domingo, 13 de outubro de 2013

Fabiana Karla diz que não sofre bullying


Fabiana Karla diz que não sofre bullying
 Fabiana Karla sempre teve a autoestima elevada. Em parte, graças ao seu pai, que incentivou a atriz a sustentar seu amor-próprio.

— Cresci ouvindo que era linda. E isso me ajudou. Fui criada assim. Papai, muito obrigada! — diz a comunicativa Fabiana, aos risos, antes de completar: — Não sei se ele falava um monte de coisa boa para me agradar por eu não ter nascido com o mesmo olho azul dele e de quase todos os meus irmãos (ela tem sete irmãos por parte de pai). Mas funcionou!

Aos 36 anos, a atriz, nascida em Recife, nunca passou por qualquer constrangimento semelhante aos vividos por Perséfone. A personagem de “Amor à vida” é constantemente humilhada em cena pelo simples fato de ser gorda.

— Se eu sofri bullying não sei, passei batida. Só se foi pelas minhas costas, mas nunca percebi. Acho que sofria mais por ter cabelo enrolado e não saber dar forma a ele, que era meio repolho, meio cotonete. Sempre achei que falavam mais do meu cabelo do que do meu corpo — conta.

No começo da novela, a trama da enfermeira girava em torno da sua virgindade. Perséfone vivia num clima tragicômico e tentava arrastar um sem-número de homens para a sua cama. Chegou a ser vítima do golpe conhecido como “boa noite, Cinderela”.

— Todo mundo começou a tocar terror na Perséfone. Teve um tempo em que ela se desesperou e se jogou até para o cara que foi entregar a pizza — recorda Fabiana.

Exageros folhetinescos à parte, a atriz afirma ter tido contato com várias mulheres em situação parecida.

— Conheci muitas virgens. E me sinto quase num divãzinho com elas. Acho que é uma delicadeza escutar essas pessoas. Elas entregaram um tesouro para mim e me deram até pano para manga. Uma costureira do Projac, de 37 anos, veio me contar ter perdido a virgindade recentemente.

Na última quinta-feira, a enfermeira finalmente se casou e teve sua primeira noite com o fisioterapeuta Daniel (Rodrigo Andrade), para desagrado da família do rapaz, que não aprova a união.

Perséfone passou a ouvir todo tipo de absurdos preconceituosos nos últimos tempos. Ela já foi chamada até de gorda ridícula pela cunhada, Leila (Fernanda Machado), que ainda arrematou: “se olha no espelho, se é que você vai caber no espelho”.

— O elenco inteiro fica constrangido. A Sandra Corveloni (que faz Neide, sogra de Perséfone) olha para mim e o olho se enche d’água. Mas entendo. Além de tudo, ficam em xeque os personagens. Todo mundo vai para a fogueira. Nas ruas, as pessoas me perguntam: ‘Como você permite isso?’

O texto escrito por Walcyr Carrasco para os personagens que cercam a enfermeira às vezes é tão cruel que assusta a própria atriz.

— Esse bullying é bem puxado. Creio que é puxado para quem está assistindo também. Eu me vejo como intérprete e faço o que me é proposto. Para mim, está sendo difícil emprestar esse sentimento à personagem. Quando essas cenas começaram, pensei em pessoas próximas que já foram vítimas. Mas vou ser sincera. Passei a sentir um pouco na minha pele — confessa a atriz.

Fabiana se colocou no lugar da enfermeira para entender seu sofrimento. Ela diz ter “um pouco de dó”, mas procura não vitimizar a personagem.

— O preconceito hoje está tão alastrado que não é apenas em função de gordura, implicam até com a sua religião. Se você é espírita ou evangélico, sofre um preconceito enorme. Ninguém pode se manifestar em nada de que goste. Tudo é motivo para debate. Acho que o Walcyr quis mostrar como a sociedade pode ser cruel e que as pessoas se preocupam muito com a vida dos outros. Até com a virgindade de alguém. É uma coisa louca — reclama ela, que é mãe de três filhos.

A atriz acredita que as pessoas podem ser desastrosas até mesmo quando não têm a intenção direta de ofender:

— O que mais se escuta é: ‘Nossa, ela é gorda, mas tem um rosto lindo’. Ou seja, o corpo é uma merda, né? É a ‘mulher pantufa’. Boa para ficar em casa, mas não para sair na rua.

Para Fabiana, ter feito a peça “Gorda”, de Neil Labute, em 2010, serviu como uma espécie de estágio para entender melhor Perséfone. No espetáculo, sua personagem também era vítima de preconceito ao se apaixonar por um homem magro. No palco, chegava a ser chamada de porca, o que fez a atriz chorar nas primeiras leituras do texto.

— Eu tenho as minhas reservas, mas naquele momento o palco me protegeu. Cheguei a posar para uma capa de revista usando maiô. Virei ícone para muitas meninas. E me senti a Leila Diniz — afirma, sem esconder o sorriso.

Hoje, a atriz diz nem saber seu peso, mas conta que suas roupas “estão caindo”. Em 2011, ela saiu dos 113 quilos para os 95, depois de uma cirurgia. Fabiana optou pela técnica Lazzarotto e Souza, em que um anel é colocado no intestino do paciente. Diz não ter feito o procedimento por uma questão estética e, sim, por mais qualidade de vida.

— Eu posso comer tudo. Não conseguiria ficar limitada. Três das minhas irmãs fizeram redução de estômago. Não sei se iria segurar essa onda. A técnica do anel foi a melhor para mim. Mas mudei meu paladar, que ficou menos infantil — diz.

Fabiana faz questão de esclarecer que nunca fez apologia a nada. E garante estar satisfeita da maneira que é.

— Modéstia à parte sou uma pessoa bem-sucedida no meu trabalho, sou aceita como eu sou, consigo me vestir bem. E acredito que sei lidar até melhor com as minhas formas do que quando eu tinha 60 quilos. Hoje, eu me sinto mais bonita. O meu filho estava me dizendo esses dias: ‘Mãe, se você fosse magra, não seria tão bonita’. A galera compra meu barulho. O meu marido é uruguaio, gosta de carne, então está tudo certo.

Depois de interpretar a fogosa Olga ano passado em “Gabriela”, também escrita por Walcyr, Fabiana conseguiu um feito inédito. Além de “Amor à vida”, está no ar no humorístico “Zorra total”, que diz ser o seu playground:

— Não largo o osso. Ali pude mostrar minha veia cômica, pude cantar e dançar.

Apesar de ter exibido várias caras na TV, foi só agora com Perséfone que Fabiana surgiu no vídeo com uma imagem mais próxima da vida real.

— Gosto do fato de poder me modificar para os personagens. Mas eu me assustei um pouco quando me vi sem uma peruca, sem caracterização. Eu me senti a Fabiana Paes (diz, em referência à Juliana Paes). Era só olho no vídeo — ri.
Fonte: PB Agora

sábado, 12 de outubro de 2013

Redação BULLYING - Anna Eduarda Nuno Venuto do CE Infante Dom Henrique

Os alunos Anna Eduarda Nuno Venuto e Tiago, com o diretor Mar'Junior


BULLYING

Errar, Amar e aprender que todos somos diferentes e cada um tem seu valor, 
seja gordo ou magro, negro ou branco, cuidar uns dos outros e não descriminar ou caçoar alguém.

Ao ver situações assim temos que defender e tomar providencias, pois o Bullying pode afetar a mentalidade das pessoas fazendo se sentir reprimidos e não contar a ninguém, as agressões corpóreas são as piores se engana quem acha que o bullying é só por xingamentos.

O Bullying vai muito além dos portões da escola, acontece também na internet por meio de grupos e fotos intriguentas.

Nós precisamos nos unir para acabar com o Bullying na nossa escola e no mundo.

ACIMA DE TUDO AMOR AO PRÓXIMO !
 
Colégio Estadual Infante Dom Henrique
Aluna: Anna Eduarda Nuno Venuto
Turma:1006
10/10/2013








segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Violência na escola é realidade para mais de 60% dos alunos em Portugal

Mais de 60% dos alunos inquiridos para um barómetro da Associação dos Empresários pela Inclusão Social (EPIS) afirmou que há violência entre alunos na escola que frequentam, e mais de 26% confirmam o uso de drogas dentro dos estabelecimentos.
PAÍS
Violência na escola é realidade para mais de 60% dos alunos

O barómetro EPIS envolveu mais de 23 mil alunos de dezenas de escolas com 3.º ciclo, de norte a sul do país, e traça uma evolução da relação dos alunos com a escola, com a família, assim como da relação da família com a escola entre 2007 e 2012, para além de apresentar uma caracterização socioeconómica de alunos e agregados familiares.

Em 2012, 61,6% dos inquiridos revelou que há violência nas escolas que frequentam, quase mais 1% do que em 2010, mas um pouco abaixo dos 65,5% de 2007.

Apesar da redução em relação a 2007, são ainda 8,9% os alunos que referem haver violência entre estudantes e professores.

Quanto ao uso abusivo de substâncias, este mais do que duplicou em relação a 2007, passando de 24,7% nesse ano, para os 55,5% em 2012. O tabaco mantém-se em relação a 2010 como a substância mais presente nas escolas, referida pela quase totalidade dos inquiridos. Já o álcool teve uma redução para menos de metade, em comparação com os 35,1% de alunos que o mencionavam em 2007, sendo agora apenas referido por 13,6% dos estudantes.

O uso abusivo de drogas, que em 2007 foi apontado por quase 75% dos alunos, foi apenas referido por 26,4% dos estudantes em 2012, que ainda assim representa um acréscimo significativo em relação a 2010, quando foi mencionado por 18,5%.

O comunicado do barómetro EPIS refere ainda que os dados apontam para “um maior consumo de drogas em meio urbano e de álcool em meio rural”.

“Estes resultados confirmam que o uso de substâncias é e deve continuar a ser uma das matérias de maior atenção por parte dos pais e dos recursos humanos das escolas. O combate ao tabagismo, ao consumo de álcool e de drogas deve ser permanente”, lê-se no comunicado.

O barómetro revela ainda que a maioria dos alunos inquiridos – cerca de 83% - tem encarregados de educação com habilitações entre os quatro e os 12 anos de escolaridade.

Outro dado de destaque no barómetro EPIS é a percentagem de alunos que indica que entre 2010 e 2012 o rendimento da sua família foi afetado por situações de desemprego, com mais de 80% dos inquiridos a responderem afirmativamente a esta questão.

São quase 10% os alunos que admitem que em 2010 os rendimentos familiares provinham de subsídios e assistência social.

Por outro lado, e apesar das dificuldades financeiras apontadas, diminuíram em quase 10% a percentagem de alunos que admite beneficiar de ação social escolar –59,1% admitiam esta situação em 2010, e 51,8% em 2012.

O barómetro EPIS admite o agravamento do acesso à ação social escolar em 2013 e nos anos seguintes.

“Estas são más notícias e poderão ter o seu reflexo na qualidade dos resultados escolares dos próximos anos”, refere-se no comunicado do barómetro.

A associação EPIS foi criada em 2006, na sequência de um apelo feito pelo Presidente da República à sociedade civil, no seu discurso por ocasião das comemorações do 25 de Abril, e escolheu a educação com o foco da sua ação.

Fonte: Notícia do Minuto de Portugal

domingo, 6 de outubro de 2013

Caso de bullying vai ser julgado em Portugal

Aluno de 14 anos foi espancado no interior da escola de Almeirim por cinco estudantes
Por: João Nuno Pepino
O caso do aluno que foi vítima de espancamento na Escola Febo Moniz, em Almeirim, em maio de 2011, vai começar a ser julgado este mês no Tribunal Judicial da cidade ribatejana. O Ministério Público deduziu acusação contra cinco jovens, com idades entre os 16 e os 18 anos: o alegado autor da agressão física e os colegas que impediram outros alunos de socorrer a vítima.
Os jovens vão responder pelo crime de ofensa à integridade física. O aluno agredido e quatro dos arguidos foram ouvidos por um juiz de instrução. Um dos acusados, maior de idade, não compareceu pois está fora do País, tendo-lhe sido emitido um mandado de captura.
Pergunta CM
Escolas devem aumentar vigilância contra bullying?
Os factos remontam a 5 de maio de 2011: a vítima, então com 14 anos, foi espancada com violência dentro da escola por um aluno mais velho, enquanto os restantes quatro fizeram uma roda para impedir que alguém lhe acudisse. O aluno foi assistido no hospital de Santarém a uma ferida interna no ouvido esquerdo e a vários hematomas. O caso levou outros alunos a perderem o medo e a denunciarem que o grupo andava a atemorizar os restantes colegas, dentro e fora da escola. Inicialmente, a direção do agrupamento desvalorizou e não participou o caso às autoridades, considerando tratar-se de um desentendimento entre miúdos, e só abriu processo disciplinar ao aluno que terá cometido a agressão após a família da vítima ter apresentado queixa-crime na GNR.
FONTE: CM Jornal de Portugal

Bullying escolar ainda é uma realidade: conheça e fique atento aos sinais


O tema ainda desperta muito debate e silêncio nos atores envolvidos e vários livros sobre já foram escritos
O tema ainda desperta muito debate e silêncio nos atores envolvidos e vários livros sobre já foram escritos
Criado a partir do termo em inglês bully (valentão), a denominação “bullying” surgiu para destacar as ações de violência física ou psicológica infringidas sem razão aparente ou motivadas por atitudes preconceituosas, que podem acarretar danos físicos e psicológicos nas vítimas.
De acordo com a Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), trata-se do “conjunto de atitudes hostis propositadas, recorrentes e sem causa manifesta, empreendido por um sujeito (ou grupo) que ocasiona aflição a outrem”. E se muito foi conquistado na questão da divulgação e dos projetos anti-bullying, esta realidade ainda está longe de ser extinta.
Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde em 2012, mostram que o bullying acomete 7,2% dos alunos do último ano de ensino fundamental, que se sentiam sempre (ou quase sempre) humilhados por provocações na escola na época da pesquisa.
A Pense também mostrou que o indicativo de meninos vítimas do bullying (7,9%) supera o indicativo das meninas (6,5%). E são também os meninos que também mais praticam bullying contra os colegas: 26,1% contra 16% das meninas.
Alguns sinais manifestam-se de forma mais agressiva, outros são menos percebidos, mas tendem a se mostrar de uma forma ou outra em quem está sendo vítima dessa prática de agressão. Entre os principais sintomas do bullying escolar, estão:
- Isolamento social;
- Resistência em ir à escola;
- Demonstrações de tristeza (diminuição nas conversas domésticas, choros sem razão aparente);
- Queda no rendimento escolar;
- Dores e ferimentos no corpo;
- Insônia ou outras desordens do sono;
- Aumento na agressividade;
- Desenvolvimento de distúrbios envolvendo ansiedade, hábitos alimentares e outros.
No Colégio Estadual Armando Nogueira (CEAN), um projeto antibullying foi trabalhado na escola ano passado, e a temática ainda se faz presente em palestras da escola. Mesmo assim, é uma situação difícil de ser erradicada completamente.
Kássia Geovanna, aluna do 2º ano do ensino médio no CEAN, explica que já testemunhou ataques físicos e verbais (o famoso “deboche”), e que, infelizmente, alguns destes acontecidos tinham fortes motivos de origem no preconceito.
“Quem é ofendido constantemente em um período cheio de dúvidas como a adolescência não fica bem. Fica traumatizado e pode levar esses traumas por toda a vida na forma de complexos de inferioridade ou outros transtornos. Muitas vezes, quem tem uma condição financeira melhor se acha no direito de ofender a aparência dos colegas e não hesita em incentivar a humilhação”, explicou Kássia.
Gessildo Oliveira, diretor do CEAN, disse que “sempre que existe ciência de situações como a da prática do bullying, buscamos eliminá-la completamente. Sabemos das dificuldades que os jovens enfrentam, e esse tipo de atitude dificulta ainda mais uma harmonia no ambiente escolar”.
Quem trabalha em escola (seja professor, coordenador, ou outra função), ao perceber situações de agressão envolvendo os alunos, deve levar o caso imediatamente para o gestor ou gestora da instituição, que deve dar procedência ao caso reunindo os pais dos alunos e buscando resolver a situação da melhor forma possível, alertando para os perigos da prática e para os benefícios de uma convivência harmoniosa.
Os perigos do bullying escolar também são lembrados graças às tragédias ocorridas no âmbito escolar e aos suicídios de adolescentes e jovens adultos, em decorrência dos anos de abuso sofridos. Entre casos famosos, estão:
- O suicídio de Amanda Todd, com apenas 16 anos, em 2012;
- O Massacre de Columbine, onde 15 pessoas (incluindo os dois estudantes responsáveis pelo tiroteio) morreram, e mais 25 pessoas ficaram feridas;
- O Massacre de Realengo, no Rio de Janeiro, onde 13 pessoas (incluindo o assassino, Wellington Menezes de Oliveira), morreram, e mais 22 outras pessoas ficaram feridas.
     Em casos extremos, onde a violência cresce para situações mais agressivas e nenhuma providência cabível é tomada pela escola, é necessário que o caso seja levado para as autoridades envolvidas na proteção de crianças e adolescentes, como o Conselho Tutelar.
    Para ajudar no trabalho da temática, muitos livros e filmes já foram produzidos envolvendo a temática. Entre eles, estão:
    Livros: Os 13 Porquês, de Jay Asher; Extraordinário, de R. J. Palacio; Perdão, Leonard Peacock, de Matthew Quick.
    Filmes: Cyberbully (2011); Depois de Lúcia (2012); Bullying (2009); A Classe (2007).
    Fonte: Notícias do Acre

    sábado, 5 de outubro de 2013

    Menina sofreu bullying virtual antes de ser agredida em Santos

    Três garotas trocaram mensagens agressivas com uma adolescente. Briga ocorreu por conta de uma nota zero em um trabalho em grupo.


    Ivair Vieira Jr
    Do G1 Santos

    Agressão teria sido motivada por causa de nota de trabalho em grupo (Foto: Mariane Rossi/G1)Agressão teria sido motivada por causa de nota
    de trabalho em grupo (Foto: Mariane Rossi/G1)
    A adolescente de 14 anos que foi agredida por uma outra jovem na tarde desta terça-feira (1°) em Santos, no litoral de São Paulo, recebeu mensagens agressivas de colegas de classe, dias antes da briga que deixou marcas em seu rosto. A confusão ocorreu por conta de uma nota zero em um trabalho em grupo.
    Tudo começou porque a vítima teria feito um trabalho escolar sozinha e colocado também o nome de outras três alunas. A professora descobriu que a atividade foi realizada apenas por ela e, por isso, decidiu dar nota zero para as alunas que não fizeram a tarefa e 10 para a autora do trabalho. Foi a partir daí que as mensagens começaram, enviadas por meio do aplicativo para smartphones WhatsApp.

    Mensagens entre jovens têm tom ameaçador (Foto: Reprodução/WhatsApp)Adolescentes intimam vítima pelo celular  (Foto:
    Reprodução/WhatsApp)
    A conversa entre as quatro é agressiva, cheia de ofensas, palavrões e algumas ameaças. As meninas que não fizeram o trabalho se dizem indignadas, prejudicadas, e acusam a vítima de ter contado que fez o trabalho sozinha. Já a adolescente nega, diz que a professora desconfiou sozinha. A jovem ferida também acredita que teve sua conta no twitter invadida, e isso também é discutido nas mensagens.
    Em uma das mensagens, a colega ameaça: "Eu quero ver falar na cara dela que só você fez o trabalho". Em outro trecho, lê-se: "Se liga e abre o olho". A conversa segue com muitos palavrões, ofensas e reclamações sobre as notas: "Por meio ponto eu fiquei de recuperação em história. Se você está esbanjado nota, o problema é seu".
    Jovens trocam ofensas entre si (Foto: Reprodução/WhatsApp)Jovens trocam ofensas entre si (Foto:
    Reprodução/WhatsApp)
    Segundo o advogado Maurício Baltazar de Lima, contratato pela família para defender a garota, a escola errou ao saber das ameaças e não tomar uma atitude mais enérgica. "Foi diante do conhecimento das mensagens que a escola decidiu dar zero para todas, para assim solucionar o problema. E já estava resolvido. No entanto, dias depois, durante uma aula de reforço, à revelia dos pais, foi convocada uma espécie de acareação entre as quatro. E aí está a negligência, porque isso inflama, faz com que uma chame a outra de mentirosa. Depois deixaram elas irem embora juntas, sem ninguém acompanhando. Elas são adolescentes, era óbvio que iam acabar discutindo. Foram dez minutos de agressão, sem que ninguém chegasse. As marcas no rosto foram profundas, vai demorar muito para sair, pode até ser preciso cirurgia plástica", diz.

    Crianças da rede de ensino de Mogi recebem orientação sobre bullying

    Psicólogos deram palestras sobre a prática violenta. Pelo menos 1,3 mil alunos foram atendidos.


    Do G1 Mogi das Cruzes e Suzano


    Esta sexta-feira (4) foi o último dia da série de palestras de orientações sobre 'bullying' nas escolas da rede municipal de ensino deMogi das Cruzes (SP). A programação começou na segunda (30) e atingiu crianças de 6 a 10 anos. Psicólogos percorreram as instituições para tentar prevenir essa prática violenta nas escolas.
    Entre os 1,3 mil alunos que assistiram as palestras na cidade, estão os estudantes da Escola Professora Doracy Batista de Campos Pereira, no Distrito de Brás Cubas, que participaram da ação nesta sexta-feira (5). "Nós sabemos que esse tipo de coisa [bullying] acontece. E essa é uma idade que tem de ser trabalhadada. Nós temos esse trabalho diário de conversar com as crianças. Essa palestra veio para ajudar e fortalecer o trabalho da escola", explica a professora Cristina Rodrigues.
    A ação nas escolas é em comemoração ao Dia Internacional da Não Violência, festejado no dia 2 de outubro. De forma lúdica, as palestras têm como objetivo informar e conscientizar sobre as práticas de bullying na escola com o intuito de promover a cultura de não violência. "Se as crianças começam a fazer o bullyng é justamente porque elas têm esse tipo de pensamento. Elas planejam isso para ofender. Nós estamos tentanto previnir isso. Não queremos que eles se tornem adultos violentos", detalha a psicóloga Sabrina Machado da Rocha.
    O objetivo também é fazer com que as crianças que assistiram as palestras passem a ideia adiante. "Sempre quando percebemos que alguma criança aqui na escola está sofrendo com bullying nós chamamos os pais para conversar", explica a diretora Adriana de Oliveira Passos.

    Jennifer Lawrence sobre bullying no início da carreira: 'Estava gorda para eles'


    Jennifer Lawrence é a capa de novembro da edição britânica da revista "Harper's Bazaar". Na entrevista, a atriz revelou que sofreu bullying no início de sua carreira por estar acima do peso. "Eu era jovem e alguém disse que eu estava gorda, que eu ia ser demitida se não perdesse alguns quilos. Eles trouxeram fotos minhas praticamente nua, e me disseram para usá-las como motivação para a minha dieta", relembrou.

    A estrela, que ganhou o Oscar de Melhor Atriznesse ano por "O Lado Bom da Vida", admitiu que essa fase marcou a sua vida. "Eu era uma garotinha. Fiquei magoada. Hoje, se alguém sussurrar a palavra 'dieta', eu mando se f....", assumiu.
    Jennifer volta às telonas no dia 22 de novembro, na estreia mundial da continuação de "Jogos Vorazes", ao lado do ex-namorado de Miley Cyrus, Liam Hemsworth. Já em 2014, a artista estreia em dois grandes projetos. Ela interpreta a personagem Mística, no filme "X-Men : Days of Future Past", em que atua ao lado do namorado , o ator britânico Nicholas Hoult; e participa do esperado "Debi & Lóide 2".
    Em recente entrevista ao programa "Late Night with Jimmy Fallon", a atriz que o longa estrelado por Jim Carrey e Jeff Daniels era uma de suas comédias favoritas da adolescência. "Sei todas as falas", garantiu.
    Fonte: Pure People

    Facebook concentra maior parte do bullying online contra jovens

    Cerca 70% dos jovens no mundo sofrem atos de ciberbullying e, desse total, um em cada cinco classifica a intimidação online diária como "extrema". O levantamento anual é feito pela Ditch The Label, organização não governamental antibullying no Reino Unido.

    O estudo aponta ainda que cerca de quatro entre dez pessoas sofre bullying pela internet com grande frequência. As redes sociais mais usadas pelos perseguidores são o Facebook (mais da metade disse sofrer ciberbullying pelo site), YouTube, Twitter e Ask.fm. Além disso, os jovens têm duas vezes mais chances de sofrer perseguição pelo Facebook do que por outras redes sociais.

    As vítimas foram perguntadas ainda sobre qual impacto o ciberbullying tinha em suas vidas. Em uma escala de um a dez, em que o valor máximo indica "impacto extremamente severo", a nota média dada por elas foi 7,5. Para o estudo, foram entrevistadas 10 mil pessoas entre 13 e 22 anos. Cerca de 67% deles eram moradores do Reino Unido, 17% dos Estados Unidos, 12% Austrália e 4% de outros países.

    O rosto típico de cada lugar
    O cientista artista Collin Spears usou uma ferramenta online (http://faceresearch.org) do Instituto de Neurociência e Psicologia da Universidade de Glasgow, no Reino Unido, para juntar faces de pessoas de diversas nacionalidades para criar o "rosto típico" de cada país. Ele conta que buscou na internet fotos de pessoas de 20 a 50 anos e que juntou de 15 a 20 fotos para criar cada montagem. Para procurar os rostos mais comuns em cada país, Spears buscou por sobrenomes comuns em cada país e os selecionou entre milhares de imagen.

    BIBLIOTECA DE APPS
    Galinha PintadinhaHoje é muito difícil encontrar uma criança que não conheça a Galinha Pintadinha ou o Patati Patatá. Elas sabem as letras de todas as músicas e adoram se divertir com seus ídolos em todos os lugares. Na TV, na internet e no tablet da mamãe.  A Ø1 Digital - publisher digital dessa turminha - está lançando todo seu portfolio de aplicativos infantis na plataforma Android. Antes, só quem tem iPhone ou iPad podia usar. Agora todos os apps que a geração touch adora estão disponíveis no Google Play e, em breve na Samsung Store e Amazon.  Baixe os aplicativos infantis da Ø1Digital no Google Play https://play.google.com/store/apps/

    NÓS TESTAMOS
    Pronúncia corretaO site Forvo permite descobrir a pronúncia correta de várias palavras em diversas línguas. São mais de 100 mil palavras. Vá lá: /www.forvo.com;

    BIZARRO NA REDE
    Camiseta engana o Facebook
    Com a nova onda de o Facebook querer marcar tudo que é foto, uma designer resolver inventar a camiseta para confundir o Facebook. Hilaário http://www.wired.com/design/2013/10/thwart-facebooks-creepy-auto-tagging-with-these-bizarre-t-shirts/#slideid-253221

    INSERT
    O Netflix reina na TV online via streaming nos EUA. Segundo pesquisa da consultoria Pricewaters houseCoopers, o serviço da empresa de Reed Hastings é a opção escolhida por 63% dos entrevistados.
    Com isso, o Netflix fica à frente de rivais como Hulu, com 35% das respostas.
    DELETEUm estudo comprova que o Facebook e o YouTube têm, cada um, 100 vezes mais spam do que qualquer outra rede social.Efetuado pela Nexgate, o levantamento levou em conta mais de 60 milhões conteúdos únicos em mais de 25 milhões de contas no Facebook, Twitter, Google+, YouTube e LinkedIn entre 2011 e 2013.
    Fonte: Bem Paraná