quinta-feira, 4 de junho de 2015

CPJ pede à Turquia que pare de fazer bulling com jornalistas

Fonte: JCNET

O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), uma organização independente que observa a imprensa mundial, publicou comunicado nesta segunda-feira no qual pede ao presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, que pare de "fazer bullying com os jornalistas", depois de o líder turco ter um acusado um editor de um jornal de espionagem e ameaçado punir a publicação.

Na semana passada, o jornal Cumhuriyet publicou imagens de janeiro de 2014 nas quais dois caminhões turcos supostamente transportam munição para militantes sírios. O presidente ameaçou tomar medidas legais contra o editor do jornal, Can Dundar.

O jornal alega que as imagens provam que a Turquia estava contrabandeando armas para rebeldes sírios. O governo nega. Em seu comunicado, a organização de imprensa disse: "pedimos ao presidente que pare de fazer bullyng com jornalistas só porque não gosta do que publicam".

Álcool é um rastilho para a violência entre jovens

No distrito de Santarém mais de 50% dos adolescentes consomem bebidas alcoólicas com regularidade 

As características dos agressores e das vítimas de bullying e violência doméstica e o papel das forças de segurança no combate a esses fenómenos foram questões abordadas num seminário promovido pelo Comando Territorial da GNR de Santarém.

Bruna tem 19 anos e foi vítima de violência por parte do namorado, António. Sempre que ele estava com “um copo a mais”, bastava o simples facto de Bruna o contrariar para António partir para a violência. As iniciais ofensas psicológicas começaram a dar lugar a estalos, murros e empurrões. Na maioria das vezes, Bruna nem tinha noção da dimensão das agressões. Estava embriagada também...

Este é apenas um dos muitos exemplos que ilustra a associação directa entre o consumo de álcool e o aumento dos comportamentos violentos entre adolescentes. A problemática foi abordada pela professora Maria Clara André à margem do seminário “Um olhar em rede sobre os agressores” que decorreu ao longo do dia 27 de Maio, no auditório da Escola Superior de Saúde de Santarém.

“Quando se expõem ao álcool, os adolescentes estão-se também a expor à violência doméstica”, salientou Maria Clara André, adiantando que o consumo de álcool duplica a predisposição dos rapazes para a violência, triplicando no caso das raparigas.

No distrito de Santarém mais de 50% dos adolescentes consomem álcool com regularidade, sendo o primeiro contacto muitas vezes facilitado por pais e familiares. O momento de fazer as filhoses no Natal, realça a professora, é um dos principais momentos em que as mães dão a experimentar aguardente aos seus filhos.

O bullying foi outro dos comportamentos agressivos em análise neste seminário organizado pelo Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Santarém. As manifestações de bullying atingem o pico aos 13 anos de idade, altura em que os adolescentes têm uma maior necessidade de aprovação por parte dos colegas. “Quando agride, o agressor sente o seu comportamento reforçado e não punido”, referiu Sónia Seixas, docente na Escola Superior de Educação de Santarém. Na opinião da professora, “a prevenção deve começar logo nos jardins-de-infância” de modo a evitar o desenvolvimento de futuros comportamentos violentos. A maioria silenciosa de adolescentes e jovens que observam a agressão de forma passiva, alertou Sónia Seixas, deve tornar-se uma “maioria educadora”.

Helena Gonçalves, Procuradora da República e chefe de gabinete da Procuradora-Geral da República, e Fátima Duarte, da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, falaram sobre “Sequelas da violência nas crianças - futuros agressores?” neste seminário que contou com a participação de mais de duas centenas de pessoas.
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Bullying na escola leva a depressão nos adultos

Um estudo revela que as vítimas de violência escolar na adolescência têm mais probabilidade de entrar em depressão aos 18 anos.

Fonte: JN PT

O trabalho, publicado pelo British Medical Journal, analisou as sequelas das agressões verbais e físicas e concluiu que 29% dos jovens adultos diagnosticados com depressão foram alvo de maus tratos por parte dos companheiros quando tinham 13 anos.

"Observámos uma forte relação entre as vítimas adolescentes e os jovens adultos com este quadro, independentemente de terem sofrido outras agressões na infância ou sofrido de problemas emocionais ou de comportamento", explica o grupo de investigadores, citado pelo "El País", que integra especialistas de várias universidades coimo a de Oxford e a University College, de Londres.

Para esta pesquisa foram ouvidos 3898 participantes, o que a torna numa das maiores sobre o tema no que diz respeito ao universo consultado. Foi perguntado aos adolescentes se, nos seis meses anteriores, tinham sentido ter sido alvo de nove tipos de agressões como roubos, ameaças, chantagens, marginalizados pelo resto dos colegas ou forçados a agir contra a sua vontade.

Quando fizeram 18 anos, os mesmos indivíduos voltaram a ser contactados para se avaliar a sua saúde mental e perceber se apresentavam sintomas depressivos. Dos 683 jovens que foram alvo de bullying (683), 14% tinham um quadro clínico de depressão. Nos que sofreram agressões ocasionais, a taxa foi de 17%. Nos jovens que não tinham sido mal tratados pelos colegas, a taxa de depressão foi de 5,5%.

Os investigadores constataram ainda que 10% dos que sofreram agressões mais intensas sofreram depressões mais prolongadas no tempo, algo que só se verificava em 4% dos jovens que não foram alvo de bullying.

Christian McPhilamy ofereceu o cabelo a crianças. No entanto, foi vítima de bullying

Rapaz não corta cabelo durante dois anos para o doar
Fonte: Sábado PT

Durante dois anos e meio, Christian McPhilamy, da Flórida, Estados Unidos, aguentou ser chamado de rapariga só para poder doar o cabelo a quem precisa. Tudo começou no Natal de 2012, quando o rapaz e a mãe, Deeana, estavam a navegar na Internet e viram um anúncio do Hospital St. Jude que pedia doações de cabelo.

Intrigado, Christian perguntou o porquê de um hospital precisar de cabelo. Deeana explicou que as crianças perdem o cabelo durante tratamentos para o cancro e a partir dessa noite o rapaz decidiu fazer o que podia: deixar crescer o seu cabelo para o dar a quem mais precisava.




A mãe partilhou a história no Facebook: "Ele decidiu fazer a sua própria pesquisa e arranjar uma maneira de ajudar."

Mas a ideia de Christian não foi apreciada por todos: "Ele sofreu muitas críticas e mesmo até bullying durante todo este tempo. Desde os seus colegas a chamarem-lhe de rapariga, aos treinadores e amigos de família a dizerem que ele deveria cortar o cabelo, chegando mesmo a oferecer dinheiro para que o cortasse."



No entanto o rapaz nunca desistiu da causa. Quando alguém questionava a razão do tamanho do cabelo, ele não tinha problemas em explicar.


A missão acabou na semana passada, quando o cabelo que cresceu ao longo de dois anos e meio foi separado em quatro secções e cortado. O rapaz doou quatro rabos de cavalo com 25 cm cada um.
A fundação norte-americana Crianças Sem Cabelo faz perucas e dá-as gratuitamente a crianças que sofram de cancro, perdas de cabelo ou que tenham sofrido queimaduras.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Estudo britânico relaciona bullying e depressão em adultos jovens

Por Lusa
Fonte: DN PT



Estudo britânico relaciona bullying e depressão em adultos jovens
Fotografia © D.R.
Adolescentes vítimas de práticas de agressão ou intimidação tendem a sofrer mais tarde de tendências depressivas.
Quase um em cada três casos de depressão entre jovens adultos britânicos pode estar relacionado com "bullying" sofrido na adolescência, de acordo com um estudo divulgado na terça-feira.
Investigadores publicaram dados na revista BMJ segundo os quais os adolescentes vítimas de práticas de agressão ou intimidação reiterada pelos pares tendem muitas vezes a sofrer mais tarde.
Os peritos analisaram as conclusões de um grande projeto em Bristol, Inglaterra, que se debruçou sobre a saúde de 14.500 residentes desde os primeiros anos da década de 90.
Numa fase do projeto, cerca de 4000 participantes preencheram um questionário aos 13 anos e foram rastreados novamente cinco anos mais tarde para sintomas de depressão.
Em 683 pessoas que reportaram ter sofrido "bullying" pelo menos uma vez por semana aos 13 anos, cerca de 15 por cento estavam deprimidas aos 18 anos.
Isto foi quase o triplo da taxa para os adolescentes que não se incluíram neste parâmetro.

CPJ pede a presidente da Turquia que pare de "fazer bullying" com jornalistas

O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), uma organização independente que observa a imprensa mundial, publicou comunicado nesta segunda-feira no qual pede ao presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, que pare de "fazer bullying com os jornalistas", depois de o líder turco ter um acusado um editor de um jornal de espionagem e ameaçado punir a publicação.
Na semana passada, o jornal Cumhuriyet publicou imagens de janeiro de 2014 nas quais dois caminhões turcos supostamente transportam munição para militantes sírios. O presidente ameaçou tomar medidas legais contra o editor do jornal, Can Dundar.
O jornal alega que as imagens provam que a Turquia estava contrabandeando armas para rebeldes sírios. O governo nega. Em seu comunicado, a organização de imprensa disse: "pedimos ao presidente que pare de fazer bullyng com jornalistas só porque não gosta do que publicam". 

Fonte: Associated Press

Uma em cada três depressões dos jovens relacionada com bullying

Investigação realizada no Reino Unido diz que os adolescentes vítimas de práticas de agressão ou intimidação reiterada pelos colegas tendem muitas vezes a sofrer mais tarde

Por: Redação / EC

Quase um em cada três casos de depressão entre jovens adultos britânicos pode estar relacionado com “bullying” sofrido na adolescência, de acordo com um estudo divulgado na terça-feira. 

Investigadores publicaram dados na revista BMJ segundo os quais os adolescentes vítimas de práticas de agressão ou intimidação reiterada pelos pares tendem muitas vezes a sofrer mais tarde. 

Os peritos analisaram as conclusões de um grande projeto em Bristol, Inglaterra, que se debruçou sobre a saúde de 14.500 residentes desde os primeiros anos da década de 90. 

Numa fase do projeto, cerca de 4.000 participantes preencheram um questionário aos 13 anos e foram rastreados novamente cinco anos mais tarde para sintomas de depressão. 

Em 683 pessoas que reportaram ter sofrido "bullying" pelo menos uma vez por semana aos 13 anos, cerca de 15 por cento estavam deprimidas aos 18 anos. 

Isto foi quase o triplo da taxa para os adolescentes que não se incluíram neste parâmetro.



O bullying que destruiu uma vida


Postado por: macacovelho.com.br

Infelizmente, estão cada vez mais comuns as notícias de vítimas do bullying. Dessa vez foi um menino que decidiu tomar medidas drásticas. Falamos de Adam Tharia, de Cheltenham, que foi vítima de um espancamento por um grupo de adolescentes, que riam e batiam nele. E o pior de tudo é que esse episódio foi filmado.
O vídeo começou a circular extremamente rápido pelas redes sociais, e foi filmado uma semana antes do adolescente, de apenas 15 anos, ter sido encontrado enforcado em um parque em Gloucestershire. Adam morreu três dias depois, no Hospital Infantil de Bristol, com sua família ao seu lado.

A polícia lançou uma investigação em cima do vídeo, e disseram que não estão completamente convencidos de que isso se trate de um suicídio, embora seja bem provável. “Nós não podemos dar detalhes da investigação,” disse um porta-voz da polícia. “Mas confirmamos que temos acesso aos videos de Adam sofrendo bullying.”
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“Adam era um ótimo filho, e um irmão maravilhoso,” disse a mãe dele. “Nós sempre vamos amá-lo, e as saudades serão eternas.”
Adam era um estudante da Cheltenham Bournside School, que se pronunciou dizendo que a morte do rapaz foi uma perda trágica. “A escola está terrivelmente abalada com essa perta,” disse um porta-voz. “Nossos sentimentos e simpatia estão com a família dele, nessa hora tão horrível.”
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Seus amigos também deixaram muitas mensagens comoventes para ele. Claude Knight, a presidente da ONG de caridade Kidscape, disse: “Esse caso nos mostra como as vidas online e as vidas offline das pessoas se coincidem. Você se sente fraco, pois não pode fazer nada para remover aquilo de lá.”
Uma história muito trágica, que mostra mais uma vez a importância de se combater o bullying no mundo. E você, de que lado se posiciona?
Fonte: Macaco Velhowww.macacovelho.com.br

segunda-feira, 1 de junho de 2015

"Bullying": Professora rapa o cabelo para apoiar aluno

"Bullying": Professora rapa o cabelo para apoiar aluno
Para apoiar um dos seus alunos, gozado por ter cortado o cabelo, a professora deixou-o dar-lhe, também, um novo visual. © Tori Nelson
Uma professora norte-americana deixou um dos seus alunos rapar-lhe o cabelo num gesto de solidariedade contra o "bullying". Para apoiar o rapaz, estudante do 4.º ano, que foi gozado por um colega devido ao novo visual, a docente decidiu adotar, também ela, um penteado fora do comum.

Quando Tori Nelson chegou à escola onde leciona, a Winlock Miller Elementary School, em Washington, deparou-se com um um dos seus alunos, Matthew Finney, a chorar, sozinho e com um chapéu na cabeça, à porta da sala de aula.

Preocupada, a professora perguntou-lhe o que se passava. Foi então que o rapaz explicou que tinha mudado de visual por causa da chegada do Verão e do calor. "Mas, naquela manhã, um aluno mais velho gozou com ele no autocarro e ele não queria ir à aula para não ser provocado pelos outros miúdos", conta Tori Nelson em entrevista ao Yahoo News.

Depois de tentar, por várias vezes, convencer Matthew a entrar na sala de aula sem qualquer sucesso, a docente decidiu optar por outro caminho. "Finalmente, disse-lhe: 'se tirares o chapéu e fores à aula, deixo-te rapar-me o cabelo", revela Tori Nelson.

TUF tem luta de amigos, 'traição' e bullying com chineladas

Postado por: Bol.com.br

O episódio deste domingo do TUF Brasil 4 teve uma disputa de melhores amigos, com dois lutadores dotime dos irmãos Minotauro e Minotouro entrando no octógono. Matheus Adamas e Reginaldo Vieira, retornando à competição, se enfrentaram, e o segundo levou a melhor, por pontos. O programa ainda foi marcado por uma brincadeira pesada com Bruno Bulldog, que sofreu bullying dos colegas após uma traição ao time de Shogun.
Depois que o time azul, dos irmãos Nogueira, vencer uma gincana e ganhar um passeio de montanha-russa em Las Vegas – sede das gravações do reality show do UFC -, Bulldog foi convidado pelo time rival para participar. Os seus colegas não perdoaram.