quinta-feira, 29 de junho de 2017

anterior 1/2 seguinte Póvoa de Lanhoso: Laboratório de Cidadania implementa projeto de estudantes sobre Bullying

CORREIO DO MINHO 


Uma exposição de telas com frases anti-bullying grafitadas por estudantes é um dos resultados do “Projeto Anti-Bullying - 0% de violência: Queremos, podemos, conseguimos!”, que o projeto Geração Lanhoso dinamizou junto de uma turma da EB 2,3 Prof. Gonçalo Sampaio durante o ano letivo que agora termina, através do Laboratório de Cidadania.

Esta exposição realizou-se na Praça Eng. Armando Rodrigues, na Vila da Póvoa de Lanhoso, ao ar livre, no dia 1 de junho, procurando sensibilizar a comunidade para esta temática.

De lembrar que o Laboratório de Cidadania foi dinamizado com uma turma do terceiro ciclo (7ºE) da EB 2,3 Prof. Gonçalo Sampaio, com o objetivo de sensibilizar e capacitar os jovens para o exercício de uma Cidadania Ativa, através da utilização de metodologias participativas e interventivas inovadoras, que permitissem aos estudantes uma maior participação e envolvimento no processo, dando-lhes a oportunidade de terem uma voz ativa na sociedade, já que foram desafiados a encontrar respostas para um problema/tema em que consideraram prioritário intervir (violência em meio escolar - bullying).

Como resultado deste processo, os jovens elaboraram o “Projeto Anti-Bullying - 0% de violência: Queremos, podemos, conseguimos!”, cuja finalidade foi sensibilizar e prevenir a comunidade para a necessidade de intervir ativamente em casos de violência (e em especial em casos de bullying). As várias estratégias e ações que os participantes desenharam incidiram nas principais necessidades e dificuldades que o problema da “violência escolar” e o fenómeno do “bullying” instigam em intervir, revelando, desta forma, o poder do trabalho de equipa, empenho e dedicação dos jovens na missão de “querer, poder e conseguir” alterar esta realidade.

Para além da exposição, outra das principais ações que integram o “Projeto Anti-Bullying - 0% de violência: Queremos, podemos, conseguimos!” é uma sessão de sensibilização aberta à comunidade escolar (pais/encarregados de educação, alunos, docentes e não docentes) com o intuito de contribuir para uma maior compreensão deste problema e, desta forma, fornecer aos participantes a oportunidade de esclarecer dúvidas bem como conhecer estratégias úteis para saberem agir numa situação de violência escolar/bullying, atividade a realizar no início do próximo ano letivo.

Este projeto é ainda constituído pela criação do sistema de “Caixas de Denúncias”, na EB 2,3 Prof. Gonçalo Sampaio, que visa favorecer as vítimas e testemunhas de casos de violência em contexto escolar/casos de bullying a contar o que lhes aconteceu ou assistiram, tentando assim garantir sempre a privacidade e integridade do/a aluno/a.

O sucesso deste projeto não se restringiu unicamente pelas atividades dinamizadas, mas contou com a enorme capacidade de compromisso, empenho e fé que os/as alunos/as depositaram neste desafio. Juntos/as acreditaram que podiam ter uma marca importante na sociedade e fazer a diferença, sobressaindo o sentido de união e trabalho de equipa.

Para que este trabalho fosse possível, contámos com o apoio da Pastelaria Doce Enigma bem como com a colaboração dos nossos parceiros sociais. 

De lembrar que este projeto tem a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso como parceiro local e a Sol do Ave como entidade promotora e coordenadora, sendo financiado no âmbito do Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (POISE), Tipologia de operação, Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS 3G).

*** Nota da C.M. da Póvoa de Lanhoso ***

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Flores de Outono faz resenha de "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo." de Mar'Junior


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Lazinho requer audiência pública para tratar da militarização das escolas estaduais


Fonte Ale - Ascom

O deputado Lazinho da Fetagro (PT) requereu à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa a realização de uma audiência pública para tratar da militarização das escolas estaduais de Rondônia.

O deputado Lazinho da Fetagro (PT) requereu à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa a realização de uma audiência pública para tratar da militarização das escolas estaduais de Rondônia.

Segundo o parlamentar, a discussão será importante, já que o projeto pode ser aprovado logo pela Casa Legislativa. "Existem várias formas de educação. Não se sabe qual é a certa ou qual é a errada, mas esse novo sistema poderá ser implantado e devemos esclarecer os serviços que serão prestados junto à população", afirmou.

De acordo com a indicação, a militarização vem com o objetivo de diminuir os índices de bullying, violência e tráfico de drogas nos colégios estaduais, que possuem um sistema de segurança precário.

"O sonho de todo pai, acredito eu, é saber que seu filho faz o que é certo não por medo de ser punido, mas porque é certo. O problema não é dizermos se é bom ou ruim. Se esta é a melhor medida ou não, mas sim discutir com a população o que essa ação traz", ressaltou.
Ainda segundo documentação, o deputado afirma que a medida já foi tomada em outros Estados, como Goiânia, Recife e Manaus e, recentemente, foi implantado também no município de Ji-Paraná.

A audiência pública está marcada para o dia 14 de agosto, às 15 horas, no Plenário da Casa de Leis.


ALE/RO - DECOM - Isabela Gomes

Estrabismo pode afetar portadores de forma física e emocional; entenda

AO MINUTO


Doença que se caracteriza pelo desalinhamento dos olhos, pode interferir no desenvolvimento da visão, além de ser uma barreira social para os pacientes

Presente entre 3% a 7% da população infantil, o estrabismo é uma doença que vai além do fator estético, podendo levar ao comprometimento da visão se não tratado cedo. O desalinhamento ocorre em sua maioria na infância, mas também pode acometer adultos, principalmente como consequência de outras doenças.

“O estrabismo pode ser corrigido em qualquer idade, mas somente no período da infância é que temos a possibilidade de um desenvolvimento visual mais completo. A doença surge geralmente até os seis meses ou entre 3 e 4 anos, quando é recomendado o início do tratamento. Após os 7 anos a correção do desvio é considerada estética, salvo algumas poucas exceções” afirma o Dr. Fabio Pimenta de Moraes, oftalmologista do H.Olhos Paulista.

O tratamento precoce evita que haja diminuição da visão no olho afetado (amblíope ou preguiçoso) ou perda da capacidade de ver em 3D. “A correção estética do desvio dos olhos é muito importante também, pois o paciente estrábico pode desenvolver problemas psicológicos, devido à baixa autoestima e bullying”, completa o médico.
Tratamento
Somente a avaliação de um oftalmologista pode indicar o melhor tratamento para cada caso de estrabismo. Os mais comuns são o uso de oclusão (tampão adesivo no olho), óculos, prismas, injeção de toxina botulínica e cirurgia.
“No caso das crianças o tratamento se divide em duas partes: primeiro temos que prevenir a perda da visão e auxiliar no melhor desenvolvimento visual. Em um segundo momento podemos corrigir a posição dos olhos, alinhando o desvio”, acrescenta o Dr. Fábio.
Em adultos
O estrabismo no adulto normalmente é súbito e caso não haja histórico de desvio prévio, normalmente vem acompanhado de visão dupla (diplopia). Na maior parte das vezes é secundário, ou seja, ocorre após alterações neurológicas como AVC, alterações vasculares (diabetes, hipertensão e aneurismas) e tumores. Pode ser também decorrente de outras doenças como Miastenia Gravis, Tireoidite de Graves (hipertiroidismo com bócio) e até em decorrência de alguns casos de alta miopia.
“A doença em adultos não vai prejudicar o desenvolvimento, pois a visão já está estabelecida. No entanto, causará a visão dupla (diplopia) que as crianças raramente percebem. É mandatório investigar a condição de saúde já que frequentemente o estrabismo acontece em decorrência de alguma condição patológica”, afirma o oftalmologista.
Novas tecnologias
Apesar dos tratamentos atuais apresentarem resultados promissores, há novas tecnologias em teste. Nos Estados Unidos, por exemplo, há lentes de óculos de LCD, que podem ficar transparentes ou opacas em ritmos determinados substituindo o tratamento com tampão ou colírios. No entanto, esta tecnologia ainda não está disponível no Brasil e o preço não é acessível.

Helen Mirren critica 'era Kim Kardashian' de superexposição

CATRACA LIVRE



Créditos: Reprodução/Instagram
Helen Mirren aconselhou jovens a superar a baixa autoestima
A atriz Helen Mirren, vencedora do Oscar por sua atuação em "A Rainha", participou semana passada de um evento em Cannes, na França, e falou sobre como encontrar a autoestima e autoconfiança.
Em sua fala, a atriz deu sua opinião sobre o porquê dos jovens atualmente estarem lutando mais do que nunca com a autoconfiança. Para ela, parte da culpa é das redes sociais.
"Tenho certeza de que muito dessa falta de confiança tem a ver com as redes sociais, o aumento do bullying na internet e com as pessoas que expressam excessivamente suas imperfeições online", disse ela. "Os reality shows na TV e o endeusamento do glamour e beleza expressados por pessoas como os Kardashians, por exemplo, provavelmente também desempenham um papel nesse problema. Eles criam a sensação de que você tem que ter a vida perfeita com a bolsa perfeita e assim por diante; e se você não tem, então, você se sente mal", disse.
Em seguida, Helen Mirren deu um aconselho aos mais jovens para sobreviver à "era de Kim Kardashian" e outras celebridades similares. "Atualmente, muitas pessoas se sentem sozinhas, mas o elemento mais importante é entender que você não está sozinho", disse a atriz. "Outros estão passando pelo mesmo que você. Não há uma dica ou conselho que funcione para todos. Eu acho que 'fingir' é bom, mas ir para a academia também não é ruim. Exercitar é uma boa maneira de controlar sua mente. O Yoga é sobre práticas meditativas", citou.
A atriz, que completa 72 anos em julho, ainda se lembrou de quando era mais nova e afirmou que os anos mais difíceis são entre os 17 e 25 anos. "A falta de autoconfiança quando se é jovem pode ser terrivelmente enfraquecedora", apontou.
"É engraçado que, neste mundo tão sofisticado em que vivemos, tão cheio de beleza e coisas bonitas, de comunicação e educação, toda a questão da falta de autoconfiança pareça ser mais preocupante do que nunca", continuou.
Helen Mirren já havia criticado a família Kardashian anteriormente. Na ocasião, ela disse: "Eu não gosto dos Kardashians. É um fenômeno que não me interessa".

CE aprova projeto que obriga escolas a oferecer atendimento psicológico a alunos e professores

SENADO FEDERAL

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou nesta terça-feira (27) o projeto (PLS 557/2013) que obriga as escolas de ensino básico a oferecer atendimento psicológico a alunos e professores. O objetivo é que especialistas atuem na prevenção e combate a problemas como o bullying e a pressão vivida por muitos educadores. O texto aprovado na Comissão de Educação é um texto alternativo ao apresentado, em 2011, pela então deputada Raquel Teixeira, e que estava sendo analisado junto com uma proposta feita por participantes do projeto Jovem Senador, em 2013. A matéria ainda vai ser analisada pelo Plenário do Senado. Ouça os detalhes no áudio da repórter Marcela Diniz, da Rádio Senado.

Para desacelerar o envelhecimento, comece a cuidar dos seus telômeros

G1

A bióloga Elizabeth Blackburn foi uma das ganhadoras do Prêmio Nobel de fisiologia/medicina em 2009 por causa das descobertas que fez sobre os telômeros (sequências repetitivas de DNA que existem nas extremidades dos cromossomos) e sua relação com o envelhecimento. Parece grego? Mas a explicação desta cientista é de uma simplicidade que só mostra sua genialidade: “se você tem um par de sapatos com cadarço, vai perceber que, no fim deste cadarço, há um acabamento de plástico ou metal para protegê-lo, para que não se desgaste rapidamente. Pois imagine o cadarço como sendo o cromossomo, que carrega a nossa informação genética – e o telômero é essa pontinha que serve de proteção! Quando se desgasta, o material genético fica desprotegido e as células não podem se renovar apropriadamente”.

Nos últimos meses, ela deu esta explicação várias vezes, nas entrevistas para o lançamento de “The Telomere Effect: A Revolutionary Approach to Living Younger, Healthier, Longer” (em tradução livre, “O efeito telômero: uma abordagem revolucionária para ser mais jovem e saudável por mais tempo”). O livro, escrito por Elizabeth e pela psicóloga Elissa Epel, se propõe justamente a ensinar a recuperar essas estruturas e, dessa forma, conseguir retardar o envelhecimento: “basicamente, estamos falando de ajustes em nível celular para manter as pessoas saudáveis e retardar o surgimento de enfermidades relacionadas com a velhice”, afirmou em diversos meios.

Mudanças no estilo de vida ajudam a manter a saúde dos telômeros, como fazer exercício e adotar uma dieta saudável. No entanto, Elizabeth aponta as mazelas da sociedade como um dos fatores determinantes para o seu comprometimento e o surgimento de doenças cardiovasculares, diabetes, diversos tipos de câncer e demência. Numa entrevista à PBS (a rádio pública americana), garantiu: “nós descobrimos uma relação direta entre o volume de estresse, violência, ou bullying a que alguém é submetido e o encurtamento e desgaste dos telômeros. Não se trata de um julgamento subjetivo, porque nos baseamos em estatísticas”.

Esse processo varia de acordo com o indivíduo e há aqueles mais resistentes ao estresse, mas, à medida que os telômeros se gastam, mais as pessoas se tornam propensas a entrar para grupos de risco de diversas doenças. O Nobel de Elizabeth se deveu ainda à descoberta da enzima telomerase, capaz de retardar, prevenir e até reverter parcialmente o encurtamento dos telômeros, mas ela alerta para o risco de suplementos com a substância, porque em excesso ela aumenta o perigo de câncer. No livro, as autoras apresentam uma “cartilha”, porque, como diz Elizabeth, “eu tenho o poder de impactar meus próprios telômeros; e também tenho o poder de impactar os dos outros”. Aqui estão cinco dicas:

1)    1) Dormir no mínimo sete horas toda noite.
2)    2) Exercitar-se moderadamente (corrida leve ou caminhada acelerada) três vezes por semana, por pelo menos 45 minutos – lembrando que, quanto maior o estresse, mais relevante é o papel do exercício. Sedentários já começam a se beneficiar com de 10 a 15 minutos diários de exercício.
3)    3) Diminuir o consumo de açúcar – em 2014, um estudo feito com 5 mil americanos que tomavam mais de meio litro de refrigerante por dia mostrou que eles tinham 4,6 anos a mais de idade biológica.
4)    4) Adotar dieta rica em ômega 3, grãos, verduras e frutas, descartando  alimentos processados e refrigerantes.
5)    5) Meditar, um antídoto eficaz contra ansiedade e depressão. Pesquisa com cuidadores de parentes com demência, que praticaram meditação 12 minutos por dia durante dois meses, mostrou que eles tiveram um aumento de 43% da enzima telomerase.

Foto: Elizabeth Blackbun cientista ganhadora do Nobel em 2009, estuda os telômeros
Crédito: © Prolineserver 2010 / Wikipedia/Wikimedia Commons, via Wikimedia Commons

Polícia de Beijing pune alunos por bullying

CRI CN

Cinco estudantes foram postos em detenção administrativa e multados depois de um vídeo em que os mostra intimidando um colega ter viralizado na internet.

  No vídeo, a vítima estava de pé em um banheiro enquanto os alunos a forçam a tocar fezes. Os uniformes escolares que vestiam mostraram que o incidente ocorreu em uma escola do distrito de Yanqing de Beijing.

  A polícia do Departamento Municipal de Segurança Pública de Beijing no distrito de Yanqing disse na segunda-feira que o vídeo foi gravado na última quinta-feira. Sete estudantes estavam envolvidos no incidente, e também abusaram fisicamente e extorquiram mais de 100 yuans (US$ 15) da vítima.

  Dos sete abusadores, dois foram eximidos de punição pois são menores de 14 anos.

  As autoridades educativas no distrito de Yanqing deixaram dois estudantes sob vigilância e deram registro de deméritos a quatro. Outro recebeu uma advertência.

  Nos últimos anos, a imprensa tem informado com frequência sobre incidentes de perseguição em escolas chinesas.

  Em dezembro de 2016, um artigo escrito por uma mãe em Beijing que descrevia a perseguição escolar sofrida por seu filho durante 10 anos tornou-se viral na internet.

  Os colegas de seu filho arrojaram um cesto de papéis sujos no banheiro sobre a cabeça de seu filho e fizeram brincadeiras com a vítima, o menino do 4º ano da escola primária foi diagnosticado com um severo distúrbio por estresse, uma doença mental caracterizada por ansiedade severa.

  Em abril de 2016, outro vídeo tornou-se conhecido pois mostrava uma aluna sendo espancada por mais de 30 vezes por um grupo de garotas mais velhas. A polícia prendeu várias meninas envolvidas no caso.

Por Xinhua

Isis Valverde revela bullying na infância: "Chorava em casa"

JB

Linda e bem-sucedida, a protagonista de "A força do querer"Isis Valverde, confessou que já sofreu bullying em Aiuruoca, Minas Gerais, sua cidade natal. Ela contou que, no passado, dava bastante importância à opinião dos outros. "Eu era uma adolescente que mudava as roupas se as pessoas não gostassem. Eu era de uma cidade pequena e tinha roupas que comprava fora. As meninas riam. Chegava em casa e chorava. Evitava usar coisas que eu gostava pelos outros. Isso muito nova. Graças a Deus, eu consegui, quando fiquei mais velha, reconhecer isso e mudei", contou.

Apesar do sofrimento, a atriz contou que, atualmente, não liga para as críticas - tão comuns na profissão, e que não é adepta de terapia: "Tentei fazer algumas vezes… Talvez esse seja um defeito meu: essa resistência à terapia. Eu já briguei muito com os meus defeitos. Depois entendi que defeito também é um tipo de qualidade”, disse.
Isis também contou que sofreu por conta de sua altura no começo da carreira: "Eu tinha um problema. Tenho 1,63m e comecei como modelo. Eu passava uns perrengues porque, como sou pequena e era muito magrinha, às vezes, a roupa passava direto. Mas as baixinhas têm o seu valor", garantiu.