sábado, 28 de abril de 2012

Conselho Tutelar de Paraíso e Comunidade Católica proferem palestra sobre "Bullying"

O evento aconteceu na Igreja Católica do Setor vila Regina em Paraíso do Tocantins

O objetivo da palestra é ensinar, orientar e esclarecer sobre esse ato que é muito cometido nas escolas, explicando como é praticado, quais são suas consequências e o que deve ser feito para combatê-lo."

O evento aconteceu na Igreja Católica do Setor Vila Regina (Comunidade de Santa Luzia), a palestra foi ministrada pelos conselheiros tutelares de Paraíso do Tocantins e o Pároco da Paróquia São José Operário, Padre Frederico Augusto.


Devido à falta de espaço físico para acomodar os 180 alunos do turno matutino da referida escola, foi necessário o deslocamento dos mesmos até a Igreja que fica cerca de 200 metros.


A iniciativa partiu das necessidades da abordagem de um tema tão polêmico e de bastante relevância e nos últimos meses tem sido constantemente alvo de campanhas educativas em todo o País o “BULLYNG”, relata a Profª. Zidaleth Maciel, orientadora educacional da escola.



Bulling


É um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, tiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.


Em 20% dos casos as pessoas são simultaneamente vítimas e agressoras de bullying, ou seja, em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma. Nas escolas, a maioria dos atos de bullying ocorre fora da visão dos adultos e grande parte das vítimas não reage ou fala sobre a agressão sofrida.

Fonte: Surgiu

Rede Cidadã é parceira no projeto social Priorizar a Escola é um compromisso de todos

Redação 24 Horas News
Com o objetivo de buscar a maior participação dos pais e responsáveis de estudantes da rede pública de ensino de Cuiabá na redução da indisciplina, evasão e violência no ambiente escolar, o programa Rede Cidadã iniciou nessa quinta-feira (26.04) o projeto “Priorizar a Escola é um compromisso de todos”. 
 
Os primeiros beneficiados pelo projeto foram os pais dos alunos da Escola Estadual Hélio Palma de Arruda localizada no bairro Planalto, em Cuiabá. 
 
O projeto visa oferecer orientações sobre o cuidado e o acompanhamento dos filhos na escola por meio de uma equipe multidisciplinar formada por assistentes sociais, pedagogos, psicólogos, policiais militares e conselheiros tutelares. Os pais recebem a visita da equipe em casa. 
 
Além das visitas aos pais, o projeto busca inserir os alunos em programas sociais contribuindo para a melhora do comportamento em sala de aula. São parceiros no projeto a comunidade escolar, Secretaria de Estado de Educação, Conselho Tutelar e Promotoria da Infância e Juventude. 

Fonte: 24 Horas News

Violência no ambiente escolar e bullying são abordados no terceiro dia do Fórum de Educação

   
 
Rudimar encerrou as palestras do dia

Ontem (27) foi o penúltimo dia do 4º Fórum Internacional de Educação e 8º Fórum Nacional de Educação, na Sociedade Olímpica Venâncio Aires (Sova). A programação se iniciou às 8h e, com intervalos, se estendeu até a noite.

O professor doutor Lino de Macedo começou com as apresentações do dia. Na parte da tarde foram realizadas duas palestras, a primeira com a professora doutora Cleo Fante e a segunda com o professor mestre Rudimar Serpa de Abreu. Durante a noite, aconteceu a ‘Noite Cultural’, com apresentações artísticas.

‘Ensino e aprendizagem: como avaliar?’ foi o assunto abordado por Lino de Macedo durante a manhã. Ele deu ênfase à perspectiva do educador, pois, para ele, é necessário haver transmissão de conhecimento do professor para o estudante. “Quando o aluno aprende a ler e escrever, ele se desenvolve”, completa.

No primeiro momento, Lino fala sobre a história do conhecimento: “Antigamente, a educação era voltada para algo definido, e hoje ela é aberta”. Segundo ele, o ensino se modifica com o tempo e hoje está voltado para uma sociedade global. Também avalia dois conceitos que julga fundamentais:  o ensino e o modo de pensar do professor, que evolui de geração para geração.

Macedo afirma que hoje a escola é para todos, por isso tornou-se uma peça fundamental na sociedade. “Aprender se tornou uma necessidade social e um direito pessoal”, argumenta. “Escola é pensada para a vida”, concretiza sua apresentação.

BULLYING

Às 13h30, Cleo Fante deu continuidade aos trabalhos e falou sobre o tema ‘Violência no ambiente escolar e o fenômeno bullying’. O objetivo principal da palestra é diferenciar o bullying das demais formas de brincadeira e problemas do cotidiano escolar.

“A violência escolar é algo muito amplo e não se consegue entendê-la sem se compreender o complexo da violência social, porque uma está distanciado da outra”, explica. Porém, ela afirma que a violência da escola é resultado da violência social.

Ela mostra preocupação ao questionar a falta de conhecimento dos pais e educadores em relação ao bullying. “É importante que eles compreendam tudo o que acontece na escola, pois há confusão entre bullying e outras 'brincadeiras'”, explica.

Por fim, Fante fala sobre cyberbullying, mais conhecido como bullying virtual, que, em sua percepção, é maior que a agressão verbal ocorrida nas escolas, em decorrência do anonimato facilitado pela internet.

A palestrante lançou um livro intitulado 'Cómo entender y bullying y entender el ciberbullying en la escuela', que é direcionado a pais e professores. “A ideia do livro é que através da leitura se possa ser compreendido melhor do que se trata o fenômeno”, afirma. Somente há edição em espanhol, porém, avalia-se a possibilidade de tradução para a língua portuguesa.

GESTÃO ESCOLAR

Rudimar Serpa de Abreu apresentou sua conferência abordando o assunto ‘Gestão escolar: a relação entre equipe diretiva e os professores na educação básica’. Para ele, a gestão escolar deve ir ao encontro político-pedagógico, “para tratar de questões que aproximem os professores da gestão escolar, relacionada à forma diretiva”, explica.

Conforme é definida a política de relação organizacional da escola e como é tratada sua comunicação, “o clima pode variar, sendo ele bom ou ruim”, argumenta o palestrante. “Hoje os educadores não se dão conta de que estão dentro de um contexto de organização”, afirma, pois, segundo ele, os professores se dedicam, apenas, à docência.

O processo de mudança na prática pedagógica, na sua ideia, seria com mais trabalhos coletivos e investimento na formação continuada que desenvolva práticas curriculares inovadoras. “É preciso que seja estabelecida uma parceria com o trabalho do educador e a gestão escolar”, conclui

PROGRAMAÇÃO

O mestre e psicoterapeuta Leo Fraiman encerra as palestras do Fórum de Educação deste ano.  A programação de hoje se inicia às 8h e a conferência aborda o tema ‘A importância do educador na era do (auto)conhecimento’.

Fonte: Folha do Mate

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Lei de combate ao bullying é aprovada

Projeto que foi aprovado na Câmara Distrital busca minimizar a prática em escolas públicas e privadas
 

COC realiza atividade contra o bullying

Alunos assistiram a palestra sobre bullying ministrada pelo educador Marcos Liba
Alunos assistiram a palestra sobre bullying ministrada pelo educador Marcos Liba
Divulgação

Foi realizada no COC Rio Claro uma ação educativa de conscientização sobre o bullying. Por meio de uma palestra, os alunos puderam aprender o significado do bullying, assim como os tipos e consequências desse tipo de violência. Os participantes também puderam refletir sobre a importância de tolerar, conviver e aprender com a diversidade.

Após a palestra, ministrada pelo educador Marcos Daniel Liba, foi realizado um cinedebate com a exibição do filme "Cyberbullying", para fomentar a discussão sobre bullying virtual.

"Bullying é quando um aluno escolhe fazer maldade de modo intencional e repetitivo a outro aluno ou conjunto de alunos. É intolerância, violência, e não podemos admitir que isso aconteça em nossas escolas. O caminho é a conscientização, por isso realizamos esta ação que terá sequência no meses de abril e maio com a realização de oficinas de cultura de paz", explica a coordenadora pedagógica da escola, Sandra Lima.

Marcos Daniel Liba é especialista em educação e criador do blog “Diga não ao Bullying”. 

Fonte: Jornal Cidade

Facebook lança nova ferramenta de suporte ao usuário para combater o bullying

Thiago Barros Para o TechTudo

O Facebook já foi muito criticado por ignorar as reclamações de seus usuários relacionadas à bullying e spam. No entanto, a companhia parece ter mudado um pouco sua postura em relação a este tipo de caso. Nesta quinta-feira, foi lançada uma nova área na sessão “Facebook Safety” (Segurança do Facebook) que permite que os internautas acompanhem o andamento de suas denúncias.

Nova ferramenta do Facebook é importante na luta contra o cyberbullying (Foto: Reprodução) 
Nova ferramenta do Facebook é importante na luta contra o cyberbullying (Foto: Reprodução)

Ou seja, quando você reporta algum tipo de abuso na rede, agora não vão mais poder simplesmente deixá-la de lado. O usuário terá como saber se sua crítica já foi lida e quais as respostas para a mesma. Segundo os engenheiros do Facebook, há uma equipe que acessa estas páginas todos os dias para tentar ajudar ao máximo os seus usuários.

O Cyberbullying é uma das principais preocupações de Mark Zuckerberg e sua empresa. De acordo com um estudo do Consumer Reports, mais de um milhão de crianças passaram por isso entre os meses de junho de 2010 e 2011, especialmente no Facebook. Portanto, a criação do “The Support Dashboard” é um passo significativo no combate contra a “trollagem” na web.

Em breve, o monitoramento de outros tipos de denúncias será adicionado ao serviço. Haverá também formas de se relatar fotos e mensagens abusivas publicadas em Timelines de outros usuários.

Secretaria adia decisão sobre futuro de professora

Rafael Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

Exatamente um mês após o Diário revelar que a professora de História Roseli Tadeu Tavares Santana usava até 20 minutos inicias de aula para fazer pregações evangélicas, a Diretoria de Ensino de São Bernardo não tem parecer sobre o destino da educadora. Segundo a Secretaria Estadual da Educação, o prazo inicial de 30 dias para apuração do caso foi adiado pelo mesmo período, conforme estava previsto.

Como decorrência da prática, alunos da Escola Estadual Antônio Caputo, no Riacho Grande, passaram a perseguir e cometer bullying em um aluno de 15 anos, seguidor do candomblé. Segundo seus familiares, apenas nesta semana a Diretoria de Ensino da cidade o chamou para dar seu depoimento. Entretanto, a psicóloga com quem o menino faz tratamento achou melhor adiar a data por ele ainda não estar pronto para falar do assunto.

"Infelizmente estamos vendo um certo corporativismo do pessoal da Educação com a questão", destacou Maria Emília Campi, presidente da Afecab (Associação Federativa da Cultura e Cultos Afro-Brasileiros). "Sabemos que não poderemos contar nem com o apoio da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo)." Em nota, a entidade explica que a professora não foi ouvida e que as orações faziam parte do planejamento didático.

A posição da Afecab e de seu advogado, Jáder Freire de Macedo Júnior, que também é vice-presidente da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), é clara: o prazo estipulado para a Pasta dar resposta sobre as acusações era até o feriado. Na próxima semana, a entidade vai entrar com representação criminal contra a secretaria, a direção da escola e a professora. "Aguardamos. E como não tivemos resposta, vamos levar para a etapa criminal", completou Maria Emília.

Depois do feriado também termina o prazo de 15 dias dado pelo Ministério Público para que Roseli e a direção da escola expliquem o que de fato ocorria antes das aulas. Somente a partir das explicações e apresentação das provas é que o promotor Jairo Edward de Luca, da Vara da Infância e Juventude da cidade, decidirá pela abertura do inquérito.

Alheio a isso, o jovem continua frequentando as aulas e já voltou a comunicar-se melhor. Após a repercussão do caso, a professora parou de fazer as orações aos alunos.

Fonte: Diário do Grande ABC

Escolas dizem ‘basta!’ à violência

Diretoria Regional de Ensino lançará concurso de redação e produções artísticas para que os alunos exponham problemas

Bruna Dias
O tema violência preocupa e assusta cada vez mais a população. Apesar disso, não se esperava que chegasse tão rápido e de forma tão severa às escolas, onde os alunos aprendem lições de vida. Preocupada em acabar com o problema, assim como a família e professores, a Diretoria Regional de Ensino de Bauru decidiu lançar uma campanha de “basta!” para a violência nas escolas, no próximo dia 2 de maio.
 
“Assustada e preocupada” com a onda de violência que está acontecendo nas escolas estaduais, conforme o JC vem divulgando, a dirigente de Ensino Gina Sanchez, com o apoio da diretora da Escola Estadual Professor Christino Cabral, Maria Helena Catini Campagnucci, - que representa a União dos Diretores de Escola do Magistério Oficial de Bauru e coordena a campanha -, decidiu unir alunos e professores em prol da paz nas escolas. 
 
“Para saber o que realmente está acontecendo, nada como os próprios alunos exporem o problema. Por isso pensamos na campanha ‘Diga não à violência nas escolas’. A ideia é que, por meio de redações e produções artísticas, os alunos nos mostrem onde está o problema e como podemos solucioná-lo”, destaca Gina. A campanha tem apoio do Jornal da Cidade.
 
A iniciativa contra a violência engloba cerca de 60 mil alunos a partir de 6 anos, ou seja, do 1º ao 9º ano do ensino fundamental e do 1º ao 3º ano do ensino médio das 83 escolas estaduais abrangidas pela diretoria (Bauru mais 15 municípios da região). 
 
Os alunos do 1º ao 3º ano do ensino fundamental participarão com um desenho, os do 4º e 5º anos com uma redação no gênero carta. Os estudantes do 6º e 7º anos farão uma redação em estilo narrativo, e os do 8º e 9º ano uma redação no formato de artigo de opinião, bem como para os alunos do ensino médio.
 
“Primeiro queremos que eles mostrem quais as perguntas para que possamos procurar as respostas. Não podemos ficar omissos ao problema, porque o medo é que ele caia na normalidade. A educação é um desafio para todos nós”, opinou a diretora Catini.
 
 
 
Valores
 
Infelizmente, tem sido constante no JC a veiculação de matérias retratando casos de violência nas escolas (leia mais abaixo). No entanto, isso está no noticiário do Brasil todo e, para a dirigente regional de Ensino, alguns valores fundamentais foram a mola propulsora para que o problema, já existente na sociedade, fosse deflagrado dentro das escolas.
 
“Existem alguns valores fundamentais que a família já plantou, por isso o apoio dos pais, avós, entre outros familiares é essencial. A violência já existia na sociedade e chegou às escolas de uma forma que me preocupa”, disse. “O aluno já deve ter uma base da educação vinda de casa para que essa seja complementada pela escolar, e para isso é necessário impor mais limites”, diz Catini.
 
Gina pontua que visitas constantes às escolas escancaram a tristeza e angústia dos professores com a situação. “Eles estão ali para trabalhar e não têm condições. O mesmo acontece com os alunos bons, que querem estudar, estão empenhados. E estes são a maioria entre os problemáticos e nos pedem ajuda”. 
 
 
 
Firmeza e amor
 
Para a diretora da Escola Estadual Professor Christino Cabral, Maria Helena Catini Campagnucci, - que representa a União dos Diretores de Escola do Magistério Oficial de Bauru e coordena a campanha -, o segredo para controlar a violência nas escolas é firmeza e amor, o que também deve existir no ambiente familiar.
 
“É preciso que os pais imponham mais limites e também deem atenção aos filhos. Se não forem os pais, que sejam outros familiares. Isso também deve acontecer dentro das escolas”.
 
A dirigente regional de Ensino de Bauru, Gina Sanchez, pede que a sociedade também abrace a causa. “As escolas particulares também nos expõem esses problemas, por isso queremos mobilizar a sociedade para a campanha”.
 
O lançamento da campanha “Diga não à violência nas escolas” será no dia 2 de maio, próxima quarta-feira, em uma reunião de todos os diretores da Diretoria Regional de Ensino. Os alunos terão até o dia 10 de maio para concluir os seus trabalhos. 
 
As cinco melhores redações serão premiadas e veiculadas pelo Jornal da Cidade. O vencedor do concurso ganhará um notebook, o 2º e 3º lugares bicicletas e os 4º e 5º lugares receberão rádios como prêmio. Os cinco melhores desenhos ganharão kits de desenho e pintura para que sirvam de motivação para os alunos continuarem a desenvolver os talentos artísticos.
 
A cerimônia de premiação acontecerá no dia 25 de maio na Escola Técnica Estadual (Etec) de Cabrália Paulista.
 
 
 
Ano é marcado por casos graves de agressão em escolas estaduais
 
O ano de 2012 vem sendo marcado por casos de violência e confusão em escolas públicas de Bauru. Em 26 de março, na escola estadual José Viranda, Vila Giunta, um estudante foi suspenso por três dias após agredir um colega. Uma semana antes, um coordenador da E.E. Francisco Alves Brizola, no Jardim Olímpico, teria levado socos e chutes ao pedir que um estudante de 16 anos entrasse na sala de aula. 
 
Segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp), outra situação na E.E. Ana Zucker Dannuziata, no Parque Paulista, teria acontecido no dia 20 de março, quando um aluno de apenas 7 anos teria agredido com socos e pontapés cerca de cinco funcionários da escola.
 
Já na E.E. Luiz Zuiani, no Parque São Jorge, quatro alunos foram responsabilizados por aterrorizar outros colegas com uma pistola de brinquedo e um deles por ofender a inspetora da instituição.
 
A E.E. Guia Lopes, na Vila Dutra, também não escapou das ocorrências, e na tarde de 19 de março, um caso de agressão entre dois estudantes de 13 anos foi parar no plantão da Polícia Civil.
 
Um dos casos mais graves foi o de uma aluna de 18 anos teria agredido uma professora e um policial militar na escola estadual Eduardo Velho Filho, na rua Vangélio Mondelli, Jardim Santana. De acordo com o boletim de ocorrência (BO), policiais militares foram até a escola, onde a professora P.A.O. relatou que a aluna N.K.A.P. teria discutido com ela dentro da sala de aula e, inclusive, arremessado uma carteira contra ela, ferindo seu braço e pé.
 
No momento em que os PMs detiveram N. e tentaram levá-la para a viatura, a aluna se exaltou e teria xingado os policiais e os agredido com chutes e socos. Ela também teria rasgado a farda de um deles, ainda segundo o BO, que foi registrado como desacato e lesão corporal. A aluna foi encaminhada à Polícia Civil para prestar esclarecimentos.
 
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo enviou nota em que lamenta a atitude da aluna. “A docente agredida registrou um boletim de ocorrência e o caso será abordado em reunião da Diretoria Regional de Ensino de Bauru com o Ministério Público. A jovem solicitou transferência para outra unidade da rede”.
 
Casos de violência na Escola Estadual (EE) da Pousada da Esperança também têm desafiado até a Secretaria de Estado da Educação. Conforme divulgado pelo JC, recentemente cerca de 20 estudantes do ensino fundamental foram suspensos na unidade. 
 
No início desta semana, policiais da Base Comunitária de Segurança Leste foram acionados pela direção para contornar mais um tumulto causado por alunos. No mais recente ato de violência causado por estudantes na escola, nesta segunda-feira, uma funcionária foi atingida por um tênis arremessado contra uma inspetora.
 
Fonte: JC Net

 

Violência nas escolas estaduais do Paraná

Manchete de hoje de O Diário, que foi elogiada, pela criatividade, por apresentadores do Jornal da Massa (SBT): Brigas, invasões, drogas e armas dizem “presente” nas escolas.

*Parece coisa de boate chinfrim . Como as escolas chagaram a este ponto? De quem é a culpa? Da impunidade dos menores?

*Diretores e professores pedem socorro no combate à violência nas escolas estaduais de Maringá. Apenas neste ano, Patrulha Escolar registrou 20 ocorrências de brigas, 15 ameaças e cinco roubos.

Fonte: Blog do Edson Lima

Quixadá combate violência na escola


 
Quixadá. Uma nova arma começa a ser utilizada no combate à violência e conflitos nas escolas da rede municipal de Quixadá. Por meio de parceria formada com o Ministério Público Estadual, os órgãos de Segurança Pública e ainda as Secretarias de Desenvolvimento Social e de Saúde, a Secretaria de Educação deste Município acabam de formar o primeiro grupo de mediação escolar do Centro do Estado. Psicólogos, assistentes sociais, policiais e promotores de Justiça começaram a atuar em conjunto na solução das ameaças e agressões no ambiente escolar.
 
Segundo a coordenadora do núcleo de Desenvolvimento da Escola de Quixadá, a pedagoga Tereza de Aquino, o objetivo é ir além dos muros das escolas. Na opinião da especialista, a maior parte dos problemas começa dentro de casa. Os alunos acabam levando para a sala de aula os traumas pessoais. Portanto, há necessidade de trabalhar junto às famílias. Orientadas e conscientizadas de suas responsabilidades e da necessidade da harmonia no lar, as famílias podem contribuir para a redução dos índices de violência tanto dentro como fora das escolas.
 
Um banco de dados está sendo criado. Até então, cada escola mantinha guardada a sua relação de ocorrências.
 
Além dos profissionais de campo, os conselheiros tutelares da cidade farão acompanhamento das mediações, coordenadas em conjunto com a Promotoria de Justiça. Os casos começaram a ser agendados. Em breve, haverá a primeira rodada de intervenção do grupo especial. Somente quando não houver alternativa, o Juizado da Infância e da Juventude será solicitado a atuar e aplicar as medidas legais.
 
A expectativa do diretor da Escola Padre Vicente Gonçalves Albuquerque, professor João Batista de Sousa, é de redução de até 80% de encaminhamentos ao Conselho Tutelar e à Polícia. No ano passado, a escola registrou cerca de 30 casos de violência física e ameaças. Outros 80 foram solucionados internamente. Com a nova estratégia, várias mudanças estão sendo observadas. Uma delas é a participação dos pais nos encontros escolares. A outra mudança é o diálogo com os envolvidos, que está se tornando mais fácil.
 
 
Na semana passada, foi realizado o I Encontro de Mediação Escolar. O local escolhido foi a Escola Padre Vicente Gonçalves Albuquerque, no bairro do Campo Velho, onde, no mês de fevereiro, um estudante de 15 anos baleou o porteiro na entrada da unidade de ensino, atualmente em recuperação na sua residência. A iniciativa teve por objetivo reunir alunos, pais e a população com autoridades civis, militares e pedagógicas para apresentar-lhes o novo modelo de resolução de conflitos no meio estudantil: a mediação. A secretária municipal de Educação, professora Fátima Pimentel, o promotor de Justiça Marcelo Maia Pires, o subcomandante do Batalhão de Polícia Militar de Quixadá, major Humberto Oliveira de Sousa, o comandante do Ronda do Quarteirão na cidade, capitão Antonio George Vidal, representantes do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), do Conselho Tutelar, do Conselho da Criança e do Adolescente e membros do meio acadêmico prestigiaram o lançamento dos grupos de mediação.
 
Participação
 
A diretora da Escola José Bonifácio de Sousa, pedagoga Faustina Maria da Silva, também participou do encontro. Ela achou a proposta muito interessante. Pretende até criar o próprio grupo de mediação em sua escola. Com a participação da equipe do Centro de Referência e Assistência Social (Cras) do bairro Campo Novo, considerado um dos mais problemáticos da cidade, estão surgindo denominadores na solução das questões mais graves. Antes, as saídas amigáveis eram mais difíceis. Quando não brigavam dentro da Escola, acabavam se esbofeteando do lado de fora. "Pais e os alunos estão apreendendo a resolver diferenças através do diálogo", acrescentou a pedagoga.
 
Ensino
 
71 escolas integram a rede municipal de ensino em Quixadá. As unidades contam com 71 gestores, 521 professores e mais 14 mil estudantes matriculados
 
Mais informações:
 
Secretaria de Educação de Quixadá
Rua Rui Barbosa, 469 - Centro
Telefone: (88) 3412.1966
 
Fonte: Diário do Nordeste