anos, em entrevista a Adriane Galisteu no programa “Face a Face”, que vai ao ar nesta terça-feira (25), às 22h, na BandNews. “Estou de boa e é só mais um número. Sou o mesmo cara e continuo fazendo as mesmas coisas. Amo fazer shows e compor minhas canções. Sou privilegiado e agradecido pela vida que tenho”, disse.

Famoso pelo bordão “Papito”, o cantor revelou que não gosta de mostrar sua vida particular nas redes sociais. “Apesar de ter participado do primeiro reality show no Brasil, prefiro me resguardar. Posto apenas assuntos relacionados aos meus shows. Acho que precisa ter limite”, lembrou ele, que compôs uma música sobre o tema, chamada “Fanáticos Virtuais”, que faz parte do seu mais recente álbum Diga o Que Você Pensa. “É uma crítica às pessoas que ficam se exibindo na internet. Vida perfeita não existe. Somos humanos e temos momentos tristes e alegres”, disse.

Supla falou ainda sobre o visual irreverente, sua marca registrada. “Minha inspiração vem do punk rock. Boa parte das minhas roupas eu mando fazer e outras peças uma amiga envia do Japão”, disse ele, que também desmentiu os boatos sobre uma possível candidatura a algum cargo eletivo. “Pensei em me candidatar, mas consigo fazer política sendo músico e expondo as minhas ideias”, enfatizou o cantor ao lembrar que sofreu bullying pelo fato de ser filho de dois figurões da política brasileira, Eduardo e Marta Suplicy. “Sempre rola e é complicado porque você responde um pouco por isso. Já escutei de tudo. Precisa ter estrutura”, ressaltou.

Cuiabá realiza trabalho de conscientização contra bullying e racismo

FOLHA MAX

Da Redação

As questões relacionadas ao preconceito, bullying e racismo têm sido cada vez mais frequentes dentro dos ambientes escolares. Um deles, considerado fato isolado na rede municipal de educação, ocorreu na Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Constança Figueiredo Palma Bem Bem, localizada no bairro Jardim Fortaleza.

Diante disso, a Secretaria Municipal de Educação (SME) decidiu intensificar o trabalho que já vem fazendo no combate a estas situações, por meio de mais um trabalho de conscientização, junto aos profissionais desta unidade, nesta terça-feira (25). Com o objetivo de preparar melhor os profissionais para lidar com estas situações, quatro psicólogos da própria secretaria irão ministrar palestras e oficinas durante todo o dia. 

A SME já trabalha no combate a situações de preconceito nos itens obrigatórios no currículo escolar, por meio da Lei 10.6390/30 e do Programa Currículo na Diversidade, que instituíram o Plano Educação na Diversidade, cujo objetivo é valorizar a diversidade étnico-racial e combater o racismo e a discriminação sobre os negros no ambiente escolar.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Leiturize-se faz resenha de "PEPITA - passei a minha infância e adolescência sendo perseguida, sofrendo bullying." de Mar'Junior


Leiturize-se
Resenha Escrita - http://leiturize-se.blogspot.com.br/2017/03/senta-que-la-vem-resenha-livro-pepita.html

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Jovem muçulmana sofre bullying na escola

CM AO MINUTO

À saída, os jovens gritaram “ISIS” para a rapariga de 14 anos.
Uma jovem muçulmana de 14 anos foi vítima de bullying na escola que frequenta em Stockport, Manchester. Farrah Aftab, mãe da adolescente, estava à espera da filha à porta da escola quando assistiu a tudo: ouviu alguns jovens gritarem "ISIS". 

 A mãe diz que ouviu um dos jovens, que a rodeava, a perguntar o que é que ela estava a fazer na noite do atentado em Manchester. Logo após, a jovem foi verbalmente atacada. A adolescente, cujo nome não foi revelado, foi dita como "a rapariga que ninguém gosta". 

As imagens, gravadas a partir do telemóvel da mãe, mostram uma multidão de jovens, perto do carro, a gritarem palavras pouco amigáveis, ameaçando-a também de que lhe partiriam o nariz. Os professores permaneceram quietos e não fizeram nada para resolver a situação. "Os professores estavam mais preocupados com o facto de eu estar a gravar a situação", adianta Farrah, citada pelo jornal britânico Metro. 

A mãe de 37 anos disse que já por várias vezes pensou em retirar a filha da escola, já que não se sente confortável nem confiante em relação à segurança da jovem. 

"A minha filha é um alvo e um grupo de jovens está constantemente a fazê-la sentir-se isolada e sem amigos", confessa Farrah. 

"Por ser muçulmana, já por várias vezes ouviu comentários menos simpáticos", adianta. "Mas com os últimos acontecimentos, a situação está cada vez pior", continua. 

"Isto é racismo e é bullying, e a escola parece não querer fazer nada contra isso", lamenta Farrah. 

"Ponho-me a imaginar o que poderia ter acontecido se eu não a fosse buscar à escola", afirma, dizendo que já fez queixa à polícia e aos diretores da escola. 

"O que o Daesh faz, em nada tem a ver com o facto de sermos muçulmanos (…) nós não temos nada a ver com as práticas deles", afirma a mãe. 

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/jovem-muculmana-sofre-bullying-na-escola?ref=mundo_destaque