quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Criminalização do Bullying TIRADENTES

O bullying é algo realmente perverso e praticado por pessoas que devem ser punidas

CRIMINALIZAÇÃO DO BULLYING

CAIO VICTOR

Recentemente, uma pesquisa sobre a opinião dos brasileiros em relação aos projetos de reforma do código penal foi realizada. Entre eles está à criminalização do bullying, aprovada por 80% dos entrevistados. Finalmente a importância do bullying esta sendo vista cautelosamente pela sociedade, já que ele é uma das principais causas do suicídio entre jovens, um ato que aumenta gravemente a cada ano.


Quem se mata por conta do bullying busca o alivio para um sofrimento insuportável, que pode resultar em outras consequências irreparáveis como os traumas psicológicos.
O bullying é algo realmente perverso e praticado por pessoas que devem ser punidas. Justiça, por favor.

Fonte: O Povo on line

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Estudante ‘rejeitado’ da Unifesp comete suicídio dentro da faculdade

Luiz Carlos de Oliveira, de 20 anos, foi encontrado suspenso com uma corda no pescoço na escadaria do Centro Acadêmico; de acordo com amigos, ele era rejeitado por alguns colegas da faculdade pelo fato de ser negro e pobre

estudante filosofia unifesp suicídio
O estudante de filosofia Luiz Carlos de Oliveira, de 20 anos, que se suicidou no sábado, em foto de 2010 – Foto: Reprodução/Facebook

Luiz Carlos de Oliveira, de 20 anos, estudante de filosofia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), em Guarulhos, se suicidou na manhã de sábado (15) após uma festa de inauguração de um Centro Acadêmico (C.A.). Luiz Carlos foi encontrado por amigos, por volta das 10h, suspenso com uma corda no pescoço na escadaria do C.A..

De acordo com alunos, os motivos que levaram o jovem a cometer o suicídio podem ser vários. Luiz Carlos, segundo amigos, era rejeitado por alguns colegas da faculdade pelo fato de ser negro e pobre. Outros também disseram ao jornal Brasil de Fato que o estudante passava por desgaste emocional, crises existenciais, motivos emocionais e problemas financeiros.

A última frase de Luiz Carlos dita a um amigo antes de se matar foi: “Não deixe que essa universidade, ou melhor, algumas pessoas que nela estão, te contaminem assim como um dia fizeram comigo”.

Fonte: Pragmatismo

Cinco maiores arrependimentos antes de morrer

conheça as músicas do espetáculo BULLYING

Shalom!
BOAS FESTAS!!!

A Cia Atores de Mar' tem o melhor e mais eficaz projeto ANTIBULLYING do país - desde 2004 levando conscientização e prevenção aos alunos e mestres de todo o Brasil.

BULLYING
retrata o dia a dia do aluno em sala de aula, mostrando o problema e dando uma das possíveis soluções, de forma lúdica, com diversos personagens sendo interpretados pelos atores PATRICK MORAES, JUNIOR BEÉFIERRI, JULIANA BEHLA e AGATHA DUARTE. Dividido em 4 cenas, intercaladas por dança e música ("LIMITES", "DE VIOLÊNCIA JÁ ESTAMOS CHEIOS", "PENSE UMA, DUAS OU MAIS VEZES", "PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO" e "O BULLYING É DO MAL"). No primeiro, há uma explicação sobre o tema, citando o que é bullying, quais suas causas e consequências, os tipos de bullying que existem e como podemos combatê-lo. Nas outras três cenas, apresentamos o problema (bullying) e damos uma das possíveis soluções, sendo que duas delas são dadas pelos próprios personagens/alunos, fazendo com que se entenda que eles mesmos, platéia/alunos, possam resolver algumas questões sem a interferência dos profissionais da educação - com isso, trabalhamos também a formação de caráter e ética do aluno. Ao final, há um debate com o roteirista e diretor MAR'JUNIOR, autor do livro "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo." (Novo Ser Editora). Finalizando, a Redação Premiada (conheça no site o regulamento)

Clique nos links abaixo e assista aos clipes das algumas de nossas músicas

O BULLYING É DO MAL - http://youtu.be/VjGQMf0_fCM
PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO - http://youtu.be/bbUkN_8jZo0

PENSE UMA, DUAS OU MAIS VEZES - http://youtu.be/M3jSNlj1zVA


"BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo."
O livro que vai transformar a sua vida! Leia, se emocione, chore!


Não perca a oportunidade de ter o projeto EU DIGO NÃO AO BULLYING com taxa BULLYING ZERO em sua escola. Envolva os pais dos alunos, convide-os para uma apresentação exclusiva de BULLYING.

Aproveite e vá visitar o nosso site http://ciaatoresdemar.com onde são abordadas várias matérias sobre BULLYING, com uma média mensal de 16 mil visitantes.

Adquira o selo BULLYING ZERO realizando na sua Rede de Ensino "BULLYING - SEMINÁRIO PARA PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO". - peça à nossa produção o programa do SEMINÁRIO.


Atenciosamente

Assessoria de Comunicação
da Cia Atores de Mar'


PRODUÇÃO RIO DE JANEIRO
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site: http://ciaatoresdemar.com

Fórum Ambiental fala sobre a violência nas escolas de Barcarena

Escrito por Bárbara Brilhante   fonte: O Cabano On line

O III Fórum de Educação Ambiental reuniu trabalhos escolares que utilizaram a violência como tema
Tratar do meio ambiente é, também, tratar da relação com o outro e do tipo de olhar que lançamos ao próximo e ao local onde vivemos. Combater a violência também passa pela sensibilidade socioambiental, foi o que disse a professora Dra. Patrícia Segtowich, na abertura do III Fórum de Educação Ambiental realizado nesta sexta-feira, 07, em Barcarena.
 

O evento é a culminância da programação desenvolvida durante o ano, dentro das escolas do município, através do programa “Bola pra Frente, Educação pra Gente”, da Hydro Alunorte e prefeitura local. Em 2012, o tema escolhido para nortear os projetos socioambientais desenvolvidos pelas instituições foi a “Violência”.
 

“Durante todo o ano, trabalhamos com colegas professores, alunos e a comunidade na sensibilização para as problemáticas do município, pois quando não se é sensível a algo, não se busca mudanças”, complementa Patrícia, responsável pela capacitação em educação ambiental dos professores.
 

A construção dos projetos socioambientais pelas escolas é uma exigência para a permanência no programa. Além disto, é uma forma de implantar a Agenda 21 Escolar, baseada no plano diretor do Ministério do Meio Ambiente.
 

“O programa tem uma história que nasceu de um sonho de transformar a realidade que tínhamos nas escolas na que temos agora. Para termos o equilíbrio, precisamos de pessoas empenhadas em mudar, em melhorar. O que vemos hoje é a implantação desse pensamento na rotina das escolas. A consciência dos alunos está mudando e isso já é uma grande vitória”, comemora Alberto Muller, coordenador do programa.
 

O fórum aconteceu no Hotel Samaúma e iniciou por volta de 8h da manhã.
Cerca de 400 pessoas estiveram no local. Dentre elas o diretor do departamento de ensino da Secretaria Municipal de Educação, Carlos Roberto Cravo, além de estudantes, professores e diretores.
 

“A parceria entre prefeitura, empresa e escolas têm trazido frutos e engrandecido a educação e o ensino ambiental no nosso município com ações implantadas nos colégios e nas comunidades da região”, disse Carlos Cravo, da Semed.
 

Ao todo, são 2.500 estudantes de 28 escolas parceiras que realizam atividades relacionadas a questões socioambientas ao longo do ano. Assuntos como a depredação do patrimônio público e do meio ambiente, o *bullying* e a valorização do ser humano foram algumas das vertentes escolhidas para discutir a violência dentro das escolas e na comunidade.
 

Antes do desenvolvimento do projeto “Agenda 21 Com-Vidas: Construindo um ambiente de solidariedade e paz”, foi realizado um levantamento na Escola Municipal Arapari para identificar as principais causas de* bullying*entre os alunos do colégio. Segundo a coordenadora pedagógica da escola, Elis Regina Almeida, o projeto teve o objetivo de informar os alunos e combater a problemática na instituição de ensino. “Fizemos várias palestras para mostrar o que é o *bullying*e dizer que não é algo normal. Vimos o envolvimento dos alunos e a curiosidade sobre o assunto”, explica.
 

Dentre as apresentações culturais, foi apresentada uma revista feita pelos próprios alunos da escola Checralla Salim Khayat, o grupo de teatro da escola Laurival Magno Cunha também ganhou espaço e animou os participantes.
 

Mas, a grande atração foi o grupo de dança dos alunos da escola São Francisco Xavier, que recebeu aplausos de pé e movimentou o evento.
 

Das seis escolas que apresentaram projetos e concorreram ao prêmio de
“Escola Destaque 2012”, a escolhida foi a Escola Municipal José Maria Machado e a professora Maria do Socorro Sousa Moura, diretora da instituição, foi premiada como “Professora Destaque 2012”.
 

Já o prêmio de “Aluno Destaque 2012” foi conquistado por Jhonata Chaves, de 14 anos, da Escola Municipal Checralla Salim Khayat. “Foi a segunda vez que participei e fiquei muito feliz em ganhar, pois este prêmio não é só pra mim, mas também para todos os meus colegas e professores”,comemorou Jhonata.
 

Após as premiações, foi o momento de divulgar os nomes dos jovens atletas selecionados para integrar as equipes feminina e masculina do Alunorte Rain Forest 2013. A final das seletivas aconteceu no último dia 1º, após 3 meses de testes. Foram anunciados os 32 nomes para compor os dois times. O momento foi de muita surpresa e emoção.

domingo, 16 de dezembro de 2012

ESCOLA, JUVENTUDES E VIOLÊNCIA: REFLEXÕES SOBRE O FENÔMENO DO BULLYING

Maria Alda de Sousa – UFC.
A violência manifesta no espaço escolar através de práticas como o “bullying” vem, contemporaneamente, chamando atenção de diferentes setores da sociedade brasileira, seja visando à identificação deste fenômeno, seja demandando intervenções para a resolução do problema. Sabe-se que a violência entre jovens, em sua forma física ou simbólica, não é um problema novo no cotidiano da escola. Entretanto, por seu caráter multifacetado, a violência escolar vem assumindo novas dimensões e significados a partir de diferentes contextos socioculturais. Este trabalho visa suscitar reflexões sobre as relações de poder no ambiente escolar a partir da problematização do chamado bullying. Tomo como ponto de partida mediações e intervenções realizadas por mim junto a professores da rede pública de ensino de Fortaleza-Ce participantes do curso de Formação em Educação em Direitos Humanos (MEC/SECADI/Instituto UFC Virtual), em 2012. Quais situações são compreendidas como bullying? O que pensam os atores escolares sobre esse fenômeno? Até onde os aspectos socioculturais interferem na produção do bullying entre jovens? São algumas questões de partida.

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Santa Maria: comunidade escolar diz não à violência



 

Na última sexta-feira, 7, a comunidade escolar da EC 116 de Santa Maria promoveu um ato de repúdio a atitude de uma mãe de aluna, que agrediu fisicamente uma professora daquela unidade de ensino. Uma passeata pelas ruas de Santa Maria marcou o encerramento do ato, onde professores, alunos e pais entoaram palavras de ordem como “respeite o professor, valorize a educação” (foto).
 

O Sinpro está prestando assistência jurídica à professora e os diretores do Sinpro Cleber Soares, Fernando Reis, Hamilton Caiana e Luiz Alberto participaram da atividade. “Cobramos também a valorização do professor, o cuidado com a escola pública e o respeito aos que educam o cidadão”, afirmou Fernando.
 

No entendimento do Sinpro, este episódio de violência ocorrido na EC 116 reitera a necessidade de ações contundentes no trato de questões dessa natureza que, infelizmente, vem se repetindo no ambiente educacional do DF.

Fonte: SINPRO DF

sábado, 15 de dezembro de 2012

A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS por Marlene Salgado

Enviado por Marlene Salgado

A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS

Falar em escola deveria ser falar em lugar de educação, de deferência, de respeito, de autoridade. Mas parece que hoje, as escolas, principalmente as públicas, viraram reduto de indisciplina, de violência, de marginalidade. Vivemos, há um bom tempo, numa sociedade em que a família se pulverizou numa sociedade sem limites. Pais sem limites criando filhos sem limites. 

Educar não é somente oferecer à criança ou ao adolescente uma vida de mar de rosas. Não é criar príncipes e princesas para viverem num pretenso castelo encantado, tendo tudo a tempo e a hora, comandando as ações da casa e dos adultos. Educar é também frustrar. É impedir atitudes despropositadas que venham a ferir a si mesmo e o outro. Educar é impor normas, regras que tornam uma sociedade saudável, íntegra, capaz de se mover no sentido do crescimento individual e coletivo. No entanto, este conceito se perdeu no meio de uma selva de irresponsabilidade. E as atitudes inconsequentes atingiram em cheio o único lugar, fora da família, que trabalha para corrigir erros, para conter atitudes impensadas, para compreender o sentido de amizade, colaboração, solidariedade, afeto, consideração, respeito, autoridade. 

É isto. A autoridade se perdeu na fumaça da insensatez. Falta autoridade na aplicação das leis. Falta bom senso nos líderes que constroem a base para se ser social e sociável. Precisamos de pessoas - na justiça, política, governo, polícia, nos cargos em que se faz necessário a presença de líderes firmes - que exercitem seu senso crítico para perceber o estado crítico em que nos encontramos. São inúmeras as notícias de agressões feitas por alunos a professores, a funcionários de escolas, a outros alunos, chegando, inclusive, às raias de assassinatos. São inúmeros os professores que buscam outra ocupação por medo e insegurança, já que estão abandonados pela lei que os devia proteger. Não há como trabalhar, viver e conviver em ambiente que não haja um mínimo de segurança para cumprir o dever de cada um. 

A violência na escola se generalizou, possivelmente, por causa da sociedade permissiva. Possivelmente por causa das leis e órgãos públicos que, quando as escolas tomam providências contra a indisciplina, as ameaçam de processos e punições, atemorizando-as e impedindo-as de exercer sua autoridade pedagógica. Ao judicializar questões disciplinares internas, desautorizam a escola e incentivam o desrespeito, desmandos, a anarquia.

Louvo empenho das deputadas Andréa Zito e Cida Borghetti de defender a sociedade e as escolas. Andréa Zito, pelo Projeto Lei 3153/2012, que propõe a inclusão na Lei de Diretrizes e Bases, do inciso que determina à escola: “definir, em seu regimento, as normas e princípios para relacionamento e convivência harmônicos dos integrantes da sua comunidade escolar”. Cida Borghetti pelo Projeto Lei 267/2011, que acrescenta a seguinte emenda ao Estatuto da Criança e do Adolescente: “é dever da criança e do adolescente observar os códigos de ética e de conduta da instituição de ensino a que estiver vinculado, assim como respeitar a autoridade e moral de seus docentes” e “O descumprimento do disposto no caput sujeitará à suspensão por prazo determinado pela instituição de ensino e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade competente”.

É preciso que as instituições escolares retomem a autoridade de fazer valer suas leis disciplinares internas e que incluam, em seu Projeto Pedagógico, os inalienáveis princípios que devem reger as atitudes de convivência harmônica. É nossa tarefa tentar reconduzir o leme da educação ao seu rumo original.  

Fonte: O São Gonçalo

Polícia Militar e comunidade se unem no combate à violência escolar no Pará

Agência Pará de Notícias
Prevenir a violência escolar e o envolvimento de crianças jovens com o mundo do crime, através de palestras e atividades integradas entre polícia, escola e comunidade é o objetivo do projeto “De mãos dadas: cidadania e segurança ao alcance de todos”, posto em prática nesta semana pela 13º Área Integrada de Segurança da Polícia Militar do Pará. A instituição atendida foi a Escola Estadual Odete Marvão, no bairro Águas Negras, em Icoaraci. As atividades, que encerraram nesta sexta-feira, 7, envolveram mais de 200 alunos dos 4º e 5º ano do Ensino Fundamental, além de mães e pais e funcionários da escola.

As palestras educativas abrangeram dez turmas nos turnos da manhã, intermediário e tarde, e foram ministradas na quarta e quinta-feira desta semana por dois policiais educadores do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), os cabos Augusto Ferreira e Elias Miranda. Nesta sexta-feira, foi a vez dos policiais militares se reunirem com os pais dos alunos. “O apoio vocês é imprescindível. Os jovens e, sobretudo, as crianças precisam ter o exemplo em casa”, reforçou o cabo Ferreira.

De acordo com o comandante da 13ª Área da PM, capitão Hélio Moraes, que idealizou o projeto junto com a direção da escola, a ideia surgiu a partir de um levantamento realizado pela PM, que revelou que o bairro de Águas Negras tem tido recorrentes casos de criminalidade e de tráfico de drogas. “Sabemos que não basta apenas prendemos os traficantes, temos que trabalhar na base, orientando as crianças sobre os prejuízos que as drogas causam para a saúde, a família e sociedade, e afastando ao máximo elas desse mundo”, afirmou o capitão, que também coordena o policiamento nos bairros do Tenoné e do Parque Guajará.

Na próxima semana, as turmas da escola visitarão o Batalhão Ambiental da Polícia Militar, na área do Parque do Utinga. Lá, eles conhecerão um pouco do trabalho desenvolvido pela polícia na área e também participarão de trilhas. “A ideia é que no próximo ano a escola receba o projeto completo do Proerd, que trabalha com crianças e jovens de 11 a 15 anos, com a inclusão do conteúdo sobre orientações de cidadania e resistência às drogas na grade curricular”, adiantou o capitão Moraes.

De acordo com a diretora da escola, Tânia Pamplona, a parceria com a Polícia Militar surgiu em um momento oportuno. “A própria comunidade nos indicou essa parceria, já que estávamos tendo muito essa necessidade aqui na escola, até pela nossa área. Eles trouxeram esse interesse e nós trabalhamos na ideia”, explicou. Para ela, a educação e orientação das crianças é o melhor caminho para combater a violência. “Muitas tem contato com esse mundo desde cedo, por isso temos que trabalhar juntos. A educação é o caminho capaz de transformar a sociedade”, defende.

Para os pais das crianças, as atividades marcam o início de um novo tempo na escola. A dona de casa Suzana Flávia Oliveira, 28, comentou que a parceria entre a polícia e a comunidade escolar dará, sobretudo, mais segurança aos alunos. “É uma força a mais na educação dos nossos filhos. Por mais que se discuta sobre as drogas e violência em casa, nossas crianças precisam também receber orientação nas escolas. Sinto que meus filhos estão mais seguros com esse apoio”, afirmou Suzana, com três filhos matriculados na escola.

Texto:
Amanda Engelke - Secom
Fone: (91) 3202-0911 / (91) 8150-8965
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Polícia Civil realiza palestra Canela sobre violência escolar


O Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (DECA) representado pelas agentes de polícia Alessandra Stanieski, Alessandra Spalding e Suzana Braun, ministrou, nessa segunda-feira (03/12), palestra sobre violência escolar na Escola Estadual João Corrêa, em Canela.

O evento preventivo contou com a presença dos alunos e professores dos turnos da manhã e da tarde, e foi uma iniciativa da delegacia de polícia de Canela, coordenada pelo delegado Daniel Reschke, em parceria com o Conselho Tutelar e a instituição Desafio Jovem de Três Coroas.

Fonte: DECA
Escrivão Jorge Felipe