quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Marília Gabriela sofre bullying virtual

Segundo jornal Agora, jornalista recebeu mensagens furiosas de internautas

Do R7

Marília Gabriela sofre bullying virtual, diz jornalMarcelo Brammer e Thiago Duran/AgNews










Que bafão! De acordo com o jornal Agora, Marília Gabriela foi vítima de um bullying virtual. Tudo começou quando o transformista Romagaga Guidini, que tem um canal no Youtube, convocou seus fãs para pedirem que a jornalista o entrevistasse.
Os seguidores encheram o Instagram de Marília Gabriela de pedidos. A pressão foi tanta que a jornalista pediu que aquilo parasse.
O jornal afirma que, furiosos, os fãs começaram a atacar Marília e ela acabou excluindo sua conta nas redes sociais.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Programa busca romper com bullying a crianças com diabetes

São Paulo. A educadora Lisandra Paes, 41, já perdeu as contas das vezes que teve a matrícula da filha de 17 anos e portadora de diabetes recusada em escolas públicas e privadas de São Paulo. Episódios de preconceito, bullying e falta de conhecimento de profissionais e alunos, associados ao crescente aumento dos casos da doença em todo o país, fizeram com que o Brasil fosse, ao lado da Índia, um dos escolhidos para receber o programa KiDS (abreviação de Crianças e o Diabetes nas Escolas, em inglês). Entre os dez países com o maior índice da doença, o país asiático está em segundo lugar, e o Brasil, em quarto.
O programa piloto foi lançado nesta terça, em São Paulo, com o objetivo de selecionar, até o fim do ano, 15 escolas públicas e privadas brasileiras (13 em São Paulo e duas no Ceará) para ser capacitadas a lidar com crianças e adolescentes entre 6 e 14 anos portadores da doença. “O diabetes pode ser controlado, porém, devido à falta de conhecimento, com frequência, as crianças diabéticas acabam sofrendo com algum estigma, isolamento. Precisamos fazer alguma coisa para prevenir a discriminação que vem associada a um quadro de saúde”, explica o especialista em educação da Federação Internacional de Diabetes (IDF), David Chaney.
“Muitas mães de amigas proibiam as meninas defalar comigo ou elas mesmas faziam essa escolha porque achavam que o diabetes ia ser contagioso, ia pegar por toque ou tosse”, lembra a estudante Stella Sadocco, 17. Segundo a mãe da garota, as dificuldades são as mesmas nas escolas públicas e privadas. “Eles não falam que não querem sua filha, mas impõem uma série de exigências”, lembra Lisandra.
Projeto. O programa KiDS conta com um pacoteeducativo com quatro módulos, um para cada tipo de público: escola, alunos, familiares e familiares de alunos com diabetes. Para serem escolhidas, as escolas devem obedecer a alguns critérios, como a quantidade de alunos.
Em seguida, são realizados encontros para sensibilização e orientação, a distribuição do dossiê e, por fim, os treinamentos. No fim do programa algumas instituições serão reavaliadas. “São palestras interativas, quiz de perguntas e respostas, prática de atividade física e treinamento”, explica Denise franco, diretora da Associação de Diabetes Juvenil (ADJ Brasil).
Lisandra também é coordenadora pedagógica na escola municipal de ensino fundamental e médio Derville Allegretti, em São Paulo, e, após a implantação do projeto, já percebeu os resultados. “No dia seguinte um dos professores conseguiu identificar uma aluna que não tinha relatado a doença porque tinha medo do preconceito. A educação traz resultados imediatos”.
Online. Como o programa não conseguirá atender a todas as 200 mil escolas e 52 milhões de alunos no país, o kit ficará disponível para download .
A repórter viajou a convite da Sanofi.
Iniciativa
Parceiros. O programa é uma parceria entre a Sanofi, a IDF, a ADJ Brasil e conta com o apoio do Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Diabetes e da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Diferenças
Diabetes tipo 1 (10% dos casos): doença autoimune caracterizada pela falta de produção de insulina (hormônio que regula o açúcar no sangue) pelo pâncreas. Mais comum em crianças e adultos jovens até 40 anos.
Diabetes tipo 2: ocorre a produção insuficiente de insulina. Mais comum em adultos, além de crianças e adolescentes, devido ao aumento da obesidade, por exemplo.
Fonte: O Tempo

Pesquisa aponta que redes sociais incentivam bullying para adolescentes

Entre as queixas mais frequentes das jovens estão relatos do sentimento de insegurança provocado pela comparação com amigos e seguidores
Com informações de agências / portal@d24am.com
Em uma outra pesquisa conduzida em dezembro pelo We heart it, cerca de 66% dos 5 mil entrevistados disseram já ter passado por experiências de bullying no Facebook, 19% no Twitter e 9% no Instagram.Foto: Jonne Roriz/Agência Estado
Rio de Janeiro — A revista Time divulgou, nesta terça-feira (5), uma pesquisa realizada pelo site We heart it, que aponta as redes sociais como ambientes cruéis para as jovens do sexo feminino, permeados por medo, solidão e insegurança.
No levantamento conduzido com 12 usuárias e não usuárias do site, as jovens foram questionadas sobre como usam as redes sociais. Como resultado, elas revelaram que aplicativos como Instagram são plataformas governadas por uma série de regras não escritas como ‘tenha muitos seguidores’, ‘remova fotos postadas que não ganharam likes’ e ‘Facebook é para fotos que não ficaram suficientemente boas para o Instagram’.
Entre as queixas mais frequentes das jovens estão relatos de bullying e do sentimento de insegurança provocado pela comparação com amigos e seguidores no ambiente online.
“Ninguém me entende. Eles me chamam de gorda e feia. Eu quero me matar”, desabafou uma usuária.
Em uma outra pesquisa conduzida em dezembro pelo We heart it, cerca de 66% dos 5 mil entrevistados disseram já ter passado por experiências de bullying no Facebook, 19% no Twitter e 9% no Instagram. Além disso, 59% dos participantes do levantamento disseram sentir-se como se não devessem fazer parte do Facebook.
Com mais de 25 milhões de usuários, dos quais cerca de 80% são menores de 24 e do sexo feminino, o We heart it trata-se de uma rede social baseada no compartilhamento e na ‘curtida’ de imagens.

Saiba como evitar que seu filho seja vítima de bullying na internet

Empresa de tecnologia AVG dá 7 dicas para pais, escolas e professores impedirem o problema

Fonte R7
Com a volta às aulas, os temores de pais e professores em relação ao uso indevido de celulares e tablets por crianças e jovens no ambiente escolar aumenta. Pesquisas recentes de uma empresa de tecnologia chamada AVG  mostram que 95% dos pais gostariam que a educação digital fosse disciplina obrigatória nas escolas, mas 78% dos professores brasileiros não se sentem preparados para oferecer esse tipo de orientação. Pensando neste tema, a AVG divulgou uma lista com dicas para evitar que jovens e crianças sejam vítimas ou pratiquem bullying na internet. Confira nas imagens a seguir 7 conselhos selecionados pelo R7
1 — Pesquise sobre os aparelhos antes de presentear seu filho. É sempre melhor conhecer uma tecnologia antes que as crianças conheçam
2 —  Configure um perfil restrito ou 'zona de criança', antes de entregá-lo. A maior parte dos aparelhos (celulares, tablets, vídeo games e smartphones) já vem com uma variedade de configurações de controle parental. A criação dessas áreas restritas, que só eles podem acessar (e só você pode alterar) significa que você saberá exatamente o que suas crianças estão fazendo
3 — Demonstre interesse pela vida online de seus filhos.  Você não deixa seu filho fora de casa o dia todo sem saber onde eles estão, com quem estão e o que estão fazendo, então porque não fazer o mesmo tipo de questionamento quando eles estão usando um laptop ou tablet?
4 — Conversar com os seus filhos é essencial. Aponte os prós e contras de possuir um dispositivo e da responsabilidade de possuir um 'brinquedo' tão avançado. Afinal, se você compartilhar abertamente seu conhecimento e percepções eles estarão mais propensos a fazer o mesmo. Certifique-se de que você sabe o que está acontecendo em sua casa e estará sempre um passo à frente na proteção de sua privacidade e de sua família
5 —  Educar os professores: a maior parte dos pais (95%) acredita que a educação para a segurança online deveria ser obrigatória nas escolas, mas para isso estas precisam adotar medidas para equipar melhor seus professores, de forma que os alunos tenham uma profunda consciência de segurança online e para que as consequências de um mau comportamento online ou offline sejam punidas com o mesmo rigor
6 —  Liberdade de atuação: embora haja um mundo infantil online, o qual os adultos têm acesso limitado, é importante que os professores consigam reconhecer os sinais do bullying online no dia a dia da sala de aula, e tenham o apoio e as garantias do alto escalão de gestores da escola para agir com independência quando acharem que algum aluno corre perigo, garantindo o bem-estar das crianças de forma igualitária
7— Forme experts: existem hoje muitos recursos disponíveis para ajudar você e sua escola a compreender o mundo online e seus perigos, bem como o que pode ser feito se um aluno se tornar vítima de ciberbullying.
Para isso, os professores precisam passar por cursos e treinamentos que orientem sobre segurança digital e que haja uma reciclagem constante para que seus conhecimentos permaneçam no mesmo nível que o das crianças
Anote alguns sites que podem ajudar: Safer Net Brasil (http://www.safernet.org.br/site), Help Stop Bullying (em inglês, www.stopbullying.gov), ChildNet International (em inglês, www.childnet.com)


terça-feira, 5 de agosto de 2014

Mobilização de estudantes quer acabar com bullying


Um dos ganhos do documentário de Lee Hirsch é a criação do ‘The Bully Project’, nos Estados Unidos


O premiado diretor de cinema Lee Hirsch ajudou a levar a questão do bullying ao público com o lançamento do documentário Bully (Valentão), em 2012. O filme acompanha cinco crianças vítimas do problema
Foto: @Lee-Hirsch / Getty Imag
Quando o estudante Tyler Clementi, vítima de bullying, cometeu suicídio em setembro de 2010, causando uma crise envolvendo a questão nos Estados Unidos, o premiado diretor de cinema Lee Hirsch, 42 anos, foi uma das pessoas que ajudaram a levar o problema ao público com o lançamento do documentário Bully (Valentão), em 2012. A questão, que durante muito tempo foi considerada “brincadeiras de criança”, passou a ser redefinida como um verdadeiro problema social, que afeta a vida de milhares de jovens no mundo.

O filme acompanha cinco crianças e suas famílias durante um ano escolar, mostrando o modo como bullying afeta suas vidas. O documentário dá vez e voz à terrível epidemia de bullying nos Estados Unidos, mostrando as consequências de agressões sistemáticas e perseguidoras na vida de diversas famílias.

A página mantida na rede social é para divulgar o The Bully Project (O Projeto Valentão)

“Eu fiz Bully para as crianças verem – tanto os agressores, quanto os que são agredidos. Nós temos que mudar corações e mentes, a fim de parar essa epidemia, que já deixou cicatrizes em inúmeras vidas e levou muitas crianças ao suicídio”, contou Hirsch em uma apresentação sobre o filme.

Entre os ganhos trazidos pelo documentário, está a criação do The Bully Project (O Projeto Valentão), uma campanha de ação social inspirada pelo documentário, que lançou um movimento nacional anti-bullying, com o intuito de atingir 10 milhões de crianças ou mais, para por um fim no problema nos Estados Unidos.

“Quando começamos, a ideia inicial era educar as crianças com a ajuda de materiais específicos para ensinar-lhes as lições transmitidas no filme de Hirsch. Mas logo percebemos que estávamos perdendo uma grande oportunidade de impactar os adultos e as escolas”, relata a equipe do projeto, no site do movimento.

Resultados expressivos
O poder da iniciativa reside na participação de indivíduos comuns e de uma lista de parceiros do projeto, que trabalham em conjunto para criar um ambiente seguro, atencioso e respeitoso dentro das escolas e comunidades. Quando o filme foi disponibilizado em DVD, The Bully Project criou um kit de ferramentas para educadores, além de trazer uma licença de exibição pública do documentário. Incluiu ainda diversos materiais criados para ajudar no desenvolvimento do diálogo sobre o problema.

A campanha foi responsável por trazer o documentário de Lee Hirsch para jovens e educadores, juntamente com uma série de recursos criados para ajudar a preparar os educadores para liderar uma discussão com seus alunos, se concentrando no desenvolvimento da empatia e da confiança. Até o momento, a iniciativa facilitou a exibição do filme para mais de 250 mil alunos e 7.500 educadores, em mais de 120 cidades dos Estados Unidos.

No site do projeto também é possível encontrar orientações para pais, estudantes e advogados, bem como ferramentas que vão ajuda-los a agir e se tornar parte do movimento.

O The Bully Project criou um kit de ferramentas para educadores, que além de trazer uma licença de exibição pública do documentário, inclui também diversos materiais criados para ajudar no desenvolvimento do diálogo sobre o problema

Dialoog Comunicação

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Em SP, alunos brigam na sala e até professora apanha

Em Ribeirão Preto

ASSISTA AO VÍDEO - CLIQUE AQUI

Um vídeo feito por um estudante do 7º ano dentro de uma sala de aula em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, mostra uma briga violenta entre alunos. A professora de inglês, que tentou apartar os estudantes, também apanhou. A docente registrou o caso na Polícia Civil. A agressão aconteceu na quinta-feira (31), mas as imagens foram divulgadas nas redes sociais nesta segunda-feira (4).
O vídeo mostra uma aluna se aproximando da carteira de um colega. Ela o provoca, ele se levanta e os dois começam a trocar agressões físicas. A professora tenta apartar e é agredida várias vezes, enquanto alunos gritam para que ninguém interfira na briga. Os dois continuam se estapeando e rolam no chão até que acabam separados.
A confusão aconteceu na Escola Estadual Professor Walter Paiva. A direção marcou uma reunião do conselho da instituição para esta terça-feira (5), para debater o assunto e as medidas que serão tomadas.
A professora agredida não quis falar sobre o episódio. Outros docentes também não quiseram se manifestar, alegando que o local é inseguro. A Direção Regional de Ensino informou que entrou em contato com os pais dos estudantes e está acompanhando o caso.

Christina Hendricks fala sobre bullying na adolescência e vida antes de ‘Mad Men’

Em entrevista, atriz ainda revelou que foi demitida de sua agência após aceitar pap

fonte: O Globo


Christina Hendricks, ao lado do marido, o ator Geoffrey Arend, no festival de Cannes deste ano Foto: LOIC VENANCE / AFP
Christina Hendricks, ao lado do marido, o ator Geoffrey Arend, no festival de Cannes deste anoLOIC VENANCE / AFP

RIO — É difícil acreditar que Christina Hendrick, tida como uma das mulheres mais sexy do mundo, sofreu bullying na escola. Porém, a adolescência não foi fácil para a estrela de “Mad men”, que falou sobre o assunto em entrevista ao “The Guardian”.


“Nós tínhamos um corredor de armários, e toda a vez que eu ia até lá para pegar meus livros, que ficavam na parte de baixo, as pessoas ficavam em cima e cuspiam em mim. Eu tive que mudar de armário porque não conseguia mais ir lá… Eu tinha medo no ensino médio. Era como “O senhor das moscas” (romance de William Golding). Sempre havia alguma criança sendo espancada e as outras vibrando”, relembrou a atriz, que ingressou na Fairfax High após o seu pai ser transferido do trabalho no serviço florestal americano de uma pequena cidade em Idaho para Fairfax, na Virgínia.

Segundo a entrevista, Christina teve dificuldade de se adaptar devido às suas roupas e comportamento. Enquanto ela usava vestidos “ripongas”, as outras meninas da classe, mais precoces, andavam com bolsas, já faziam sexo e usavam maquiagem, o que não era o caso dela. Em resposta às crueldades dos colegas, ela ingressou em aulas de teatro, que a ajudavam a administrar a raiva, e adotou o visual gótico: pintou o cabelo, hoje ruivo, de preto e roxo, e passou a usar roupas negras e pesadas.

“Meus pais diziam: você está alienando todo mundo, nunca vai fazer amigos com essa aparência. E eu respondia: ‘eu não quero ser amiga dessas pessoas. Eu nunca vou ser amiga de pessoas que batem em uma criança enquanto todos comemoram. Eu odeio eles’”, contou ela, hoje com 39 anos.

O começo da carreia aconteceu na mesma época, quando a mãe de Christina resolveu inscrevê-la em um concurso para aparecer na capa da revista para adolescentes “Seventeen”. A atriz ficou entre os dez primeiros lugares, e após completar 18 anos, mudou-se para Nova York. O sucessso, porém, só foi chegar mais tarde, quando ela já estava na casa dos 30, e recebeu o roteiro de “Mad men”. Embora ela tivesse se apaixonado imediatamente pela prestigiada série de TV, a empresa que a agenciava tentou dissuadi-la de aceitar o papel de Joan, a sedutora secretária da agência de publicidade de Don Draper.

“Eles diziam: ‘é uma série de época, não vai dar em nada’. Você precisa de dinheiro e isso não vai dar dinheiro. Eles acabaram me dispensando”, revelou.

Modelo plus size posta foto de lingerie e se torna alvo de bullying: "celulites ambulantes"

"Não entendo como pode existir tanta gente preconceituosa", comentou a jovem, que já ganhou concursos de beleza GG

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)

Trabalhando há dois anos como modelo plus size, a paulista Evelise Nascimento, 24 anos, não estranhou a proposta de posar com lingerie. Vencedora de concursos de beleza GG, a jovem não viu nada demais em postar as imagens do ensaio em uma rede social. Só que o que era comum para ele se tornou desagradável após Evelise se tornar alvo de comentários maldosos por conta das suas curvas mais generosas. 
Modelo se envolveu em polêmica ao postar foto de lingerie (Foto: Arquivo Pessoal)
Modelo plus size posta foto de lingerie e se torna alvo de bullying: "celulites ambulantes"
(Foto: Arquivo Pessoal)
Um dos comentários diziam: "desfiles de mulheres plus size nada mais é do que celulites ambulantes". E ex do namorado dela alfinetou: "tá namorando uma plus size é?". Em um outro recado anônimo, uma mulher disse: "me diga, se você visse fotos de meninas de calcinha e sutiã acharia normal? Não acho legal meus filhos vendo fotos de meninas magrinhas, também não os quero vendo de cheinhas".
Foto fazia parte de trabalho realizado por ela para catálogo (Foto: Arquivo Pessoal)
Foto que causou polêmica faz parte de catálogo comercial de lingeries (Foto: Arquivo Pessoal)
Os comentários geraram revoltados depois que Evelise compartilhou eles em seu perfil na internet, como uma forma de protestar o preconceito exposto neles. "Uma pessoa anônima dizendo que ver fotos de mulheres cheinhas de calcinha e sutiã não é normal? Ela nunca viu um catálogo de lingeries por acaso?", disse a jovem em entrevista ao G1 Rio Preto. "Não são sensuais, apenas são fotos de roupas de baixo. Mas depois percebi que era o preconceito disfarçado de "cuidado com os filhos".
"Estou fora do "padrão Gisele de ser", represento as mulheres que sofrem diariamente preconceito por se aceitarem ser gordinhas", assegurou a jovem. "Não entendo como pode existir tanta gente preconceituosa. Temos que aceitar o corpo que temos e se preocupar mais com saúde do que com beleza. Se somos gordinhas, mas somos saudáveis, não tem porque recebermos tantas ofensas", finalizou Evelise. 

domingo, 3 de agosto de 2014

Aumenta em 26% a violência nas escolas públicas de São Luís

Dados referentes a 2013 foram divulgados pela Polícia Militar. Levantamento analisou ocorrências em escolas da Região Metropolitana.


Do G1 MA

Armas apreendidas nas escolas pela Ronda Escola da PM (Foto: Biné Morais / O Estado)Armas apreendidas nas escolas pela Ronda Escola da PM (Foto: Biné Morais / O Estado)
Aumentou em 26% o índice de violência nas escolas públicas da Região Metropolitana de São Luís, segundo dados divulgados nessa sexta-feira (1º) pela Ronda Escolar da Polícia Militar. Os números mostram registro de 303 ocorrências de violência e conduta inadequada em 2013 contra 240 em 2012. A informação foi divulgada pelo jornal "O Estado do Maranhão".
O aumento acontece pelo segundo ano consecutivo, mas em escala menor. No ano passado, foi registrado crescimento de 64% em relação ao ano anterior - 2011 - quando 184 ocorrências foram registradas.
A incidência de violência é maior entre alunos com idade entre 12 a 17 anos. De acordo com o jornal, a maior parte das ocorrências relata casos de ameaça entre alunos e professores, agressões físicas, prática de bullying, apreensão de armas e drogas, depredação às dependências das escolas, indisciplina e furtos de telefones celulares dos alunos dentro das salas de aula.
Apreensões
Foram apreendidas cinco armas de fogo e 17 armas brancas dentro e no entorno de unidades de ensino. De acordo com o coordendor da Ronda Escolar, capitão Wellington Veras, algumas dessas armas brancas estavam em poder de alunos que diziam sofrer bullying diariamente.
"Nesses casos, eles disseram que levavam facas para o colégio, para se defender das agressões e dos apelidos", revelou.
Veras, acredita que a falta de acompanhamento da família agrava o problema. "A família não está presente no processo educacional. Muitos pais só vão à escola para fazer a matrícula do filho ou quando são convocados para uma reunião, para tratar sobre algum benefício social do governo. A escola deveria apenas aparar algumas arestas que a família tem dificuldade de reparar em casa", afirmou o coordenador da Ronda Escolar.
Também no ano passado, foram registradas três apreensões de drogas, seis casos de tráfico de drogas, cinco casos de bebida alcoólica e 24 de uso de drogas dentro de escolas.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

BULLYING tem a marca Cia Atores de Mar'

BULLYING está na sua 11ª temporada e com uma marca expressiva com mais de 200 mil espectadores. BULLYING é considerado pelos educadores e pela mídia como o melhor e mais eficaz projeto antibullying do país. BULLYING tem a marca Cia Atores de Mar'.