quinta-feira, 26 de abril de 2012

Acontece nesta quinta-feira o Encontro Preparatório: V Fórum de Prevenção à Violência Escolar

A Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria Municipal de Segurança Pública e Cidadania promovem nesta quinta-feira, 26, o Encontro Preparatório: V Fórum de Prevenção a Violência Escolar.

A atividade acontecerá no Salão Nobre do Unilasalle, a partir das 19 horas.
Partipam da atividade equipes diretivas das 42 escolas de Ensino Fundamental, supervisores, e alunos do EJA.

Também será realizada a formatura das turmas de fotografia do curso realizado em algumas escolas, em parceria com a Central Única das Favelas.

PROGRAMAÇÃO:
ENCONTRO PREPARATÓRIO: V FORUM DE PREVENÇÃO A VIOLÊNCIA ESCOLAR- 26.04.12


Credenciamento: 19:00h


Abertura oficial: 19:30h
Autoridades

Painel:


Advogada do Projeto OAB Vai à Escola - Falará sobre o ECA e a desmistificação do "Não dá Nada"


Apresentação do Vídeo:


Por Dentro da Escola: Fórum de Combate à Violência - TV Paulo Freire

Apresentações sobre o tema violência escolar:

Secretária Marta - A visão da prevenção do ponto de vista pedagógico


Secretário Eduardo - A visão da prevenção do ponto de vista da segurança


Apresentação da Formatura:


Manoel Soares (CUFA)


Formatura:


Ato de entrega simbólica dos certificados


Encerramento


Crédito da notícia: Jesiel B. Saldanha

Fonte: Canoas

O PROBLEMA "BULLYING" É TRABALHADO NAS ESCOLAS PELOS INSTRUTORES PROERD NO SERIDÓ



Durante todo o mês de abril, esta sendo trabalhado no 5º ano do ensino fundamental das escolas do seridó a questão da violência escolar principalmente a temática bullying. Este foi um tema amplamente debatido nas escolas no ano de 2011 principalmente quando veio a tona em rede internacional diversos casos relacionados a violência de forma repetitiva realizada entre crianças e adolescentes no ambiente escolar.  O bullying segundo pesquisa está mais propenso a ocorrer dentro das escolas devido a ser o espaço ocupacional onde as crianças e adolescentes passam a maior parte do tempo juntos. 
 
A ação do programa PROERD consiste em um debate entre os alunos mediado pelo policial PROERD sobre o que é o Bullying, onde e como ele acontece. Além da discussão conceitual, o policial PROERD orienta e constrói com os alunos as maneiras de como identificar a violência, as formas de denuncia-los e principalmente maneiras de como ajudar as pessoas vitimas de bullying. Em um segundo encontro as crianças e adolescentes podem identificar o seu nível de defesa de como ajudar e denunciar esta forma de violência.
 
O PROGRAMA PROERD NO SERIDÓ DESDE 2003 VEM SE CONSOLIDANDO COMO O PRINCIPAL PROGRAMA PREVENTIVO CONTRA O USO DE DROGAS E A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS, SENDO AMPLAMENTE SOLICITADO PELA COMUNIDADE ESCOLAR.

Sgt Adaildo Santos, mentor PROERD, Coordenador Equipe PROERD NO SERTÃO (Equipe URUBU)

Prefeitura lança Campanha Intersetorial de Combate à Violência nas Escolas


Com o objetivo de disseminar cada vez mais a cultura de paz nas escolas da rede pública municipal, a Prefeitura de Camaçari lança a Campanha Intersetorial de Combate à Violência nas Escolas, no dia 9 de maio. A iniciativa, realizada através da Seduc (Secretaria da Educação), acontece às 8h30, na praça Desembargador Montenegro.
 
Entre as primeiras ações previstas estão a ampliação da frota de veículos da Ronda Escolar e o levantamento estatístico dos jovens em exposição à violência e em estado de vulnerabilidade social. Com essas iniciativas, será possível aumentar ainda mais a segurança nas escolas e fazer um acompanhamento social das famílias, além de instruir os educadores em casos de situações de violência.
 
De acordo com o secretário da Educação, Luiz Valter de Lima, o apoio da comunidade e o reforço das atividades socioeducativas serão fundamentais no combate à violência no ambiente educacional.
 
A campanha envolve ações conjuntas de diversas secretarias da administração municipal e das polícias Civil e Militar, Conselho Tutelar, Juizado de Menores, Ministério Público, Promotoria, dentre outras instituições.
 
Fonte: Camaçari OnLine

Escola vira refém de alunos violentos em Batatais

Mães dizem que filhos foram agredidos e que diretora pediu afastamento após ser ameaçada por estudantes suspensos

Correa Junior / Especial

Foto: F.L.Piton / A Cidade
 Grupo de alunos teria agredido pelo menos três estudantes e até professores e funcionários da escola estadual Candido Portinari 
 
A escola estadual Cândido Portinari, localizada no bairro Castelo, em Batatais, tornou-se palco de violência. Professores, inspetores e alunos se tornaram reféns da situação. Casos de agressão dentro e fora da sala de aula são comuns e dois estudantes já tiveram ferimentos mais graves. A situação fez até a diretora da escola solicitar afastamento, segundo pais de alunos. Ela seria alvo de ameaças por parte de estudantes que foram suspensos por conta da violência.

"A diretora foi ameaçada, os alunos ficaram revoltados com a punição, ela está com medo e pediu afastamento", afirma Hanaí Cordeiro, mãe de um estudante de 11 anos agredido dentro da classe. A diretora, que terá seu nome preservado, não quis falar com a reportagem.

"Meu filho está com medo de retornar à escola, ele foi agredido por outros alunos com vários chutes no abdome", diz a mãe, que contou que o filho teve uma inflamação no abdome por conta das lesões.

Outro estudante agredido, de 13 anos, teve que ir ao hospital. "Ele levou um chute na barriga na sala de aula, ficou uma semana em casa se queixando de dores até descobrirmos que havia estourado o apêndice", comenta Débora Volpi, mãe do aluno.

Hanai registrou boletim de ocorrência e lamentou a postura da diretora diante do episódio. "Ela não permitiu a entrada da polícia na escola. A diretora entende que a responsabilidade de disciplinar os alunos cabe aos inspetores", diz.

A situação caótica fez com que alguns estudantes fossem transferidos pelos pais, de acordo com Hanai.

"Cerca de 80 alunos já deixaram a escola. Os pais estão com medo e eu também quero tirar o meu filho daqui. Ficamos à mercê da violência", diz.
Uma inspetora de alunos que trabalha no local, que pediu para não ser identificada por temer uma eventual represália, confirmou que professores e funcionários da escola são vitimas dos alunos rebeldes.

"Eu fui insultada diversas vezes e já vi companheiros de trabalho serem agredidos dentro da escola. A situação, lamentavelmente, fugiu do controle", declara.

Diante da situação desfavorável, a funcionária da escola pediu a colaboração dos pais. "Pedimos para que os pais orientem seus filhos, percebemos que a atitude de rebeldia apresentada na escola são costumes e hábitos que foram concebidos fora dela".

Com a finalidade de amenizar a onda de violência, representantes da escola fizeram uma proposta aos pais de alunos. "Eles pediram para nós trabalharmos como voluntários, mas eu não tenho coragem", disse Debora Volpi, mãe de um estudante de 13 anos vítima da violência.


Drogas
Além de promover atos de violência dentro da escola estadual Cândido Portinari, de acordo com as informações, os alunos indisciplinados consomem drogas no interior do colégio. Alguns casos de furto também foram registrados.

"Um aluno foi pego consumindo droga na sala de aula. A camisa do meu filho sumiu e já roubaram celulares dentro da escola", garante Cintia Ferreira, mãe de um estudante de 16 anos.

A Diretoria Regional de Ensino de Ribeirão Preto, por meio de sua assessoria de imprensa, prometeu enviar uma equipe de supervisores à escola para avaliar as medidas necessárias.

O Conselho Tutelar de Batatais será acionado e uma reunião com estudantes, responsáveis e comunidade, de acordo com a diretoria, será marcada ainda esta semana.

A escola conta com câmeras de monitoramento e apoio da Ronda Escolar da Polícia Militar, além de promover atividades para prevenção de conflitos e uso de drogas, informou o departamento. 

Fonte: Jornal a Cidade

Rezende quer prevenir violência e uso de drogas em escolas públicas

Para prevenir a violência e o uso de drogas nas escolas públicas de Mato Grosso, o deputado Sebastião Rezende (PR) apresentou projeto de lei que dispõe sobre o Programa Paz na Escola, de ação interdisciplinar. A proposta determina a participação comunitária e para a sua implementação, fica criada uma equipe de trabalho constituída por professores, funcionários, alunos, especialistas em segurança pública e educação, pais e representantes ligados à comunidade escolar.

“É preciso conter a criminalidade que está presente em suas dependências internas. “Todos estão sendo vitimados pela violência moral de assistir algemados esses acontecimentos”, lembrou o parlamentar.

Para a consecução dos objetivos do programa poderão ser convidados conferencistas ou palestrantes, que prestarão os serviços de explanação, nas quais serão mostrados os índices de violência e a utilização de drogas.

Um dos principais pontos do programa está direcionado à criação de equipes de trabalho vinculadas aos conselhos escolares para atuar na prevenção e no controle da violência nas escolas, analisar suas causas e apontar possíveis soluções. “Entendo que as campanhas educativas de conscientização podem ajudar a melhorar esse problema nas escolas”, revelou Rezende.

O deputado disse ainda que o o núcleo central desse programa estará ligado à Secretaria de Estado da Educação e traçará diretrizes, realizando estudos, dando suporte ao seu desenvolvimento e, tendo composição intersecretarial e multiprofissional, com a participação de técnicos das Secretarias de Estado de Educação, Saúde, Trabalho e Emprego de Mato Grosso.

“A situação atual da violência e da perseverança do tráfico e utilização de drogas dentro das escolas é uma realidade que tem vitimado famílias, professores, crianças, jovens e adolescentes. Por isso, o projeto visa instruir e prevenir a violência nessas repartições”, colocou o deputado. 

Fonte: Cenário NT

Pai ‘grampeia’ filho autista e descobre agressões verbais da professora

 

Em tempos de grampos e escandalosas revelações feitas graças a escutas legais (e talvez até ilegais), imagine mandar uma criança “grampeada“ para a escola a fim de descobrir abuso por parte dos professores? Você faria isso?

Foi o que o pai de um menino autista de dez anos fez, nos Estados Unidos. Stuart Chaifetz, de New Jersey, resolveu mandar um gravador escondido no filho, desconfiado dos surtos de ansiedade e das reclamações que partiram da própria escola sobre o comportamento violento de Akian, o filho, que estaria batendo na professora e atirando cadeiras.

 Autista e com dificuldades de comunicação, o garoto tinha uma natureza dócil e amorosa, afirma o pai. “Alguma coisa estava acontecendo na escola com meu filho, porque não fazia sentido”, diz o pai, em vídeo postado no YouTube. O garoto retornou para casa com horas de gravação classificadas pelo pai como abuso e agressão verbal. O pai flagrou não só conversas impróprias dos professores, sobre abuso de álcool e suas vidas sexuais, na frente das crianças, mas crueldade verbal. “Naquele dia, minha vida mudou para sempre. Ouvi coisas nojentas, vis…era bullying contra meu filho”, diz.

Revoltado, Stuart desabafou: “eles sabiam que nenhum daqueles meninos seria capa de relatar em casa o que se passava na escola”.

Trechos do áudio:
“Com quem você está falando? Com ninguém?”, pergunta a professora para o menino, que, às vezes, fala sozinho. Chateado, ele começa a chorar alto.

“Vai, pode continuar o choro, sabe por quê? Porque você não vai conseguir nada até você calar a boca”, continua a ajudante.

Dias depois, o pai conta ter enviado um email para a professora perguntando se alguém, na escola, tinha mandado Akian calar a boca, com essa expressão. Segundo ele, a professora responder “não, nós não fazemos isso”. Se tem algo na escola que pode deixar os pais temerosos é o bullying, o comportamento inadequado, às vezes violento, de agressão verbal e até física por parte de outras crianças. Humilhação, ou implicâncias aparentemente inocentes que podem deflagrar um processo de rejeição e aniquilamento psicológico de uma criança, ainda crua na arte de defender-se. Ninguém quer ver o filho passar por isso. Mas e quando essa agressão vem da equipe que deveria justamente protegê-lo?

De todas as paranoias que frequentam a cabeça dos pais, o medo de que os filhos sejam maltratados por empregados, por exemplo, ocupa a pole position de quem precisa trabalhar e não tem com quem deixar os pequenos. Muitas pessoas preferem a creche justamente por acreditar que, no ambiente coletivo, mais olhos estão atentos e menos chances há de um adulto se portar mal com a criança. Por isso essa história me pareceu o pesadelo, com requintes de crueldade por se tratar de uma criança com dificuldade de comunicação, especial, que requer uma atenção diferenciada.

O vídeo e o áudio estão em inglês com legendas em inglês, mas até pelo tom de voz da professora ou da assistente (não dá para saber), é de se notar que algo estava errada na condução de crianças especiais. Elas reclamam dos maridos na frente das crianças, falam de bebedeira, de vomitar por causa de vinho…”Elas tratavam aquelas crianças  como subhumanas”, diz o pai, no vídeo.

Segundo o texto do vídeo, uma das assistentes foi demitida. A professora foi transferida de unidade. A repercussão foi imediata. Dezenas de pais de crianças especiais começaram a entrar em contato com Stuart pedindo ajuda porque desconfiavam de comportamentos inadequados nas escolas. Temiam que seus filhos, indefesos, não estavam sabendo contar o que se passava. Pelo visto, não era um caso único.

“São pais desesperados precisando saber o que se passa na escola”, disse Stuart, ao Huffington Post.

Gravar pessoas sem consentimento ou autorização judicial não serve de prova em processos judiciais sob as leis brasileiras, nem nos Estados Unidos, onde o rigor é ainda maior, mas pode ajudar a abrir uma investigação e, o mais importante, impedir que seu filho seja maltratado.
Você faria isso? Conhece alguém que tenha descoberto algo muito ruim em casa graças a câmeras escondidas?

Fonte: Revista Época

Gordinho que aparece em capa polêmica da Veja diz que "não tinha ideia do que seria a matéria"

Em entrevista ao Administradores.com, ator ainda afirma que posição transmitida em manchete é ignorância, mas que não se sentiu ofendido

Por Mayara Emmily, www.administradores.com.br
Como já comentamos aqui, a capa da Veja desta semana causou (e ainda vem causando) grande polêmica. A edição mais recente da revista estampa um homem alto, sorridente e bonito ao lado de outro, bem mais gordo, baixinho e com uma expressão zangada. Ao lado deles aparece a manchete "Do alto tudo é melhor" com a seguinte explicação: "A 'evolução tecnofísica' explica por que as pessoas mais altas são mais saudáveis e tendem a ser mais bem-sucedidas". Mas, o que será que o próprio gordinho que aparece na foto pensa sobre essa questão?

Em entrevista exclusiva ao Administradores.com, o ator e humorista paulista David Castillo, de 34 anos, que interpretou o homem gordinho com cara de zangado que estampa a capa da edição, diz que não se sentiu ofendido. Mesmo assim, não concorda com a ideia de que os mais altos tendem a ser mais bem-sucedidos que os baixinhos.

Para David, estar fora dos padrões estéticos contemporâneos não é um determinante para se ter uma trajetória de fracasso. "É lógico que existem desafios, é lógico que há um preconceito, mas isso é algo a ser vencido", afirma.

O ator diz ainda que não tinha ideia de qual seria o conteúdo da matéria. "O que eu sabia é que iria falar sobre oportunidades, que o mais alto, o mais bonito, o mais aceito socialmente está sempre levando vantagem", explica.

Com bom humor, David brinca com a situação. "Tenho 1,66m. Não sou tão baixo como na revista, onde estou parecendo o Danny DeVito (ator norte-americano que tem 1,52m de altura)", disse em e-mail que nos enviou após a realização da entrevista, que você pode conferir abaixo na íntegra:

O que você achou da capa da revista Veja desta semana?
Fui contratado para fazer uma capa com cunho humorístico. É lógico que a capa parece ser preconceituosa, parece se tratar de bullying, mas lendo a matéria não é bem assim como se foi pintado.

Vou falar um pouca da minha experiência: eu sempre fui gordo e sempre fui vítima de bullying. O que a matéria diz, um pouco de ser preterido pelo fato de ser gordo, é hipocrisia falar que não é verdade. Eu acho que a matéria não está incentivando uma prática, ela está relatando uma prática que geralmente acontece. Realmente, em entrevistas de emprego eu já perdi oportunidades por ser um gordinho, baixinho, para pessoas mais altas, mais apresentáveis, que cabiam mais na dita beleza ideal, isso desde a infância. Mas eu nunca tive a minha vida pessoal prejudicada por isso, tirando esses casos de ter sido preterido por esse motivo.

Ator David Castillo, o baixinho e gordinho da capa da Veja (Foto: arquivo pessoal)

Você acredita que a capa ajuda a promover esse tipo de preconceito?
Eu acho que não ajuda a combater, mas deixa claro que esse tipo de preconceito existe sim.

Você acha que essa polêmica em torno da capa é legítima? Por quê?
Bom, tem muitas pessoas que se sentiram humilhadas, que se sentiram constrangidas, realmente eu lamento por essas pessoas.

Mas você não se sentiu nem um pouco atingido?
Quando eu fui contratado eu não tinha ideia de que essa seria a capa, eu não tinha ideia do que seria a matéria. O que eu sabia é que iria falar sobre oportunidades, que o mais alto, o mais bonito, o mais aceito socialmente está sempre levando vantagem. Mas eu não imaginava que era esse tipo de matéria.

Se você soubesse a finalidade dessa capa, você ainda tiraria a foto?
Eu sou ator. A expressão que eu estou fazendo é uma cara de desagrado, uma cara de desaprovação, de indignação diante daquela pessoa que está sendo favorecida. Eu faria a capa mesmo assim. Eu sou ator. Se eu não fizesse essa capa seria um outro ator. Se eu não fizesse essa capa outro estaria dando essa entrevista.

  
Capa da edição atual da Veja (Imagem: reprodução)

Você acredita que, no final das contas, as pessoas mais altas tendem a ser mais bem-sucedidas?
Eu acho que isso é uma ignorância. Eu realmente não concordo com isso. Tanto é que tem pessoas que são baixas e gordas que são bem-sucedidas. Assis Chateaubriand era um cidadão baixo e gordinho, Jô Soares é um cidadão baixo e gordinho. O ex-presidente Lula tem 1,60m. Ele não é uma pessoa muita alta e nem está enquadrado na beleza ideal - o alto, magro e bonito. Então eu acho que quem faz a oportunidade realmente é a pessoa. É lógico que existem desafios, é lógico que há um preconceito, mas isso é algo a ser vencido.

Você acha que a Veja foi infeliz, já que a capa não ilustra tão bem o que foi mostrado na matéria?
80% do pessoal que viu a capa não entendeu realmente o propósito da matéria. Se a gente for pegar por esse ponto, que desagradou tanto as pessoas, foi sim um tirada infeliz. 

Fonte: Curta o Administradores no Facebook e siga os nossos posts no @admnews.

Escola de Benavente indignada por ver caso de aluno agredido exposto na televisão

Caso passou-se no início do ano e agora a Comissão de Protecção de Menores vai agir

foto
A criança da Escola EB 2,3 Duarte Lopes, em Benavente, que no início do ano lectivo foi agredida por um colega dois anos mais velho vai ser acompanhada pela Comissão de Protecção de Menores. A medida surgiu depois de a mãe ir com a criança a um programa de televisão denunciar a situação.


A Comissão de Protecção de Menores de Benavente vai seguir o aluno de 11 anos que, no início do ano, foi vítima de bullying na Escola EB 2,3 Duarte Lopes, em Benavente. A decisão surgiu depois de a mãe levar o menor a um programa de televisão para denunciar a situação. O conselho geral do agrupamento de Escolas Duarte Lopes também emitiu um comunicado por considerar que foi posto em causa o bom nome da escola e o profissionalismo de vários docentes e técnicos.

A polémica surgiu depois de Agostinha Garcia ter levado o filho de 11 anos ao programa “Você na TV” emitido no dia 6 de Abril, na TVI, e que tinha como tema “Crianças Vítimas de Bullying”. “Muitos dos factos contidos na peça não correspondem à verdade ou foram apresentados descontextualizados, quer no que se refere à actuação da escola, quer no que se refere à situação concreta”, lê-se no comunicado emitido pelo conselho geral do Agrupamento de Escolas Duarte Lopes, que não especifica contudo quais são as mentiras. 

Mas o que mais indignou pais e professores, segundo o que O MIRANTE apurou, foi o facto de Agostinha Garcia ter colocado na sua página do Facebook o número da sua conta bancária depois de ir ao programa. “No final do programa um psicólogo ofereceu-se para dar um tratamento gratuito ao meu filho, mas como o consultório é na Covilhã, coloquei o número da conta para quem me quisesse ajudar no transporte”, justificou. Já o conselho geral entende que “a imagem da escola que passou para o público em geral e em particular para a comunidade, não é a escola que queremos e seguramente, não é a escola que temos”.

Recorde-se que no início do ano lectivo, a criança de 11 anos sofreu agressões por parte de um rapaz de 13 anos, que lhe deu alguns pontapés e chamou nomes. Agostinha Garcia levou o filho ao Centro de Saúde de Benavente e apresentou três queixas na GNR. Na altura, o director do agrupamento, José Ramalho, instaurou um processo disciplinar ao agressor, disponibilizou acompanhamento psicológico à criança de 11 anos e passou a acompanhar de perto a situação.
Em finais de Março voltou a acontecer um novo episódio. Segundo a mãe, alguém acedeu à conta do filho no Facebook. “O meu filho já estava a dormir quando eu de repente vejo que está online no Facebook. Perguntei quem era e como resposta ameaçaram-me de morte”, explica a mãe que ainda pensou que fosse a sobrinha que também possuía a password do primo.

José Ramalho confirma a O MIRANTE que o caso continua a ser acompanhado e que nos últimos meses a situação tinha acalmado. Já Agostinha Garcia diz que o filho vai continuar na mesma escola, mas que pondera uma mudança no próximo ano lectivo. O MIRANTE contactou a Comissão de Protecção de Menores de Benavente que confirmou já estar a tomar diligências para seguir de perto este caso depois de a situação ter sido exposta na televisão.

Diga o que pensa sobre este Artigo. O seu comentário será enviado directamente para a redacção de O MIRANTE.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

BULLYING em Brasília


bullying.jpg
em BRASÍLIA
com a Cia Atores de Mar'


36 apresentações
em 9 DIAS mais de 22 mil alunos

bullying em brasília maio
2012.jpg



PRODUÇÃO LOCAL
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Aluno é espancado dentro de sala de aula após ser vítima de bullying

Adolescente contou que já vinha sofrendo bullyng desde o ano passado
G1
Um estudante de 13 anos foi vítima de bullying após ter sido espancado por outro aluno, de 15 anos, dentro de sala de aula. De acordo com a polícia, o crime ocorreu na quinta-feira (19), na Escola Estadual Gilberto Mestrinho, localizada no bairro Colônia Antônio Aleixo, Zona Leste de Manaus. O garoto teve ferimentos graves no rosto. Por causa das agressões, ele está afastado dos estudos.

O caso foi registrado na Polícia Civil e está sendo apurado pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). O Conselho Tutelar da Zona Leste também está dando apoio às investigações. A diretora do colégio, Lucicléia Moreira, não foi localizada para dar declarações sobre o caso.

Em casa, o adolescente contou que já vinha sofrendo bullyng desde o ano passado, quando foi transferido para aquela escola. "Os colegas criam apelidos e me xingam, por causa do meu peso", afirmou. Na quinta-feira, contou ele, um outro estudante iniciou as ofensas, desta vez, fazendo 'brincadeiras' de mau gosto sobre a mãe dele, que tem pele escura. "Eu não gostei do que ele disse e pedi para parar, mas as ofensas continuaram. Fiquei irritado e reagi. Foi quando ele começou a me bater sem parar. Nem os colegas, nem os funcionários da escola me ajudaram ou o tiraram de cima de mim", afirmou.

A mãe do adolescente, de 52 anos, disse que ficou indignada e foi à escola pedir providências, mas nada foi feito. "O meu filho não é santo, mas a situação de violência só chegou a esse ponto dentro da escola porque ninguém fez nada", disse.

A assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Educação do Amazonas (Seduc-AM) informou ao G1 que a vítima das agressões tem histórico de indisciplina e que já foi punido disciplinarmente, mas isto não justifica a violência. O autor das agressões foi punido com uma semana de suspensão. Além disso, a gerência educacional da Zona Leste de Manaus se prontificou a ajudar a família do estudante, dando suporte a ele na volta à sala de aula ou na escolha de outro colégio para continuar os estudos.
 
Fonte: Midia News