sexta-feira, 18 de julho de 2014

Bullying virtual: seu filho pode estar envolvido nisso

Álvaro Leal do Portal Amazônia 
Todas as vezes que recebo pais na sala da diretoria falando sobre bullying eu me pergunto: será que este pai sabe realmente do que está falando? Este tema tão discutido entre os profissionais da educação, pais e sociedade ainda traz muitas dúvidas. A palavra Bullying é “um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bullytiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder” (fonte: Wikipédia). Porém, o que se vê hoje em dia é que para muitas crianças e pais tudo que gere um desagrado para o aluno ou para a sua família passa a ser chamado de bullying. É muito importante ressaltar desta definição acima a palavra “REPETIDOS”, pois somente pode-se falar de bullying quando há situações contínuas, uma vez que eventuais conflitos ou divergências de opiniões entre os alunos fazem parte do processo de crescimento e aquisição de maturidade deles.
Uma vez, João, um aluno do quarto ano disse-me: “professor, o fulano está fazendo bullying comigo, pois eu estava andando e tropecei nele”. Ora, vamos primeiramente averiguar os fatos: o colega fez propositalmente? Com que frequência isso vem acontecendo? O que João pensava sobre o colega? Que relação João vinha estabelecendo com esse colega? Nesse caso específico foi constatado que essa situação não passava de um acidente e que o colega de João nada tinha feito para que João tropeçasse. Observe como uma situação tão rotineira e tão comum nas escolas como um tropeção passa a ter um peso tão cruel como a do bullying. A preocupação é não banalizar o que realmente é bullying e procurar identificar, junto à escola, o que vem acontecendo com seu filho.
Um ponto importante do qual eu chamo atenção é para o bullying virtual, no qual os alunos utilizam grupos de whatsapp, facebook, skype e outras redes sociais para difamar uma terceira pessoa. São exemplos desta modalidade de bullying: falar mal de colegas, enviar fotos com objetivo de difamar alguém, criar montagens, criar histórias maldosas, ou qualquer ação feita via rede social ou mensagens para prejudicar outra pessoa. Esse bullying vem tomando proporções enormes e parece estar cada vez mais fora do controle dos pais e da escola. Como procurar conter esse tipo de ação quando muitas das vezes os pais não tem acesso às redes sociais dos filhos? As duas palavras que respondem a essa pergunta podem parecer simples, mas depende de muito esforço por parte dos pais: CONVERSAR e ORIENTAR. É como mandar a criança escovar os dentes diariamente, ou seja, é cansativo. Deve-se estar atento para que os jovens não venham a cometer erros que podem resultar em danos profundos para quem sofrer o bullying.
Pensando nisso, seguem algumas dicas aos pais do que pode ser feito para evitar que seu filho esteja envolvido no bullying virtual:
Grupos de “Whats app” – Esta ferramenta, criada para facilitar a comunicação, possibilita a criação de grupos de pessoas em uma única sala de bate-papo. Observamos que muitos jovens participam de grupos de “whats app” e por vezes são nesses grupos que há a difamação ou “fofoca” envolvendo uma terceira pessoa. Se seu filho ou sua filha possui celular com acesso a esse aplicativo procure saber de quais grupos ele faz parte e com quem ele mantém comunicação. Lembre-os sobre o que a fofoca pode gerar e o prejuízo que pode trazer à vida da pessoa difamada. Veja se há adultos em grupos onde há somente crianças ou adolescentes. Identifique se há a presença de professores ou alguém da escola no grupo e sempre que possível leve o caso até a coordenação. Uma situação que vem ocorrendo em muitas escolas é um grupo de alunos se unirem para criar grupos no “Whats app” trazendo no titulo a difamação do colega. Por exemplo: “Maria piolhenta”, “Mário Burrão”, “Nós odiamos Paula Silva”, “Ninguém aguenta Rafael Lucas”, etc. Lembrem-se de que a participação do seu filho nestes tipos de grupos já representa uma discriminação e a sua permissão demonstrará que você está conivente com isso.
Facebook – Esta ferramenta faz parte do nosso mundo virtual e negá-la pode não ser a melhor opção. No entanto, o gerenciamento e acompanhamento das ações que os jovens realizam nesta rede social é muito importante. Grupos de bate-papo também podem ser formados no facebook, bem como o envio de imagens e mensagens “inbox”, ou seja, reservadamente para uma pessoa. O cuidado que se deve ter é para evitar com que o jovem faça comentários indevidos em fotos ou vídeos ou que crie um perfil falso para se passar por outra pessoa com o interesse de prejudicar alguém.
Skype – Esta ferramenta permite o envio instantâneo de imagens de câmera e voz facilitando a comunicação entre pessoas que estão distantes. A criação de contas fictícias também pode ser realizada no skype, o que possibilita que uma pessoa se passe por outra para gerar conteúdo, ou mesmo fazer bullying, sem ser reconhecida. O problema neste caso é que descobrir o autor dessa façanha pode ser demorado e com poucos resultados.
Em todos os casos, excluir conversas é possível e geralmente é utilizado para “apagar as pistas” de algum erro cometido. Na dúvida, converse sempre com seu filho e exponha sua preocupação com o envolvimento dele no bullying virtual. Em poucos instantes e com um único clique ele pode realizar ações virtuais que prejudiquem e marquem outra pessoa para o resto da vida.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Petros lembra bullying da infância ao acertar renovação no Corinthians

Luiz Ricardo Fini

São Paulo (SP)
O meio-campista Petros acertou nesta terça-feira sua renovação no Corinthians e, ao festejar a permanência no clube, lembrou-se da época em que enfrentou desconfiança. Contratado depois de ter se destacado pelo Penapolense, o jogador manifestou sua empolgação por ter conseguido espaço rapidamente no Alvinegro e até citou as brincadeiras de quando era criança.
“Nunca é fácil, há um preconceito normal em relação a um jogador desconhecido de nome Petros. Mas cheguei ao Corinthians e mostrei trabalho em tão pouco tempo”, afirmou, depois do treino desta terça-feira, no CT Joaquim Grava.
No dia em que assinou um novo vínculo com o Corinthians, até dezembro de 2018 (o anterior venceria em março de 2015), o meio-campista disse ter se acostumado a superar as dificuldades desde a infância. “Sempre fui um cara muito bem resolvido. O bullying é uma coisa moderna, mas sofria isso desde a época da escola.”
Apesar de citar o bullying, o meio-campista explica que nunca permitiu que o desrespeitassem e mostra até bom humor. “Petros é um nome complicado, e no Nordeste muito mais. O pessoal achava um barato ter um colega de classe chamado Petros. Quando vou a um restaurante em que tem de deixar o nome, peço para um amigo falar, senão vou ter de ficar repetindo.”
Divulgação/Agência Corinthians
Petros renovou seu contrato com o Corinthians até dezembro de 2018 (Foto: Daniel Augusto Jr.)
Nascido em Juazeiro, o jogador teve passagens por Vitória, Fluminense de Feira, Juazeiro, Juazeirense e Boa Esporte, antes de se destacar pelo Penapolense, no Paulistão passado. Assim, chamou a atenção do Corinthians, que o contratou por empréstimo.
Como rapidamente ganhou a confiança de Mano Menezes e passou a receber o assédio de outras equipes, o meio-campista assinou a renovação, depois de o Alvinegro ter adquirido 50% de seus direitos por cerca de R$ 3 milhões.
“Sou um cara centrado e não existe acomodação em minha vida. Quando cheguei, muitas pessoas não acreditaram, mas procurei trabalhar e crescer. Sou um cara muito firme e honesto, e busco isso como linha de caráter”, encerrou.

Bullying: tentaram envergonhar essa garota com uma pichação, mas ela respondeu com uma foto incrível


Ser ignorado no trabalho é pior do que sofrer bullying, revela pesquisa

Fonte: Mídia News

Ostracismo no escritório pode desenvolver quadros de depressão e doenças psicossomáticas. Saiba como evitar isso

Divulgação
DO IG DELAS
Não receber o aviso de reunião por ter sido esquecido pela própria equipe é pior do que ser alvo de agressões diárias no escritório.

A conclusão é dos pesquisadores da Universidade British Columbia, no Canadá, que garantem que a prática do ostracismo (isolamento de um funcionário) pode ser bem mais letal do que o próprio bullying.

Sandra Robinson, coautora da pesquisa publicada neste ano e especialista em analisar comportamento humano no ambiente de trabalho, estudou o impacto do ostracismo na saúde física e mental de um funcionário. Ela acredita o bem-estar dos ignorados é muito mais afetado e comprometido se comparado aos que sofrem assédio moral no cotidiano – como piadas e apelidos maldosos e ridicularização.

“Não vivemos bem sem o apoio e conexão com outros humanos. O primeiro erro do agressor é achar que se não tem algo de bom para dizer ao outro, o melhor caminho é o silêncio. O ostracismo fere o senso de pertencimento porque o ignorado entende que não é nem digno de atenção”, explicou Sandra ao Delas em entrevista por e-mail.

Os isolados apresentaram ainda um quadro expressivo de doenças psicossomáticas, depressão e maior vontade de largar o emprego por considerá-lo uma “fonte de dor”. O resultado da pesquisa, segundo a acadêmica, busca divulgar as consequências do ostracismo pelo mundo, que adota erroneamente o bullying como o único vilão dentro dos escritórios.

“Comportamentos de ostracismo são muitas vezes o padrão (talvez mais fácil) de resposta para a gestão de conflitos entre pessoas difíceis ou tensões comuns. É essencial trabalhar com essas tensões de forma direta, saudável ​​e construtiva sendo muito mais superior e humana do que a evasão, a exclusão e o ostracismo”, disse Sandra.

Para a psicóloga Teresa Gama, que também é diretora de uma consultoria especializada em gestão de pessoas e concorda com a pesquisa canadense, o ostracismo é tão dolorido como uma agressão direta.

“O isolamento pode ser até mais perverso porque é mais sutil e silencioso, difícil de ser trazido à tona e resolvido”.

Como se defender?

As duas especialistas dizem que é muito difícil a vítima encontrar forças e provas para combater o ostracismo. Por não ser algo visível, como a agressão direta, o alvo não consegue discutir diretamente o assunto com quem está criando a situação ou buscar a ajuda de seu superior.

“A pessoa pode se ver sem recursos para enfrentar a situação e coloca em dúvida se ela não está ‘criando’ ou imaginando coisas”, explica Teresa.

No entanto, o ignorado deve aproveitar a oportunidade e provocar uma autoanálise positiva. Buscar entender se estaria contribuindo com algumas atitudes para que seja alvo desse tipo de situação e, se identificar, mudar o comportamento. Outro ponto citado pelas especialistas é buscar conversar com o agressor. Muitas vezes, a pessoa que faz piadas pode não perceber o quanto isso é prejudicial para o colega.

SP: aprovada em concurso, professora é barrada por obesidade

Mariana Cristina Justulin foi aprovada em concurso público da rede estadual de ensino

Talita Zaparolli
Direto de Bauru


Aprovada em um concurso público da rede estadual de ensino, Mariana Cristina Justulin, 27 anos, pode não assumir o cargo por ter sido considerada obesa


Aprovada em um concurso público da rede estadual de ensino, uma professora de Bariri, no interior de São Paulo, pode não assumir o cargo por ter sido considerada obesa. Professora de inglês e português, Mariana Cristina Justulin, 27 anos, já leciona para alunos da educação infantil e médio em três escolas municipais da cidade, mas foi considerada inapta pelos peritos do Departamento de Perícias Médicas do Estado (DPME) que a classificaram como obesa nível 3, com Índice de Massa Corporal (IMC) de 43. 

A professora conta que se submeteu aos exames de saúde exigidos pelo edital e que todos os resultados deram normais. Foram cerca de R$ 1 mil em despesas. No momento da avaliação clínica, também exigida no processo seletivo e que foi feita em Bauru (SP), ela foi informada pelo médico que estava apta para desempenhar a função de professora da educação básica. Porém, quando o resultado foi publicado no Diário Oficial, veio a surpresa. Mariana havia sido considerada inapta pelos peritos. 

Para reprová-la o DPME se baseou no IMC, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal referência para classificação das diferentes faixas de peso. O cálculo leva em consideração o peso e a altura da pessoa. O índice considerado como “peso ideal” varia entre 18,5 e 24,9. Mariana questiona o veto já que o critério adotado não é especificado no edital que diz apenas que o candidato deve “gozar de boa saúde”.

“Eu não tenho nenhum problema de saúde. Eles não olham a capacidade intelectual da pessoa. Não preciso correr em sala de aula, não sou nenhuma atleta. Ano passado eu trabalhei como professor eventual no Estado. Então para ser eventual eu servi, mas para ser efetivada não?”, questiona. 

A professora revela que se sentiu discriminada. Mariana postou um desabafo em sua página pessoal do Facebook e a mensagem foi compartilhada por centenas de pessoas. Ela recebeu inúmeras mensagens de apoio. 

“A confiabilidade e seriedade de um concurso podem ser verificadas pela coerência da apresentação de critérios de exclusão em seu edital. Se o IMC é um fator desclassificatório, por que não há no edital nenhuma menção sobre isso? Caso soubesse dessa condição, não teria estudado e gastado tanto dinheiro, a fim de provar o que já sei: possuo saúde e capacidade. Deixo claro que lutarei até o fim para conquistar definitivamente esse cargo, que obtive com muito esforço e dedicação. Sou professora, tenho mérito e competência para exercer meu ofício. Em épocas de luta contra o bullying, o próprio governo, com critérios fúteis e leis obsoletas, exerce sobre cidadãos uma espécie de discriminação e coerção muito mais agressivas das praticadas pela sociedade”, desabafou na rede social. 

"Método vago", classifica nutricionista
Para a nutricionista Marina Palaro Massucato, usar o IMC para avaliar a saúde de uma pessoa consiste em um método vago. “O IMC avalia se uma pessoa está obesa e isso não significa, necessariamente, que ela tenha problemas de saúde. Quem tem obesidade está mais propenso a ter problemas cardíacos e diabetes, por exemplo, mas ela não têm. Se os exames deram todos normais, podemos dizer que ela tem boa saúde”, explica. Ela também recrimina a atitude do Estado. “Foi um ato extremamente preconceituoso e poderíamos até considerar bullying. E isso curiosamente partiu do Estado, que é tão contrário ao bullying”, avalia. 

Mariana recorreu da decisão com um pedido de reconsideração da perícia e aguarda ser convocada para novos exames. Caso o recurso seja negado, ela pode ainda recorrer diretamente ao secretário de Gestão Pública do Estado, Waldemir Aparício Caputo. Paralelamente ao pedido, a professora avalia ingressar na Justiça contra o Estado com uma ação por danos morais. 

O que diz o DPME
Em nota, o DPME informou que no momento da contratação de efetivo é feito um prognóstico de toda a carreira pública, considerada, em média, de 30 anos. “É obrigação da administração pública zelar pelo interesse coletivo e provisionar futuros custos que caberia ao Estado arcar, como licenças médicas e afastamentos. O que não significa, entretanto, que o candidato não tenha condições de exercer sua profissão”, diz a nota. 

"Ao abrir um concurso, o Estado é o mais interessado em que as pessoas preencham as vagas oferecidas; já que o processo gera custos. Todavia, que sejam preenchidas dentro do que a lei determina. A perícia médica é uma etapa posterior, na qual os norteadores não se baseiam somente na obesidade mórbida, mas sim em toda doença considerada grave”, explica o departamento. 

O DPME justifica ainda que a obesidade, por si só, não é considerada um fator impeditivo para o ingresso na carreira pública. “Já a obesidade mórbida (IMC maior que 40/classificação OMS), é considerada doença grave e requer avaliação mais detalhada. Com tal classificação de doença grave, há um choque junto ao artigo 47, inciso 7 do referido Estatuto, que determina que o candidato deve ‘gozar de boa saúde’”, justifica o departamento na nota. 
 

Especial para Terra

Musa da Argentina é comparada com Geisy Arruda

Fonte: Diário SP

Hermana se irritou com a comparação com “uma mulher feia”: “Não tenho que ser conhecida como sósia"


É do Brasil! Musa da Argentina na Copa, brasileira é comparada com Geisy Arruda / Divulgação

Por: Diário SP Online 
Modelo Renata Alves escolheu representar a Argentina no concurso de Musa da Copa do Mundo. No Brasil, a loira foi muito comparada e acabou conhecida nacionalmente como a sósia da empresária Geisy Arruda. De acordo com Renata, isso gerou ataques nas redes sociais e ela sofreu bullying.
“Não sei de onde tiraram isso. Não concordo e não tenho o mínimo interesse em ser conhecida como sósia de ninguém, ainda mais de uma mulher feia como ela”, discordou dos comentários e das associações com a empresária brasileira.
A modelo vai participar do concurso de Miss Bumbum e irá representar o Ceará. “Serei participante do Miss Bumbum representando o Ceará e para isso participei de uma seletiva muito rigorosa. Com aquela cara e aquele corpo, ela jamais passaria por esta seleção”, fala ao ser comparada com Geisy.
Parte dos comentários foram baseados em sua beleza, que foge dos padrões fitness, assim como a da empresária. Renata mede 1,78m, pesa 79kg e fez inúmeras cirurgias plásticas, mas não quer ficar sarada: "Não acho bonito mulher saradona, prefiro ser gostosa", avalia
Ela também sofreu repreensões ao participar do concurso de Musa da Copa representando a nação argentina, já que é brasileira, nascida no Ceará. “Perdi muitos amigos com isso”, revelou. Segundo Renata, algumas pessoas entravam em sua página no Facebook para xingá-la.
"Tive que colocar uma pessoa para administrar os comentários maldosos e apagá-los. Teve um dia em que fiquei tão mal que pensei em desistir de ser musa. Chorei muito", diz a modelo cearense.
Apesar de a Argentina não ter conquistado a Taça da Copa do Mundo, a loira tem vontade de conhecer Messi e seus comapnheiros de equipe. “Sou completamente louca pelo Messi. Ele é craque”, comenta. E ela não perde tempo para atacar o neymar: “Neymar é muito jovem, não dá para dizer que ele é craque”.

Como podem ter nascido alguns dos mais vingativos presidentes, directores e CEO do mundo

Fonte: Dinheiro Vivo

O anúncio foi lançado em março deste ano pelo canal VH1 com o objetivo de sensibilizar para o problema do bullying, falando diretamente para os miúdos cool que veem o canal, e agora foi eleito o melhor anúncio de TV com um Ouro, pelo reconhecido site da especialidade, Ads of the World.
Criado pela agência Del Campo Saatchi & Saatchi, Argentina, o anúncio recorre à música "Will Survive", de Gloria Gayner, para mostrar várias situações de bullying. "Nerds hoje, mandões amanhã. Não sejas bully" é assinatura da campanha de sensibilização.
"No sentido de chegarmos a potenciais agressores, sabíamos que tínhamos de fazer algo realmente original que correspondesse à personalidade e idiossincrasia da marca e, mais importante, que falasse a linguagem com a qual os jovens se relacionam", diz a agência.

Com realização de Agustin Alberdi, o anúncio teve a criatividade de Juan Pablo Lufrano, Ariel Serkin, Dani Minaker e Sebastian Tarazaga. Os produtores executivos são: Daniel Bergmann, Andy Fogwill e Diego Robin.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

O melhor e mais eficaz projeto antibullying do país - DEPOIMENTO DOS EDUCADORES

BULLYING
mais de 200 mil espectadores
11ª temporada



DEPOIMENTO DOS EDUCADORES


"Muita coisa vai mudar de hoje em diante aqui na escola. Eu observei ao longo da peça toda o comportamento dos alunos. Eles estavam fissurados no texto, prestando atenção, interagiram o tempo todo com risos, com os momentos de revolta com o posicionamento errado dos personagens." Claudia Mendes, diretora do Colégio Baronesa, Jacarepaguá/RJ


"É de uma grandeza de informação, de apresentação... um musical empolgante, envolvente e contagiante. A família também precisa estar presente, vivenciar este espetáculo, interagir com seus filhos. Essa mensagem é importante para os nossos jovens, para as nossas crianças, na formação do nosso país.Alcione, diretora do CER Taquara

 
"A peça em si, ela foi boa, até para mostrar que não precisa da interferência do adulto, que eles mesmos, entre eles, podem estar resolvendo as questões e os conflitos que eles têm." Claudia Regina, coordenadora pedagógica da E. M. Abelardo Chacrinha Barbosa/RJ


"A gente percebe que o aluno gostou, porque ele interage com a peça." Katia Lisboa, coordenadora pedagógica do C. E. Infante Dom Henrique/RJ


"Quem dera se todas as escolas pudessem ter acesso a essa produção cultural, porque realmente vale a pena." Marcela Esteves, professora do C. E. Ignácio Azevedo do Amaral/RJ


"Os alunos podem se enxergar nesse espetáculo, em relação as suas vivências diárias de sala de aula." Eliana Queiroz, coordenadora pedagógica da Escola Intergenius - Macapá/AP


"Tratando de situações cotidianas da sala de aula e, ao mesmo tempo, dando algumas possibilidades de como solucionar esses problemas do bullying. Unindo a cultura, a educação e o teatro, que é uma das formas de expressão cultural mais antigas que existe e uma forma muito eficaz de se alcançar um público. Muita reflexão foi plantada durante essa apresentação. Os alunos, com certeza, a partir de hoje, terão um novo olhar sobre o bullying." José Almir Viana, coordenador pedagógico do Colégio Argos, Macapá/AP

 
"A coragem de sair pelo Brasil, plantando sementes da união, do amor e do respeito entre o ser humano. Eu estou encantada com o projeto." Janaina, professora do Colégio Argos, Macapá/AP


"Uma coisa que eu fiquei muito satisfeita com a peça foi a identificação dos nossos alunos com os problemas que ocorrem." Monica Moreira, diretora adjunta do CIEP Agostinho Neto/RJ


"Vejam essa peça porque ela vai ajudar na formação desses futuros cidadãos, vão prepará-los para o mundo." Catarina Barbosa, diretora da E. M. Sergio Vieira de Mello/RJ


"Tornar um aluno protagonista de sua história, consciente das suas práticas sociais, é trazer realmente para a escola o teatro, a música..." Rossana Rocha, professora da E. M. Castelnuovo/RJ


"Um texto bem descontraído, bem dentro da realidade do que acontece realmente dentro das escolas, apresentando essa questão mesmo dos apelidos que são muito recorrentes no dia a dia. O teatro traz essa maneira alegre, descontraída e lúdica de se entender sobre um assunto. Essa é a mensagem que realmente os alunos de hoje precisam viver." Alessandra Linhares, coordenadora do Colégio Módulo, Macaé/RJ


"Além de prestar grandes informações que são relevantes aos nossos alunos, ainda fazem isso de forma lúdica, que é bem interessante." Luciene Marchon de Oliveira, diretora adjunta do C. E. Padre Madureira, Nova Friburgo/RJ.


"Houve uma menina que, antes dos esquetes começarem, ainda estava na fala inicial, a menina começou a chorar e alguém me chamou. Eu fui lá atendê-la para saber o que aconteceu. Ela me disse que estava emocionada. Ela disse porque isso acontece com muitas pessoas, professora". Ana Maria, professora da E. M. Dr. Cícero Penna/RJ


"Muito bem escrita a peça, muito bem focada, interessante, agradável, envolve as crianças, muito bem dirigida, muito bem organizada..." Leila Brasiliense Cavalcanti, diretora da E. M. Roma/RJ


"O espetáculo foi maravilhoso porque mobiliza toda a escola e até mesmo os alunos a conscientizarem contra o bullying, que é algo que está acontecendo muito nas instituições escolares. E como conscientização foi muito bom e benéfico a todos." Jaqueline Muniz, professora da Escola Ágape de Cidade Ocidental/DF


"É um assunto bastante delicado que foi abordado de uma maneira bastante interessante. Através do teatro, você se vê ali, você toca as pessoas, se vêem no lugar da pessoa que está fazendo e conseguem transformar." Heloisa Costa, assessoria de marketing do RIOSOLIDARIO 

contrate o espetáculo
BULLYING
Rio de Janeiro, RJ 
(produtora) 24246254 (tim) 969107833 
(nextel) 78167987 ID 24*72586
(vivo) 998135413 

terça-feira, 15 de julho de 2014

Isadora Faber, do blog Diário de Classe, é convidada do programa Provocações



Estudante falará sobre o lançamento de seu primeiro livro



Com apenas 14 anos de idade, Isadora Faber comoveu o país ao sofrer bullying por denunciar a situação do ensino em Santa Catarina em seu blog, Diário de Classe. Nesta terça-feira (15), ela estará no programa Provocações, apresentado por Antônio Abujamra na TV Cultura, para comentar o lançamento de seu primeiro livro, intitulado Diário de Classe: A Verdade.
A jovem comentou, em uma prévia da entrevista, o que pensa sobre a educação no Brasil: “A educação tem muito que melhorar, começando pela atualização dos professores, com tecnologia dentro da escola, com profissionais na direção mais competentes. Falta muito pra chegar onde deveria ser, que é a educação pública modelo”.
 
Isadora Faber, do blog Diário de Classe, é convidada do programa Provocações
Isadora Faber, do blog Diário de Classe, é convidada do programa Provocações

segunda-feira, 14 de julho de 2014

'Caldeirão do Huck': Ashton Kutcher sofre 'bullying gastronômico' com argentinos

Por Pure People

Ashton Kutcher fez um passeio diferente no "Caldeirão do Huck " deste sábado (12). Luciano Huck levou o astro de Hollywood para a Praça da Apoteose, o famoso Sambódromo, no Centro do Rio, onde acamparam argentinos que vieram ao Brasil acompanhar afinal da Copa do Mundo contra a Alemanha no domingo (13).
Vestido de cozinheiroAshton sofreu um 'bullying gastronômico', como definiu o apresentador. Ele provou comidas argentinas preparadas pelos sul-americanos no local. O ator bebeu mate típico e comeu choriço, carne e omelete. Ele odiou o mate, mas gostou da sobremesa, um pão com doce de leite: "Muito bom".
Mostrando muita simpatia, o galã disse que o bife de chorizo estava gostoso: "É uma deliciosa peça de carne, muito bem cozida", disse. Segundo o rapaz que a preparou, a comida foi cozida no dia 2 de junho.
Questionado por Luciano, o americano revelou o que adora na comida brasileira: "Gosto de rabada, feijoada, ovo rosa, joelho de porco, churrasco, farofa, garotas...".
Ashton também apareceu ao vivo no palco do programa e fez graça ao lado de Tatá Werneck, Luan Santana e Leandro Hassum. O ator se mostrou fã do Brasil e arriscou algumas palavras em português.
Na última terça (08), Luciano Huck levou o astro de Hollywood para o Mineirão e juntos assistiram a derrota do Brasil por 7 X 1 pela Alemanha.