sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Precisamos falar sobre saúde emocional

SEGS

Traumas e abusos durante a vida costumam drenar o amor e a aceitação que se tem por si próprio e conscientizar-se disso é o caminho para não ter vergonha de falar com alguém sobre o que sente.

*Por Semadar Marques
Educadora especialista em inteligência emocional e empatia

Dias atrás fãs de todo o mundo ficaram chocados ao saber do suicídio do vocalista da banda Linkin Park, Chester Bennington.

Casado e pai de seis filhos, Chester lutava contra a depressão, e, segundo relatado em entrevistas, havia sofrido abuso sexual na infância e bullying por ser muito magro e estranho de acordo com seus colegas, elementos que propiciam severamente o desenvolvimento de doenças emocionais na fase adulta. Uma vida toda de angústia (demonstrada claramente nas letras de suas músicas) poderia ter sido evitada se sua saúde emocional fosse desenvolvida e trabalhada desde o início.

Quem sofre de depressão sabe que ideias suicidas podem iniciar a qualquer momento, independente da fase ou situação de vida em que uma pessoa se encontra. Sucesso, fama e dinheiro parecem, a princípio, que irão preencher o vazio existencial de uma vida onde as emoções não foram valorizadas nem respeitadas. Parece, mas realmente não vão. As estatísticas estão aí para provar que por mais fama e poder que você aparente, se não há uma boa interação com as próprias emoções, não ficará imune de passar por isso ao longo da vida. Pensamentos de desesperança e de falta de sentido perante a vida podem ser evitados se houver uma maior compreensão e aceitação das próprias emoções.

Falando somente do Brasil, a Organização Mundial de Saúde revelou que ele é o país que tem a maior taxa de depressão da América Latina, cerca de 5,8% da população é diagnosticada com a doença. Quem está em sofrimento psicológico costuma sentir dores emocionais profundas, provenientes de abusos físicos e emocionais que teve ao longo da vida, falta de aceitação das próprias emoções, o que gera uma baixa autoestima e um péssimo um diálogo consigo mesmo. A polêmica série do Netflix ,13 Reasons Why ,trouxe a tona todas estas questões, com uma protagonista que comete suicídio após uma série de abusos sofridos. São cenas fortes, que revelam como pequenas insensibilidades do dia a dia podem agredir e machucar de maneira devastadora nossas emoções. E a mensagem principal da série é: uma vida inteira pode ser diferente se nos prepararmos para ouvirmos aquilo que sentimos e com isso aprendermos a também ouvir, aceitar e respeitar o que os outros sentem. A insensibilidade de não considerar emoções alheias vem da desconexão com as próprias emoções, na falta de hábito de falar o que se sente, na pressão da sociedade em manter a aparência de perfeição e reprimir o que se sente em detrimento das aparências.

Quem se lança a ideia do suicídio está passando por uma dor inexplicável, um vazio que se inicia na falta de perspectiva em si mesmo. E é importante falar que esta dor é totalmente viável de ser minimizada quando se tem o hábito de falar sobre ela e procurar pessoas que a acolham sem julgamento. Mas para fazermos isso, é necessário olhar de maneira honesta para o que sentimos e pensamos ao nosso próprio respeito, o quanto se acredita ser capaz de superar, o quanto se tem amor por si. Traumas e abusos durante a vida costumam drenar o amor e a aceitação que se tem por si próprio e conscientizar-se disso é o caminho para não ter vergonha de falar com alguém sobre o que sente.

*Semadar Marques é especialista em Empatia, Liderança Colaborativa, Propósito de Vida e Inteligência Emocional. Através de suas palestras, conferências e workshops sobre esses temas, Semadar busca inspirar as pessoas a irem atrás do que lhes faz plenamente felizes. www.semadarmarques.com.br

Augusto Cury firma parceria com a Polícia Federal para diminuir a violência em escolas públicas

SEGS

Serão cerca de quatro mil alunos atendidos nas cinco regiões do Brasil

O autor e psiquiatra Augusto Cury estabeleceu uma parceria com a Polícia Federal para tentar conter a onda de violência entre alunos-alunos e alunos-professores em regiões com grande vulnerabilidade social no Brasil.

A Academia Nacional de Polícia (ANP) – da Polícia Federal - irá utilizar o método do Programa da Escola de Inteligência - apontado como o maior Programa mundial de desenvolvimento das habilidades socioemocionais, atualmente atendendo diretamente mais de 200 mil alunos em escolas de todo Brasil, idealizado pelo autor e psiquiatra - para realização de projeto piloto em escolas públicas que apresentem um ambiente de vulnerabilidade social e violência, nas quais será realizado um trabalho de educação de jovens e adolescentes, de maneira gratuita, para gerenciamento de emoções.

Foram escolhidas cinco escolas, uma em cada região do país, para implementação do programa nos estados: Rio Grande do Sul (Santa Maria), São Paulo (Araraquara), Ceará (Fortaleza), Amazonas (Manaus) e no Distrito Federal (Planaltina). A proposta é ampliar a parceria para atingir mais escolas e por consequência mais alunos de todo o Brasil.

A identificação foi feita pela Polícia Federal com apoio da Secretaria Estadual de Educação de cada estado. Serão cerca de quatro mil alunos atendidos e o início será no mês de agosto de 2017.

As principais vantagens do Programa são o gerenciamento das emoções e desenvolvimento da inteligência, melhoria do rendimento escolar e do aprendizado, habilidades para construir relações saudáveis a administrar conflitos. Também estimula a postura empreendedora e criatividade, o combate e prevenção ao bullying e às drogas e o aumento da qualidade de vida dos professores, pais e alunos.

Autor de 39 obras de Psicologia Aplicada, publicado em mais de 70 países e considerado o escritor mais lido da década, com mais de 28 milhões de livros vendidos, Cury renunciou os direitos autorais e patrimoniais para tornar a metodologia da Escola da Inteligência mais acessível às instituições de ensino privadas e públicas, e também para ampliar o investimento em projetos sociais, junto a orfanatos e instituições sem fins lucrativos.

Sobre a Escola da Inteligência

A Escola da Inteligência é a primeira empresa do Grupo Educacional Augusto Cury e foi criada em dezembro de 2010 na cidade de Colina - SP. Desde 2012, a Escola passou a funcionar em Ribeirão Preto, sob a direção de Camila Cury e Bruno Oliveira.

O Programa inovador é aplicado em 1 hora/aula por semana, dentro da grade curricular, como uma nova disciplina ou dentro de uma disciplina já existente e conta com o auxílio de materiais impressos e audiovisuais, avaliação do desenvolvimento da inteligência socioemocional e formação dos professores, para ensinar os alunos sobre o funcionamento da mente e os comportamentos humanos.

A metodologia da Escola da Inteligência é específica para cada faixa etária, e envolve as seguintes áreas do saber: Neurociência, Psicologia e Filosofia. Atualmente, o Programa atende diretamente mais de 200 mil alunos em instituições privadas e públicas no Brasil.

O site do Programa é o www.escoladainteligencia.com.br

Na Bahia, ONU lança iniciativa para combater desigualdades de gênero na escola

A ONU Mulheres participou em julho (26) do lançamento do currículo “O Valente Não é Violento” em Salvador, na Bahia. Iniciativa desenvolvida pelas Nações Unidas visa combater o machismo e as desigualdades de gênero por meio da formação escolar. Programa pedagógico será implementado ao longo do segundo semestre de 2017, em escolas da rede pública do estado.
Currículo 'O Valente não É Violento' foi lançado na escola estadual Severino Vieira, na Bahia. Foto: ONU MulheresCurrículo 'O Valente não É Violento' foi lançado na escola estadual Severino Vieira, na Bahia. Foto: ONU Mulheres
Currículo ‘O Valente não É Violento’ foi lançado na escola estadual Severino Vieira, na Bahia. Foto: ONU Mulheres
ONU Mulheres participou em julho (26) do lançamento do currículo “O Valente Não é Violento” em Salvador, na Bahia. Iniciativa desenvolvida pelas Nações Unidas visa combater o machismo e as desigualdades de gênero por meio da formação escolar. Apresentação do programa pedagógico marcou as atividades da agência da ONU para o Dia Laranja pelo Fim da Violência contra as Mulheres e Meninas, lembrado no dia 25 de cada mês.
“Para além do abuso sexual, as meninas enfrentam uma série violências como o bullying, o assédio sexual e moral e a intimidação, em casos que expõem a dinâmica desigual de poder entre meninos e meninas. Tais problemas se agravam à medida que fatores culturais como a desigualdade de gênero, raça e classe social amplificam a vulnerabilidade das mulheres e meninas”, afirmou a gerente de programas da ONU Mulheres, Joana Chagas.
O lançamento do projeto das Nações Unidas contou com um debate sobre a prática cada vez mais recorrente do cyberbullying e também sobre os riscos de violência no mundo virtual. Encontro reuniu mais de 300 alunos do ensino médio da escola estadual Severino Vieira, da rede pública.
Também participaram professores e representantes das Secretarias estaduais de Políticas para as Mulheres, de Promoção da Igualdade Racial e do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte.
Em 2013, 81% dos materiais na internet que continham abuso sexual de crianças retratavam meninas, segundo a agência das Nações Unidas. Essas vítimas tiveram imagens delas transmitidas indevidamente e sofreram abuso por meio das redes.
Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável da ONU, compromisso que pauta o Dia Laranja, tem, no seu Objetivo nº 5, a garantia do acesso das mulheres ao empoderamento tecnológico como um dos principais indicadores de progresso.
“Para atingir esse objetivo, é necessário garantir que a internet seja um lugar seguro e que permita que todas as mulheres e meninas exerçam seu pleno potencial como cidadãs”, disse Joana.
O currículo “O Valente Não é Violento” será implementado em escolas da Bahia e do Rio Grande do Norte como projetos-pilotos da ONU. O objetivo é avaliar o impacto da iniciativa e como o programa pode contribuir efetivamente para a promoção da igualdade de gênero.
O programa pedagógico é uma ferramenta para conscientizar meninos e meninas sobre o direito das mulheres de viver sem violência. O material traz planos de aula com as temáticas Sexo, Gênero e Poder; Violências e suas Interfaces; Estereótipos de Gênero e Esportes; Estereótipos de Gênero na Mídia; Carreiras e Profissões; e Vulnerabilidades e Prevenção. O projeto foi financiado pelo União Europeia e revisado pela área de Projetos de Educação da UNESCO.
O currículo será implementado ao longo do segundo semestre de 2017. Entre as etapas previstas pelo projeto-piloto na Bahia, está a formação de 30 professores da rede pública de ensino.
Saiba mais sobre a iniciativa “O Valente Não é Violento” clicando aqui.

"Magrela" malha muito e vira "musa do bumbum perfeito"

R7

 

A americana Briana Chandler, de 22 anos, sofria, até alguns anos, com gozações, ofensas, zoações. "Era tanto bullying que acabei ficando com depressão", conta ela. A solução que ela encontrou foi clássica: malhar muito. Mas o resultado da mudança causa espanto. Briana ganhou corpo. Ficou sarada, com braços vistosas, cintura fina, pernas fortes, mantendo as curvas. Ganhou milhares de fãs no Instagram. Passou a ser chamada de "a musa do bumbum perfeito". Conheça a história dessa nova estrela das redes sociais  

Ela já gostava de malhar na época da foto à esquerda. "Mas não me dedicava tanto assim", conta. "As pessoas me perguntam hoje na internet se meu quadril, minha forma, é real"", conta ela.

"São, claro. Fiquei viciada em ginástica, fissurada em fazer exercícios", diz Briana.

Ela virou personal trainer e figura de inspiração para muita gente. Ela tem hoje consideráveis 275 mil fãs no Instagram, número que vem aumentando com os vídeos que ela posta de exercícios, dicas de treino, sugestões de dieta e, principalmente, com as poses sexy.

Briana, que mora em St Cloud, no estado de Minnesota (EUA), diz que sofria regularmente na adolescência. A crueldade dos colegas de escola não a poupava: a garota ganhava apelidos como "vara pau", "gafanhoto", "palito de dente", "tábua" e até "monstrengo de ossos". "Sofria muito. Tive depressão, mudei de escola, me isolei", relembra.

Como sempre era alvo de risinhos na escola, diz que perdeu "muitos amigos e amigas". — Isso aconteceu no início da faculdade também. Acaba andando sozinha. Por isso continuei deprimida. "Me sentia infeliz", conta.

O gatilho para ela virar, como diz, "uma rata de academia", foi justamente a depressão. "Para chegar ao corpo que tenho hoje — que ainda me esforço para ficar bonito ralando ainda mais na academia —, demorei anos fazendo exercícios", explica.

— Peguei gosto e em pouco tempo passei a frequentar a academia cinco vezes por semana. 

O bumbum cresceu, ganhando forma e volume. — Quando percebi essa mudança, pedi ajuda de profissionais para deixá-lo mais forte e bonito.

Ela passou a fazer exercícios específicos para essa parte do corpo. — Meio que me concentrei nisso. A ginástica, em geral, me tirou dessa fase deprê em pouco tempo. Não foi só o resultado que proporcionou essa mudança de humor.

Ela acha que "está em desenvolvimento ainda", mas as gozações na escola e "até na rua" cessaram. Em troca, ela passou a receber elogios pelo corpo sarado. E, quando passou a postar fotos na internet, começou a ser chamada de "musa sarada", "gata do bumbum perfeito", "a mais bela de Minnesota" e outras expressões enaltecendo suas formas

generosas.

De gordinho para modelo de fitness



O falecido Bruce Lee, artista marcial e ator do filme "Enter the Dragon" e "Game of Death", disse uma vez: "Se você acha que algo é impossível, você fará impossível"; o preceito acima dela ele tomou a sério a jovemMeghan Gilbert 21-year-old.

sempre foi ridiculizada (Bullying) na escola por seu peso, chamado de "gordura", entre outros insultos terríveis, o que ele tomou Para mudançasua mente e sua corpo.

Meghan Todos comeram muito, porque a comida curar sua ansiedade e depressão, sem estar ciente dos danos que causou.
Com o tempo, ele decidiu mudar e tornar-se a amar; Portanto, ele transformou seus hábitos alimentares e começou a treinar.
Agora, Gilbert é um modelo de fitness 51 quilos e compartilhar seus resultados em sua rede social Instagramonde ele tenta inspirar seus mais de49000 seguidores.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Para leitor, gordofobia é realidade triste na rotina de quem é considerado ‘fora do padrão’ em MS

BOA INFORMAÇÃO


Foto: Wesley Ortiz
O estigma que atinge pessoas consideradas acima de um ‘padrão’ de peso, para 64% dos leitores que participaram da enquete da semana no TopMídiaNews, é realidade em Mato Grosso do Sul, e leva termo próprio: gordofobia. Apesar de não ser classificado como crime, como a injúria racial, e muitas vezes encorajado por campanhas de publicidade, o preconceito com pessoas gordas pode sim virar caso de polícia.
Casos recentes em Campo Grande demonstram o que está claro, principalmente, para quem sofre com a exclusão social, olhares, críticas e ridicularização por conta de suas medidas físicas, além de toda pressão que vem também da televisão, revistas e internet. Um destes casos foi o da professora Danielle Gomes, que declarou, em uma rede social, que “gordinhos são feios e doentes”.
A educadora, que dá aulas para crianças, foi rechaçada e virou destaque em jornais por sua atitude, mas não se retratou pelo que muitos chamaram de bullying – e não é caso isolado. Há menos de um mês, na Capital, o proprietário de uma academia de ginástica foi multado pelo Procon após ser denunciado por criar o slogan “Cansado de ser feio e gordo? Seja só feio!”, para recrutar clientes.
Segundo dados do Ministério da Saúde divulgados em  2016, noticiados pela revista Superinteressante, 51% dos brasileiros estão acima do peso (sendo 17% obesos). Em 2011, eram 48%. Campanhas por uma alimentação saudável e uma redução de peso são uma necessidade, conforme especialistas, mas o, problema é que, às vezes, até elas favorecem o aumento do preconceito.
Preconceito vai além
Pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 2014, apontou o peso corporal como fator predominante para a ocorrência de bullying frequente (BF) entre alunos das escolas brasileiras, sendo estes também apontados como muito mais propensos a comportamentos de risco, como o consumo de drogas ilícitas, álcool, cigarros e laxantes (ou indução ao vômito), quando comparados com os demais alunos.
De acordo com a análise, na rede pública, 54% dos estudantes que se acham “muito gordos” dizem que são vítimas de bullying. Nas escolas particulares, o índice é ainda mais alto, 63%. Entre as garotas, 34% das que se consideram “muito magras” se sentem sozinhas quase sempre. Já no caso dos meninos, 19% dos que se encaixam nesse perfil se sentem da mesma forma.
Outra pesquisa, que diz respeito ao mercado de trabalho, foi levantada pela empresa de recrutamento Catho Online, com profissionais de alta gerência. O estudo apontou que, dos 16 mil entrevistados, 59,1% admitiram ter algum tipo de objeção na hora de contratar funcionários obesos.
Fonte: Topmidianews.com.br

Estudo indica que série “13 Reasons Why” estimulou ideias suicidas entre jovens

CANAL TECH

De acordo com um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos, a polêmica série 13 Reasosn Why, exibida pela Netflix, acabou servindo como incentivo para que jovens alimentassem ideias suicidas por aí. As buscas na internet sobre formas de se matar cresceram 19% depois que a primeira temporada da série foi veiculada.
13rw estreou em 31 de março e, desde aquele dia, a discussão sobre depressão, bullying e suicídio vem tomando o mundo. De um lado, as pessoas têm debatido mais sobre o tema, o que favorece o esclarecimento e a derrubada de tabus, mas, de outro, há quem acredite que a produção romantizou a coisa toda, fazendo com que jovens, já vulneráveis, acabassem se incentivando a cometer suicídio e atos de auto-mutilação, em vez de procurarem ajuda.
Segundo John Ayers, epidemologista autor do estudo, que foi divulgado nesta segunda (31) em uma publicação científica da Associação Médica Americana, a pesquisa analisou um grande buscador da internet entre os dias 31 de março e 18 de abril, analisando o volume de buscas de 20 termos ligados a suicídio, como a própria palavra e outras expressões, como “como se matar”, “ideação suicida”, “prevenção ao suicídio” e “suicídio indolor”. O resultado, então, mostrou que o lançamento de 13 Reasons Why foi seguido por um aumento na busca por esses termos, incluindo “métodos para se matar”.
O estudo mostrou, ainda, que a maioria das pesquisas relacionadas se referia à ideação suicida, sendo que a busca por “como cometer suicídio” teve um aumento de 26% nas buscas depois que a série foi lançada. As expressões “cometer suicídio” e “como se matar” tiveram um aumento de 18% e 9% nas buscas, respectivamente, mas, por outro lado, termos que buscavam prevenção e ajuda para pessoas suicidas também foram mais buscados, com um aumento de 20%.

A responsabilidade da mídia

Apesar de a intenção da Netflix e seus produtores ter sido positiva quanto à série, mostrando o drama de Hannah Baker e o que a levou a tirar sua própria vida, a fim de que jovens se identificassem com sua história e não cometessem o mesmo erro, o estudo acredita que a prática do “binge watching” (que significa assistir compulsivamente a uma série), é algo que o serviço de streaming proporciona ao liberar uma temporada toda de uma só vez.
Sendo assim, os espectadores consomem aquele conteúdo sem pausas, sem poder debater a respeito por alguns dias até o próximo episódio, o que pode reforçar uma ideia pré-concebida de suicídio (no caso de 13rw). Tamanha imersão na história e em suas imagens fortes pode ter um efeito devastador em adolescentes, já que seus cérebros ainda estão no processo de desenvolver habilidades adultas, como a de conseguir inibir determinados sentimentos.
Portanto, a mídia, quando decide abordar temas sensíveis como o suicídio, precisa fazê-lo de maneira responsável. E talvez seja o que a Netflix pretenda com a segunda temporada de 13 Reasons Why, que abordará as consequências da decisão de Hannah na vida dos demais personagens.
Fonte: Mashable

Débora Falabella sobre memes de Irene em “A Força do Querer”: “Eu amo”

TV FOCO

Francisco Almeida

Irene (Débora Falabella) em cena de "A Força do Querer" (Foto: Reprodução/Globo)
Irene (Débora Falabella) em cena de “A Força do Querer”
(Foto: Reprodução/Globo)
A atriz Débora Falabella concedeu uma entrevista ao “Vídeo Show”, nesta segunda-feira, 31 de julho, e, durante o bate-papo, a famosa revelou que está amando ser odiada nas ruas por conta de sua personagem em “A Força do Querer”, onde vive a vilã Irene.
“As pessoas estão me tratando um pouquinho estranho ultimamente, preciso confessar. Não estão mais tão simpáticas, têm um certo receito mesmo. Mas a Irene só para se acontecer algo muito pesado ou no final da novela, não é o tipo o tipo de mulher que vai se redimir, não”, disse.

Ela conta como é a abordagem. “Todo mundo brinca, dizem: tô com ódio de você, estou com raiva! Elas me parabenizam pelo trabalho de maneira bem humorada, nas redes sociais também. É um bullying que eu tenho gostado, as pessoas te xingam, falam mal, mas ao menos tem agradado. É um momento que a gente adora os hartes”.

Ainda na entrevista, a namorada de Murilo Benício contou que acompanha as montagens feitas na internet. “Eu amo os memes! Me mandam muita coisa, peço para me mandarem e morro de rir. Façam mais, mandem mais!”.

EPATV. Fundos europeus disponíveis aos docentes para formação no estrangeiro

VILA VERDE

Fernando André Silva

A EPATV candidatou-se a fundos europeus mediante um projeto ERASMUS+ chamado “Upskilling for Upscaled European Defies” – destinado a formação.
A candidatura foi aprovada e a EPATV terá financiamento para o envio de alguns membros do staff no sentido de obterem formação em diversas áreas no estrangeiro, designadamente: Educação não-formal na escola; Prevenção de abandono escolar; Metodologias inovadoras no ensino de línguas; Gestão de conflitos e Prevenção do bullying; Aplicações (Apps) para uso em sala de aula.
A partir de setembro divulgar-se-á, mediante os canais habituais, mais pormenores aos docentes, relativamente à forma como se podem candidatar e beneficiarem deste financiamento para formação, assim como os critérios que assistiem à seleção.

Ações de sensibilização da PSP de Viseu a crianças do distrito

JORNAL DO CENTRO PT

As iniciativas têm ocorrido, apesar de ser tempo de férias letivas | Foto DR
A Polícia de Segurança Pública de Viseu tem recebido um grande número de crianças para visitas guiadas às instalações policiais, bem como tem dinamizado atividades sobre prevenção rodoviária, bullying, segurança na internet, entre outras.
As iniciativas têm ocorrido, apesar de ser tempo de férias letivas. No entanto, através da Escola Segura, foram realizadas diversas ações de sensibilização no ATL Infantinhos, como forma de alertar e dar conselhos às crianças sobre “os cuidados a ter na utilização da água, separar o lixo orgânico do reciclável, não atirar lixo para o chão, rios ou lagos, não fazer fogueiras, não atirar fósforos, nem cigarros para o chão”.