sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Caiu na rede! Sidney ameaça Micaela e mostra vídeo de bullying na web

Micaela é cercada por Sidney na rua e se assusta com ameaça dele (Foto: Malhação / TV Globo)Micaela é cercada por Sidney na rua e se assusta com ameaça dele (Foto: Malhação / TV Globo)







A garota assiste a tudo chocada e fica com medo do garoto


Por pouco o trote que Sidney (Vitor Thiré) e cia deram em Micaela (Lais Pinho) não acabou mal. Eles deixaram a garota amarrada na laje do prédio, cercada de velas. Sem querer, ela esbarrou em uma delas e colocou fogo no local. Por sorte, Ben (Gabriel Falcão) viu a fumaça, escalou o prédio e conseguiu salvá-la. Ufa!!! Depois do susto, Micaela anda tranquilamente pela na rua, quando vê Sidney. Assustada, ela tenta fugir, mas o filho de Maura (Alexandra Richter) a detém: "Tá vendo isso aqui? É sua estreia na rede. Bizarra como você. Olha só que divertido", diz Sidney exibindo o vídeo do bullying de Micaela em seu celular.
A garota assiste a tudo aterrorizada, chorando. Sidney não se comove e ainda a ameaça: "Se abrir o bico, se disser quem fez isso... aí a brincadeira vai ser muito pior", manda o loirinho. Nossa, o filho da Maura é muito sem-noção! Será que a Micaela vai se intimidar e ficar calada? Não perca esta cena que irá ao ar nesta sexta-feira, dia 30 de agosto. Saiba mais sobre capitulo.

PL-4330: competitividade para empresas, fim do bullying para o terceirizado e segurança jurídica para todo

DIÁRIO DA MANHÃ
SANDRO MABEL
Mais uma vez aproveito este espaço para esclarecer dúvidas e interpretações errôneas sobre o PL-4330, um projeto de lei, de minha autoria, que protege mais de 15 milhões de trabalhadores terceirizados em todo o País. Hoje a problemática envolvendo terceirizados é muito grande tanto para empresas quanto para os terceirizados, que recebem tratamento diferente dos contratados diretamente pelas empresas, e isso tem que acabar!
Estudos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), e divulgados pela própria CUT, apontam que o trabalhador terceirizado recebe salário 27% menor que o contratado diretamente e tem jornada semanal de três horas a mais.O Tribunal Superior do Trabalho tem mais de 10 mil processos envolvendo terceirizados praticamente parados, já que não existe uma legislação que regulamente essa modalidade de contrato, apenas a súmula 331, do próprio tribunal. Há quinze dias duas empresas fecharam as portas em Brasília e os trabalhadores terceirizados estão desprotegidos, vão engrossar essas estatísticas do TST.
Enquanto todos esses descalabros acontecem, a CUT, única e exclusivamente temendo perda de arrecadação, distorce e entrava as discussões e aprovação desse projeto de lei que coloca fim à agonia e à insegurança jurídica desses 15 milhões de trabalhadores terceirizados. Isso é inadimissível!
Esse projeto de lei torna o trabalhador terceirizado o mais protegido. Se a empresa terceirizada não cumprir as obrigações com o trabalhador, a contratante responderá. Terá um fundo obrigatório destinado à proteção desse funcionário. Isso sem contar que não haverá mais distinção entre contratados diretamente e terceirizados. O tratamento entre eles será exatamente igual dentro da empresa: “Os mesmos benefícios, os mesmo direitos. É o fim do bullying do terceirizado!”
Para as empresas também representa benefícios. É o fim da insegurança jurídica e além disso a empresa poderá contratar um serviço especializado para executar uma tarefa. Esse negócio de atividade meio, atividade fim, é muito subjetivo. A terceirização vai acontecer em serviços especializados, aumentando a competitividade das empresas. Se o setor produtivo vai bem, a economia vai bem, com mais empregos, mais renda, mais oportunidades.
É por todos esses motivos que preciso da sua ajuda. Essas duas semanas que antecedem a votação do projeto serão de intensa mobilização. Se você é terceirizado ou tem algum parente ou amigo que é, entende bem as dificuldades que essa categoria passa e a urgência da regulamentação dessa modalidade de contrato. Vamos pressionar a votação e aprovação desse projeto! Envie e-mails, mensagens, telefone... Diga que quer a regulamentação da terceirização. Diga que quer a proteção desses 15 milhões de trabalhadores terceirizados. Conto com seu apoio!
(Sandro Mabel, administrador; empresário; presidente do Sindicato da Alimentação de Goiás; deputado federal pelo PMDB; membro da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público; presidente da Comissão Especial de Regulamentação da Terceirização; coordenador da bancada da infraestrutura; relator da criação da Sudeco e reforma tributária)

'Saramandaia': Dona Redonda vai sofrer bullying antes de explodir

Dona Redonda (Vera Holtz) vai sofrer bullying antes de explodirem "Saramandaia", segundo adiantou o autor do remake, Ricardo Linhares, durante uma conversa com alguns alunos da USP na manhã desta quinta-feira (29). As cenas em que a personagem vai pelos ares já foram gravadas e exigiram diversos tipos de efeitos especiais.

"Como se espalha o boato de que Dona Redonda vai explodir , as crianças vão começar a praticar bullying contra a personagem. Eles vão correr atrás dela estourando diversos balões para assustar as pessoas que estão ao seu redor. Logo depois ela convoca uma missa e as crianças a perseguem com diversas bombinhas, dentro da igreja, e novamente as pessoas saem correndo pensando que é ela explodindo", contou o autor.
Além de sofrer chacota dos pequenos, a sociedade de Bole-Bole também vai virar as costas. "Ela vai marcar uma festa celebrar as bodas de 'pratismo' do casamento, como ela diz, mas ninguém da cidade vai aparecer. Ou melhor: todos 'descomparecem'", disse ao usar os neologismos típicos dos moradores da cidade fictícia.
Mas, antes de explodir, Dona Redonda vai mostrar para todos da cidade que não é por conta de suas longas curvas que ela sofre algum tipo de limitação. A volumosa personagem dançou como nunca na festa de casamento de Zélia (Leandra Leal). O tema da conversa com os estudantes era realismo fantástico, o principal tema da novela das 23h, e contou com a presença de doutores em teledramaturgia.

Ex-aluno que deu tiros na USP afirma ser vítima de bullying há seis meses

Jovem de 23 anos disse que entrou em depressão, pois era perseguido.

Polícia Civil pediu prisão temporária do suspeito em São Carlos, SP.


Fabio RodriguesDo G1 São Carlos e Araraquara
O ex-aluno da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, que invadiu um alojamento do campus na noite de quarta-feira (28) e efetuou alguns disparos, relatou ao G1 por telefone nesta quinta-feira (29) que sofre bullying dos estudantes na universidade e na internet há pelo menos seis meses, depois que denunciou ter sofrido um suposto abuso sexual em um trote. Ele afirmou que foi armado à universidade porque estava com raiva. "Eu estava totalmente desequilibrado", disse.
A Polícia Civil pediu a prisão temporária do jovem, que continua foragido. A USP informou, em nota, que vai reforçar a segurança na universidade com a ajuda da Polícia Militar a partir desta sexta-feira (30). Os estudantes do alojamento estão com medo de voltar ao local.

Bullying
Segundo o rapaz de 23 anos, os alunos utilizavam as redes sociais para pressioná-lo. “Isso persistiu até a semana passada. Faziam palhaçadas com a minha foto e brincadeiras sem graça com fotos de animais. Eu estava tentando preservar o que restava da minha imagem”, contou.
O ex-aluno do curso de ciências exatas, que trancou a matrícula após o episódio ocorrido em março, disse ainda que também sofria ameaças e difamações quando postava alguma crítica no Facebook em relação à situação que vivenciava. “Dei minha opinião em em um dos grupos sobre determinado assunto e disseram assim: ‘estupra, mas não mata’, se referindo a mim”, contou.

O estudante disse que ficou cada vez mais revoltado com a hostilidade sofrida. Ele também afirmou que estava bem depressivo pelo fato de ter abandonado a faculdade. “Nem sou mais aluno e mesmo depois de ter saído continuaram me perseguindo. Eles sabiam que isso chateava, eu pedia para parar, mas não paravam”, relatou.
Ele também acusou a universidade de ser omissa diante dos casos de violência. "A violência dentro da USP é uma coisa bastante descarada, vulgar. A universidade tem conhecimento disso, mas não toma providência, é bastante negligente. Foi um dos motivos que me fez desistir da universidade", afirmou. Procurada pelo G1, a USP não comentou as acusações.
Tiros
O ex-aluno disse que foi à universidade durante a tarde de quarta-feira para acessar a internet do local. Ao chegar, se deparou com um dos estudantes que, segundo ele, participou das agressões no alojamento seis meses atrás. “Ele foi bastante hostil comigo e tivemos um bate-boca”, relatou.
Estudante disse que era hostilizado no Facebook (Foto: Reprodução/EPTV)Estudante disse que era hostilizado com frequência
no Facebook (Foto: Reprodução/EPTV)
 
Segundo o ex-aluno, ele foi para casa com raiva e à noite voltou à USP, armado. Ele se recusou a falar quando e como conseguiu o revólver. Na universidade, disse ter encontrado outro estudante que também participou do incidente no alojamento. O rapaz acabou levando uma coronhada porque desobedeceu a ordem de ficar parado.

“Ele fez um movimento brusco e me assustei. Eu estava com arma abaixada, não apontada. Foi uma forma de intimidar. Eu não pensava em atirar. Dei uma coronhada e acabou disparando. O primeiro foi acidental, depois o pessoal começou a correr, disparei mais duas vezes. Na minha cabeça passou pouca coisa aquela hora, a consciência mesmo estava nula. Não pensava em muita coisa”, contou.

O ex-aluno disse que atirou para o alto sem mirar em ninguém, mas que tomaria outra atitude como reação de defesa caso tentassem tomar a arma dele. Disse ainda que foi a primeira vez que atirou. Os disparos acertaram as paredes e as janelas do alojamento, mas não atingiram ninguém. O estudante que levou a coronhada foi socorrido à Santa Casa, medicado e liberado.
“Eu não estava mais respondendo por mim. Quando atirei não, pensei em nada, estava totalmente desequilibrado. Eu me sinto vítima, não tenho culpa disso. Se estou desequilibrado, é porque o pessoal não para de me atormentar", declarou.
Aluno invadiu alojamento e fez disparos no campus da USP de São Carlos (Foto: Maurício Duch)Aluno invadiu alojamento e fez disparos no campus
da USP de São Carlos (Foto: Maurício Duch)
Fuga
O estudante contou que após a ação fugiu  de bicicleta para Araraquara, que fica a 43 quilômetros de São Carlos, e que dormiu sentado na rodoviária. “Tentei procurar um hotel para ficar, mas não achei nenhum de custo acessível. Comi um lanche, estava com pouco dinheiro, fiquei até certo horário e depois peguei um ônibus”, relatou. Ele afirmou que se desfez da arma, mas não deu detalhes.

O jovem disse que não falou nada para o pai, que mora na capital, porque ele sofre com problemas de saúde. Para a mãe, contou apenas que aconteceu algo, mas sem se aprofundar.
O estudante ressaltou que não irá se apresentar à polícia até ligar para a universidade nos próximos dias para fazer algumas cobranças, principalmente em relação ao que foi apurado na sindicância sobre o susposto abuso.

“Eu torço para que as pessoas que cometeram o erro se arrependam porque estão me dando esse transtorno há muito tempo, o que mexe com o meu psicológico. É divertido para eles ficar me aborrecendo”, concluiu.

Suspensão das aulas e segurança
A Universidade de São Paulo (USP) suspendeu as aulas de graduação em São Carlos nesta quinta-feira (29), para garantir a segurança dos estudantes. Em nota, divulgada durante a tarde, a assessoria de imprensa informou que, após uma reunião entre dirigentes do campus e a PM, foi decidido que a segurança será intensificada.

"Como providência imediata, foi definida a intensificação da fiscalização e do patrulhamento no interior e ao redor do campus, através do trabalho conjunto entre a Superintendência de Prevenção e Proteção Universitária da USP e a Polícia Militar, tendo como objetivo uma maior percepção de segurança", diz um trecho da nota.
Disparo atingiu janelas de alojamento no campus da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch)Um dos tiros atingiu janelas de alojamento no campus da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Música "O bullying é do mal"

20% das crianças sofrem bullying na internet

Uma pesquisa feita pelo Reino Unido mostrou que uma em cada cinco crianças é vítima de cyberbullying



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criança usando computador
São Paulo - Uma pesquisa feita pela Sociedade Nacional de Prevenção à Crueldade Infantil (NSPCC), no Reino Unido, mostrou que uma em cada cinco crianças diz ter sido vítima de cyberbullying em redes sociais no ano passado. Segundo o jornal The Guardian, as mensagens de bullying trariam ameaças e violência.
Entre as crianças de 11 e 16 anos, 10% disseram sofrer perseguição online todos os dias. Os números se mostraram especialmente alarmantes após o suicídio de uma garota de 14 anos na última semana. Hannah Smith teria sido insultada e recebido instruções de como se matar no site de perguntas e respostas Ask.fm.
A pesquisa, que será completamente divulgada nos próximos meses, mostrou que chantagens, racismo, homofobia e estupro estão entre os principais temas do bullying.
Mais de mil crianças foram ouvidas para o estudo. Para os pesquisadores, o uso de redes sociais como Facebook e Twitter deveria ser mais controlado para crianças até 13 anos.

Cyberbullying atinge uma em cada cinco crianças, aponta estudo

Cyberbullying atinge uma em cada cinco crianças, aponta estudo
Foto: Reprodução

Uma em cada cinco crianças afirma ter sido vítima de cyberbullying em redes sociais durante o ano passado - com intimidações tão graves quanto estupro e violência. O dado é de uma pesquisa da associação britânica National Society for the Prevention of Cruelty to Children (NSPCC), de acordo com a qual 10% dos jovens entre 11 e 16 anos são alvos diários de "trolls" na internet. Na última quinta-feira (8), anunciantes ingleses retiraram sua publicidade da rede social Ask.fm depois que uma adolescente de 14 anos se suicidou por sofrer bullying através do portal. Hannah Smith foi encontrada morta depois de sofrer insultos e ameaças em seu perfil no site que permite a realização de perguntas anônimas aos usuários. Com informações da EFE. 

Fonte: BN

domingo, 11 de agosto de 2013

Anunciantes britânicos boicotam rede social após suicídio

Jovens mexem no computador
Jovens mexem no computador: adolescente foi achada morta como consequência, segundo seu pai, dos insultos que recebeu na "Ask.fm"

Publicidade foi retirada da rede social "Ask.fm" após uma adolescente de 14 anos se suicidar por sofrer bullying pelo portal

Londres - Anunciantes britânicos retiraram nesta quinta-feira sua publicidade da rede social "Ask.fm" depois que uma adolescente de 14 anos se suicidou por sofrer bullying através do portal, algo que indignou o país e o primeiro-ministro, David Cameron.
Hannah Smith foi achada sem vida na sexta-feira passada como consequência, segundo seu pai, dos insultos e ameaças que recebeu em seu perfil na rede social "Ask.fm", portal no qual os usuários colocam perguntas e resolvem dúvidas de forma anônima.
Após encontrar as mensagens ofensivas contra sua filha, Dave Smith, iniciou uma campanha no Facebook para pedir maiores controles naquele portal contra o anonimato de seus usuários, uma iniciativa que conseguiu o apoio de 30 mil pessoas em quatro dias.
Mas o golpe de efeito para os anunciantes veio nesta quinta com as declarações de Cameron na rede pública "BBC", onde se mostrou inflexível com os gerentes dessas redes sociais, que devem "modificar suas normas e mostrar um pouco de responsabilidade".
"Não é aceitável o que ocorre nessas páginas (...). Se os portais não modificarem suas normas e não se prepararem melhor para estes casos então nós, como membros, temos que deixar de usar estas redes sociais e boicotá-las", afirmou o premiê.
Após a polêmica gerada, alguns anunciantes, como a ótica Specsavers, Vodafone e Save the Children, retiraram seu apoio ao "Ask.fm", enquanto outros portais que incluem publicidade do site, como o domínio do jornal sensacionalista "The Sun", estão recebendo pressões para que também se afastem.
Os responsáveis por "Ask.fm", cuja base fica na Letônia, disseram em comunicado que "agiram imediatamente" para retirar os comentários ofensivos à adolescente e que ficarão "encantados de colaborar" na investigação aberta pela Polícia de Lecestershire (Inglaterra), de onde Hannah era originária.
O caso desta adolescente de 14 anos gerou debate no Reino Unido em um momento em que o Governo de coalizão entre conservadores e liberal-democratas vigiam de perto a atividade na internet e muito especialmente seu impacto em menores.
No dia 22 de julho o Executivo anunciou que os provedores de internet no país bloquearão por defeito o acesso a páginas pornográficas a seus clientes, que só poderão recebê-las se desativarem esses filtros, como medida para "proteger as crianças", segundo Cameron.