STOP ao BULLYING!!! Por Luis Fernandes de Portugal
Cada vez mais o BULLYING surge na
Comunicação Social, quase diariamente ouvimos falar nesta problemática, o
número de crianças e jovens que todos
os dias estão envolvidos nestas situações como vítimas, agressores ou
simplesmente como observadores continuam a ser muito preocupantes,
vejamos alguns números sobre esta problemática:
- Estima-se
que, pelo menos 1 em cada 4 alunos esteja envolvido em situações de
BULLYING (como vítima, como agressor ou nesse duplo papel);
-
Segundo algumas investigações, só nas Escolas de toda a Europa estima-se
que existam, todos os anos, pelo menos 2 milhões de crianças e jovens
vítimas de BULLYING;
- Nos EUA, os últimos dados apontam para cerca de 13 milhões de alunos vítimas de BULLYING;
- Os casos de Cyberbullying são cada vez mais frequentes, segundo os
últimos estudos pelo menos 15% das crianças e jovens em idade escolar
afirmam ter sido vítimas de agressões através das novas tecnologias;
- Cerca de 40 a 50% das vítimas não contam a ninguém que estão a ser
agredidas, perseguidas, humilhadas ou excluídas por outros alunos,
perpetuando esta situação durante semanas, meses ou mesmo anos;
- Que a cada 7 segundos que passam, ocorra uma situação de Bullying numa qualquer Escola do nosso planeta;
- Cerca de 80% das situações de bullying denunciadas terminam, desde
que exista intervenção adulta por parte da escolas e famílias, como tal é
essencial que este tipo de comportamentos ser denunciado;
Por
todos estes motivos e muitos mais, é nossa obrigação como, Professores,
Técnicos, Funcionários, Famílias, Alunos ou simplesmente como Cidadãos,
contribuir de forma proactiva para este combate, denunciando e dando voz
a todos aqueles que tantas e tantas vezes não conseguem pedir ajuda,
passando a vida a "gritar para dentro".
A MAIOR "ARMA" DO AGRESSOR É O SILÊNCIO EM QUE CONSEGUE MANTER AS SUAS VÍTIMAS!
DENUNCIAR... É ESSENCIAL!!!
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Violência na escola e suas consequências
Enviado por luisnassif
Autor:
Luiz Claudio Tonchis 
Na última década a violência nas escolas tem
preocupado o poder público e toda sociedade, principalmente, pela forma
como esta tem se configurado. O conflito e violência sempre existiram e
sempre existirão, principalmente, na escola, que é um ambiente social em
que os jovens estão experimentando, isto é, estão aprendendo a conviver
com as diferenças, a viver em sociedade.
O grande problema é que a violência tem se tornado
em proporções inaceitáveis. Os menos jovens, como eu, estão assustados.
Os professores estão angustiados, com medo, nunca se sabe o que pode
acontecer no cotidiano escolar; os pais, preocupados. Não é raro os
jornais noticiarem situações de violência nas escolas, as mais
perversas.
Não quero dizer com isso que antes não existia
violência. Existia sim, e muita. “Desde que o mundo é mundo, há
violência entre os jovens”. Todos os diferentes, para o bem ou para o
mal, são vítimas em potencial na escola, há muito tempo. Brigas,
agressões físicas, enfim, sempre existiram.
O que não existia antes e, que hoje tornou comum é
que os jovens depredam a escola, quebram os ventiladores, portas,
vidros, enfim, tudo que é possível destruir, eles destroem. Antes, não
se riscava, não murchava ou cortava o pneu do carro do professor.
Agredir fisicamente ou fazer ameaças ao mestre, nem pensar. Não se
levava revolver e faca e não se consumia drogas e álcool no interior das
escolas. No meu tempo, por exemplo, nunca se ouviu falar que um colega
tinha assassinado um amiguinho na sala de aula ou que alguém tinha
jogado álcool no colega e ateado fogo. Enfim, são muitos os relatos de
violência extrema no interior das escolas.
Muitas de nossas crianças e adolescente passam por
violências, e ficam calados – algumas delas não têm coragem de revelar,
outras, por medo da retaliação do agressor. Essa violência entre colegas
não é a única. A violência entre professores e alunos também tem
crescido. Assustadoramente, a violência de alunos contra professores é a
regra agora, e não mais o oposto. A violência não contra um ou outro,
mas contra a escola mesmo, em todos os sentidos e modos, também tem
aumentado.
O que tem intrigado a todos é que esse aumento da
violência veio junto com a ampliação dos direitos dos cidadãos e com o
Estatuto da Criança e Adolescente. Essa é uma questão que não devemos
desprezar. No meu ponto de vista, o Estatuto prioriza os direitos em
detrimento dos deveres.
Após a promulgação do Estatuto as ações contra a
violência nas escolas tem se realizado a partir da mediação, conselhos,
etc. O que, também, é muito bom. A mediação de conflitos é importante,
necessária, e muitos problemas são resolvidos, mas, muitas vezes, não
basta. Junto com a mediação, infelizmente, tem que haver a punição. Vou
citar um exemplo que não é do ambiente escolar, mas por analogia podemos
refletir sobre essa questão. Por exemplo, o problema de dirigir um
veículo embriagado. A conscientização é importante? Sim. Resolve? Não. É
necessário fiscalização, multa, prisão, etc.
Não estamos conseguindo resolver o problema da
violência nas escolas e, isto é grave. Por quê? Falta, para isso,
entendimento, lucidez. Ou seja, falta pensamento crítico, entender o
“porque” agir e “como” se deve agir. Com tais perguntas é que os
problemas podem ser amenizados. Para resolver, de fato, é preciso sair
da mera indignação moral baseada em emoções passageiras, que tantos
acham magnífico expor. Aqueles que expõem suas emoções se mostram como
pessoas sensíveis, bondosas, creem-se como antecipadamente capacitados
porque emotivos. Porém, não basta. As emoções em relação à violência na
escola passam e tudo continua como antes. Para isso, não podemos ver o
problema da violência sob um só viés. É preciso dialética,
racionalidade, determinação e, sobretudo, a união de todos.
Podemos classificar inúmeras questões que levam a
violência para o ambiente escolar. Por exemplo, os mais gerais:
diferenças sociais, culturais, psicológicas, etc. e tantas outras como:
experiências de frustrações, diferenças de personalidades, competição,
etc. Também, podemos enumerar vários tipos, áreas, níveis de violência.
Cada área do saber tem o seu método próprio de análise, a Filosofia,
Sociologia, Psicologia e o Direito. Hoje, sabemos que a tendência da
desfragmentação do saber é o melhor caminho a trilhar. Amultidisciplinaridade
e a interdisciplinaridade é a proposta em voga de superação da
fragmentação do saber. Somente através do dialogo aliado a práxis
efetiva é que poderemos amenizar o grau de violência no interior das
escolas.
Esse círculo de violência deve ter um olhar mais
universal, principalmente, por aqueles que pensam sobre a educação. É
necessário ver que a violência contra a instituição escolar, contra
colegas e professores e, de certo modo, a violência dos adultos contra
as crianças, também, contém elementos de caracterização bem comuns. A
não aceitação das diferenças em toda a sua amplitude – se é diferente, é
hostilizado, desprezado, humilhado. E quando a vítima reage é
violentada.
A não aceitação das diferenças, também, perpassa
pela escola como instituição, com seus próprios professores,
funcionários e com os próprios alunos. Essa uniformização, isto é,
uniformizar o diferente, é feita com violência – em todos os casos. E
esse comportamento institucional, gera violência.
Não são raros os casos em que o professor que faz a
aula diferente, ainda que seja boa, é admoestado pelo diretor. O
diretor que pensa diferente é castrado pelos supervisores ou pelo
dirigente regional de ensino e, assim, sucessivamente. O aluno que é
diferente, que pergunta demais é admoestado pelo professor e, aquele que
pergunta na hora que a aula está acabando é vaiado pelos colegas. Essas
são pequenas violências que alimentam as grandes violências. Não
reconhecer nesse processo é o nosso grande problema. Atualmente, vivemos
um problema ético de não reconhecimento da nossa incompetência, o
problema sempre são os outros, eu não.
A escola é o primeiro ambiente social que a criança
experimenta, antes disso, ou seja, na socialização primária se
restringe a família, igrejas, vizinhos, enfim, um circuito bastante
restrito. É na escola, aonde ele vai, realmente, experimentar um
ambiente social – lá ele vai aprender a conviver com as diferenças e
constituir um ser para si. Esse ser é para a sociedade.
Por isso, a urgência que se tornou essencial hoje –
e que muitos não percebem, é tratar a violência na escola como um
trabalho de lucidez quanto ao que estamos fazendo com nosso presente,
mas, sobretudo, com o que nele se planta e define o rumo futuro. Para
isso, é preciso renovar nossa capacidade de diálogo e propor um novo
projeto de sociedade no qual o bem de todos esteja realmente em vista.
Fonte: Luiz Nassif OnLine
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Escolas precisam ensinar a combater o bullying
POR Luisa Bustamante
Rio - Há sete anos que a psicóloga Valeria Rezende estuda o bullying, conjunto de agressões físicas e morais geralmente praticadas contra crianças. Autora do livro ‘Bullying não é brincadeira’, ela diz que as escolas precisam se preparar melhor para enfrentar o problema.
Como saber se a criança é vítima de bullying?
A prática é caracterizada pela agressão repetitiva, sem motivo e com o objetivo de ferir o outro. Vale, porém, deixar claro que nem toda gozação é bullying. Os pais acabaram se tornando superprotetores e exagerados a respeito do assunto. Mas é preciso ter muita atenção. Um sinal bastante comum é quando a criança passa o fim de semana bem, mas no domingo, véspera de voltar à escola, passa mal, tem dores de barriga.
O que os pais podem fazer para evitar?
O agressor tem olho clínico, sabe quem não vai reagir ao bullying. Essa criança acaba sendo o alvo. Em geral é tímida, ressabiada, superprotegida. Os pais precisam manter a calma e orientar o filho a ser assertivo, dizer que não gosta de determinada brincadeira e evitar ficar perto do agressor. Mas, se acharem que a integridade do filho está ameaçada, devem procurar a escola.
As escolas estão preparadas para o bullying?
Estão mais conscientes. Procuram levantar a discussão, mas falta o combate diário. Não adianta passar filme para os alunos se a instituição não capacita professores e funcionários. Eles têm que identificar e coibir a prática.
Fonte: O Dia OnLine
domingo, 6 de janeiro de 2013
Violência - ambiente escolar um campo de guerra
UMC
UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES
LUIS MARCOS CRUZ SOUSA
VIOLÊNCIA - AMBIENTE ESCOLAR UM CAMPO DE GUERRA
A educação tem por objetivo formar cidadãos e esses criarem relações pautadas no respeito, valorização e aceitação da pessoa humana, seu meio, a natureza e todas as espécies que coexistem em completa interdependência, contudo as civilizações convivem em todos os tempos com a violência desenfreada e o desrespeito. Passamos por diversas evoluções, da idade da pedra e seus rudimentares inventos até a complexidade de toda nossa era de tecnologias fantásticas e avanços incríveis, todavia convivemos com as mesmas barbáries, em se tratando de relações humanas, como se ainda vivêssemos sem nenhuma evolução.
Desde os primórdios
Até hoje em dia
O homem ainda faz
O que o macaco fazia
Eu não trabalhava
Eu não sabia
Que o homem criava
E também destruía...
Homem Primata
Capitalismo Selvagem...
A letra acima, uma música da banda Titãs, ilustra muito bem todo esse contexto, que tentamos entender, que filósofos pensaram, pesquisadores acumularam e acumulam dados, sociólogos tentam explicar, mas que resultados ainda não se veem, ao contrário... cada vez mais se instaura um quadro de violência insustentável e absurdo.
No livro Juventude Criminalizada, Paulo Ornelas Rosa analisa as formas de sociabilidade refletindo sobre os mecanismos disciplinares e de controle impostos a uma juventude, pobre, marginalizada e estigmatizada em função das relações e condições sociais a que são submetidos, num estado que nutre nos indivíduos uma relação de poder amputadora. Aborda o nosso sistema penitenciário e suas ações socioeducativas e os efeitos que as mesmas causam e o que deveriam de fato produzir, ele, o autor busca justificativas que expliquem toda essa violência que se instaurou. Weber afirma que nenhum efeito é movido apenas por uma causa, o que se percebe é que está no nosso sangue, nas consequências de uma sociedade projetada para o lucro, para a mais valia em detrimento do Homem.
O ser humano é tratado pela cor de pele, sexo, origem genealógica, sexualidade, posses, esquece-se que no final prevalece apenas uma coisa: homem e mulher – pessoas humanas todas iguais, merecendo o mesmo respeito, tratamento, consideração e valorização.
Nossa escola é uma instituição arcaica, que não trabalha as questões que movem o mundo e a vida, sexualidade, morte, amor, ódio não são trabalhados por nossos currículos. Para muitos céticos, violência e criminalidade é tema e papel único da segurança pública, mas o que se percebe é que violência e criminalidade têm atingido patamares alarmantes e assustadores. Faz-se necessário que a escola, em todas as suas vertentes, não importando se de educação infantil ou pós-graduação, assuma uma postura de combate, e nas trincheiras da vida utilize todas as suas armas. A educação pensada, intencional, bem planejada, de fato conforme nossa realidade, tem poder e capacidade de transformação.
Por décadas, a educação "das escolas dos ricos e dos pobres" contribui para o aumento e manutenção da violência.
Racismo, homossexualismo, religião, partidarismo político e esportivo, temas que precisam compor a grade curricular. Chega de matar e morrer por um time, uma religião, pela cor da pele, um estilo musical, pela opção (aceitação) sexual, etc... A escola tem à sua disposição mecanismos capazes de reverter esse quadro. A educação conduz, ou deveria conduzir à aceitação, valorização e consciência da necessidade das diferenças.
É inadimissível uma escola que separa por classes, que tem um nível para um grupo e outro nível para outro, escola de cotas, de bolsas, de ricos, de pobres, de brancos, de negros. A escola é patrimônio da humanidade e para tanto tem que ser de fato e de direito para todos, indistintamente para todos e de todos. Precisa-se ir à escola, fazer escola, ser escola.
"[...] O objetivo da educação é a integração – a preparação da criança para seu lugar na sociedade, não apenas em termos vocacionais... então não é de informação que ela precisa, mas de sabedoria, equilíbrio, auto-realização, entusiasmo...qualidades que só podem vir de um treinamento unificado dos sentidos para atividade de viver."(READ, Herbert .2001, p. 256)".
Somos violentados por um sistema de avaliação que não estimula o pensar, a instituição escola: programa – não constroi seres pensantes!
Evasão, trauma, pânico, rejeição é o que a avaliação escolar tem gerado nos indivíduos.
O modelo atual de avaliação pouco se mede, temos questionários mal formulados, indiferentes a uma realidade de uma educação construtivista, ainda mais, nosso modelo de educação é construtivista, a avaliação é arcaica, tradicionalista. Na maior parte das vezes, não leva ao raciocínio, estimula-se apenas a memorização.
"[...] Porém, nada é mais fugaz, superficial, aleatório que um produto pretensamente acabado em uma avaliação estritamente escolar. Todos sabem muito bem que esse produto pode ser o resultado de uma conjuntura particularmente favorável, de uma estratégia de decodificação da expectativas do ensino – que não é garantia nenhuma da compreensão da questão ou da aquisição provisória de reflexos mentais fundados eles próprios sobre uma memória muito volátil. (MEIRIEU, Philipe, 2002, p. 242)
Nossos vestibulares, concursos, exames, etc... São verdadeiras sessões de torturas que traumatizam, e de fato não medem conhecimentos construídos, não forma indivíduos pensantes, cria-se apenas, "robozinhos em série".
Qual seria o modelo ideal de avaliação? Como medir o resultado, o teor e a qualidade da aprendizagem? Como ter certeza suficiente da capacidade, mediante uma avaliação de competências?
O que todo esse sistema tem gerado?
Temos um quadro de violência assustador, alunos fuzilando colegas dentro das salas de aula, trotes que transformam universidades em campo de concentração, bulling, professores se degladiando, tudo fruto dum estado militarizado que também convive com um estado paralelo e altamente militarizado – sem regras – sem pudor – sem leis. No livro Vigiar e Punir Michel Foucault, atribui tudo isso ao estado e suas relações de poder gerando todo um contexto social por trás da delinquência e criminalidade.
"[...] O radical, comprometido com a libertação dos homens, não se deixa prender em "circulos de segurança...", nos quais aprisione também a realidade. (Freire, Paulo, Pedagogia do Oprimido, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2005 )
Em face de tantas transformações que o presente momento nos propicia, a essa escola, principal meio de difusão do conhecimento, órgão formador, e espaço para a pesquisa, cabe uma postura firme de não aceitação do mecanicismo tradicionalista, do fazer por fazer, da falta de compromisso.
"[...] Ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para sua própria produção ou sua construção [...]" (FREIRE, 1996, p. 52).
Ergue-te escola altruísta, mostra a tua cara, cumpre o teu papel, educa, mas com intenção, apresente caminhos, mas deixa esse indivíduo que a te procura, andar com suas próprias pernas, permita que ele se transforme, que seja pensante, ativo, dinâmico.
"[...] A situação, na medida em que é concebida em sua globalidade e escapa ao condicionamento linear, na medida em que é oferecida à atividade pessoal imprevisível e invisível do aprendiz, representa uma espécie de "renúncia" do poder do formador que permite ao sujeito que aprende assumir ele próprio o poder sobre sua aprendizagem. (MEIRIEU, Philipe. 2002, p. 242)
Procura-se uma escola que mobilize todas as ferramentas de que dispõe, que grite bem alto, e esse grito incomode e desperte do sono e do seu berço esplendido, toda uma geração. Só assim teremos uma sociedade mais humana, nos tornaremos de fato, mais gente!
Escola crítica, com visão ambiental e do trânsito, em constante vigilância metodológica, pedagógica, epistemológica, na condução dum projeto pedagógico que envolva valores econômicos, culturais, sociais e políticos. A bendita escola da vida pela vida, que problematize e conduza o sujeito aprendente à tão sonhada cartase de Wachowicz.
Escola, escola, escola... Qual o teu papel? Nas trincheiras da vida e do viver só te cabe uma coisa rasgar com todo esse mecanismo de poder, para que o grande outro – a verdade, crieem paradigmas concretos que rompam definitivamente com toda herança negativa que fora tatuada em nosso homo sapiens atrelando-nos ao estado perene de Hominideos.
Daí o empenho em transformar a escola em uma forma, uma forma de vida social, uma comunidade em miniatura, em harmonia com as experiências fora do âmbito da escola. (MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa, 1990, p. 54)
Toda essa teia emblemática nos revela uma realidade nua e crua: constroi-se mais estabelecimentos prisionais que instutuições escolares, num modelo socio-punitivo que não se sabe ser o mais coerente, que não reeduca, reintegra, ressorcializa. Por outra visão não se percebe intenção por parte desse indivíduo encarceirado de qualquer ressocialização, conforme Foucault, Ornelas e Freire, o sistema carcerário produz tudo isso, entretanto percebe-se que os estabelecimentos prisionais têm sido vistos e pensados por parte daqueles que pra li são conduzidos, como faculdades do crime, aqueles que por esses estabelecimentos passam, perante o crime passam a ter mais valor, a serem mais respeitados. Acertadamente os três pensadores referidos defendem a tese que o estado apenas vigia e pune, mas na cotramão de todo esse pensar percebo que à medida que ao longo do tempo as penas foram se abrandando, a impunidade fora se apliando, uma inversão de valores jamais vista passou a tratar culpados como vítimas e vítimas como números.
O crime tem faculdades, auxílio reclusão diga se de passagem maior que o salário mínimo vigente no país, visita intima, alimentação de boa qualidade, defensores de direitos humanos, que mais parece direito de bandidos, armamento eficiente, e liberdade plena para matar, invadir, violentar, saquear – são vítimas, coitadinhos construidos por um estado militarizado e desumano.
Enquanto não acordamos para essa realidade e culpados forem tratados como tal; leis que realmente levem em condição a realidade da violência e da sociedade com todo o seu contexto histórico, social, politico, cultural e filosófico; esbelecimentos prisionais conforme tipo de delito e o cidadão de bem seja tratado, reverenciado como pessoa de fato humana, nada mudará. E a violência transformará nossas instituições educacionais em verdadeiros campos de guerra, torturas – campos de concentração.
Luis Marcos Cruz Sousa - Perfil do Autor:
Pedagogo, especializando em psicopedagogia pela UMC
UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES
LUIS MARCOS CRUZ SOUSA
VIOLÊNCIA - AMBIENTE ESCOLAR UM CAMPO DE GUERRA
A educação tem por objetivo formar cidadãos e esses criarem relações pautadas no respeito, valorização e aceitação da pessoa humana, seu meio, a natureza e todas as espécies que coexistem em completa interdependência, contudo as civilizações convivem em todos os tempos com a violência desenfreada e o desrespeito. Passamos por diversas evoluções, da idade da pedra e seus rudimentares inventos até a complexidade de toda nossa era de tecnologias fantásticas e avanços incríveis, todavia convivemos com as mesmas barbáries, em se tratando de relações humanas, como se ainda vivêssemos sem nenhuma evolução.
Desde os primórdios
Até hoje em dia
O homem ainda faz
O que o macaco fazia
Eu não trabalhava
Eu não sabia
Que o homem criava
E também destruía...
Homem Primata
Capitalismo Selvagem...
A letra acima, uma música da banda Titãs, ilustra muito bem todo esse contexto, que tentamos entender, que filósofos pensaram, pesquisadores acumularam e acumulam dados, sociólogos tentam explicar, mas que resultados ainda não se veem, ao contrário... cada vez mais se instaura um quadro de violência insustentável e absurdo.
No livro Juventude Criminalizada, Paulo Ornelas Rosa analisa as formas de sociabilidade refletindo sobre os mecanismos disciplinares e de controle impostos a uma juventude, pobre, marginalizada e estigmatizada em função das relações e condições sociais a que são submetidos, num estado que nutre nos indivíduos uma relação de poder amputadora. Aborda o nosso sistema penitenciário e suas ações socioeducativas e os efeitos que as mesmas causam e o que deveriam de fato produzir, ele, o autor busca justificativas que expliquem toda essa violência que se instaurou. Weber afirma que nenhum efeito é movido apenas por uma causa, o que se percebe é que está no nosso sangue, nas consequências de uma sociedade projetada para o lucro, para a mais valia em detrimento do Homem.
O ser humano é tratado pela cor de pele, sexo, origem genealógica, sexualidade, posses, esquece-se que no final prevalece apenas uma coisa: homem e mulher – pessoas humanas todas iguais, merecendo o mesmo respeito, tratamento, consideração e valorização.
Nossa escola é uma instituição arcaica, que não trabalha as questões que movem o mundo e a vida, sexualidade, morte, amor, ódio não são trabalhados por nossos currículos. Para muitos céticos, violência e criminalidade é tema e papel único da segurança pública, mas o que se percebe é que violência e criminalidade têm atingido patamares alarmantes e assustadores. Faz-se necessário que a escola, em todas as suas vertentes, não importando se de educação infantil ou pós-graduação, assuma uma postura de combate, e nas trincheiras da vida utilize todas as suas armas. A educação pensada, intencional, bem planejada, de fato conforme nossa realidade, tem poder e capacidade de transformação.
Por décadas, a educação "das escolas dos ricos e dos pobres" contribui para o aumento e manutenção da violência.
Racismo, homossexualismo, religião, partidarismo político e esportivo, temas que precisam compor a grade curricular. Chega de matar e morrer por um time, uma religião, pela cor da pele, um estilo musical, pela opção (aceitação) sexual, etc... A escola tem à sua disposição mecanismos capazes de reverter esse quadro. A educação conduz, ou deveria conduzir à aceitação, valorização e consciência da necessidade das diferenças.
É inadimissível uma escola que separa por classes, que tem um nível para um grupo e outro nível para outro, escola de cotas, de bolsas, de ricos, de pobres, de brancos, de negros. A escola é patrimônio da humanidade e para tanto tem que ser de fato e de direito para todos, indistintamente para todos e de todos. Precisa-se ir à escola, fazer escola, ser escola.
"[...] O objetivo da educação é a integração – a preparação da criança para seu lugar na sociedade, não apenas em termos vocacionais... então não é de informação que ela precisa, mas de sabedoria, equilíbrio, auto-realização, entusiasmo...qualidades que só podem vir de um treinamento unificado dos sentidos para atividade de viver."(READ, Herbert .2001, p. 256)".
Somos violentados por um sistema de avaliação que não estimula o pensar, a instituição escola: programa – não constroi seres pensantes!
Evasão, trauma, pânico, rejeição é o que a avaliação escolar tem gerado nos indivíduos.
O modelo atual de avaliação pouco se mede, temos questionários mal formulados, indiferentes a uma realidade de uma educação construtivista, ainda mais, nosso modelo de educação é construtivista, a avaliação é arcaica, tradicionalista. Na maior parte das vezes, não leva ao raciocínio, estimula-se apenas a memorização.
"[...] Porém, nada é mais fugaz, superficial, aleatório que um produto pretensamente acabado em uma avaliação estritamente escolar. Todos sabem muito bem que esse produto pode ser o resultado de uma conjuntura particularmente favorável, de uma estratégia de decodificação da expectativas do ensino – que não é garantia nenhuma da compreensão da questão ou da aquisição provisória de reflexos mentais fundados eles próprios sobre uma memória muito volátil. (MEIRIEU, Philipe, 2002, p. 242)
Nossos vestibulares, concursos, exames, etc... São verdadeiras sessões de torturas que traumatizam, e de fato não medem conhecimentos construídos, não forma indivíduos pensantes, cria-se apenas, "robozinhos em série".
Qual seria o modelo ideal de avaliação? Como medir o resultado, o teor e a qualidade da aprendizagem? Como ter certeza suficiente da capacidade, mediante uma avaliação de competências?
O que todo esse sistema tem gerado?
Temos um quadro de violência assustador, alunos fuzilando colegas dentro das salas de aula, trotes que transformam universidades em campo de concentração, bulling, professores se degladiando, tudo fruto dum estado militarizado que também convive com um estado paralelo e altamente militarizado – sem regras – sem pudor – sem leis. No livro Vigiar e Punir Michel Foucault, atribui tudo isso ao estado e suas relações de poder gerando todo um contexto social por trás da delinquência e criminalidade.
"[...] O radical, comprometido com a libertação dos homens, não se deixa prender em "circulos de segurança...", nos quais aprisione também a realidade. (Freire, Paulo, Pedagogia do Oprimido, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2005 )
Em face de tantas transformações que o presente momento nos propicia, a essa escola, principal meio de difusão do conhecimento, órgão formador, e espaço para a pesquisa, cabe uma postura firme de não aceitação do mecanicismo tradicionalista, do fazer por fazer, da falta de compromisso.
"[...] Ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para sua própria produção ou sua construção [...]" (FREIRE, 1996, p. 52).
Ergue-te escola altruísta, mostra a tua cara, cumpre o teu papel, educa, mas com intenção, apresente caminhos, mas deixa esse indivíduo que a te procura, andar com suas próprias pernas, permita que ele se transforme, que seja pensante, ativo, dinâmico.
"[...] A situação, na medida em que é concebida em sua globalidade e escapa ao condicionamento linear, na medida em que é oferecida à atividade pessoal imprevisível e invisível do aprendiz, representa uma espécie de "renúncia" do poder do formador que permite ao sujeito que aprende assumir ele próprio o poder sobre sua aprendizagem. (MEIRIEU, Philipe. 2002, p. 242)
Procura-se uma escola que mobilize todas as ferramentas de que dispõe, que grite bem alto, e esse grito incomode e desperte do sono e do seu berço esplendido, toda uma geração. Só assim teremos uma sociedade mais humana, nos tornaremos de fato, mais gente!
Escola crítica, com visão ambiental e do trânsito, em constante vigilância metodológica, pedagógica, epistemológica, na condução dum projeto pedagógico que envolva valores econômicos, culturais, sociais e políticos. A bendita escola da vida pela vida, que problematize e conduza o sujeito aprendente à tão sonhada cartase de Wachowicz.
Escola, escola, escola... Qual o teu papel? Nas trincheiras da vida e do viver só te cabe uma coisa rasgar com todo esse mecanismo de poder, para que o grande outro – a verdade, crieem paradigmas concretos que rompam definitivamente com toda herança negativa que fora tatuada em nosso homo sapiens atrelando-nos ao estado perene de Hominideos.
Daí o empenho em transformar a escola em uma forma, uma forma de vida social, uma comunidade em miniatura, em harmonia com as experiências fora do âmbito da escola. (MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa, 1990, p. 54)
Toda essa teia emblemática nos revela uma realidade nua e crua: constroi-se mais estabelecimentos prisionais que instutuições escolares, num modelo socio-punitivo que não se sabe ser o mais coerente, que não reeduca, reintegra, ressorcializa. Por outra visão não se percebe intenção por parte desse indivíduo encarceirado de qualquer ressocialização, conforme Foucault, Ornelas e Freire, o sistema carcerário produz tudo isso, entretanto percebe-se que os estabelecimentos prisionais têm sido vistos e pensados por parte daqueles que pra li são conduzidos, como faculdades do crime, aqueles que por esses estabelecimentos passam, perante o crime passam a ter mais valor, a serem mais respeitados. Acertadamente os três pensadores referidos defendem a tese que o estado apenas vigia e pune, mas na cotramão de todo esse pensar percebo que à medida que ao longo do tempo as penas foram se abrandando, a impunidade fora se apliando, uma inversão de valores jamais vista passou a tratar culpados como vítimas e vítimas como números.
O crime tem faculdades, auxílio reclusão diga se de passagem maior que o salário mínimo vigente no país, visita intima, alimentação de boa qualidade, defensores de direitos humanos, que mais parece direito de bandidos, armamento eficiente, e liberdade plena para matar, invadir, violentar, saquear – são vítimas, coitadinhos construidos por um estado militarizado e desumano.
Enquanto não acordamos para essa realidade e culpados forem tratados como tal; leis que realmente levem em condição a realidade da violência e da sociedade com todo o seu contexto histórico, social, politico, cultural e filosófico; esbelecimentos prisionais conforme tipo de delito e o cidadão de bem seja tratado, reverenciado como pessoa de fato humana, nada mudará. E a violência transformará nossas instituições educacionais em verdadeiros campos de guerra, torturas – campos de concentração.
Luis Marcos Cruz Sousa - Perfil do Autor:
Pedagogo, especializando em psicopedagogia pela UMC
sábado, 5 de janeiro de 2013
DEPOIMENTOS livro "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo." autor MAR'JUNIOR
Por Aline Nascimento (professora), "Aí, você começa a ler um livro, e descobre que não é só mais um livro, mas sim, O livro. Me vi em várias situações que cuidadosamente o autor descreve e faz com que o leitor não sinta vontade de parar de ler, a menos que tenha terminado toda a leitura. Volta e meia, no decorrer do dia a dia, vejo, ouço ou me lembro de algum fato que me remete a essa ou aquela história do livro. Seria perfeito se todos os adultos pudessem ter a oportunidade de conhecer esse belíssimo trabalho.
Eu super recomendo a leitura do livro "Bullying Eu sofri, Eu pratiquei, Eu hoje conscientizo. Agradeço ao autor desta inenarrável obra, o Mar'Junior, pela oportunidade de partilhar conosco um pouco da sua história, nos mostrando que podemos sim fazer diferente e, consequentemente, fazer a diferença."
Por Eliane Souza Oliveira (professora), "Escrever um livro, definitivamente não é algo tão simples e, sendo a sua biografia é ainda mais delicado, é como que se despir de tudo aquilo que, até então é só nosso, para tornar de conhecimento de todos. Parabéns pela coragem da qual se revestiu, saiba que tens meu respeito e admiração por ter realizado um projeto tão audacioso. Parabéns pela história, pela superação, pela sabedoria com a qual conduzia a sua vida e a vida das pessoas a quem ama, sua família. O melhor disso tudo, é poder de alguma maneira, ajudar alguém através de um amigo, obrigada pela oportunidade. Aos educadores, que convivem no dia a dia com situações semelhantes, indico a leitura com o objetivo de compreender melhor, os conflitos que nem sempre estamos preparados para conduzi-los. Muito bom, uma lição de vida."
Por Yara Souza (estudante), "Mar'Junior, primeiramente quero te dar os parabéns pelo lindo projeto que você vem fazendo. Li o seu livro e simplesmente adorei, pois me identifiquei em muitas ocasiões,muitas pessoas já passaram por situações parecidas com a sua,e espero que todas elas leiam este livro. Sempre te adimirei e agora que conheço parte da sua história te admiro mais ainda. Que Deus ilumine cada dia mais você e sua familia pois vocês merecem. Sucesso nessa caminhada... Beijos!!!"
Por Fernanda Carla Freitas (administradora), "Terminei a leitura do livro "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo" do autor Mar'Junior. O que mais me chamou atenção na leitura, não foi somente a terrível violência psicológica que o autor sofreu, mas a despeito de tanto, sofrimento, como ele conseguiu dar a volta por cima, tornando-se, ao contrário do que viveu, um homem de excelência, cidadão, profissional e acima de tudo um pai amoroso que criou seus filhos envoltos em amor e proporcionou a eles um lar embebido de união fraternal... Quando muitos que tiveram destinos parecidos seguem pelos caminhos das drogas e terríveis coisas sem volta, ele, sabiamente escolheu caminho da melhor parte...descubra vc tbm lendo este excepcional livro em 2013!!!!"
Por Luciana Lago (produtora), "Meu querido amigo e parceiro profissional. Parabéns! Estou lendo seu livro. Parabéns por sua coragem de se expor, por seu próximo. Pois só é capaz de amar sem doenças quem é capaz de se amar. E você se amou, se dando o amor, o colo e o cuidado que não precisou buscar nos outros, você se bancou. Encarou a realidade com humildade e ser humilde não é se humilhar e sim encarar a realidade e entender a vida, sendo até mesmo capaz de compartilhar isso com seu próximo. Sucesso!"
Eu super recomendo a leitura do livro "Bullying Eu sofri, Eu pratiquei, Eu hoje conscientizo. Agradeço ao autor desta inenarrável obra, o Mar'Junior, pela oportunidade de partilhar conosco um pouco da sua história, nos mostrando que podemos sim fazer diferente e, consequentemente, fazer a diferença."
Por Eliane Souza Oliveira (professora), "Escrever um livro, definitivamente não é algo tão simples e, sendo a sua biografia é ainda mais delicado, é como que se despir de tudo aquilo que, até então é só nosso, para tornar de conhecimento de todos. Parabéns pela coragem da qual se revestiu, saiba que tens meu respeito e admiração por ter realizado um projeto tão audacioso. Parabéns pela história, pela superação, pela sabedoria com a qual conduzia a sua vida e a vida das pessoas a quem ama, sua família. O melhor disso tudo, é poder de alguma maneira, ajudar alguém através de um amigo, obrigada pela oportunidade. Aos educadores, que convivem no dia a dia com situações semelhantes, indico a leitura com o objetivo de compreender melhor, os conflitos que nem sempre estamos preparados para conduzi-los. Muito bom, uma lição de vida."
Por Yara Souza (estudante), "Mar'Junior, primeiramente quero te dar os parabéns pelo lindo projeto que você vem fazendo. Li o seu livro e simplesmente adorei, pois me identifiquei em muitas ocasiões,muitas pessoas já passaram por situações parecidas com a sua,e espero que todas elas leiam este livro. Sempre te adimirei e agora que conheço parte da sua história te admiro mais ainda. Que Deus ilumine cada dia mais você e sua familia pois vocês merecem. Sucesso nessa caminhada... Beijos!!!"
Por Fernanda Carla Freitas (administradora), "Terminei a leitura do livro "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo" do autor Mar'Junior. O que mais me chamou atenção na leitura, não foi somente a terrível violência psicológica que o autor sofreu, mas a despeito de tanto, sofrimento, como ele conseguiu dar a volta por cima, tornando-se, ao contrário do que viveu, um homem de excelência, cidadão, profissional e acima de tudo um pai amoroso que criou seus filhos envoltos em amor e proporcionou a eles um lar embebido de união fraternal... Quando muitos que tiveram destinos parecidos seguem pelos caminhos das drogas e terríveis coisas sem volta, ele, sabiamente escolheu caminho da melhor parte...descubra vc tbm lendo este excepcional livro em 2013!!!!"
Por Luciana Lago (produtora), "Meu querido amigo e parceiro profissional. Parabéns! Estou lendo seu livro. Parabéns por sua coragem de se expor, por seu próximo. Pois só é capaz de amar sem doenças quem é capaz de se amar. E você se amou, se dando o amor, o colo e o cuidado que não precisou buscar nos outros, você se bancou. Encarou a realidade com humildade e ser humilde não é se humilhar e sim encarar a realidade e entender a vida, sendo até mesmo capaz de compartilhar isso com seu próximo. Sucesso!"
Por Teresa Cristina (estudante), "O
livro é maravilhoso, comovente mostra lições que muitas vezes
aprendemos ao longo da vida. É uma história de fé, de esperança e acima
de tudo, de superação. Nos fazendo em muitos momentos lembrar da nossa
própria infância ou situações que já passamos, levando-nos a repensar
nossos atos e para que fomos criados. Deus nos fez humanos para agirmos
humanamente, seja com o próximo, com os nossos pais,
filhos e até mesmo com o desconhecido, e passarmos isso adiante por
meio de nossas ações. Além de tudo, o livro é um ato de amor para com o
próximo pois ao comprar você estará ajudando a GABI que tem uma doença
rara e fatal chamada SANDHOFF e precisa de uma chance para viver! Ajudar
ao próximo é mais do que um ato de bondade! Um pouco sobre a história
da GABI: www.unidaspelavida.com - Nome do Livro: BULLYING. EU SOFRI. EU PRATIQUEI. EU HOJE CONSCIENTIZO."
Por Márcia Neves (professora), "Achei o livro "BULLYING EU SOFRI. EU PRATIQUEI. HOJE EU CONSCIENTIZO" sensacional. Super recomendo a leitura, principalmente por profissionais da educação. É uma história comovente, mais ainda por ser verdadeira e que graças a Deus, teve um desfecho feliz. Parabéns, amigo, você tem uma missão importantíssima neste cenário de violência no qual vivemos, não só na educação, mas na sociedade em geral. A família está realmente perdendo a capacidade de transmitir valores e as crianças estão sendo afastadas do convívio familiar cada vez mais cedo,com o incentivo à construção de creches e escolas de horário integral, o que agrava ainda mais a situação. As creches são úteis, sem dúvida, para mães que precisam trabalhar, mas o que temos visto são crianças que têm mães em casa o dia inteiro e optam por matricular seus filhos em creches incentivadas pela política educacional que afirma ser um direito da criança. Um direito, mas não uma obrigação. Por mais que a escola trabalhe valores éticos e morais, e é claro, deve sim trabalhar, é na família que eles irão se consolidar. Sua experiência pessoal mostra que é possível ter esperanças e que transformações acontecem. E você deu a volta por cima. Que Deus o abençoe neste trabalho tão útil para as nossas crianças, jovens e até mesmo para os adultos."
Por Débora Mariotti (jornalista), "O livro Bullying não pode faltar na sua cabeçeira, ajuda a conscientizar aqueles que precisam dessa auto-ajuda tão preciosa. Vale a pena ler e sentir o que Mar'Junior viveu ele revela com a sua alma iluminada. É fantástico a história triste, uma hora alegre e engraçada, mas a superação foi um dos elementos mais qualificativo na sua experiência que ele nos passa com total emoção. Um pesadelo que tormentava sua origem e ele mais do que nunca soube extrair com classe as adversidades, as diferenças de um lado irracional das pessoas que faziam dele um alvo de gozação. Isso é muito bom para pessoas que pensam que são como um palhaço no picadeiro e se sentem infelizes em ser mais uma bola da vez. Eu recomendo e garanto que esse livro irá abrir a mente de muitos e acrescentar algo tão essencial que é o amor pelo próximo. Uma das qualidades que é muito difícil num ser humano AMOR, hoje em dia é o EGO que fala mais alto, infelizes daqueles que ostentam seu Ego, viemos do pó e do pó voltaremos."
Por Cristina Pelizzari (corretora), "Olá querido amigo, vim aqui agradecer por fazer me envolver neste livro tão cativante, me senti em mts momentos vivendo a sua própria história (mts situações similares com minha própria vida tb), senti até vontade de escrever um livro...., de tão motivada que fiquei. Obrigada por uma leitura tão didática, tão real, e tão simples na sua forma de exposição, o que o faz grande neste projeto. Deus te abençoou em tranformar sua dor em luta. Parabéns e que seu livro alcance tantos corações feridos, e sabendo que existe caminho para cura. Perdão e Amor!!! Sucesso e luz!!! Grande abraço!!!"
Por Allana Damas (estudante), "Eu amei ler esse livro. Achei interessante o modo como você falou de sua vida livremente e de você não ter ficado magoado com nada e mesmo depois de tudo isso ser um ótimo pai. Você com certeza conseguiu me ajudar e muito e tenho certeza que não foi só eu, mas todas as pessoas que leram esse livro. Parabéns por esse livro maravilhoso."
Por Rosangela Alves (contadora), "Acabei de ler o seu livro e tenho que dizer-lhe o quanto você se mostrou corajoso. Sua narrativa é sem máscara. Você se mostra totalmente. Conta sua história de forma livre, sem preconceitos, querendo transmitir tudo que você sofreu. Digo-lhe mais uma vez, você foi muito corajoso, eu não teria a mesma coragem de me expor desta maneira. Espero que este livro, vá de encontro as suas expectativas, que ele encontre pessoas e que possa ajudá-las no combate a esta "doença" chamada bullying. Aprendi que o bullying vai além das escolas. Surge onde menos esperamos, o seio familiar. Que a falta de amor é a sua base. Desejo de coração, que as vendas cresçam cada vez mais e que seus objetivos sejam alcançados. Parabéns!"
Por Valmir Rodrigues (revisor), "Mais do que uma tarefa, a leitura e revisão de seu livro MAR'JUNIOR, me proporcionaram maior conhecimento sobre um tema palpitante, especialmente pela forma como você apresentou abordagens distintas, o que enriquece ainda mais a sua obra."
Por Junior Beéfierri (ator e professor), "Acabei de ler o livro "BULLYING - Eu sofri. Eu pratiquei. Eu hoje conscientizo." do mestre Mar'Junior... É bom vermos uma pessoa que passou por diversos problemas no passado e hoje em dia tudo superou e se tornou um vencedor. Mar' sabe muito bem que não tenho o hábito frequente da leitura, mas as histórias são muito envolventes, emocionantes... muitas eu já conhecia, outras não. Peguei o livro agora próximo as 20h e fui até às 22h... nem precisei usar o marcador de páginas. Indico a todos essa obra, vale a pena, um livro acima de tudo educativo. E lembrando que em breve ocorrerá o lançamento do livro em diversos locais, compareça e garanta a sua edição. Obrigado pela leitura Mar'"
Por Patrick Moraes (ator, diretor e professor), "Acabei de ler o livro "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo", do meu pai Mar'Junior. Recomendo a todos que possuem uma familia ou que queiram construir uma familia. É uma historia de vida! Lendo, percebo que há solução para tudo nesta vida, inclusive para acabar com este mal que vem penetrando nossas crianças e adolescentes. Basta ter AMOR! O amor vence tudo, supera todas as barreiras. Quando há amor, há vida! Vale muito a pena ler e se emocionar com a historia de vida dele."
Por Shirlei Cardão (administradora e pastora), "Em apenas 24 horas li o livro de meu querido amigo e ovelha Mar'Junior que tem o título: "Bullying - Eu sofri. Eu pratiquei. EU hoje conscientizo.". O livro me prendeu do começo ao fim. Um parágrafo me chamou MUITA atenção: Nos últimos 20 anos muitas pessoas de formaram, certo? E nunca tivemos no Brasil um índice de profissionais, em todas as áreas, de qualidades tão deficientes. É só ler nos jornais, ver nas TV's, andar pelos hospitais, nas repartições, no judiciário, nas delegacias, nas ruas e principalmente nas escolas. Porque todos esses profissionais vieram de um único lugar: DE UMA FAMÍLIA DESESTRUTURADA" (meu grifo). Esse livro testemunha a violência emocional sofrida pelo autor e forma que isso corroborou para que ele se transformasse em um agente do mal durante algum tempo mas, através de sua conversão a JESUS CRISTO, ele foi gradativamente sendo curado e liberto e hoje conscientiza. É uma leitura que eu gostaria que TODAS as pessoas, TODO o mundo, se possível for (e para DEUS não há impossíveis), façam o mais breve possível. Não há idade para fazê-lo! Fica a dica! Deus os abençoe!!!!"
Por Prisiclla Moraes (professora e atriz), "Hoje pela manhã fui dar aula numa escola na Praça Seca em Jacarepaguá. Ao entrar, me deparo com um cartaz na porta com o livro do meu pai. Estava comentando do lançamento e noite de autógrafos no Supermercado Mundial no dia 14. Logo depois, encontro com a diretora, que me informou que todos os alunos receberam um bilhete para mostrarem aos seus pais sobre este mesmo lançamento. Fiquei muito feliz em saber que as pessoas estão se mobilizando para que o livro do meu pai possa estar contribuindo para acabar com este mal - bullying! Ganhei o dia!!!"
Por Natasha Nic (atriz), "Mar', terminei hoje de ler seu livro. Fiquei estupefada com as coisas que você passou com seu pai... Agora mais do que nunca admiro muito seu trabalho e tenho orgulho em fazer parte da companhia. Espero que possamos trabalhar muito juntos ainda, que isso que fizemos até agora seja só o começo. Não desista do seu trabalho, da sua arte. Você ainda tem uma missão muito grande. Beijooos"
Por Elza Braz (funcionária pública), "Mar' querido, seu livro é muito forte, muito corajoso e estou muito orgulhosa de ver sua superação e ter passado por tanta dor, sem ficar amargo e ainda passar muito amor e respeito pára as pessoas, pois vc é puro coração, meu querido e muito me orgulha de compartilhar com vc desta sua vitória !!! Que Deus continue te abençoando muito, pois vc é um VENCEDOR !!! Dia 09 de Novembro, na Livraria Saraiva, na Tijuca !! Valeu Mar', e como valeu !!! Parabéns por este livro, pq ele é um presente pára nós !!! Vc é Dez !!!"
Por Márcia Neves (professora), "Achei o livro "BULLYING EU SOFRI. EU PRATIQUEI. HOJE EU CONSCIENTIZO" sensacional. Super recomendo a leitura, principalmente por profissionais da educação. É uma história comovente, mais ainda por ser verdadeira e que graças a Deus, teve um desfecho feliz. Parabéns, amigo, você tem uma missão importantíssima neste cenário de violência no qual vivemos, não só na educação, mas na sociedade em geral. A família está realmente perdendo a capacidade de transmitir valores e as crianças estão sendo afastadas do convívio familiar cada vez mais cedo,com o incentivo à construção de creches e escolas de horário integral, o que agrava ainda mais a situação. As creches são úteis, sem dúvida, para mães que precisam trabalhar, mas o que temos visto são crianças que têm mães em casa o dia inteiro e optam por matricular seus filhos em creches incentivadas pela política educacional que afirma ser um direito da criança. Um direito, mas não uma obrigação. Por mais que a escola trabalhe valores éticos e morais, e é claro, deve sim trabalhar, é na família que eles irão se consolidar. Sua experiência pessoal mostra que é possível ter esperanças e que transformações acontecem. E você deu a volta por cima. Que Deus o abençoe neste trabalho tão útil para as nossas crianças, jovens e até mesmo para os adultos."
Por Débora Mariotti (jornalista), "O livro Bullying não pode faltar na sua cabeçeira, ajuda a conscientizar aqueles que precisam dessa auto-ajuda tão preciosa. Vale a pena ler e sentir o que Mar'Junior viveu ele revela com a sua alma iluminada. É fantástico a história triste, uma hora alegre e engraçada, mas a superação foi um dos elementos mais qualificativo na sua experiência que ele nos passa com total emoção. Um pesadelo que tormentava sua origem e ele mais do que nunca soube extrair com classe as adversidades, as diferenças de um lado irracional das pessoas que faziam dele um alvo de gozação. Isso é muito bom para pessoas que pensam que são como um palhaço no picadeiro e se sentem infelizes em ser mais uma bola da vez. Eu recomendo e garanto que esse livro irá abrir a mente de muitos e acrescentar algo tão essencial que é o amor pelo próximo. Uma das qualidades que é muito difícil num ser humano AMOR, hoje em dia é o EGO que fala mais alto, infelizes daqueles que ostentam seu Ego, viemos do pó e do pó voltaremos."
Por Cristina Pelizzari (corretora), "Olá querido amigo, vim aqui agradecer por fazer me envolver neste livro tão cativante, me senti em mts momentos vivendo a sua própria história (mts situações similares com minha própria vida tb), senti até vontade de escrever um livro...., de tão motivada que fiquei. Obrigada por uma leitura tão didática, tão real, e tão simples na sua forma de exposição, o que o faz grande neste projeto. Deus te abençoou em tranformar sua dor em luta. Parabéns e que seu livro alcance tantos corações feridos, e sabendo que existe caminho para cura. Perdão e Amor!!! Sucesso e luz!!! Grande abraço!!!"
Por Allana Damas (estudante), "Eu amei ler esse livro. Achei interessante o modo como você falou de sua vida livremente e de você não ter ficado magoado com nada e mesmo depois de tudo isso ser um ótimo pai. Você com certeza conseguiu me ajudar e muito e tenho certeza que não foi só eu, mas todas as pessoas que leram esse livro. Parabéns por esse livro maravilhoso."
Por Rosangela Alves (contadora), "Acabei de ler o seu livro e tenho que dizer-lhe o quanto você se mostrou corajoso. Sua narrativa é sem máscara. Você se mostra totalmente. Conta sua história de forma livre, sem preconceitos, querendo transmitir tudo que você sofreu. Digo-lhe mais uma vez, você foi muito corajoso, eu não teria a mesma coragem de me expor desta maneira. Espero que este livro, vá de encontro as suas expectativas, que ele encontre pessoas e que possa ajudá-las no combate a esta "doença" chamada bullying. Aprendi que o bullying vai além das escolas. Surge onde menos esperamos, o seio familiar. Que a falta de amor é a sua base. Desejo de coração, que as vendas cresçam cada vez mais e que seus objetivos sejam alcançados. Parabéns!"
Por Valmir Rodrigues (revisor), "Mais do que uma tarefa, a leitura e revisão de seu livro MAR'JUNIOR, me proporcionaram maior conhecimento sobre um tema palpitante, especialmente pela forma como você apresentou abordagens distintas, o que enriquece ainda mais a sua obra."
Por Junior Beéfierri (ator e professor), "Acabei de ler o livro "BULLYING - Eu sofri. Eu pratiquei. Eu hoje conscientizo." do mestre Mar'Junior... É bom vermos uma pessoa que passou por diversos problemas no passado e hoje em dia tudo superou e se tornou um vencedor. Mar' sabe muito bem que não tenho o hábito frequente da leitura, mas as histórias são muito envolventes, emocionantes... muitas eu já conhecia, outras não. Peguei o livro agora próximo as 20h e fui até às 22h... nem precisei usar o marcador de páginas. Indico a todos essa obra, vale a pena, um livro acima de tudo educativo. E lembrando que em breve ocorrerá o lançamento do livro em diversos locais, compareça e garanta a sua edição. Obrigado pela leitura Mar'"
Por Patrick Moraes (ator, diretor e professor), "Acabei de ler o livro "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo", do meu pai Mar'Junior. Recomendo a todos que possuem uma familia ou que queiram construir uma familia. É uma historia de vida! Lendo, percebo que há solução para tudo nesta vida, inclusive para acabar com este mal que vem penetrando nossas crianças e adolescentes. Basta ter AMOR! O amor vence tudo, supera todas as barreiras. Quando há amor, há vida! Vale muito a pena ler e se emocionar com a historia de vida dele."
Por Shirlei Cardão (administradora e pastora), "Em apenas 24 horas li o livro de meu querido amigo e ovelha Mar'Junior que tem o título: "Bullying - Eu sofri. Eu pratiquei. EU hoje conscientizo.". O livro me prendeu do começo ao fim. Um parágrafo me chamou MUITA atenção: Nos últimos 20 anos muitas pessoas de formaram, certo? E nunca tivemos no Brasil um índice de profissionais, em todas as áreas, de qualidades tão deficientes. É só ler nos jornais, ver nas TV's, andar pelos hospitais, nas repartições, no judiciário, nas delegacias, nas ruas e principalmente nas escolas. Porque todos esses profissionais vieram de um único lugar: DE UMA FAMÍLIA DESESTRUTURADA" (meu grifo). Esse livro testemunha a violência emocional sofrida pelo autor e forma que isso corroborou para que ele se transformasse em um agente do mal durante algum tempo mas, através de sua conversão a JESUS CRISTO, ele foi gradativamente sendo curado e liberto e hoje conscientiza. É uma leitura que eu gostaria que TODAS as pessoas, TODO o mundo, se possível for (e para DEUS não há impossíveis), façam o mais breve possível. Não há idade para fazê-lo! Fica a dica! Deus os abençoe!!!!"
Por Prisiclla Moraes (professora e atriz), "Hoje pela manhã fui dar aula numa escola na Praça Seca em Jacarepaguá. Ao entrar, me deparo com um cartaz na porta com o livro do meu pai. Estava comentando do lançamento e noite de autógrafos no Supermercado Mundial no dia 14. Logo depois, encontro com a diretora, que me informou que todos os alunos receberam um bilhete para mostrarem aos seus pais sobre este mesmo lançamento. Fiquei muito feliz em saber que as pessoas estão se mobilizando para que o livro do meu pai possa estar contribuindo para acabar com este mal - bullying! Ganhei o dia!!!"
Por Natasha Nic (atriz), "Mar', terminei hoje de ler seu livro. Fiquei estupefada com as coisas que você passou com seu pai... Agora mais do que nunca admiro muito seu trabalho e tenho orgulho em fazer parte da companhia. Espero que possamos trabalhar muito juntos ainda, que isso que fizemos até agora seja só o começo. Não desista do seu trabalho, da sua arte. Você ainda tem uma missão muito grande. Beijooos"
Por Elza Braz (funcionária pública), "Mar' querido, seu livro é muito forte, muito corajoso e estou muito orgulhosa de ver sua superação e ter passado por tanta dor, sem ficar amargo e ainda passar muito amor e respeito pára as pessoas, pois vc é puro coração, meu querido e muito me orgulha de compartilhar com vc desta sua vitória !!! Que Deus continue te abençoando muito, pois vc é um VENCEDOR !!! Dia 09 de Novembro, na Livraria Saraiva, na Tijuca !! Valeu Mar', e como valeu !!! Parabéns por este livro, pq ele é um presente pára nós !!! Vc é Dez !!!"
Por Vanessa Queiroz (dona de casa), "Esse
livro é uma lição de vida. Com um vocabulário tão simples, mas ao mesmo
tempo uma leitura didática consegue tocar a alma. O Bullyng vai muito
além do que as pessoas imaginam, o que se mostra na tv. É um fenômeno
bastante complexo. Parabéns por transformar
a sua dor em amor. Uma vida não tem importância se não for capaz de
impactar positivamente outras vidas. Que você continue nos prestigiando
com o seu talento em outras obras. Muita luz e paz no seu caminho."
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Kesha fala sobre bullying e críticas no início da carreira
![]() |
A revista Seventeen do mês de Janeiro escolheu como principal destaque a cantora norte-americana, Kesha.
“Sou a favor de todas as causas que criticam bullying contra gays, lésbicas e transgéneros, mas isso também é sobre meu irmão. Ele tem treze anos, mas é feito de diversão por sofrer de uma gagueira.
Tenho tolerância zero para as pessoas que fazem os outros de divertimento, disse.
A artista completou: “Lembro de cada pessoa que disse o que eu deveria ou não fazer porque eu era feia ou gorda demais”.
Fonte: Antena Musical
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
BULLYING - uma marca de 10 temporadas
Shalom!
A Cia Atores de Mar' desenvolve diversos projetos na área de teatro educacional, corporativo e entretenimento (infantil, juvenil e adulto). O espetáculo BULLYING entrará na 10ª temporada em 2013.
O BULLYING É DO MAL - http://youtu.be/VjGQMf0_fCM
PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO - http://youtu.be/bbUkN_8jZo0
PENSE UMA, DUAS OU MAIS VEZES - http://youtu.be/M3jSNlj1zVA
DEPOIMENTOS BULLYING
Brasília 1 (TEATRO) - http://youtu.be/JUQmMV882vo
Brasília 2 (TEATRO) - http://youtu.be/6H2U252lBQg
Espírito Santo (IFES) - http://youtu.be/zL_2E4ib6QI
Rio de Janeiro (Santa Mônica Recreio) - http://youtu.be/_SFwJdR7Iv8
Rio de Janeiro (Escola Municipal) - http://youtu.be/67mEoLjAg9w
Rio de Janeiro (Escola Municipal) - http://youtu.be/6lsDUzMusaw
TEATRO
2002/2003 - "O Casaco Encantado"
2003/2004/2005 - "Elas Pedem... Eles Dão!"
2004 - "Festa na Terra"
2004 - "Adolescente Faz Cada Uma!"
2004 - "Festa na Terra II"
2004 - "Presente de Natal"
2004/2005 - "O Tambor do Tereré"
2005 - "Adolescente: VC é D+!"
2005/2006 - "Escola é Tudo de Bom!"
2006/2007/2008 - "Escola é D+!"
2008/2009 - "A Batalha da Vírgula Contra o Ponto Final" - http://youtu.be/KujO6Cau7Jc
2009 - "De Leite X Mr. Açúcar" - http://youtu.be/pg3ufQ8pjXo
2010 - "Sonhos de Criança"
2011 - "De Leite X Mr. Açúcar"
2011/2012 - "A Formiga e o Elefante" - http://youtu.be/gLmqtZbs7GI e http://youtu.be/QIo0iQIQgNU
2004/2005/2006/2007/2008/2009/ 2010/2011/2012/2013 - "BULLYING"
TEATRO CORPORATIVO
A Declaração
A Feira
CID, o acidentado I - http://youtu.be/jMr6vMPUzcU
CID, o acidentado II - http://youtu.be/bsGvAhkO6ME
Não dê Desculpas. Faça!
Quarto 25
Sua excelência, o Trabalho - http://youtu.be/k2Cn9gfW4ZQ
LITERATURA
2012 - "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo." (Novo Ser Editora) autor MAR'JUNIOR
EP BULLYING (5 músicas)
autores MAR'JUNIOR, PATRICK MORAES, JUNIOR BEÉFIERRI e SAMUEL DE SOUZA
2012 - "LIMITES", "DE VIOLÊNCIA JÁ ESTAMOS CHEIOS", "PENSE UMA, DUAS OU MAIS VEZES", "PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO" e "O BULLYING É DO MAL"
CINEMA
2003 - "DUDA, a Carteira"
TELEVISÃO
2010 - Rede TV programa "Tempo de Avivamento"
SHOW
1990/1997 - Mar´Show Bis o programa de auditório mais badalado do país
Assessoria de Comunicação
da Cia Atores de Mar'
PRODUÇÃO RIO DE JANEIRO
(DDD) 21 (SEDE) 24246254 (NEXTEL) 78167987 ID 24*72586 - (TIM) 69107833 - (VIVO) 98135413
email: ciaatoresdemar@gmail.com
site: http://ciaatoresdemar.com
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A Cia Atores de Mar' desenvolve diversos projetos na área de teatro educacional, corporativo e entretenimento (infantil, juvenil e adulto). O espetáculo BULLYING entrará na 10ª temporada em 2013.
A Cia Atores de Mar' tem o melhor
e mais eficaz projeto ANTIBULLYING do país - desde 2004 levando
conscientização e prevenção aos alunos e
mestres de todo o
Brasil.
O PROJETO
BULLYING retrata o dia a dia do aluno em sala de aula, mostrando o problema e dando uma das possíveis soluções, de forma lúdica, com diversos personagens sendo interpretados pelos atores PATRICK MORAES, JUNIOR BEÉFIERRI, JULIANA BEHLA e AGATHA DUARTE. Dividido em 4 cenas, intercaladas por dança e música ("LIMITES", "DE VIOLÊNCIA JÁ ESTAMOS CHEIOS", "PENSE UMA, DUAS OU MAIS VEZES", "PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO" e "O BULLYING É DO MAL"). No primeiro, há uma explicação sobre o tema, citando o que é bullying, quais suas causas e consequências, os tipos de bullying que existem e como podemos combatê-lo. Nas outras três cenas, apresentamos o problema (bullying) e damos uma das possíveis soluções, sendo que duas delas são dadas pelos próprios personagens/alunos, fazendo com que se entenda que eles mesmos, platéia/alunos, possam resolver algumas questões sem a interferência dos profissionais da educação - com isso, trabalhamos também a formação de caráter e ética do aluno. Ao final, há um debate com o roteirista e diretor MAR'JUNIOR, autor do livro "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo." (Novo Ser Editora). Finalizando, a Redação Premiada (conheça no site o regulamento)
O PROJETO
BULLYING retrata o dia a dia do aluno em sala de aula, mostrando o problema e dando uma das possíveis soluções, de forma lúdica, com diversos personagens sendo interpretados pelos atores PATRICK MORAES, JUNIOR BEÉFIERRI, JULIANA BEHLA e AGATHA DUARTE. Dividido em 4 cenas, intercaladas por dança e música ("LIMITES", "DE VIOLÊNCIA JÁ ESTAMOS CHEIOS", "PENSE UMA, DUAS OU MAIS VEZES", "PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO" e "O BULLYING É DO MAL"). No primeiro, há uma explicação sobre o tema, citando o que é bullying, quais suas causas e consequências, os tipos de bullying que existem e como podemos combatê-lo. Nas outras três cenas, apresentamos o problema (bullying) e damos uma das possíveis soluções, sendo que duas delas são dadas pelos próprios personagens/alunos, fazendo com que se entenda que eles mesmos, platéia/alunos, possam resolver algumas questões sem a interferência dos profissionais da educação - com isso, trabalhamos também a formação de caráter e ética do aluno. Ao final, há um debate com o roteirista e diretor MAR'JUNIOR, autor do livro "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo." (Novo Ser Editora). Finalizando, a Redação Premiada (conheça no site o regulamento)
Clique nos links abaixo e
assista aos clipes das algumas de nossas
músicas
O BULLYING É DO MAL - http://youtu.be/VjGQMf0_fCM
PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO - http://youtu.be/bbUkN_8jZo0
PENSE UMA, DUAS OU MAIS VEZES - http://youtu.be/M3jSNlj1zVA
DEPOIMENTOS BULLYING
Brasília 1 (TEATRO) - http://youtu.be/JUQmMV882vo
Brasília 2 (TEATRO) - http://youtu.be/6H2U252lBQg
Espírito Santo (IFES) - http://youtu.be/zL_2E4ib6QI
Rio de Janeiro (Santa Mônica Recreio) - http://youtu.be/_SFwJdR7Iv8
Rio de Janeiro (Escola Municipal) - http://youtu.be/67mEoLjAg9w
Rio de Janeiro (Escola Municipal) - http://youtu.be/6lsDUzMusaw
CURRICULO da Cia Atores de Mar'
TEATRO
2002/2003 - "O Casaco Encantado"
2003/2004/2005 - "Elas Pedem... Eles Dão!"
2004 - "Festa na Terra"
2004 - "Adolescente Faz Cada Uma!"
2004 - "Festa na Terra II"
2004 - "Presente de Natal"
2004/2005 - "O Tambor do Tereré"
2005 - "Adolescente: VC é D+!"
2005/2006 - "Escola é Tudo de Bom!"
2006/2007/2008 - "Escola é D+!"
2008/2009 - "A Batalha da Vírgula Contra o Ponto Final" - http://youtu.be/KujO6Cau7Jc
2009 - "De Leite X Mr. Açúcar" - http://youtu.be/pg3ufQ8pjXo
2010 - "Sonhos de Criança"
2011 - "De Leite X Mr. Açúcar"
2011/2012 - "A Formiga e o Elefante" - http://youtu.be/gLmqtZbs7GI e http://youtu.be/QIo0iQIQgNU
2004/2005/2006/2007/2008/2009/
TEATRO CORPORATIVO
A Declaração
A Feira
CID, o acidentado I - http://youtu.be/jMr6vMPUzcU
CID, o acidentado II - http://youtu.be/bsGvAhkO6ME
Não dê Desculpas. Faça!
Quarto 25
Sua excelência, o Trabalho - http://youtu.be/k2Cn9gfW4ZQ
LITERATURA
2012 - "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo." (Novo Ser Editora) autor MAR'JUNIOR
EP BULLYING (5 músicas)
autores MAR'JUNIOR, PATRICK MORAES, JUNIOR BEÉFIERRI e SAMUEL DE SOUZA
2012 - "LIMITES", "DE VIOLÊNCIA JÁ ESTAMOS CHEIOS", "PENSE UMA, DUAS OU MAIS VEZES", "PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO" e "O BULLYING É DO MAL"
CINEMA
2003 - "DUDA, a Carteira"
TELEVISÃO
2010 - Rede TV programa "Tempo de Avivamento"
SHOW
1990/1997 - Mar´Show Bis o programa de auditório mais badalado do país
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domingo, 30 de dezembro de 2012
Violência escolar motiva união entre alunos, pais e a polícia
Andréia do Espírito Santo
Da Redação
Em
8 de novembro foram três casos, todos em escolas do bairro do Tapanã.
Na Escola Padre Francisco Berton, o aluno João Guilherme, de 17 anos,
foi morto a facadas ao ser assaltado na saída do estabelecimento; na
Escola Comandante Aldebaro Klautau, um aluno ameaçou de morte a diretora
por coibir a entrada de drogas na unidade; e na Nossa Senhora do Carmo a
briga de dois alunos, de 14 e de 17 anos, que foi parar na polícia,
levou à reação de uma gangue que tentou invadir a escola, mas foi
contida pela polícia.
Para
tentar conter essa onda de violência, que ocorre principalmente em
escolas públicas, os diretores e a comunidade estão se reunindo. Um dos
resultados dessa parceria é a realização de palestras com jovens, nas
quais são abordados os problemas que as drogas causam.
Um
desses projetos é o "Educar para não Reprimir", coordenado pelo
sargento da Rotam (Ronda Tática Metropolitana) Silvano Oliveira da
Silva. O sargento, que também é pastor da igreja Quadrangular, conta que
já foram feitas várias palestras em escolas dos bairros do Guamá, Terra
Firme, Tapanã e Barreiro, onde há uma parceria com a escola municipal
Inês Maroja, localizada na passagem Nossa Senhora da Guia com a
Mirandinha, um dos locais mais violentos do bairro.
O projeto faz parte das ações da ONG Comunidade Cultural Prevenir. "O projeto surgiu no início do ano. Foi um projeto individual que pensei em fazer depois que participei de um programa de televisão, no qual eu fui para a fronteira da Colômbia, Peru e Brasil. Nas palestras falamos sobre as drogas e a violência na escola. É uma palestra simples e diferente. Eu falo a minha experiência como policial, como pai de família e pastor. Chamamos a atenção dos problemas que a droga provoca. Começamos a trabalhar e conscientizar as pessoas do mal que as drogas faziam. E foi criando uma proporção grande que resolvemos fazer uma ONG. Hoje tem delegada, oficiais da polícia, civis, professores e tem a participação da comunidade", comenta.
Focos de projeto são as áreas perigosas
O
sargento Silvano explica que o trabalho é uma maneira de ir além da
prisão. "Trabalhamos nessa área na qual os policiais fazem algo além de
prender. Porque prender não resolve o problema. A prisão leva a uma
reflexão, mas não ressocializa. Nós mostramos nas palestras as mazelas
da droga e as entrelinhas, o dia a dia, os problemas que as drogas
causam na família, na rua e no colégio", comenta.
Para
ele, o melhor resultado é quando os problemas de violência na escola e o
número de usuários de drogas são reduzidos. "Já apreendi um adolescente
que depois veio participar do projeto. Hoje trabalhamos também com
aqueles jovens que abandonaram os estudos procurando oportunidade e
depois decidiram voltar a estudar. Em palestras já encontrei com vários
meninos que eu já apreendi. Eu conhecia a maioria e expliquei que estava
ali como alguém que poderia ajudar. O jovem entra no mundo do crime e
quer oportunidade de mudar. Todo mundo quer uma segunda oportunidade. A
escola é uma dessas oportunidades. Hoje, com a organização desse
projeto, estamos ajudando a combater a violência até dentro das escolas.
O nosso foco é nos colégios", esclarece.
O projeto é levado para onde há um índice elevado de violência, tanto na rua como na escola. "O Barreiro, por exemplo, é um local considerado perigoso. Aqui um jovem está matando o outro. Desde que iniciei o projeto diminuiu a violência no bairro e na escola. Nós lutamos para que os jovens não entrem no mundo da droga. Aqui no Barreiro a venda é absurda e, às vezes, entra na escola. Temos que impedir isso. Mostramos que ser traficante, usuário e 'avião' é tudo ilusão. A droga passa uma falsa felicidade. A pessoa não tem dinheiro e começa a roubar. A pessoa se torna refém da violência. Ele pega mais droga para revender. De usuário vira pequeno traficante", acrescenta.
Direção deseja aproximação com responsáveis por estudantes
Na
Escola Estadual Padre Francisco Berton, professores, alunos e pais
ainda tentam esquecer o assassinato de João Guilherme, de 17 anos.
Alguns comentam que o problema foi mesmo a violência que é constante no
Tapanã e no Cordeiro de Farias. Outros comentam que os alunos que
estavam com o menino começaram a ser ameaçados de morte e um deles nem
foi mais ao colégio por medo.
Para
evitar que os problemas externos interfiram no colégio, a direção tenta
ao máximo ter contato com a família. "Nosso principal problema é a não
presença dos pais no colégio. Mas, por meio dos projetos, tentamos mudar
a situação", comenta a vice-diretora da escola, Sandra Sacramento.
Ela
relata que dentro da escola não há registros de alunos que levaram
armas para a sala de aula, apesar dos comentários. "Uma vez comentaram
que um aluno estava armado, mas ele foi revistado e nada foi
encontrado".
O
problema, explica a vice-diretora, são as brigas dentro do colégio
entre estudantes. "Mas são casos logo resolvidos. Isso é problema de
bullying. Sabe-se que isso é um problema em muitas escolas. Nós fazemos
palestras para tentar acabar com esse problema. Durante a semana uma
aluna veio reclamar que alunos ficavam tirando graça com ela. Chamamos
todos os alunos e falamos para que isso não ocorresse. Pronto,
conseguimos resolver esse problema", afirma.
Ela conta que entre as atividades desenvolvidas estão as práticas esportivas e as de incentivo à leitura. "Dois projetos são desenvolvidos pelo professor Guilherme, de educação física. O outro é na biblioteca da escola", ressalta.
Coordenadora afirma que colégio é refúgio para as crianças
A
coordenadora pedagógica da Escola Estadual Padre Francisco Berton,
Suzana Coelho, participou da reunião que ocorreu no mês passado na
escola Nossa Senhora do Carmo, no Tapanã. Ela conta que o pedido da
reunião partiu dos professores e de pais de várias escolas do bairro
para cobrar mais segurança. Segundo ela, a situação melhorou. "Aqui tem o
problema de ser uma área perigosa. Eles cobravam a segurança na frente
dos colégios e mais palestras da polícia".
Ela
comenta que este é o único refúgio que as crianças encontram no bairro.
"O único refúgio deles para uma vida melhor é a escola. Por isso que
tentamos trabalhar com palestras e projetos que combatam a violência na
escola e ao redor", destaca.
O professor Guilherme Piedade é responsável por dois projetos na escola Padre Francisco Berton, ambos em parceria com a Seduc. O primeiro é o "Jogos ao Redor do Mundo" e o outro é o "Jogos Africanos". "Ambos usam a diversidade desses jogos, que são lúdicos e ajudam no desenvolvimento de crianças e adolescentes. Nesses três anos dos projetos, a situação no colégio melhorou muito. Todos que participam precisam ter bom comportamento e boas notas. Isso incentiva as crianças a melhorar e combater a violência dentro do colégio".
Palestras inibem conduta agressiva
Uma
aluna da escola Inês Maroja, que tem 34 anos e faz o 4ª ano, conta que
as palestras e essa parceria da diretoria com a comunidade e a polícia
inibem o comportamento agressivo de estudantes. Ela prefere não ser
identificada e conta que nunca enfrentou problemas no colégio, mas tem
muitos amigos que enfrentaram. "Conheço muita gente que briga na escola
por besteira. Aqui não correu muito, mas tenho vários relatos de
confusões em outras instituições. Procuramos sempre orientar esses
estudantes a não fazerem isso. Seria muito bom se tivesse sempre
palestra", diz.
Ela conta que por ser mãe também se preocupa com os estudantes, principalmente com os filhos. "Nós, pais, fazemos tudo pelos filhos. Mas os filhos acabam perdidos pelo mundo. O filho, quando pequeno, vê o pai e a mãe fumando e se vê nesses ambientes, quer fazer o mesmo. Os meus filhos não têm problema, porque eu não fumo e não bebo. No entanto, o meu mais velho estava se perdendo. Ele saía com os amigos e eu ficava preocupada. Nós pais estamos sempre preocupados com os filhos. Quando sabemos é tarde demais. Meu filho não usa droga, mas começou a sair com pessoas que usam drogas. Ele foi se afastando de mim e tendo problemas na escola. Chegou a um ponto que tive que dar um basta e mostrar a realidade para ele, para dar um ponto final. Eu falei que no colégio tinha um projeto e chamei ele para vir aqui", acrescentou.
"Ideia é tentar trazer paz para a escola"
O
administrador escolar da Inês Maroja, Sergenson Fernandes Nascimento,
comenta que a escola melhorou muito desde as palestras. "A escola é
municipal e atende educação infantil até o 9º ano. Estamos felizes com o
projeto, porque nossa realidade exige esse tipo de trabalho para
combater a violência na escola. São alunos de até 17 e 18 anos. Hoje não
temos identificação de usuários de drogas, mas sim com a violência, que
combatemos aqui dentro. Alunos que têm predisposição de serem violentos
sem nenhum tipo de motivo aparente. Isso traz uma preocupação grande
para a escola", comenta.
A
escola Inês Maroja, comenta o administrador, tem vários tipos de
atividades que combatem a violência. "As palestras e outros projetos
servem para complementar uma ação que é da escola. A escola também
completa uma ação que é da família. A família pensa que o aluno vindo
para a escola já é feita parte dela. Mas não é assim. Às vezes, o aluno
nem vem para escola e quando vem pode trazer problemas, ser violento,
agir de maneira inadequada".
Ele explica que não há registros de brigas na escola, mas fora dela muitos alunos entram em situação de risco. "Os alunos comentam que o irmão foi preso, usa droga, foi morto pelo tráfico ou por cometer algum crime. Nós temos uma aproximação grande com a PM em relação a segurança. Sempre vamos em frente para tentar melhorar a situação de vida dos alunos. A ideia é tentar trazer paz para a escola. Aqui tem esporte para a comunidade. Tudo com a finalidade de evitar a violência. Nós cobramos boas notas do alunos, a frequência no colégio e nas aulas, além do bom comportamento".
Fonte: Amazônea
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