quarta-feira, 21 de junho de 2017

Último dia para baixar na Amazon o livro "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo." de Mar'Junior



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Jovens de Silves debateram Bullying, Igualdade de Género e Crise dos Refugiados

ALGARVE PRIMEIRO

Jovens de Silves debateram Bullying, Igualdade de Género e Crise dos Refugiados

No âmbito das comemorações da Semana da Escola, teve lugar o "Challange Day – Dia do Desafio".
 
Assim no passsado dia 14 de junho, jovens alunos das turmas do 3º ao 5º ano da EB 1 de Silves e da EB 2, 3 Dr. Garcia Domingues realizaram debates e dinâmicas de grupo, que os desafiaram a refletir sobre temas como o bullying, a igualdade de género e a crise dos refugiados. 
 
O objetivo foi proporcionar aos jovens estudantes a oportunidade de trocarem ideias, explorarem os temas e, sobretudo, de promover a mudança interior, levando-os a ponderar quais as suas atitudes face a determinadas situações, diz a autarquia em nota de imprensa. 
 
Em diversas estações e usando técnicas de educação não-formal, cada grupo teve 45 minutos para responder a questões como: - Refugiados... E se fosses tu? - Igualdade ou desigualdade de Género?! - Bullying... como agir?!
 
Os trabalhos foram coordenados pelos técnicos do setor de Juventude da Câmara Municipal de Silves, em pareceria com alguns jovens da Escola Secundária de Silves.

Botelho visita Hospital de Câncer e recebe reivindicações

CENÁRIO MT
Por Itamara Figueiredo



A Assembleia Legislativa irá receber, nos próximos dias, os diretores do Hospital de Câncer de Mato Grosso na reunião do Colégio de Líderes. Eles farão a explanação sobre as dificuldades financeiras que passa o hospital filantrópico, diante da falta de apoio do Governo do Estado. Durante café da manhã, nesta terça-feira (20), com o diretor-presidente do HCAN, Laudemi Moreira Nogueira e o diretor-financeiro José Castilho, o presidente da Casa de Leis, deputado Eduardo Botelho (PSB), conheceu as dependências do hospital e assegurou apoio ao trabalho desenvolvido a pacientes, inclusive, de outros estado e da Bolívia.

Nogueira explicou ao presidente Botelho que mesmo diante das dificuldades, por meio de doações e recursos federais, o HCAN conseguiu realizar 76.073 mil atendimentos no ano passado. Somente no interior do estado foram 28 mil pacientes, sem nenhum custo ao governo. Sendo 80% moradores da Baixada Cuiabana. Alertou sobre a necessidade de um financiamento permanente para a Saúde Pública e a revisão de valores na tabela do Sistema Único de Saúde – SUS, para que os hospitais possam trabalhar com segurança.

“Essa visita é importante porque nos ajuda mostrando a importância desse hospital à sociedade, valoriza o trabalho que aqui é feito e nos permite angariar apoio juntos aos deputados para convencer o governo do estado sobre a importância dessa instituição. Hoje, não há uma política clara em relação a oncologia em Mato Grosso. E o deputado aqui, com certeza, vai nos ajudar a melhorar os atendimentos”, explicou Nogueira.

Ao destacar os relevantes serviços prestados pelo HCAN, o presidente Botelho assegurou empenho para ajudar a instituição e informou sobre o trabalho que vem sendo feito para encontrar alternativas que solucionem, de forma urgente, a crise que afeta a Saúde Pública. Também falou sobre a Assembleia Itinerante, mutirão da Casa de Leis que leva cidadania para o interior do estado.

“Estamos impressionados com a qualidade do trabalho prestado, com a qualidade dos quartos, da internação, do ambulatório. Tudo que tem é de muita qualidade e a dedicação dos médicos é fantástica. Entendemos que o poder público tem que participar mais dessas entidades filantrópicas, sobretudo, a que oferece o tratamento de combate ao câncer, uma doença grave, que acomete milhares de pessoas que não têm condições de pagar pelo tratamento. E essas pessoas no momento de dor, de sofrimento, precisam achar um lugar que os atendam com padrão de qualidade como oferece o Hospital de Câncer. Vamos trabalhar com o intuito de ajudar esse hospital. E fazer com que o governo do estado tenha um olhar diferente para essas entidades”, afirmou Botelho, ao acrescentar que o governo tem feito muito pouco à saúde, especialmente, para os hospitais filantrópicos.
De acordo com o médico Castilho, sem medidas urgentes, os hospitais filantrópicos correm o risco de fechar. O HCAN tem déficit mensal de R$ 1,4 milhão. “As contas não fecham, somente as doações ajudam a manter os atendimentos”.
Referência em Mato Grosso, muitos pacientes recorrem ao HCAN. É o caso da moradora de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, Ebelin Ciancos, que há um mês acompanha a filha de cinco anos, diagnosticada com leucemia. “O atendimento aqui é excelente”, afirmou.
“Como agentes públicos temos que estar atentos para questões importantes como essa do Hospital de Câncer, que realiza um ótimo trabalho à sociedade. Dessa forma, podemos encontrar parcerias para canalizar recursos e atender as demandas. Por isso, trouxemos o presidente Botelho aqui, para que veja in loco as necessidades e a importância do trabalho desenvolvido”, disse o secretário de Finanças da ALMT, Ricardo Adriane Oliveira.
Visita – Acompanhado pelo diretor de Relações Públicas, Arnaldo Souza Marques, Botelho percorreu a ala pediátrica, enfermaria, capela, Centro de Prevenção de Câncer de Mama e o local onde será construída a UTI Pediátrica.

Olhar de alegria

TRIBUNA REGIONAL

Escrito por Paula Weidlich

Após muito sofrimento, bullying e espera por uma solução para seu problema de pálpebra caída, a pequena Jacyra, de apenas 3 anos, e sua família, finalmente, têm motivos para comemorar. No sábado retrasado (10), a menina – que nasceu com ptose palpebral – passou por uma cirurgia reparadora, procedimento que evitará que ela tenha problemas de visão no olho esquerdo e também fará com que ela não seja mais vítima de preconceito e dos olhares maldosos das pessoas.
“Ela ficou bem calma antes e depois da cirurgia. A cirurgia foi tranquila, mas ela teve febre depois, que segundo o médico pode ter sido uma reação à anestesia. Agora é esperar, depois de 15 dias, vai poder voltar para a creche. Mas agora, não tem mais perigo de a pálpebra prejudicar o olho dela e ela não vai mais sofrer bullying na escola”, conta a mãe de Jacyra, Lourdes Cristina dos Santos, 27.

Solidariedade

Menina antes da operação. Foto: Arquivo pessoal
Menina antes da operação. Foto: Arquivo pessoal
A menina que mora em Contenda, na região rural de São José dos Pinhais, teve sua história mostrada pela Tribuna no fim de maio. Graças à solidariedade dos leitores, sua família conseguiu pagar uma parte dos mais de R$ 6,6 mil correspondentes ao valor da cirurgia em uma clínica particular de Curitiba. Segundo sua mãe, foi dada uma entrada e o restante foi parcelado em 36 vezes.
De acordo com a família, pagar pela operação foi a única solução encontrada, já que a menina esperava há dois anos na fila do Sistema Único de Saúde (SUS). Após ser procurada pelo jornal, no dia 25 de maio, a Secretaria de Saúde de São José dos Pinhais informou que havia agendado uma consulta para analisar o caso dela para 21 de junho.
“Agradeço muito a ajuda que tivemos. Só assim conseguimos marcar a cirurgia. Do valor arrecadado deu para dar a entrada de R$ 390 e ainda pagar uma parcela do carnê, feito em nome do dono da casa onde a gente mora. Mas ainda vamos precisar pagar mais 35 parcelas de R$ 174 e não sei como vamos fazer, pois estou desempregada”, revela Lourdes, que busca um emprego na área da limpeza, em alguma empresa de São José dos Pinhais ou Curitiba.

Como ajudar?

– Lourdes: (41) 98876-3992
– Depósito bancário
Caixa Econômica Federal
Agência 0356
Operação 013
Conta-poupança 00043580-3
Ivo Alves Machado Junior
CPF 081.555.049-99

Nickelback: por que a treta com Corey Taylor é bizarra e juvenil

WHIOLASH
Por Igor Miranda


Uma nova treta entre Chad Kroeger (Nickelback) e Corey Taylor (Slipknot, mas referente à sua outra banda, Stone Sour) tem figurado entre as manchetes de veículos especializados em música. O público em geral, para variar, tem adorado o "climão". Só que o motivo de tudo isso ter acontecido é um tanto bizarro.
Em uma entrevista concedida na Suécia, Chad Kroeger criticou o Stone Sour após uma pessoa presente no bate-papo ter citado o grupo como "diversificado" em seu som. Kroeger dizia, antes, que nenhuma banda é tão distinta musicalmente como a dele. Daí, o nome Stone Sour foi citado como equivalente com relação a tal característica.

Kroeger, então, disse que o Stone Sour tenta ser um Nickelback e a define como "Nickelback lite". "Corey Taylor disse coisas realmente terríveis sobre mim para a imprensa. Ele falou que é fácil compor um hit. Então, mostre pra mim. Componha um hit. Ainda não ouvi nenhum. Eles tem algumas músicas legais, mas nada tão bom quanto o Nickelback. Eles soam como o Nickelback lite/amaciado", afirmou.

Não duvido que Corey Taylor tenha criticado o Nickelback na imprensa, pois já o vi fazendo comentários do tipo sobre bandas e artistas semelhantes ao grupo de Chad Kroeger. Contudo, não consegui encontrar, na internet, nenhuma declaração negativa do frontman do Stone Sour.
E mesmo que tenha rolado (eu disse que não duvido), não é motivo para Chad Kroeger criar uma tensão entre as duas bandas - e, consequemente, os fãs de ambos os grupos.

Hit é o objetivo?
O "desafio" imposto por Chad Kroeger - pedir para Corey Taylor compor um hit - é algo tão infantil que mal parece uma treta. Ainda que a música "Through Glass" possa ser considerada um êxito dentro do rock, o Stone Sour, em especial, foi feito para ser trabalhado dentro de um nicho que é composto, basicamente, por fãs do Slipknot. Não é uma banda de grande potencial, tanto que faz turnês mais curtas, se apresenta em locais menores e passa períodos mais extensos em hiato.

Slipknot, projeto principal de Corey Taylor, também trabalha com um nicho, ainda que seja menos segmentado. É uma banda que começou no nu metal quando o estilo estava em seu auge e, hoje, envereda para outros gêneros mais pesados - chega a flertar com o thrash/groove em diversos momentos. Poucas bandas desse segmento conseguiram um hit de fato, visto que não é esse o objetivo. E quando chegaram a ter uma canção de grande sucesso, a proximidade com o metal era menor.

Na defensiva
Por outro lado, ainda que eu não tenha visto as supostas críticas feitas por Corey Taylor, também é bobo pegar no pé do Nickelback. É um grupo rentável que, realmente, não abusa de grande complexidade em suas composições, ainda que faça enorme sucesso e tenha um approach melódico interessante. No entanto, se o Slipknot e o Stone Sour não são do tipo que buscam hits de forma incessante, o Nickelback também tem o direito de não desejar que seus discos soem como o novo "Dark Side Of The Moon" ou sejam tão inovadores quanto "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band".

Além disso, nada me tira da cabeça que os músicos do Nickelback estão de saco cheio dos comentários negativos - e talvez tenham até escolhido o alvo errado para a reação. As declarações de Chad Kroeger sobre Corey Taylor são apenas um reflexo de uma postura mais defensiva adotada pela banda recentemente.

Não é exagero dizer que o grupo canadense sofre bullying há anos. Tem até estudo acadêmico que fala sobre isso. E essa repulsa vem, especialmente, do público roqueiro: existe a recusa em reconhecer o Nickelback como uma banda de rock.

Graças a esse bullying, membros do Nickelback têm se manifestado mais vezes sobre zoeiras contra a banda. Arnold Schwarzenegger, Royal Blood e até a polícia do Canadá tentaram fazer piada com a banda de Chad Kroeger, mas acabaram levando respostas alfinetadas e/ou tiveram que se retratar. Corey Taylor não é o primeiro alvo desse tipo de represália.
Não vejo o contra-ataque como a forma mais ideal para se lidar com esse tipo de problema. Só que ninguém tem sangue de barata. Dá para entender - sem necessariamente concordar - com a postura de Chad Kroeger.
Mesmo assim, tudo isso é bizarro. No fim das contas, todos os envolvidos nessa situação parecem estar certos e errados ao mesmo tempo - como em boa parte das tretas. A peculiaridade desse caso é tamanha que, além dos motivos citados ao longo do texto, vale destacar que o Stone Sour é contratados pela mesma gravadora com a qual o Nickelback trabalhou por muitos anos, a Roadrunner Records. Provavelmente, os músicos envolvidos têm amigos e contatos profissionais em comum - e, definitivamente, vão se encontrar pessoalmente por aí, seja em algum festival ou evento específico.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Contos Literários faz resenha de "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo." de Mar'Junior


Contos Literários
Resenha Escrita - http://www.contosliterarios.com.br/artigo/bullying-eu-sofri-eu-pratiquei-eu-hoje-conscientizo-mar-junior

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BULLYING - Cia Atores de Mar´ no IFES, Campus Alegre

BULLYING - Cia Atores de Mar' no Santa Mônica Centro Educacional da Ilha...

BULLYING - Depoimentos Colégio Wakigawa

BULLYING - depoimento E.M. Pastor Mauro Israel Moreira

BULLYING - depoimentos junho SESC Copacabana

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Sete bons motivos para ler Extraordinário antes da obra chegar ao cinema

O POVO
LEITURAS DA BEL


Por Mariana Amorim (do blog Memórias de Gaveta)
Publicado em 2013 pela editora Intrínseca, o primeiro romance de R. J. Palacio chega aos cinemas em novembro com direção de Stephen Chbosky
Extraordinário chegou as minhas mãos através da minha irmã mais nova. Já foi uma surpresa. Por tradição, as coisas chegam até ela por mim. Recebi o livrinho de capa azul e aparência infantil certa que seria uma daquelas histórias bonitinhas. Iria ler em duas ou três horas, achar engraçadinho e esquecer no canto da estante. É, eu estava completamente errada.
A história de Auggie, um menino de 10 anos com uma deformidade facial severa, é uma lição de gentiliza. Auggie nunca foi à escola. E o que para a maioria das crianças é algo normal, para ele soava como um pesadelo. Era hora de se adaptar a uma nova jornada. Ao lado da família, que também tem que enfrentar e adapta-se ao momento, o menino precisa ser forte e mostrar que a gentiliza é a maior arma contra qualquer preconceito.
Sucesso em vendas, a obra foi adaptada e deve chegar aos cinemas em novembro. Com um elenco espetacular, que inclui Jacob Tremblay ( O quarto de Jack), Julia Roberts (Uma linda Mulher) e Owen Wilson (Marley e Eu),  Extraordinário já é um dos filmes mais esperados do ano. Aqui, listei sete motivos para você conhecer a história de Auggie antes que ela chegue aos cinemas.

1. Não julgue o livro pela capa!Como falei, a aparência do livro é de uma história infantil. E, sim, ela é voltada para esse público. Mas não exclusivamente. A obra pode e deve ser lida por gente de todas as idades.
2. Livre de preconceitosEssa é a maior lição de Extraordinário. O livro é aula de respeito e cuidado ao próximo. E como é narrado, em sua maioria, por crianças, é muito interessante a visão que elas têm do que é diferente.
3. A narrativa é maravilhosaO livro é narrado por diversos personagens. Assim é possível conhecer e entender a história principal de pontos de vista diferentes. Temos o próprio Auggie, seus familiares, os amigos da escola e outras figuras que cruzam seu caminho ao longo da trama.
4. Tem frases inspiradoras
A obra é recheada de belas frases. Auggie ensina muito durante todo o livro. É incrível a força de um menino de dez anos. As mensagens por trás do enredo são incríveis e o livro em si é muito leve.
5. Auggie não tá sozinho
Para mim, foi o ponto principal da história. Auggie não fica sozinho em momento algum. Família e amigos estão sempre por perto, como uma rede de apoio. De cuidado e carinho.
6. A inspiração é realA própria autora, R. J. Palacio, contou em entrevistas que a inspiração para escrever a história de Auggie veio após ver a reação de seus filhos ao encontrar uma menina com deformidade facial. Ela frisou que a naturalidade e a curiosidade das crianças a fizeram pensar sobre como é importante a reação das pessoas diante dessas situações.
7. É um livro sobre bullying, mas, principalmente, sobre gentiliza
Sim, a obra aborda o bullying. Porém, o tema é levado de uma maneira “leve”. Auggie encara com muita maturidade os preconceitos que sofre. E a família, apesar de super protetora, também tem uma forma muito particular de encarar o problema. E como a obra apresenta a visão dos personagens envolvidos, fica claro como isso afeta cada um deles. Porém, a maior lição da obra é a gentiliza. E como um gesto simples pode sim mudar a vida de uma pessoa.
Serviço
Extraordinário
R. J. Palacio
Preço: R$ 24,90

Aluna vítima de bullying deve ser indenizada em R$ 19,7 mil

TJCE JUS

O juiz José Flávio Bezerra Morais, em respondência pela 1ª Vara Cível da Comarca do Crato, condenou o colégio Pequeno Príncipe a pagar indenização moral de R$ 15 mil para aluna vítima de bullying. Determinou, ainda, o pagamento de danos materiais no valor de R$ 4.730,00 gastos com tratamento psicológico.
“Além de incontroversos os primeiros fatos, a prova carreada ao feito realmente dá conta que a postulante foi vítima do que se convencionou chamar de bullying, no ano de 2013, agredida que foi de forma reiterada no próprio ambiente escolar”, afirmou o magistrado.
Consta nos autos que a criança, em 2013, matriculada no quinto ano do ensino fundamental da instituição, passou a sofrer agressões físicas e verbais praticadas por colegas de classe. Também alega ter sofrido, em 2015, constrangimento causado por sua professora em sala de aula, que teria dito que não aceitaria o trabalho da aluna por estar errado, “afirmando, em tom ríspido, que ela não era humana”.
Os pais da criança, então, entraram com ação na Justiça contra o Pequeno Príncipe, solicitando, liminarmente, o afastamento da professora e reparação por danos morais e materiais.
O colégio contestou, alegando ilegitimidade passiva quanto à prática de bullyng por terceiros. Sustentou, ainda, que a professora não submetera a menina à situação vexatória ou a qualquer tipo de constrangimento. Além disso, impugnou o parecer psicológico e o laudo neuropsicológico juntados ao processo, requerendo a realização de perícia técnica.
Em liminar, o juiz indeferiu o pedido para substituição da professora, pois “não se comprovou a ocorrência de conduta danosa por parte da referida docente. A prova testemunhal produzida partiu de impressões da própria autora ou de relatos de terceiros, por vezes contraditórios, não havendo certeza da intenção da professora de constranger a aluna através de comentários depreciativos.”
Quanto ao bullying sofrido, o magistrado determinou o pagamento de indenização moral no valor de R$ 15 mil, e R$ 4.730,00 por danos materiais como ressarcimento ao tratamento psicológico o qual a aluna se submeteu entre abril de 2014 e junho de 2015. “Ainda que o ‘produto’ do requerido seja a educação, seu dever não é apenas em relação à qualidade desta, mas também de vigilância e disciplina no ambiente escolar, de molde a não perder o controle dos próprios alunos e com isso inclusive protegê-los”, ressaltou.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

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BULLYING - Cia Atores de Mar' no Santa Mônica Centro Educacional do Recreio

BULLYING - depoimento Colégio Módulo

BULLYING - Cia Atores de Mar´ no Orfanato Santa Rita de Cássia

BULLYING - Depoimentos E.E. Lauro Gomes de Almeida de São Bernardo do Ca...

BULLYING - Depoimentos E.E. Lauro Gomes de Almeida de São Bernardo do Ca...

BULLYING - Depoimentos E.E. Lauro Gomes de Almeida de São Bernardo do Ca...

BULLYING - Cia Atores de Mar´ na Escola Municipal Christiano Hamann

BULLYING - Depoimento Brasilia

O professor nerd que vai disputar um título mundial de boxe contra Manny Pacquiao


Jeff Horn em foto de 2012Direito de imagemGETTY IMAGES
Image captionHorn em 2012, quando disputou a Olimpíada de Londres; atleta fez renascer interesse australiano pelo boxe
Na sala de aula, ele era chamado de senhor Horn. No ringue, porém, ele se transforma na Vespa.
Um relativamente desconhecido professor de educação física australiano está prestes a disputar o título mundial de boxe na categoria meio-médio, contra o filipino Manny Pacquiao.
Se Jeff Horn, de 29 anos - chamado também de "o professor lutador" - conseguir superar o atual campeão, mudará sua vida para sempre.
Sua história no boxe começou 11 anos atrás, quando ele - que se descreve como nerd - entrou em uma academia para aprender autodefesa.
Ainda estudante, seus hobbies eram livros e jogos de tabuleiro, e ele constantemente sofria bullying dos colegas.
O único lutador de sua família era seu avô, Ray Horn, que havia participado de lutas nos anos 1930.
Seu pai, Jeff Horn sênior, é um construtor. Sua mãe, Liza Sykstra, trabalha para uma organização de assistência social.
"Biguei poucas vezes no ensino médio", conta Horn à BBC. "E poucas vezes eu ganhei."
Jeff Horn diante de pôster de PacquiaoDireito de imagemEPA
Image captionJeff Horn vai enfrentar Manny Pacquiao em 2 de julho, com torcida favorável
Mas seu treinador, Glenn Rushton, disse a Horn que ele seria capaz de se tornar um campeão de boxe e decidiu ensiná-lo.
"Vi um talento natural nele - tinha pernas boas e eficientes, era competitivo", declarou Rushton ao jornal australiano The New Daily.
Em 2012, Horn chegou às quartas-de-final do boxe da Olimpíada de Londres, ao mesmo tempo em que concluía seus estudos em Educação.
Chegou a dar aulas em escolas públicas australianas enquanto buscava a profissionalização no boxe, até chegar no ponto atual: é considerado o segundo melhor peso meio-médio do mundo, atrás apenas de Pacquiao. A derrota em Londres foi sua última até agora.
"Estou a apenas um mês da maior luta da minha vida", disse Horn no começo de junho. "Tenho recebido mensagens de meus ex-alunos me desejando sorte."

'Batalha de Brisbane'

Marcada para 2 de julho, a luta entre Horn e Pacquiao está sendo considerada a mais importante da história da Austrália e fez renascer, ao menos temporariamente, o interesse do país pelo boxe. Está sendo chamada de "a Batalha de Brisbane", em referência à cidade que sediará o combate.
São esperados mais de 50 mil espectadores no ginásio, e os ingressos para o evento custam centenas de dólares.
A luta também será televisionada para mais de 150 países, segundo o empresário de Horn, Jim Banaghan.
Manny Pacquiao e Jeff HornDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionPacquiao é considerado uma lenda do boxe: já ganhou títulos em oito categorias de peso
Tudo isso fez com que a família e a mulher de Horn se vissem diante de um frenesi midiático.
"Eles estão felizes por mim, mas também nervosos", diz o australiano. "Não querem que eu me machuque."
Mas a "Batalha de Brisbane" talvez seja apenas um evento secundário se comparada à luta de 2015 entre Pacquiao e Floyd Mayweather, que se converteu na mais lucrativa da história do boxe.
Pacquiao, 38, que também é senador nas Filipinas, parecia mais interessado em seu celular do que em seu oponente quando participou de uma série de entrevistas promocionais em abril.
"Sei que o que meu oponente está sentindo agora é fome", disse Pacquiao na ocasião. "Já passei por isso. Estive nessa situação. Quando comecei, quando era jovem, até à noite, antes de dormir, eu pensava nas lutas."
Manny PacquiaoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionPacquiao também protagonizou a luta mais lucrativa da história, contra Floyd Mayweather
Será que Horn tem, então, alguma chance contra Pacquiao, uma lenda do boxe atual e o único boxeador a ter vencido títulos em oito categorias de peso diferentes?
Qualquer que seja o resultado da luta, ela mudará a vida do professor australiano, que se tornará um milionário com o que ganhará dos patrocinadores. E uma vitória pode se tornar um dos maiores feitos do esporte australiano.
O lendário promotor do boxe Bob Arum, que chegou a trabalhar com Muhammad Ali, acredita que a torcida em casa pode dar a Horn uma vantagem considerável.
"Se a luta contra Pacquiao fosse em Las Vegas ou no Madison Square Garden, em Nova York, não veria muitas chances (para Horn) porque acho que ele nunca tomaria o controle", afirmou ao jornal Courier-Mail. "Mas o fato de lutar em frente de tantos conterrâneos vai acalmar os nervos de Jeff, e acho que ele vai se sair bem."
Jeff Horn treinando em BrisbaneDireito de imagemABC
Image captionHorn começou a carreira como professor até buscar o boxe como forma de autodefesa
O boxeador australiano Anthony Mundine, dono de três títulos mundiais, disse que um revés de Pacquiao é possível, mas recomenda que o filipino de 38 anos não seja subestimado.
"Ainda que ele esteja no fim da carreira e tenha passado o seu auge, ainda é um lutador perigoso", afirmou à Associated Press. "Mas tudo pode acontecer no boxe."
Horn tem treinado seis dias por semana, imaginando como será entrar no ringue diante de milhares de fãs e diante de Pacquiao.
À primeira vista, os lutadores não poderiam ser mais diferentes entre si. Pacquiao viveu uma infância de miséria nas Filipinas e agora tenta a sorte na política. Horn teve uma vida de relativa prosperidade na Austrália e se tornou professor. Será que eles têm algo em comum?

"Parece que nós dois somos caras legais - exceto quando dentro do ringue", diz Horn. "Vamos tentar acabar um com o outro."