domingo, 2 de julho de 2017

ATRIZ DE 'AMERICAN PIE' FALA DE BULLYING POR MAGREZA: "SEI O QUANTO DÓI"

QUEM

"As pessoas costumam dizer que não como. Eu como o tempo todo", disse Tara Reid, de 41 anos


Tara Reid (Foto: AKM-GSI)
Tara Reid, de 41 anos, abriu o coração ao falar das críticas que recebe ao longo desses anos por conta de sua aparência, especialmente a magreza excessiva. Famosa pela franquia de comédia American Pieela falou sobre o assunto ao canal E"Bullying é um assunto sério atualmente e é algo com o qual estou familiarizada. Na minha vida, sofri muito bullying e sei o quanto dói". O que as pessoas não percebem é que há vários tipos: bullying nas mídicas sociais, físico, mental. Há pessoas cometendo suicídios e tenho overdoses por conta dele. Uma palavra pode mudar a vida de alguém", alertou a loira.
"As pessoas costumam dizer que não como. Eu como o tempo todo. Dizem que sou assustadoramente magra. Quem me conhece sabe que como mais do que qualquer um. Sou apenas uma garota magra", completou Tara.

Cd BULLYING - Música LIMITES

Estudantes de Santo André protagonizam peça teatral para debater racismo e bullying

SANTO ANDRÉ BIZ
 Louyse

A peça ‘Menina Jinga’, criada por alunos do 2º, 7º, e 8º ano do Fundamental e educadores do Colégio Central Casa Branca, de Santo André, foi destaque na 2ª edição do Desafio Criativos da Escola.
O enredo conta a história de Anna Jinga, uma menina moradora da periferia que tenta proteger a casa de cultura Reino Matamba. A temática do espetáculo foi escolhida após um episódio de racismo sofrido em um intercâmbio cultural entre turmas de teatro.
As apresentações ficaram em cartaz durante três meses, em setembro de 2016, no teatro da escola. Agora, o grupo continua com outros projetos do mesmo objetivo.

Bullying contra Maisa mostra a busca perversa por audiência

TERRA

Silvio Santos desistiu de expor ao ridículo pela segunda vez a estrela de ‘Carinha de Anjo’

Menina que sofreu bullying a vida inteira surpreende ao se candidatar a Miss

blastingnews

Menina que sofreu bullying por conta de manchas espalhadas por todo o corpo está se candidatando a Miss Malásia.


Revisado porPatricia




Menina pode ganhar o título de garota mais linda da Malásia. (Foto: Reprodução)

Todo mundo sabe que o #bullying é algo que prejudica muito a vida de qualquer pessoa, inclusive as crianças.
Uma garota de Sabah, na Malásia, identificada como Evita Deimundo, nasceu com inúmeras manchas escuras espalhadas por todo o corpo. Por esse motivo, durante toda sua infância e adolescência, ela foi vítima de piadinhas de péssimo gosto e sofreu muito bullying.
A jovem chorou escondida incontáveis vezes. Devido a tanto preconceito, ela chegou a procurar ajuda de um médico profissional na área de estética para tentar descobrir se existia alguma cirurgia para retirar suas pintas.
A garota afirmou que a infância dela foi muito difícil e frequentemente outras crianças se referiam a ela como um 'monstro' ou outros nomes horríveis.
Ela ainda disse que foi muito difícil lidar com esse tipo de situação.
Porém, a medida que Evita foi crescendo, tornou-se mais confiante e, aparentemente, está lidando com esse tipo de situação com menos dificuldade.
Sua autoconfiança aumentou tanto que ela se candidatou ao famoso concurso de Miss Malásia. Se for selecionada, ela poderá ganhar o título de garota mais linda do seu país. Entretanto, o mais importante de tudo isso é que Evita conseguiu quebrar ‘tabus’ e pode inspirar outras garotas de todo o mundo.
Suas marcas de nascimento, que antes eram motivos de piadas, passaram a serem vistas pela garota com outros olhos. Eva, aos poucos, conseguiu ganhar confiança para que, assim, pudesse mostrar ao mundo inteiro que é única.
A garota que hoje não sente mais vergonha exibiu suas fotos nas redes sociais com um lindo sorriso no rosto.

Jovens de Morelos será parar o assédio moral

businessmonkeynews

Eles irão conduzir oficinas e palestras contra o bullying com as crianças nas primárias. Foto: gob. Edo.
O Instituto Morelense de adolescentes e jovens pessoas(Impajoven), em colaboração com a organização Junior Achievement (JA) Morelos, chamar para o público em geral para participar da primeira "corrida contra o Bullying".
  • O objectivo é angariar fundos para fornecer cuidados para centenas de estudantes que são vítimas de bullying.
Representantes de Morelos JA anunciaram que a iniciativa consiste em duas fases: a primeira é a carreira atlética de cinco quilômetros, que custa 200 pesos; Uma vez coletada a doação vai começar a fase 2, que envolve visitar 20 escolas com oFundação "Ei você" para oficinas e discussões com crianças da 5ª série sobre o tema do bullying.
O dono da Impajoven, Pablo Gordillo André Oliveros, Ele se referiu que as sustentações do Instituto as atividades que geram consciência para pôr fim ao bullying, prova disso são as conversações organizadas pelo e que são ministrados por especialistas em questões deCyberbullying e bullyin(g); e desta vez é adicionada às ações que jovens empreendedores sociais feitas para ajudar as vítimas deste assédio.

Onde é a corrida?

A "corrida contra o Bullying" será neste domingo no Šumava rio que Cuernavaca de maio, às 08:00 da manhã. O registro pode fazer para o Café Meret, localizado no edifício no centro de Cuernavaca Bella Vista ou visite o site www.ccbullying.com.

Escola Ivo D´Aquino recebe palestrante para falar sobre bullying

CRUZEIRO DO VALE

Uma palestra ministrada pela jornalista e escritora Vanessa Bencz marcou a quinta-feira, 29, dos alunos do 6º ao 9º ano da Escola Ivo D’Aquino. Entre os assuntos abordados, a convidada especial falou sobre o jogo Baleia Azul, depressão e também outros problemas enfrentados por muitos adolescentes.
Diretora da instituição de ensino, Valéria Lino Pereira conta que o contato com Vanessa se fez através da professora Elizandra Pignat, que ministra aulas de Língua Portuguesa. “Ela trabalha temas da atualidade em suas aulas, e por solicitação dos próprios alunos, discutia questões sobre bullying. Assim surgiu a ideia de tratarmos mais amplamente o tema”.
Para Valéria, tratar desse assunto com os jovens é muito importante. “O bullying deixa marcas na vida das pessoas. Nossa intenção é evitar esse tipo de comportamento e minimizar os estragos causados a quem sofre com esse tipo de agressão”, conclui a diretora.

Sobre Vanessa Bencz

Natural de Joinville e formada em Jornalismo, Vanessa descobriu sofrer de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, o que na infância resultava em notas baixas, não compreensão das pessoas ao seu redor e bullying. Hoje, através de sua experiência, ministra palestras por todo o Brasil com o objetivo de aconselhar jovens e alertar pais e professores sobre a seriedade do assunto. Ela é autora de quatro livros que abordam a temática e também trabalha com ilustrações.

Estudante é atendido em barco-hospital e se livra do bullying

RONDONIAOVIVO

Adolescente de 16 anos voltou a sorrir após tratamento dentário
O serviço de odontologia oferecido no Barco-Hospital Walter Bártolo, na cidade de Pimenteiras do Oeste, a menor do Cone Sul, trouxe de volta o sorriso para o estudante Abimael Beltrame da Silva, 16 anos. Ele é mais um dos beneficiados com atendimento odontológico na unidade de saúde social do governo de Rondônia que durante três dias presta atendimentos de saúde e cidadania, em missão nas margens do rio Guaporé.
“Eu sofria bullying na escola por conta de um dente da frente que estava quebrado e cariado”, contou o jovem, que teve o dente tratado e restaurado. Na parte da tarde do mesmo dia, ele passou por novo procedimento odontológico em outro dente, desta vez para recuperar a mastigação. Tudo gratuito.
“Os gastos para arrumar esses dois dentes custariam cerca de R$ 3 mil, conforme orçamento feito dias atrás. Recuperar o sorriso era tudo o que eu desejava na vida”, disse Abimael, agradecido pela oportunidade do tratamento gratuito e se livrar, definitivamente, do bullying na escola.
A dona de casa Maria Avarado Panoso tem nacionalidade boliviana, mas mora em Pimenteiras há um ano. Ela também recorreu ao barco-hospital para encaminhar, ao tratamento odontológico, o cunhado Diego Suarez Dorado, de 7 anos, que também tem nacionalidade boliviana.
“Ele sente muitas dores, e isso está atrapalhando até nos estudos”, explicou Maria Avarado as razões pela qual levou a criança para tratar os dentes que já estavam provocando inchaço no rosto. “Este barco é muito bom, porque ajuda as pessoas que não têm dinheiro, e resolve os problemas rápido”, ressaltou.
O barco-hospital iniciou a missão em saúde e cidadania pelo rio Guaporé encerrando as atividades no dia 4 de julho.

MEC promove ações de respeito à diversidade nas escolas

INFONET

Foco é o respeito a orientação sexual, gênero, religião, cor..
30/06/2017  16:39
Parada gay que ocorre anualmente am Aracaju levanta a discussão do tema (foto: Arquivo Portal Infonet)
Promover ações de respeito às diferenças e de enfrentamento ao preconceito, à discriminação e às violências no ambiente universitário e nas escolas. Essas são as diretrizes que norteiam o Ministério da Educação em ações que incentivam o convívio saudável com a diversidade em todo o percurso educacional. O objetivo é proporcionar ambientes de respeito à diversidade e que tratem com respeito a todos – independente de orientação sexual, gênero, religião, idade, cor ou qualquer característica que evidencie a diferença entre as pessoas.
O Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade, da Cultura da Paz e dos Direitos Humanos, lançado pelo Ministério da Educação, em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos, em novembro do ano passado, prevê ações voltadas para gestão e convivência, essenciais em todo ambiente escolar. A intenção do MEC é estimular os estabelecimentos de educação superior a desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão voltadas à proteção e promoção dos direitos humanos.
As instituições têm autonomia para planejar e desenvolver as ações, e terão 90 dias a partir da adesão para apresentar seu plano de trabalho. As práticas de cada instituição devem ser planejadas levando-se em consideração os objetivos do Pacto. Atualmente, cerca de 250 faculdades e universidades de todo o país já aderiram. As instituições que tiverem interesse devem acessar a página do programa.
Na educação básica, o MEC trabalha na construção de um portal voltado para a promoção dos direitos humanos dentro das escolas e para a comunidade escolar. As instituições de ensino terão acesso a diversos materiais atualizados para consulta e para utilização em sala de aula.
O diretor de Políticas de Educação em Direitos Humanos do MEC, Daniel Ximenes, lembra que o Ministério tem a responsabilidade de trabalhar com a temática da formação em direitos humanos.
“Temos que reconhecer as diferenças. Todos nós somos natural e socialmente diferentes. Esse é o canal para que possamos aceitar melhor e respeitar a questão da diversidade. Todos temos peculiaridades, diferenças, posições, opções e isso se expressa na diversidade religiosa, linguística, cultural, política, de gênero, sexual”, pontua Ximenes. “Portanto, iniciativas como o Pacto enfatizam justamente a importância de estudar, pesquisar, desenvolver atividades de gestão e convivência pelas quais se expressam a pauta LBGT dentro desse contexto de diversidade. ”
Escolas 

Voltado para a educação básica, será lançado em breve o Portal para Educação em Direitos Humanos. A ênfase será o combate ao bullying, às violências, preconceitos e discriminação. “A escola é o espaço de socialização para crianças e adolescentes. Por isso, o portal é um importante passo para uma vida de cidadania plena, de forma que possamos reconhecer as diferentes situações sociais. A criança perceber isso é fundamental para crescer num ambiente mais plural”, ressalta Ximenes

Fonte: MEC

Merlí: Como ser um bom mau caráter

HUFFPOST

Série espanhola fala de filosofia e moral em um ambiente adolescente.



DIVULGAÇÃO/NETFLIX
Professor Merlí e seus alunos são as estrelas de uma série de ensino médio diferente do clichê hollywoodiano.
Uma das pérolas escondidas no catálogo do Netflix é a série Merlí.
Produzida para a TV na Catalunha, fez enorme sucesso local, antes de ser distribuída no mundo pela Netflix. Trata-se da história de um professor de filosofia, o personagem do título, que começa a lecionar para a turma de seu filho adolescente.
Várias coisas interessantes chamam atenção na série. Um exemplo é a língua. O catalão, que soa como uma mistura de espanhol, francês e português, remetendo ao latim, é uma delícia de se ouvir.
Ou a abertura, em que uma mosca voa ao som do Vôo do Besouro, de Nikolai Rimsky-Korsakov. O inseto é referência a Sócrates, que, dizia-se, era uma mosca chata a importunar os atenienses com seus questionamentos e desafios. Uma metáfora para toda filosofia e seus idólatras pentelhos.
Outro exemplo: é muito curioso reparar nas diferenças entre a representação dos dramas do ensino médio, a que estamos acostumados nas produções americanas, e esta da Catalunha. A gente começa a assistir tentando identificar o atleta escrotão, o nerd que vai sofrer bullying, a diferentona sensível que gosta de fotografia, todos os estereótipos adolescentes a la 13 Reasons Why.
Mas não. É bom ver que ainda existem representações mais reais de como as pessoas realmente vivem. Os adolescentes de Merlí sofrem com bullying, com exposição na rede, com ansiedades e inseguranças, mas tudo é muito mais sutil, e um tanto mais verdadeiro, que nos exageros hollywoodianos.
Agora, o ponto mais instigante para mim, e o motivo deste texto, é a imoralidade da personagem. Merlí é decididamente um mau caráter.
Fosse só isso, nada demais. O cinema é cheio de anti-heróis que nós aprendemos a gostar. Quem não torce por Frank Underwood?
Só que Merlí é mais curioso. Ele é um mau caráter com uma característica peculiar: ele faz bem às pessoas à sua volta. E aí está o desafio - e a recompensa - do esforço de tentar entendê-lo.
Cada episódio de Merlí tem um filósofo famoso como título. O professor discute o filósofo na aula com os alunos, e os acontecimentos daquele episódio fazem o mesmo com o espectador. Não à toa, Nietzsche é o filósofo do último episódio da primeira temporada. É nele que se encontra a chave para decifrar Merlí.

As "morais"

Niezstche foi um crítico da moral. Mas havia como que duas "morais" em Nietzsche. Uma - que ele descrevia como a moral do rebanho e do escravo - era aquela constituída pelo conjunto de valores de uma sociedade. Fixa, rígida, doutrinária, pesando sobre as pessoas, como um cabresto.
Aprendemos essa moral quando somos educados. Quando somos ainda incapazes de compreender valores abstratos e, por isso, apenas imitamos condutas e introjetamos normas. É uma moral de conformismo, segurança e ressentimento.
Já a outra moral nietzscheniana, que seria uma "moral superior", é mais difícil de definir, e dá origem a muita confusão. Muitos críticos entendem que o ideal de "super-homem" que o filósofo alemão defendia seria nefasto - estaria associado às ideias de poder e superioridade que, anos depois, viriam a contaminar tragicamente a Alemanha.
Observar o comportamento de Merlí, no entanto, ajuda a entender essa outra moral. O mesmo professor capaz de sabotar seus colegas e deixar um jovem ser punido pelos erros que ele, o professor, cometeu, também é capaz de apoiar, aconselhar e até curar seus alunos.
Explico o "curar" e dou um motivo para todo profissional de saúde mental ser obrigado a ver esta série: Merlí "trata" um aluno com agorafobia de forma exemplar. Vale um estudo de caso de tudo o que não se pode fazer, de dentro das amarras morais e profissionais, com absoluta eficácia.
Ou seja, Merlí não é amoral, mas responde a uma outra moral com a qual não estamos acostumados. É preciso um exercício mental e uma mudança de perspectiva para que ele faça sentido.
E eis o segredo: ao assistir à série, tente substituir suas avaliações sobre "certo e errado" por "alegre e triste". Verá que tudo faz sentido.
Merlí não se preocupa que algo seja errado, mas se preocupa que algo seja triste. Coisas que diminuem, restringem e constrangem são odiadas por ele. Já coisas que são erradas, feias, estranhas e malvistas não o incomodam em nada.
Da mesma forma, ele não se mobiliza para perseguir o que é certo, aprazível, louvável ou admirável. Mas o faz pelo que expande, transforma, provoca e excita.
Basta ver, ao final de um episódio, o discreto e sincero sorriso do aluno injustamente punido coroando a discussão sobre justiça de que tratou o capítulo. O sorriso de paz, causado pelo turbilhão que ele enfrentou. Sorriso de quem, imobilizado, conquistou o movimento.
Para David Hume, quando afirmamos que algo é errado significa que isso, na verdade, nos causa repulsa. O caso do aluno injustiçado causa repulsa. Até aquele sorriso.
É uma outra linguagem moral, portanto, e o sorriso a decifra: justo é que os bons se alegrem. O resto é conversa.
Merlí é fluente nessa linguagem. Exceto quando não é. Porque, às vezes, ele é só um mau caráter mesmo. Ainda bem. É um personagem ainda melhor por isso.
*Este artigo é de autoria de colaboradores ou articulistas do HuffPost Brasil e não representa ideias ou opiniões do veículo. Mundialmente, o HuffPost oferece espaço para vozes diversas da esfera pública, garantindo assim a pluralidade do debate na sociedade.