terça-feira, 28 de março de 2017

Cruel: mãe obriga por dez anos filho a comer somente ração para hamster e cães

BLASTING NEWS

Um amigo da família disse que Andrew Copley "foi o menino mais triste que eu já vi". Ele era espancado e sobrevivia com comida de hamster e cachorro.

Andrew Copley, a criança faminta, teve que comer grãos de hamster e biscoitos caninos por uma década, além de sofrer #bullying, ataques físicos e crueldade vindas de sua própria #mãe. A mãe, Christine, agora com 65 anos, espancava o filho diariamente e foi acusada de agressão e maus-tratos contra Andrew. Segundo contam as testemunhas, e a própria vítima, os abusos aconteceram entre os 5 e 14 anos de Andrew, portanto, por quase 10 anos. O caso aconteceu em Exeter, Devon, Inglaterra.

As testemunhas disseram que Christine Copley é agressiva e valentona com todos. A acusação feita pelo promotor, Lee Bremridge, ainda sustenta que Andrew era chutado e intimidado diariamente por Christine. Andrew, por várias vezes, foi forçado a ficar nu e passar a noite no quintal de casa.
O promotor Bremridge disse que um amigo da família comentou que "Andrew era o menino mais triste que eu vi". O júri também ouviu que Andrew morava com seus pais e seus três irmãos em uma casa de três quartos em Exeter, Devon, e que a casa estava "num estado repugnante" com cães "vagando livre" no andar de baixo e uma bagunça sem fim. Os seus irmãos também eram privados de alimentação adequada, mas Andrew era o mais maltratado.

A história vai ganhando requintes de crueldade quando o júri ouve de Andrew que a mãe comia chocolate e batatas fritas escondida dos filhos, que ele só comia comida de hamster e biscoitos caninos porque estava muito faminto. "Era o que tinha para comer", afirmou o garoto.
Quando era Natal ou aniversário, parentes e vizinhos davam presentes para as crianças e semanas depois a mãe vendia os presentes. O garoto também sofria bullying na escola porque "fedia" e incomodava os colegas.
E a crueldade continua. Andrew ainda contou que a mãe o agarrou pelas genitálias e apertou. Ele caiu no chão gritando de dor em agonia. Em outra passagem, seu irmão afirmou que era comum ficar trancado no armário embaixo da escada. Surras, foram inúmeras. E nenhum deles podia reclamar.
E o pior vem agora. Andrew está com 30 anos e só em 2013 teve coragem de revelar os abusos. Aos 15, sem aguentar a situação, fugiu de casa.
Copley, a mãe, nega as sete acusações de crueldade a uma pessoa com menos de 16 anos entre julho de 1983 e julho de 1993.
Seu julgamento continua. #maus tratos

Colega de 12 anos estrangulou adolescente em escola, diz polícia

ESTADÃO


Briga teria começado no dia anterior; vítima, de 14, era nova no colégio e começou a sofrer bullying

Foto: Marta Avelhaneda Gonçalves
Laudo aponta que garota foi morta por estrangulamento em sala de aula no RS
Marta Avelhaneda Gonçalves, de 14 anos, cursava o sétimo ano do ensino fundamental em escola de Cachoeirinha
PORTO ALEGRE - A Polícia Civil do Rio Grande do Sul diz ter identificado a responsável pela morte da adolescente Marta Avelhaneda Gonçalves, de 14 anos, dentro de uma escola, há duas semanas. A jovem teria sido estrangulada por uma colega de 12 anos, atestam os policiais. O crime ocorreu dentro de uma sala de aula da Escola Estadual de Ensino Básico Luiz de Camões, no bairro Bom Princípio, em Cachoeirinha, na região Metropolitana de Porto Alegre.
Conforme o delegado Leonel Baldasso, que preside o inquérito, o estrangulamento de Marta foi o desfecho para uma briga que teria começado um dia antes, em 7 de março. A menina era nova no colégio e começou a ser vítima de bullying por parte de outras adolescentes.
No dia de sua morte, Marta teve uma discussão com a colega. Durante o intervalo entre as aulas, à tarde, as duas trocaram agressões em uma sala de aula, na presença de outras duas meninas, que procuraram por socorro durante a confusão. Neste momento, a garota mais jovem teria derrubado Marta e a estrangulado.
"Estou responsabilizando-a por homicídio intencional", afirmou Baldasso. "Se fosse uma lesão na cabeça, como a jovem alegou, poderia se induzir que não houve intenção. Mas houve provação prévia e o laudo concluiu que houve estrangulamento."
Marta caiu desfalecida. A menor agressora disse que ela teria batido a cabeça em uma classe e desmaiado. Socorristas do Samu estiveram no local, mas não conseguiram reanimar a jovem. A eles, foi dito que Marta tinha sofrido um mal súbito. A menina chegou sem vida ao hospital da cidade.

O delegado está responsabilizando a menina por ato infracional de homicídio. Caberá à Justiça determinar sua internação.

Um pai, um filho e uma lição viral sobre bullying

autoria P3
 Quando Bodi Irvine, de nove anos, chegou a casa e contou ao pai que tinha sido gozado na escola, Issac Irvine viu uma oportunidade de passar uma mensagem ao filho, a outra crianças como ele e a outros pais como ele. Decidiu então fazer um pequeno vídeo, que já se tornou viral, em que conversa com o filho sobre o que aconteceu — e assim dá uma lição sobre bullying. No filme, Bodi conta que dois rapazes fizeram pouco do seu longo cabelo louro, dizendo que ele parecia uma menina, o que o deixou "triste". Para tornar a situação ainda mais constrangedora, o miúdo explica que está a deixar crescer o cabelo para o doar a crianças com cancro. O pai, por seu turno, conta que às vezes também é gozado na rua por causa das suas tatuagens — "eu acho que são fixes", comenta o filho — e que o bullying pode acontecer a toda a gente, até a jogadores de futebol. No final, e para felicidade do pai, Bodi diz tudo em poucas palavras: "Eu acho que é bom ser diferente. Significa que pensas de forma diferente das outras pessoas." À CBS, Isaac contou que nem estava a pensar tornar o vídeo público, já que só queria que o filho falasse do que se tinha passado e, de alguma maneira, ajudá-lo a compreender os seus sentimentos: "Quero que o Bodi perceba que ele pode mudar a forma como as outras pessoas agem tanto como pode mudar o tempo, por isso não pode depositar o seu bem-estar emocional nas mãos de outras pessoas." Aos pais, Isaac deixa ainda outra mensagem: "Espero que [o vídeo] os tenha inspirado a ser transparentes com os seus filhos acerca das suas próprias vidas. Quando se ouve que alguém na escola foi mau, é natural procurar a escola para resolvê-lo. Ou dizer aos filhos que se o vamos resolver. Se eu o tivesse feito, acho que estaria a privar o Bodi de uma lição de vida importante. Ele é mais forte do que sabe e pode resolver isto sozinho." 

Bullying teria motivado assassinato de adolescente em escola do RS


Estudante de 14 anos foi encontrada morta numa sala de aula. A 
Uma colega da garota, de 12 anos, teria sido responsável pelo crime.


Paulo LedurPorto Alegre, RS

Há duas semanas, o Hora 1 mostrou o caso de uma adolescente de 14 anos que foi morta dentro da sala de aula no Rio Grande do Sul. A polícia concluiu as investigações e apontou que uma colega da garota teria sido a responsável pelo crime.
O inquérito da Polícia Civil, concluído na terça-feira (21), apontou uma menina de 12 anos como responsável pela morte de Marta Avelhaneda Gonçalves, de 14 anos. Ela vai responder por homicídio doloso, quando há intenção de matar.
crime aconteceu no dia oito de março dentro de uma sala de aula da Escola Estadual Luiz de Camões, em Cachoeirinha, na região metropolitana de Porto Alegre. Segundo a investigação, as colegas brigaram por causa de bullying.
Marta estava no segundo dia de aula. O laudo do Instituto Médico Legal apontou asfixia como causa da morte. A polícia concluiu que as outras duas jovens que estavam na sala de aula não tiveram participação no crime. A direção da escola e os professores também não serão responsabilizados.

O inquérito será encaminhado ao Ministério Público, que deve pedir ou não a internação da adolescente.

Matthew Perry (Friends) diz que fez bullying com primeiro-ministro canadense Justin Trudeau na escola

Os dois estudaram na mesma escola em Ottawa, no Canadá
Por essa você não esperava, hein?

Em uma entrevista com Jimmy Kimmel, o ator Matthew Perry — o Chandler, de Friends — revelou que, junto de um amigo, deu uma surra em Justin Trudeau, o primeiro ministro canadense, na quinta série.
Na entrevista, Perry afirmou que os dois estudaram na mesma escola em Ottawa, no Canadá, mas Trudeau era um pouco menor e mais jovem. “Eu acho que ele estava indo bem em um esporte em que não éramos bons, então era pura inveja”, afirmou. Assim, o ator e seu amigo resolveram ir atrás do futuro político e resolveram bater nele. “Ele era a única criança na escola em que conseguíamos bater”, completou.
Embora o acontecimento tenha sido lamentável, pelo menos o ator confessou que não sente orgulho disso e ainda brincou com a reação, comentando que o evento pode ter influenciado Trudeau a virar político.
Eu acho que ele deve ter dito ‘Eu vou superar isso, e vou virar o primeiro ministro’.
Você pode assistir ao vídeo da entrevista logo abaixo.

Como lidar com o colega de trabalho que espalha boatos sobre si



É no trabalho que as pessoas passam grande parte do seu tempo e, por isso, é lá que criam amizades íntimas e importantes, como inimizades que podem mesmo comprometer a produtividade e até mesmo o bem-estar. Falemos destas últimas.


POR DANIELA COSTA TEIXEIRA

Dos mais tímidos aos mais extrovertidos, dos mais faladores aos mais calados, dos mais solidários aos mais egoístas, nunca esquecendo os narcisistas, os graxistas, os divertidos, os teimosos e até mesmo os bisbilhoteiros.

No local de trabalho encontram-se pessoas de todos os géneros e feitios e algumas delas têm como principal hobby criar rumores e mexericos sobre alguém, contudo, lidar com este tipo de pessoas não é uma tarefa fácil, especialmente quando somos nós os protagonistas de tais histórias inventadas. Os boatos são uma forma de bullying, mas há mais.
De forma a evitar conflitos dentro da empresa e também de modo a preservar o bem-estar da pessoa afetada pelos boatos, a psicóloga Berit Borgaard dá uma série de conselhos para se sair vitorioso desta situação.
E um dos primeiros passos a dar é pensar cuidadosamente antes de abordar a pessoa que espalha os boatos, lê-se no The Independent. Para a especialista, baixar os braços e ser vítima de bullying não é solução, porém, a cautela é a melhor forma de evitar que a pessoa que inventa os rumores se queira vingar e intensifique as histórias que conta.
Quando a conversa com o colega que inventa mexericos não resulta – ou apenas agrava a situação -, falar abertamente com o chefe ou patrão pode ser o caminho a seguir, diz a especialista, salientando que é preciso ter (mais uma vez) cuidado na abordagem e nos argumentos usados, sob a pena de surgirem consequências, como processos por difamação.
Mas se a pessoa afetada não quiser chegar a este ponto, nada como mostrar indiferença perante os rumores. Diz a psicóloga que não dar valor é a melhor ‘chapada de luva branca’ que se pode dar a um bully, contudo, cabe à pessoa saber se é ou não capaz de aguentar os mexericos e avaliar como estes podem interferir com a sua reputação, vida laboral e até mesmo pessoal.
Para reforçar a indiferença perante os boatos, nada como uma atitude forte e confiante, que deixe o bully desmotivado para continuar a inventar histórias.
Clique aqui e veja como é possível lidar com o bullying no local de trabalho.

Professora sereia de Isis Valverde conta: 'Sofri bullying por ser assim'


Mirella Ferraz foi vestida de sereia na festa da novela 'A Força do Querer' nesta quinta, 23: 'Desde criança uso conchas no cabelo'.


Lucas Pasin
Do EGO, no Rio

Professora de sereísmo da Isis Valverde (Foto: Marcos Serra Lima / Ego)Professora de sereísmo da Isis Valverde (Foto: Marcos Serra Lima / Ego)
A mergulhadora Mirella Ferraz, mesmo não sendo uma das atrizes do elenco estrelado de "A Força do Querer", próxima novela da Globo, roubou a cena ao chegar a festa de lançamento da trama na noite desta quinta-feira, 23. Ela foi responsável por ensinar sereismo para a protagonista da trama, Isis Valverde, que também será uma sereia profissional na história.

"Desde os meus cinco anos de idade me visto como sereia. Eu colocava conchas no cabelo e pedia para minha mãe me vestir como uma sereia. Sou mergulhadora e apaixonada pelas sereias. Costumo dizer que sou sereia, mas nasci com duas pernas", disse Mirella, que optou por um look todo branco, com uma fenda e conchas nos braços e no cabelo.
"As pessoas acham estranho que eu me vista assim. Eu não corto meu cabelo, deixo ele longo desde sempre, e já sofri bullying por ser apaixonada por sereias. As pessoas não entendem esse meu fascínio", afirmou ela. Quando está no mar ou rios - algo que Mirella conta fazer todos os dias, sem exceção - chega a usar caudas que custam até R$ 40 mil. "Uma cauda profissional é cara, feita com um material todo de mergulho, com silicone, e podem ter un alto custo dependendo da qualidade", explicou ela.
"Meu marido já me conheceu apaixonada por sereias, então ele me entende e aceita. Hoje tenho 32 anos e nunca vou deixar de ser sereia. Sou sereia 24 horas por dia", completou a mergulhadora.
Mirella Ferraz ainda disse: "Ensinar a Isis não foi fácil. Existe toda uma preparação para ser sereia. É preciso bater os pés junto, não pode soltar bolhas embaixo d'agua. Eu precisei ensinar tudo isso pra ela. A Glória (Perez) me procurou no Facebook e eu fiquei muito feliz com essa missão."
Professora de sereísmo da Isis Valverde (Foto: Marcos Serra Lima / Ego)Professora de sereísmo da Isis Valverde (Foto: Marcos Serra Lima / Ego)
Professora de sereísmo da Isis Valverde (Foto: Marcos Serra Lima / Ego)Professora de sereísmo da Isis Valverde (Foto: Marcos Serra Lima / Ego)

Partido pede que escolas de todo o país sejam obrigadas a coibir bullying homofóbico

Para o PSOL, a escola deve ensinar crianças e adolescentes a conviverem com a diversidade, em uma sociedade plural, e, com isso, a respeitarem pessoas com características distintas das suas. 

Fonte: STF

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Reprodução: pixabay.com
O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5668), na qual pede que o Supremo Tribunal Federal (STF) dê interpretação conforme a Constituição Federal ao Plano Nacional de Educação (aprovado pela Lei 13.005/2014) para reconhecer o dever constitucional das escolas públicas e particulares de prevenir e coibir o bullying homofóbico, consistente em discriminações por gênero, identidade de gênero e orientação sexual, bem como de respeitar a identidade de crianças e adolescentes LGBT no ambiente escolar. A lei tem como objetivo dar cumprimento ao artigo 214 da Constituição Federal.
O inciso II do artigo 2º da lei prevê, entre as diretrizes do plano, a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação, de maneira genérica. O plano prevê uma série de metas e estratégias, entre elas o acompanhamento do acesso, permanência e aproveitamento escolar dos beneficiários de programas de transferência de renda, bem como das situações de discriminação, preconceitos e violências na escola, visando ao estabelecimento de condições adequadas para o ensino, em colaboração com as famílias e com órgãos públicos de assistência social, saúde e proteção à infância, adolescência e juventude.
Para o partido, é preciso combater a noção de que a escola funciona como uma espécie de “curso técnico” voltado à aprovação de adolescentes no vestibular ou no Enem. Isso porque, sustenta o PSOL, a escola deve ensinar crianças e adolescentes a conviverem com a diversidade, em uma sociedade plural, e, com isso, a respeitarem pessoas com características distintas das suas. O partido afirma que parlamentares contrários aos direitos humanos da população LGBT conseguiram retirar dos Planos Nacional, Estaduais e Municipais de Educação menções ao enfrentamento das discriminações por gênero, identidade de gênero e orientação sexual também pelas escolas.
“ É preciso que a sociedade em geral e as escolas em particular respeitem essas crianças e adolescentes que não se enquadram na heterossexualidade cisgênera. Ou seja, as crianças e adolescentes que não sentem atração por pessoas do gênero oposto (‘não-heterossexuais’) e que se identificam com o gênero socialmente atribuído a si em razão de sua genitália (‘não-cisgeneridade’). Aqui entra o papel do professor”, afirma o PSOL na ADI, acrescentando que seu papel é, no mínimo, coibir a prática do bullying contra os alunos em geral, com especial atenção a alunos integrantes a minorias e grupos vulneráveis.
O PSOL pede liminar para que escolas públicas e particulares se abstenham de reprimir crianças e adolescentes que manifestem comportamentos entendidos como de pessoas homossexuais, bissexuais, assexuais, travestis, transexuais ou intersexos, respeitando a identidade de gênero de crianças e adolescentes que queiram ser identificadas e tratadas de acordo com o gênero com o qual se identificam.
A ADI foi distribuída ao ministro Edson Fachin.

Garotinho aprende a se amar depois de encontrar este cachorro; entenda

BLASTING NEWS

Caso está se tornando viral e serve de exemplo na luta contra o bullying e na superação das diferenças.

Um menino com uma #Doença de pele rara aprendeu a aceitar sua aparência incomum depois de encontrar um cão que se parece com ele. Carter Blanchard tem oito anos e sofre de vitiligo, uma condição crônica causada pela falta de melanina, um pigmento na pele. Como resultado, o menino tem manchas brancas em torno de seus olhos e espalhadas pelo corpo, o que fez com que ele sofresse de uma falta de confiança, e de bullying. No entanto, o menino de Arkansas agora está abraçando seu aspeto particular, depois de fazer amizade com Rowdy, um #Cachorro Labrador preto que tem as mesmas manchas brancas distintivas em torno de seus olhos.

Conectados pelas manchas: menino encontra cão com vitiligo http://dlvr.it/NhjSQl 

O cão de 14 anos era de Oregon, e também sofre de vitiligo. Foi diagnosticado com a condição em 2014, tal como Carter. Foi a mãe do menino, Stephanie Adcock que criou a aproximação dos dois, depois de ter visto retratos de Rowdy na Internet, conseguindo falar com o dono de Rowdy, Niki Umbenhower. Eles construíram um relacionamento de longa distância, mas só se reuniram pela primeira vez no sábado, dia 18 de março, após doações do público, que permitiram o financiamento da viagem.
Niki, de 48 anos, disse: "Com toda a honestidade, era como se eles se conhecessem desde sempre. Carter entrou, tirou o casaco e ajoelhou-se e começou a acariciá-lo. Ele estava no chão brincando e Rowdy apenas continuou caminhando ao redor dele e se deitando sobre ele".
Alegadamente, Stephanie mostra a Carter as imagens que Niki coloca do cachorro, em seus sites de mídia social. Depois, a mãe envia para Niki os comentários do menino, criando assim o relacionamento entre as duas famílias, cada vez mais próximo, apesar da longa distância. "Por causa do quanto nos temos aproximado, quando eles entraram pela porta sinceramente, eu senti como se tivessem se encontrado um milhão de vezes", disse Niki, em declarações citadas pelo jornal Mirror.
Mas Rowdy já era famoso, antes da amizade com o pequeno Carter, que está encantando o mundo. Antes de isso, já Rowdy tinha aparecido na TV, depois que suas fotos se tornaram virais e do Instagram do dono ter passado de 200 seguidores para cinco mil, em poucas horas.
Apesar de toda a fama do cachorro, Niki se emocionou quando foi contactado por Stephanie, percebendo que Rowdy estava fazendo a diferença na vida de uma criança. "Eu queria fazer o que pudesse para continuar ajudando Carter a se sentir melhor com essa doença. Sua vida deu uma volta de 180 graus, na maneira como ele vê sua pele e queremos fazer isso para ajudar tantas #crianças e pessoas quanto pudermos".
Vitiligo é uma doença muito especial, mas, cada vez mais, as pessoas começam aceitar melhor essa diferença no tom da pele. A modelo Winnie Harlow é um dos exemplos mais famosos dessa doença, que não está afetando sua carreira. Sofreu de bullying em criança, para se tornar em uma das mais belas mulheres do mundo e com mais trabalhos no mundo da moda.

Cecilia Payne- astronomer and astrophysicist, accurately related classes of stars to their temperatures, first PhD in astronomy from Harvard pic.twitter.com/ALMV23rbOS
Winnie Harlow- Canadian model and activist, dropped out of highschool because of extreme bullying, a role model to many young women pic.twitter.com/229icdE6tN
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Power Rangers travam batalha contra o bullying nos cinemas

Por: Adriana Izel - Correio Web

Heróis voltam à telona após vinte anos em longa que estreia esta semana no Recife
Além dos cinco heróis, a história contará com os famosos Zordon e a vilã Rita Repulsa. Foto: Lionsgate/Divulgação
Além dos cinco heróis, a história contará com os famosos Zordon e a vilã Rita Repulsa. Foto: Lionsgate/Divulgação


“Tudo icônico de Power Rangers estará no filme”. É o que garantiu a atriz Naomi Scott, a atual Ranger Rosa, durante a passagem pelo Brasil em dezembro do ano passado na Comic Con Experience, em São Paulo, para promover o reboot de Power Rangers. Essa é a principal expectativa dos fãs da série —  um sucesso nos anos 1990 no Brasil e em boa parte do mundo — em torno da nova adaptação de Power Rangers para os cinemas, que estreia hoje nas salas brasileiras.

Confira os horários dos filmes em cartaz no Divirta-se

A nova versão tem direção de Dean Israelite e chega às telonas 20 anos depois de Turbo Power Rangers 2, último longa da franquia, que tinha no elenco o maior astro da saga, o ator Jason David Frank, no papel de Tommy Oliver. Inclusive, Frank foi confirmado ao lado de Amy Jo Johnson (a Ranger Rosa original) no elenco do novo Power Rangers. A dupla fará uma participação especial na produção.

Diferentemente da versão televisiva, em Power Rangers há uma preocupação maior em apresentar os cinco personagens que se tornarão os heróis: Jason/Ranger Vermelho (Dacre Montgomery), Kimberly/Ranger Rosa (Naomi Scott), Zack/Ranger Preto (Ludi Lin), Billy/Ranger Azul (RJ Cyler) e Trini/Ranger Amarela (Becky G). O filme foi apontado pelo próprio elenco como uma história sobre a trajetória do quinteto que ganha poderes para salvar o planeta de um ataque alienígena. “Esse filme é sobre se tornar um herói. O espectador seguirá esse caminho com os Power Rangers. Algo que não tinha na série de tevê”, contou Ludi Lin, o Ranger Preto, também durante a Comic Con Experience.

Além dos cinco heróis, a história, é claro, contará com os famosos Zords e Zordon (Bryan Cranston), personagem responsável pelo recrutamento dos Power Rangers e que os conduz na luta contra a vilã Rita Repulsa (Elizabeth Banks).

Diversidade em focoSe a nostalgia é o principal ingrediente para conquistar o público cativo da antiga franquia Power Rangers, a diversidade é a forma de garantir uma nova audiência à saga. “Queremos criar espectadores novos e manter os antigos. Acho que é um filme para um público diverso”, analisou Dacre Montgomery, na passagem pelo Brasil.

Nos últimos dias, o portal The Hollywood Reporter divulgou a informação de que a personagem Trini, papel da cantora Becky G, é homossexual e a trajetória dessa descoberta será mostrada no longa-metragem. Mas antes mesmo dessa informação ter sido divulgada na imprensa, Power Rangers já havia chamado atenção pela escolha do elenco formado por atores de diversas nacionalidades: Ludi Lin é chinês, Dacre Montgomery é australiano, Naomi Scott é inglesa e RJ Cyler e Becky G são estadunidenses.