quarta-feira, 3 de abril de 2013

Educação intensifica projetos e programas de combate à violência


O Governo de Sergipe vem intensificando os programas de combate à violência nas escolas e estimulando a cultura da paz entre a comunidade escolar. Atualmente, a Secretaria de Estado da Educação (Seed) está com três projetos em operacionalização: Cidadania e Paz nas Escolas, Escolas Promotoras da Paz e  o Salve.
 O programa Escolas Promotoras da Paz, que vem sendo desenvolvido em 18 unidades da rede estadual de ensino, tornou-se uma referência em todo o Brasil no combate à violência nas escolas. Ele foi elaborado pelo Comitê Sergipano pelo Desarmamento e a Favor da Vida, instituído pelo Governo de Sergipe.
 O projeto leva às escolas diversas atividades, como peça teatral, música e dança. O objetivo é chamar a atenção dos alunos para a cultura da paz. A Seed optou por trabalhar com manifestações artísticas, como o teatro, a dança e a música, a fim de atrair o aluno e conscientizá-lo da importância de combater a violência. A peça teatral intitulada Desarme-se vem sendo apresentada nas escolas.
O projeto está sendo uma grande referência em todo o país, e o seu diferencial é que fala especificamente sobre arma de fogo e a respeito do perigo que a arma representa para as famílias. Comitê
O Comitê Sergipano pelo Desarmamento e a Favor da Vida está instalado na estrutura da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania. Foi criado através do decreto governamental  nº 28065, de 03/10/2011, com a missão de gerir a campanha pelo desarmamento e promover publicidade ao estatuto do desarmamento, além de criar postos civis de arrecadação de armas.
Cidadania e Paz
O Cidadania e Paz nas Escolas está em 40 unidades escolares. Para ele ser implantado a escola tem que aderir ao programa. O Cidadania e Paz promove palestras, oficinas e vivências nas escolas, desenvolvendo temas sobre relações interpessoais, valores humanos, bullying, drogas, depredação e prostituição infantil, preconceito racial, religioso e homofóbico, relação família/escola, violência doméstica e indisciplina.
O objetivo desse programa é sensibilizar os alunos, professores e servidores, através de palestras e oficinas, da importância de combater a violência e desenvolver a cultura da paz.
Salve 
O Serviço de Aviso Legal por Violência e Exploração contra a Criança e o Adolescente (Salve) visa estimular o cumprimento da determinação do artigo 245 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), segundo o qual profissionais das áreas de saúde e educação têm o dever de notificar e encaminhar aos órgãos competentes casos ou suspeitas de violência contra meninas e meninos.
O Salve capacita professores, servidores e gestores escolares para identificar se algum aluno está sofrendo qualquer tipo de violência e abusos fora do ambiente escolar.
Biometria  
A SEED também tem um projeto de segurança nas escolas que deverá ser disseminado na maioria das unidades da rede. O projeto-piloto foi instalado no Colégio Estadual Costa e Silva e consistiu na colocação de um aparelho de biometria ao lado do portão que dá acesso à área interna do prédio escolar. Seis unidades escolares também já instalaram câmera de segurança nas escolas.
 Com ele, os quase dois mil alunos da instituição têm, através da impressão digital, suas características biométricas reconhecidas. O aparelho foi adquirido com recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), do Ministério da Educação (MEC). 
 O aparelho de biometria instalado no Costa e Silva funciona da seguinte maneira: quando o aluno coloca o dedo no aparelho, este emite uma mensagem auditiva positiva e um sinal visual verde, caso a digital seja compatível com a identidade. Se não for, é emitido um sinal sonoro negativo e uma luz vermelha.
 Com a instalação desse equipamento, à medida que os alunos vão chegando ao colégio, eles são identificados e têm um número reconhecido pelo aparelho biométrico. Esse número está interligado ao Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA) existente na Secretaria de Estado da Educação (Seed). 
 O colégio também está entre os seis que instalaram câmara de segurança. Ele instalou 20 câmaras pelo interior do prédio. A iniciativa da implantação do aparelho biométrico surge como prevenção e proporciona maior tranquilidade à comunidade escolar. A utilização do aparelho permite de forma mais eficiente o registro da frequência escolar de cada aluno matriculado.

Violência Escolar

O tempo passa e a situação só piora no que diz ao relacionamento entre alunos e professores nas escolas públicas. Infelizmente a figura do professor vem sendo ignorada há muito tempo e até mesmo subestimada, tanto pelos alunos como pelo Estado. Uma das profissões mais importantes é uma das mais ignoradas, principalmente pelo governo, seja federal ou estadual, que paga muito mal e não dá condições decentes de trabalho. De outro lado, há cada vez menos interesse de alunos pelos estudos e as escolas públicas viraram ponto de encontro de marginais, além do interesse pela merenda, já que boa parte da clientela é de famílias pobres, que mal têm o que comer em casa. O ensino ficou em segundo plano... ou mais! O desinteresse da maioria dos alunos leva os professores à loucura (literalmente) e muitas vezes a “cobrança” acaba em discussão e agressão. Tem aumentado muito o desacato e humilhação em sala de aulas em relação aos professores. E vêm se tornando comuns as agressões. Por causa de uma discordância em relação a notas de um trabalho escolar, um aluno de 15 anos e sua professora de Inglês protagonizaram uma briga dentro da sala de aula. O fato aconteceu em uma classe do 1º ano do Ensino Médio do Colégio Santa Cecília, em Santos. O desrespeito é tanto que o aluno pegou o diário de classe para apagar a nota (baixa) dele. Os casos de agressão a professores nas escolas públicas paulistas têm crescido entre 30% e 40% por semestre nos últimos três anos, segundo o Observatório da Violência do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). São registrados mais de 300 casos de agressão física ou verbal a docentes durante as aula, por semestre. Segundo a Apeoesp70% dos professores que sofrem de estresse foram vítimas de algum tipo de agressão por parte dos alunos e muitos chegam a pedir transferência por se sentirem desmoralizados nas escolas e nem todos registram ocorrência por medo de perseguições. Tanto a família como a escola podem estabelecer regras para evitar a violência escolar. É possível proteger seu filho para que não se converta em um agressor ou em uma vítima de agressão. Pelo menos existem algumas pautas que podem ajudar tanto a família como os educadores e a sociedade de um modo geral, a prevenir este fenômeno. Lutar contra o abuso é uma responsabilidade de todos. Cada parte implicada deve cumprir seu papel. Contudo, os casos de agressões proliferam nas escolas públicas e acabam sendo notícias na imprensa. Em Franco da Rocha, a Polícia Civil apura quem foi o aluno que jogou uma lata de lixo na cabeça de uma professora. Maria de Fátima dos Santos dá aulas de sociologia e filosofia na Escola Estadual Professor Zilton Bicudo. O aluno responsável pela agressão poderá ser suspenso ou transferido de escola.Na segunda-feira da semana passada, estudantes apagaram a luz da sala de aula e jogaram uma lixeira que acertou o olho da professora. “Na hora eu senti muita dor, não consegui enxergar nada, deu um desespero”, disse. Ela deve ficar de licença até a próxima semana. Apesar do susto, a professora afirmou que quer voltar a trabalhar. O professor Edilson Oliveira Silva foi baleado dentro de uma das salas de aula do Colégio Estadual Augusto Ferraz, no bairro Industrial, zona norte de Aracaju (SE), na noite de segunda-feira. Ele fazia a chamada quando dois alunos discutiram e um deles atirou no outro, mas o disparo acabou acertando o professor. É simplesmente absurdo que alunos entrem armados nas escolas. As escolas viraram “terra de ninguém”. Mas, certamente, a causa principal de toda violência escolar está ligada às drogas. Afinal de contas, o tráfico é um péssimo exemplo para os jovens, que na verdade acabam sendo seduzidos pelos traficantes, tanto como consumidores como parte do tráfico. Eles recebem uma “certa proteção” do crime organizado e isso os incentiva a enfrentar quem quer que seja, até mesmo os professores e diretores de escolas, passando por cima feito tratores. O problema é sério e não há perspectiva de melhora, principalmente pela nulidade e fraqueza do governo. Não há rigor e nem proteção aos professores. Uma vergonha!

Fonte: Jornal da Manhã

Educação intensifica projetos e programas de combate à violência


O Governo de Sergipe vem intensificando os programas de combate à violência nas escolas e estimulando a cultura da paz entre a comunidade escolar. Atualmente, a Secretaria de Estado da Educação (Seed) está com três projetos em operacionalização: Cidadania e Paz nas Escolas, Escolas Promotoras da Paz e  o Salve.

O programa Escolas Promotoras da Paz, que vem sendo desenvolvido em 18 unidades da rede estadual de ensino, tornou-se uma referência em todo o Brasil no combate à violência nas escolas. Ele foi elaborado pelo Comitê Sergipano pelo Desarmamento e a Favor da Vida, instituído pelo Governo de Sergipe.

O projeto leva às escolas diversas atividades, como peça teatral, música e dança. O objetivo é chamar a atenção dos alunos para a cultura da paz. A Seed optou por trabalhar com manifestações artísticas, como o teatro, a dança e a música, a fim de atrair o aluno e conscientizá-lo da importância de combater a violência. A peça teatral intitulada Desarme-se vem sendo apresentada nas escolas.

O projeto está sendo uma grande referência em todo o país, e o seu diferencial é que fala especificamente sobre arma de fogo e a respeito do perigo que a arma representa para as famílias.


Comitê
O Comitê Sergipano pelo Desarmamento e a Favor da Vida está instalado na estrutura da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania. Foi criado através do decreto governamental  nº 28065, de 03/10/2011, com a missão de gerir a campanha pelo desarmamento e promover publicidade ao estatuto do desarmamento, além de criar postos civis de arrecadação de armas.


Cidadania e Paz
O Cidadania e Paz nas Escolas está em 40 unidades escolares. Para ele ser implantado a escola tem que aderir ao programa. O Cidadania e Paz promove palestras, oficinas e vivências nas escolas, desenvolvendo temas sobre relações interpessoais, valores humanos, bullying, drogas, depredação e prostituição infantil, preconceito racial, religioso e homofóbico, relação família/escola, violência doméstica e indisciplina.

O objetivo desse programa é sensibilizar os alunos, professores e servidores, através de palestras e oficinas, da importância de combater a violência e desenvolver a cultura da paz.


Salve  
O Serviço de Aviso Legal por Violência e Exploração contra a Criança e o Adolescente (Salve) visa estimular o cumprimento da determinação do artigo 245 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), segundo o qual profissionais das áreas de saúde e educação têm o dever de notificar e encaminhar aos órgãos competentes casos ou suspeitas de violência contra meninas e meninos.

O Salve capacita professores, servidores e gestores escolares para identificar se algum aluno está sofrendo qualquer tipo de violência e abusos fora do ambiente escolar.


Biometria   
A SEED também tem um projeto de segurança nas escolas que deverá ser disseminado na maioria das unidades da rede. O projeto-piloto foi instalado no Colégio Estadual Costa e Silva e consistiu na colocação de um aparelho de biometria ao lado do portão que dá acesso à área interna do prédio escolar. Seis unidades escolares também já instalaram câmera de segurança nas escolas.

Com ele, os quase dois mil alunos da instituição têm, através da impressão digital, suas características biométricas reconhecidas. O aparelho foi adquirido com recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), do Ministério da Educação (MEC).  

O aparelho de biometria instalado no Costa e Silva funciona da seguinte maneira: quando o aluno coloca o dedo no aparelho, este emite uma mensagem auditiva positiva e um sinal visual verde, caso a digital seja compatível com a identidade. Se não for, é emitido um sinal sonoro negativo e uma luz vermelha.

Com a instalação desse equipamento, à medida que os alunos vão chegando ao colégio, eles são identificados e têm um número reconhecido pelo aparelho biométrico. Esse número está interligado ao Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA) existente na Secretaria de Estado da Educação (Seed). 
O colégio também está entre os seis que instalaram câmara de segurança. Ele instalou 20 câmaras pelo interior do prédio. A iniciativa da implantação do aparelho biométrico surge como prevenção e proporciona maior tranquilidade à comunidade escolar. A utilização do aparelho permite de forma mais eficiente o registro da frequência escolar de cada aluno matriculado.

Assessoria de Comunicação da SEED – ASCOM

EU DIGO NÃO AO BULLYING, o melhor e mais eficaz projeto ANTIBULLYING do país

Shalom!

A ESCOLA é feita para ter PAZ e quando vemos que profissionais da educação estão lutando para que isso aconteça, é nesta instituição de ensino que penso em colocar meu filho. EU o educo em casa na certeza de que a instituição faz o seu trabalho em alfabetizá-lo, dando a ele as condições que o mundo aqui fora não está dando. Com isso, ajudando a formar o caráter do meu filho para que quando ele saia da Instituição de Ensino, ele TRANSFORME o mundo.

EU DIGO NÃO AO BULLYING é o melhor e mais eficaz projeto ANTIBULLYING do país. Criado por Mar'Junior e Patrick Moraes, diretores da Cia Atores de Mar' em 2004, já ultrapassando a marca dos 100 mil espectadores, entre alunos e mestres. O projeto é a base da PAZ, da MUDANÇA de COMPORTAMENTO. Hoje com livro, cd e vários materiais promocionais. O projeto é finalizado com BULLYING, um espetáculo teatral com música e dança, dividido em quatro cenas, levando o dia a dia do aluno em sala de aula, mostrando o problema e dando uma das possíveis soluções. 

Contrate o mais requisitado projeto do BRASIL!!!

Atenciosamente

Assessoria de Comunicação
da Cia Atores de Mar'


PRODUÇÃO RIO DE JANEIRO
(DDD) 21 (SEDE) 24246254 (NEXTEL) 78167987 ID 24*72586 - (TIM) 69107833 - (VIVO) 98135413
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terça-feira, 2 de abril de 2013

Reduz em 38% o número de ocorrências nas escolas de Caxias do Sul


Em 2010 foram 6.193 registros. Em 2012, 3.839.


Dados foram divulgados nesta quarta. Dados foram divulgados nesta quarta.
Em Caxias do Sul, nesta quarta-feira, 27, a Secretaria da Educação (SMED) e a Secretaria de Segurança Pública e Proteção Social (SSPPS) divulgaram durante reunião com os diretores das 85 Escolas de Ensino Fundamental, o Relatório 2012 das ações realizadas pelas Comissões Internas de Prevenção de Acidentes e Violência Escolar (CIPAVEs).

De acordo com a coordenadora do Programa CIPAVE, Raquel Zanotto Maffessoni, em 2012 foram registrados 35.115 atendimentos. Foram registradas 3.839 ocorrências, (enquanto que em 2010 houve 6.193 registros).

- Essa redução de 38% expressa a importância das ações realizadas durante todo o ano. As Escolas têm papel fundamental para a eficácia do Programa. Foi graças ao trabalho realizado em sala de aula que o Programa transformou-se em Lei Estadual, no ano passado.

Ainda de acordo com o relatório, o maior número de ocorrências foi registrado no turno da manhã: 63% e foram efetuados por estudantes do sexo masculino (64%), com idade entre 13 e 16 anos. Foram registradas ainda 78 ocorrências com danos ao prédio da escola e 1.210 brigas entre alunos. Também há números que mostram os índices de drogadição escolar, como consumo de crack, maconha, cigarro, álcool e outras drogas, somando 34 registros.

O Programa CIPAVE tem por objetivo diagnosticar as vulnerabilidades no âmbito escolar, planejando ações que visam à resolução dos problemas de forma viável e eficaz. Ele é formado por comissões que, capacitadas, elaboram um plano de ação com base em cinco eixos de trabalho: violência escolar, prevenção ao uso de drogas, conservação do patrimônio público, prevenção de incêndios e primeiros socorros.

Confira os dados completos
Número de atendimentos:
2008: 19.920
2009: 27.833
2010: 35.311
2011: 35.691
2012: 35.115

Ocorrências online:
2010: 6.193
2012: 3.839

Ocorrências por dia da semana:
Domingo: 3
Segunda-feira: 722
Terça-feira: 778
Quarta-feira: 889
Quinta-feira: 851
Sexta-feira: 577
Sábado: 19

Ocorrências por turnos:
Manhã: 2.440 (63%)
Tarde: 1.251 (33%)
Noite: 144 (4%)

Horário das ocorrências:
7h às 8h59: 490
9h às 10h59: 1169
11h às 12h59: 448
13h às 14h59: 388
15h às 16h59: 546
17h às 18h59: 116
19h às 20h59: 64
21h às 23h59: 21
Não identificado: 597

Número de alunos por ocorrência:
1 aluno: 1.428
2 alunos: 1.481
3 alunos: 365
4 alunos: 168
Mais de 4 alunos: 352
Não identificado: 45

Número de ocorrências por sexo:
Masculino: 2.469 (64%)
Feminino: 668 (17%)
Ambos: 680 (18%)
Não identificado: 21 (1%)

Ocorrências por faixa etária:
Até 6 anos: 37
7 anos: 116
8 anos:162
9 anos: 163
10 anos: 165
11 anos: 280
12 anos: 591
13 a 16 anos: 1.511
17 a 19 anos: 34
20 anos ou mais: 10
Várias idades: 486
Não identificado: 284

Ocorrências por nível de ensino:
Educação Infantil: 28
Ensino Fundamental: 3.644
Educação de Jovens e Adultos (EJA): 132
Vários níveis: 11
Não identificado: 23

Ocorrências por ano/série:
Não identificado: 85
Vários: 370
Outras modalidades: 156
9ª ano/8ªsérie: 306
8ª ano/7ªsérie: 540
7ª ano/6ªsérie: 691
6º ano: 723
5º ano: 290
4º ano: 230
3º ano: 223
2º ano: 117
1º ano: 98

Ocorrências com danos ao patrimônio:
Arrombamento: 32
Outros casos: 124
Furtos no prédio: 15
Relativos ao mobiliário: 57
Arredores da escola: 10
Área externa: 17
Prédio da escola: 78

Tipos de violência escolar:
Outra violência: 580
Nenhuma violência: 1.036
Ameaças: 258
Porte de armas: 25
Furtos por alunos: 34
Agressão professor-aluno: 20
Agressão aluno-professor: 321
Desentendimentos familiares: 35
Briga entre alunos: 1.210
Abuso sexual: 8
Cyberbullying: 11
Bullying: 301

Drogadição Escolar:
Consumo de crack: 2
Consumo de maconha: 7
Consumo de cigarro: 7
Consumo de álcool: 10
Outras drogas: 8
Porte de drogas: 11

Leitor do Blog denuncia violência na rede escolar de Vitória de Santo Antão


Brincadeiras? Apelidos? Ameaças? Violência? Agressão? Constrangimentos? Xingamentos? Por fim, morte!!!
por Gustavo Melo de Lima Costa
“O termo bullying, de origem inglês, é usado para definir essa prática tão prejudicial. Diversas campanhas foram elaboradas pelo Ministério Público – MPPE e Governo do Estado, com o objetivo de minimizar esta prática terrível. Evidentemente, as ações realizadas não atingiram com eficácia o Município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata de PE. Vários estudantes estão sendo vítimas de Bulliyng, especificamente em escolas municipais e estaduais localizadas nos bairros Lídia Queiroz e Lagoa Redonda.
No dia 20 de março de 2013, um menor recebeu ameaças de um colega de sala de aula, o qual informou que ele não era gato para ter sete vidas, e a única vida que possuía seria tomada. O agressor comenta na sua linguagem que vai “tirar-onda”, uma vez que vai para escola coagido pela mãe que deseja receber o auxílio do governo (Bolsa Escola). O acusado fica em estado depressivo diante da situação vivenciada, não querendo mais comparecer ao local de ensino. As agressões são frequentes e nenhuma providência é tomada.
Até quando vamos ficar impunes diante desta sociedade?
Qual será o futuro de nossos filhos que visam alcançar seus objetivos?
Será que vão chegar à formatura?
Milhares de crianças e adolescentes vivenciam situações e a população deve ser alertada quanto a esse mal.
Esperamos por políticos, autoridades, entre outros… E NADA!
Na verdade, necessitamos de assistência social, psicológos, auxiliares de disciplinas competentes, ou seja, dignidade para os alunos de escola pública. Mas, não vamos ficar de braços cruzados! PAI, MÃE, TIO, TIA, AVÔ, AVÓ E FAMÍLIA… Vamos cooperar para melhorar o futuro de nossas crianças, tanto agressor quanto acusado necessitam de AJUDA! Fica o alerta”.
por Gustavo Melo de Lima Costa.

Atividades interativas conscientizam alunos sobre bullying em escola de Vila Velha



Para conscientizar os alunos do ensino médio sobre os problemas causados pela prática do bullying, a Escola Estadual CatharinaChequer, localizada emVila Velha, realizou uma série de atividades interativas voltadas para a temática. Música com enfoque nacultura de paz, peça teatral e cartazes contra o bullying escolar foram algumas ideias elaboradas pelos estudantes.

Os trabalhos serviram como formade disseminar mais detalhadamente o comportamento tanto das vítimas quanto dos agressores,assim como as suas consequências, como explica a pedagoga da unidade de ensino, Eliana Bravim.

“O bullying é um tipo de violência escolar no qual o agressor é mais forte ou mais poderoso do que a vítima e os comportamentos agressivos são apresentados intencionalmente e repetidamente, gerando consequência tanto para a vítima quanto para o agressor. Tais consequências vão desde sintomas físicos, doenças psicossomáticas a problemas sociais, emocionais e acadêmicos, o que vai depender de diversos fatores, como as características da vítima e a intensidade do assédio”, destacou.
Bullying é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um ou mais indivíduos, seja na escola, trabalho, dentre outros locais.

Segundo a pedagoga, o bullying é consequência da intolerância social, uma atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferenças e opiniões de indivíduos ou grupos alheios.

“A falta de respeito, a humilhação, ameaças ou a exclusão entre os professores e alunos são atitudes que podem atrapalhar no desenvolvimento acadêmico dos estudantes. Por isso, jamais devem ser praticadas. A escola não deve limitar-se somente a ensinar, mas também deve funcionar como um gerador de comportamentos sociais”, salientou.   
Eliana Bravim ressalta ainda a importância dos pais e da equipe escolar nesse processo, para que se “estabeleça parâmetros claros de regras e comportamentos desejáveis, propagando a não aceitação de qualquer manifestação de violência”.  Para ela, tanto a escola quanto a família devem compartilhar a responsabilidade acerca do bullying, buscando investir em sua prevenção.

A ação integra o calendário escolar da rede pública de ensino e serviu para comemorar o ‘Dia Estadual da Conscientização do Bullying’, celebrado no dia 20 de março.

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação/ Sedu Rovena Storch/ Aline Nunes/ Karolina Gazoni
Tels: 27 3636 -7705/ 3636-7706
E-mail: rsdamasceno@sedu.es.gov.br/ aanunes@sedu.es.gov.br/ karolina@sedu.es.gov.br/ jgviana@sedu.es.gov.br
Texto: Juliano Viana
Twiter: @sedu_es
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Latino Americano lança livro que trata sobre "bullying"

Será lançado no sábado (6 de abril) o livro “Punhos Brancos – mergulhando no caos da adolescência” no Colégio Latino Americano, em Campo Grande. O coquetel de lançamento será das 18h às 22 h e contará com a presença dos autores, os professores João Samper Del Horno e Nilce Onça, que estreiam na literatura didática. 


O livro trata sobre bullying, preconceitos, a relação pais-filhos-escola e a adolescência, retratados de maneira descontraída, humorada e contextualizada com fatos históricos do Brasil e do mundo. A publicação é direcionada a adolescentes na faixa de 12 a 17 anos de idade e pode ser trabalhado como livro para-didático, pois os autores elaboraram um material suplementar com atividades reflexivas para os professores utilizarem em sala de aula.

Experiência de Vida - A iniciativa de escrever o livro partiu da experiência que ambos têm no trabalho com jovens há mais de 30 anos. “Percebemos a necessidade de trazer pais e educadores à reflexão sobre a influência deles no desenvolvimento desses jovens”, explica João Samper. “O livro alerta sobre a influência que exercem no crescimento de seus filhos e de que maneira podem incentivá-los ou, até mesmo, desestimulá-los.” 

Segundo a professora Nilce Onça, essa influência é “evidenciada na relação estabelecida entre Jaime (personagem principal) e seu pai, um ex-pugilista que constantemente coloca o filho em descrédito e depois se afasta da família. Posteriormente, Jaime se envolve com um grupo de neonazistas, na tentativa de provar que pode ser forte. A partir daí, muitos acontecimentos se desenrolam, mas o final é surpreendente.”

O livro tem uma Fan Page no Facebook (@Punhos Brancos) e está sendo desenvolvido um site. O exemplar pode ser adquirido na própria escola por R$ 25,00.

Apoio Cultural - O projeto que envolve a publicação “Punhos Brancos –mergulhando no caos da adolescência” está entre os 17 aprovados pela Fundação de Cultura por meio do Fundo de Investimentos Culturais (FIC-MS). O FIC MS tem por objetivo contemplar a produção cultural sul-mato-grossense em suas mais diversas manifestações, priorizando a circulação de bens culturais por todas as regiões do Estado como forma de ampliar o acesso do público e estimular a formação de novas plateias.

Serviço – Coquetel de lançamento: dia 6 de abril, das 18 às 21 h – Colégio Latino Americano, R. 13 de maio, 3072. 

Mais informações para jornalistas: 3321-0487 ou 9168-0011 com Tatiana

Profº João Samper (celular: 9294-7560)

Profª Nilce Onça (celular: 9294-5368)

Fonte: MS Notícias

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Dois anos após Massacre de Realengo, pesquisa revela queda de 40% na compra de armamento


No entanto, na região Sul houve aumento de 21%

Carlyle Jr., do R7
André Muzell / R7 / Arquivo
Tasso
Ex-aluno carregava duas armas e munições quando invadiu escola


O caso, que ficou conhecido como Massacre de Realengo, foi citado na manhã desta segunda-feira (1º), durante a apresentação de um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) que revelou que a compra de armas de fogo pelos brasileiros caiu 40,6% após a aprovação do Estatuto do Desarmamento, em 2003.
De acordo com o instituto, o número anual de aquisições de armas de fogo pelas famílias brasileiras caiu de 57 mil em 2003 para 37 mil em 2009. Os cálculos foram feitos pelo presidente do Ipea, Marcelo Nery, baseados em dados levantados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares).
Na contramão dos resultados, a região Sul do País apresentou um crescimento de 21% na compra de armamentos. O estudo mostra também que os homens têm oito vezes mais chances de adquirir uma arma do que as mulheres.
Apesar disso, a demanda masculina caiu 45,% após o Estatuto do Desarmamento. Com 172%, os jovens de 20 a 29 anos estão no topo dos maiores compradores de armas de fogo no Brasil.
Embora tenham menor renda, os brasileiros com baixa escolaridade ou analfabetos compram armas com o dobro da frequência observada entre aqueles que têm 12 anos ou mais de estudo.
Na análise dos rendimentos, o presidente do Ipea ressaltou que a nova classe "C" fica à frente das demais na compra de armas de fogo.
- A questão da renda mais alta está diretamente associada à aquisição de armas de fogo, mas a pesquisa mostra que a questão da educação também está.



Aluno é flagrado fumando maconha na porta da escola em Ribeirão Preto


Promotor abre ação para investigar violência e tráfico em colégio estadual.

Instituição é a mesma em que garotas foram filmadas brigando no banheiro.


Do G1 Ribeirão e Franca

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O promotor da Infância e Juventude de Ribeirão Preto (SP), Naul Felca, afirmou nessa segunda-feira (1º) que abrirá um ação civil pública para investigar os casos de violência e tráfico de drogas na Escola Estadual Professora Jenny Toledo Piza Schoroeder, na Zona Norte da cidade. Na última quinta-feira (28), um estudante foi flagrado fumando maconha encostado no muro em frente ao colégio, o mesmo em que duas alunas já haviam sidos filmadas brigando dentro do banheiro

As imagens gravadas pela reportagem da EPTV na quinta-feira mostram o garoto encostado no muro amassando um pedaço de maconha com a ponta dos dedos, enquanto outros estudantes entram na escola pelo portão sem parecerem incomodados com a situação. O jovem deixa cair um pouco da droga, recolhe do chão, coloca em um papel de seda e enrola. A equipe da EPTV tentou entrevistar os alunos, mas todos os jovens abordados se recusaram a falar.

O promotor disse que solicitará que o policiamento seja itensificado na área, principalmente nos horários de entrada e saída de alunos. "A presença da polícia é uma solução imediatista. Em curto prazo surte efeitos, mas precisamos de medidas a médio e longo prazo para poder acabar com a utilização de drogas porque é o consumo que dissemina o tráfico.
Briga no banheiro
Na última quarta-feira (28), uma moradora denunciou casos de violência entre estudantes dentro da escola estadual. Um vídeo gravado pela sobrinha da mulher mostra duas estudantes se agredindo com empurrões, socos, chutes e puxões de cabelo no banheiro da instituição, enquanto são incentivadas por colegas que assistem à briga.
A dona de casa, que pediu para não ser identificada, disse que a sobrinha começou a estudar na escola em janeiro deste ano e tem relatado brigas diárias tanto em sala de aula, como no pátio. A garota também teria sido agredida e ameaçada por outros estudantes. Por isso, a família quer transferi-la para outro colégio.
A diretora regional de ensino, Simone Maria Locca, assistiu às imagens da briga no banheiro e classificou o fato como "absurdo", destacando que desconhecia a situação. Segundo Simone, uma equipe de supervisores visitará a escola para apurar os fatos e punir os responsáveis.
Polícia Militar
Em nota, a assessoria da Polícia Militar disse que o número de ocorrências registradas por porte de drogas próximo à Escola Estadual Professora Jenny Toledo Piza Schoroeder é pequeno: foram cinco casos desde janeiro. Segundo a PM, a ronda escolar é feita normalmente em todas as escolas de Ribeirão Preto. "Com relação às brigas no interior da escola, a polícia precisa ser acionada pela diretoria para poder intervir."
Menor recolhe maconha do chão enquanto prepara cigarro da droga em frente à escola em Ribeirão Preto (Foto: Reprodução/EPTV)Menor recolhe maconha do chão enquanto prepara cigarro da droga em frente à escola em Ribeirão Preto (Foto: Reprodução/EPTV)