quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Um terço dos inquiridos pela Proteste já foi vítima de bullying na escola, trabalho ou net

Mais de um terço das 1.240 pessoas inquiridas pela revista Proteste afirmou já ter sido vítima de bullying na escola, no trabalho ou na internet.Os resultados deste inquérito, que vão ser divulgados na edição de setembro da Proteste, indicam que 12% das vítimas de bullying escolar mantêm recordações que os perturbam mesmo na idade adulta. 
O bullying pode ser definido como um comportamento agressivo, físico ou verbal, repetido no tempo em relação a uma vítima que não é capaz de se defender. 

"Os inquiridos já adultos sonham com os eventos (14%) ou recordam com sofrimento a situação (36%). No global, há uma prevalência de 20% de bullying escolar retrospetivo, ou seja, recordado pelos nossos inquiridos", refere o artigo da revista. 

Ainda no contexto escolar, só em 21% dos casos os professores ficaram a par da situação de bullying, uma situação que ocorre com maior prevalência até ao 6º ano. 

Segundo a Proteste, faltou à maioria das crianças e jovens instrumentos para resolver o problema, optando por ignorar ou evitar a situação. 

O bullying assume maior prevalência nas raparigas, e a timidez, um estilo mais passivo ou uns quilos a mais são os motivos mais indicados. 

Aliás, em 47% dos casos, os inquiridos dizem ter sido vítimas por causa da timidez e 28% afirma que foi por ser considerado uma pessoa fraca. 

Já no local de trabalho, o bullying (ou mobbing) é mais frequente entre colaboradores com vínculos precários e é um comportamento que afeta a produtividade e o empenho. 

Entre os inquiridos ativos do estudo, cerca de um quarto reconheceu ter sido submetido a atos de bullying no emprego, no último ano. As chefias são quem mais exerce este tipo de agressão. 

Segundo os dados do inquérito, trabalhadores que são vítimas relatam mais problemas de saúde, estando o bullying associado a cansaço extremo, ansiedade ou depressão. 

Na análise feita aos inquiridos que já foram vítimas de bullying no ciberespaço, fica demonstrado que o fenómeno é mais frequente entre os 18 e os 24 anos. 

Aqui, a estratégia passa por escrever frases replicadas nas redes sociais ou enviar mensagens sem remetente para provocar medo ou intimidar. 

O questionário da Proteste foi enviado em novembro do ano passado a uma amostra representativa da população portuguesa, entre os 18 e os 64 anos, tendo sido recebidos 1.240 questionários válidos.

Lusa

SIC Notícias de Portugal

Cuiabá: Mãe denuncia diretora de escola por chamar filho de gordo

A diretora de uma escola em Cuiabá, é suspeita de ofender um aluno de 14 anos por estar sem o uniforme da instituição.





 Conforme o estudante, ela o chamou de gordo na frente dos colegas, o que o teria deixado traumatizado a ponto de não querer mais ir à escola. Depois disso, a família do garoto buscou ajuda do Conselho Tutelar e registrou um boletim de ocorrência na polícia.
 
A mãe do adolescente, Lenir Costa disse estar indignada com a diretora porque o estudante foi impedido de entrar na unidade e teria sofrido bullying. "Ele ficou chorando e dizendo que a diretora o chamou de gordinho", disse a dona de casa.
 
Sem querer se identificar, o estudante afirmou ter sido ofendido quando estava saindo do colégio. "Na hora que eu estava indo embora, ela [diretora] falou assim: você é gordo! Você não tem roupa apropriada para vestir não? Não tem roupa apropriada que sirva em você. Fiquei chocado porque acho que ela deveria dar exemplo para os alunos", contou.
 
A diretora da escola, no entanto, nega a acusação. Segundo ela, a versão do adolescente não é verdadeira. "Ele esteve aqui na escola na sexta-feira (17) sem uniforme e as regras da escola, que foram definidas em reunião com os pais no início do ano, que é para usar uniforme", argumentou. Ela afirma ainda que quando o aluno vai sem uniforme a direção pede que ele volte em casa e vista o uniforme.
 
A mãe do garoto registrou um boletim de ocorrência dois dias depois do ocorrido e a denúncia foi encaminhada ao Ministério Público Estadual (MPE). "Agora cabe ao Ministério Público tomar as providências necessárias e a delegada da Infância e Juventude notificar a diretora para que vá até a delegacia e ao Ministério Público", afirmou o conselheiro tutelar Devair Soares.
 
De acordo com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), essa é a primeira vez que uma diretora é acusada de ofender um aluno. "Não temos nenhum registro de bullying na secretaria por parte de gestores", pontuou a secretária-adjunta de Políticas Educacionais da Seduc, Fátima Rezende.
 
Uma lei estadual determina que as escolas conscientizem professores e alunos sobre as consequências do bullying. A direção da unidade deve adotar medidas para prevenir e combater a prática entre os estudantes. "Tem que receber acompanhamento tanto aquele que sofre bullying quanto aquele que pratica o bullying para que essas atitudes não ocorram", reafirmou a secretária.
 
Fonte: Cenário MT

Crianças e adolescentes se reúnem para discutir bullying no Japão

Um estudante do ensino médio pediu aos participantes para se manterem vigilantes e enfrentar com valentia o bullying para impedir que continue a ocorrer

- ipcdigital.com

Centenas de crianças e adolescentes se reuniram na prefeitura de Kagawa para discutir sobre o bullying, informou a NHK. Os participantes foram divididos em grupos para debater sobre como lidar com estudantes que maltratam sistematicamente os outros e o que podem fazer para ajudar estes.

Um estudante do ensino médio pediu aos participantes para se manterem vigilantes sobre o que ocorre ao seu redor e a enfrentar com valentia o bullying para impedir que continue a ocorrer. Já um funcionário do alto escalão da secretaria de educação de Kagawa que participou da reunião disse que o bullying está diminuindo na província, mas também existem casos onde os professores não o detectam ou o tratam com superficialidade.

O encontro reuniu 250 jovens de escolas do ensino fundamental e médio de toda a província. O bullying ganhou espaço na mídia como tema de discussão nacional depois que se tornou público o caso de um garoto de 13 anos que se suicidou em Shiga, depois de ser vítima de maus-tratos por parte dos alunos da escola onde estudava.

Fonte: International Press

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

BULLYING - Depoimento Santa Mônica Centro Educacional de Campo Grande

Criança sofre com bullying em escola de BH

menino bullying
Menino de 10 anos recebeu vários apelidos dos colegas e chegou a ser agredido


Casos deste tipo são cada vez mais frequentes nas escolas do Estado

Os casos de bullying estão cada vez mais frequentes nas escolas de Minas Gerais. Um dos casos registrados foi o de um garoto de 10 anos, de Belo horizonte, que vem sofrendo perseguição na escola em que estuda.

A mãe do jovem conta que os casos começaram no ano passado, quando o filho recebeu vários apelidos dos colegas. Depois de um tempo, passaram a agressões físicas. Em certa ocasião ele foi agredido por cinco outros alunos, e teve que se trancar em um banheiro. Para tentar resolver o problema, a diretora da escola transferiu o jovem de turno.

A criança disse que gosta de ir para a escola e das professoras, mas perdeu o estímulo pelo estudo. A mãe do jovem pediu a ajuda da diretoria da escola e do conselho tutelar para tentar resolver o problema, já que a instituição de ensino é responsável pela integridade dos alunos quando eles estão na escola.


Fonte: R7

Vítimas de bullying não devem sentir vergonha de falar com os pais

Especialista afirma que muitas crianças tem dificuldades para contar seus problemas

- ipcdigital.com

As vítimas de bullying devem falar com seus pais sem sentir vergonha, diz a conselheira Yukiko Yamawaki, autora de um livro sobre maus-tratos na escola, em entrevista ao jornal Mainichi. Há seis anos, Yamawaki publicou a obra “Kyoshitsu no Akuma”, onde propõe soluções para o bullying.

A especialista lembrou que quando seu livro foi lançado, o bullying também era assunto de interesse público; no entanto, os refletores só eram lançados sobre os agressores ignorando suas vítimas, as quais nada se fazia.

Yamawaki revelou ao Mainichi que algumas crianças que tem acompanhado num centro de orientação para crianças onde trabalha em Tokyo disseram que para elas é difícil tratar do bullying com os pais e que sentem vergonha de conversar com eles sobre o assunto. Então, disse-lhes que não há por que sentir-se dessa maneira.

Se as crianças não desejam entrar em detalhes sobre o assédio de que são objeto, basta apenas dizer “não quero ir para a escola”, para que possam descarregar nos adultos suas preocupações em vez de carregar com elas.

Quando os pais descobrem que seus filhos sofrem abuso escolar, a primeira coisa que pensam é buscar soluções. No entanto, Yamawaki observou que o melhor, a princípio, é tentar animar a criança, levantar a moral. Como? Fazendo uma atividade que ela goste, algo simples como ir passear, por exemplo.

Desse modo, quando a criança começar a se sentir melhor e falar sobre seu problema os pais poderão trabalhar em parceria com a escola para encontrar uma solução. Finalmente, Yamawaki assegurou que se os filhos não podem falar com seus pais podem fazer isso com outros adultos (conselheiros como ela, vizinhos, inclusive, policiais, ou qualquer pessoa que possa ajudá-los).
 
 Fonte: International Press
 

Violência na escola - lamentável !

Blog: http://penedaos2.blogspot.com.br




    Infelizmente, ontém, no mesmo dia em que postamos em nosso blog a avaliação do IDEB, com nota 4.7, fomos contemplados com um ato gravíssimo de violência contra a comunidade escolar.

Às 17:45 chegaram no entorno da escola alunos uniformizados de escolas da região, pessoas de outros bairros, com suposto propósito de agredir uma estudante.

 Como a quantidade de pessoas do lado de fora era muito grande e temendo pela segurança dos alunos, a escola foi obrigada a segurar os alunos na sáida e acionar o 190.

Os alunos foram avisados para permanecer na sala de aula e não tocamos o sinal da saída. Alguns pais, vendo a gravidade da situação entraram e também acionaram a polícia. 

Não sabíamos quem chamou essas pessoas e foram momentos de pânico entre os alunos e preocupação dos educadores.

Muitos professores que dão aulas em outras escolas, chegaram atrasados nos seus trabalhos e nós saímos da escola as 18:45, após à chegada da polícia. Eu, a professora Elciene, a coordenadora Fátima e a professora Emanuele.

Os professores do noturno chegaram e compartilharam nossa preocupação. Foi uma situação horrível que nunca pensamos enfrentar em nossa carreira.

Sabemos que a sociedade está violenta, mas segurança mínima na escola é direito dos estudantes e isso não está sendo garantido.

 O pai da suposta aluna que seria agredida, veio buscá-la e fez B.O., optando inclusive, por transferir a aluna da escola.

Com outros alunos tivemos encontro hoje com as famílias e procedemos segundo o prescrito no regimento.

É muito triste constatarmos que a maior parte dos conflitos tem participação de alunas da escola.

 Muitos dos problemas se originam em falatórios que acabam em violência.

No mês passado, durante o recreio, a escola foi invadida por quatro adolescentes que pularam o muro que é muito baixo e não oferece nenhuma segurança aos alunos. E agrediram com pau um aluno que só não foi pior, porque o mesmo caiu e um professor conseguiu resgatá-lo para o pátio interno e chamamos a família que junto com a diretora levaram o estudante para o hospital.

Os alunos nesse dia, estavam em aula de Educação Física quando os quatro adolescentes com paus, pularam o muro, completamente trasntornados, enfrentaram os professores e partiram para cima do aluno. O pânico foi grande!
 
A situação é grave! Qualquer um pula o muro e alunos com problemas graves de indisciplina, matam aulas pulam o muro e inclusive jogam a bicicleta por cima do mesmo.

Tememos por uma situação com maior gravidade, se nada for feito. 

A Patrulha Escolar, nos ajuda, tem sido nosso único apoio, nos momentos cruciais, mas nossa escola precisaria de políciamento permanente pois atende a vários bairros, o que leva ao sentimento de não pertinência por parte da comunidade local.

 Nos bairros as escolas tem apóio da comunidade, pois serve aos alunos locais.

 A nossa por não ter essa característica sofre constamente interferências problemáticas.

Fica registrado no nosso blog essas ocorrências que são do conhecimento da comunidade escolar, para que fique visível nossa preocupação e que a solução apareça antes de um desfecho inreversível.

Pedagoga Rosemary Calazans Lopes

Violência nas escolas amedronta comunidade escolar no oeste Catarinense

Não é de hoje que professores em todo o Estado, pedem socorro ao poder público para melhorar a segurança dentro das escolas. Em muitas delas, a violência chega ao extremo, culminando com a morte de alguém. Nesse caso, a morte foi um jovem aluno da EEB Zélia Scharf, que foi brutalmente assassinado na saída escola, por um aluno da EEB Lara Ribas, ambas na cidade de Chapecó.

Segundo Alda Zuffo, do SINTE da região, são muitas as reclamações por parte dos profissionais da educação, que sofrem com agressões físicas e verbais, são obrigados a apartar brigas de alunos e convivem diariamente com o medo. Atos de vandalismo, roubos e invasão nas escolas de dia e de noite também são comuns. Por isso, a urgente necessidade da instalação de câmeras de segurança e a contratação de vigias pelo Estado, quem sabe assim, os atos de violência possam ser coibidos ou pelo menos minimizados.

Contudo, apesar de vários pedidos das escolas, inclusive com abaixo assinado dos pais, como foi o caso de Caçador, onde um professor foi ferido com uma barra de ferro, o Estado afirma não poder ajudar, alegando o corte de despesas. Sendo assim, toda a comunidade escolar se sente abandonada pelo poder público.


Homicídio no Presidente Médici

Às 22h39 de quinta-feira(16/08), o Corpo de Bombeiros de Chapecó atendeu ocorrência na rua Borges deMedeiros, bairro Presidente Médici, em Chapecó, logo após término das aulas, na Escola de Educação Básica Zélia Scharf.

Atendido Ronaldo Djonathan Casagrande, de 16 anos, vítima de disparos por arma de fogo. O homicídio aconteceu, meia quadra da EEB Zélia Scharf. A vítima foi atingida por três disparos, sendo na cabeça, no ombro e no quadril. Realizada avaliação e constatada ausência total dos sinais vitais. Após, o corpo foi deixado a cargo da polícia local para levantamento do IGP que submeteu-o à necrópsia.

Segundo populares, que presenciaram o fato, o autor seria um adolescente de 15 anos que residiria no bairro Pinheirinho. Guarnições da polícia local foram até o endereço onde ele foi localizado no forro da residência. Ele foi apreendido, e após relatou que havia alugado a arma utilizada no homicídio de outro adolescente de 16 anos, por R$ 300,00. O fato também foi confirmado por populares. Após ter confessado que alugou a arma, o próprio adolescente relatou também ter ido até o local dos fatos, em frente à EEB ZéliaScarf, e, de posse da arma utilizada, um revólver calibre 38, ele avistou a vítima, na frente do colégio, então telefonou para o autor do homicídio, informando que a vítima estava no local. O autor pagou 10,00 reais para outra pessoa o levar até o local de moto Yamaha XTZ branca, e seria um homem de 19 anos, que está em liberdade provisória.

Chegando no local o autor pegou a arma do adolescente que a levou até lá e quando a vítima passou ele efetuou três disparos e fugiu novamente com a moto e escondeu-se no forro de sua residência onde foi apreendido pela polícia. Quanto à arma, foram feitas buscas na casa do autor e do suposto proprietário da arma, porém até o fechamento desse relatório não foi encontrada. O fato, a principio,  se deu devido a um desentendimento ocorrido no último dia 11, onde a vítima supostamente teria ameaçado o autor de morte, inclusive utilizando uma arma. A vítima possuía uma passagem pela polícia em 2011, quando foi conduzido até a delegacia por se envolver em briga com outros 04 adolescentes.

Informações PM
 
Fonte: SINTE - SC

Escola e BM estão no ataque à violência e drogas na cidade

Programa de conscientização Proerd dobra a abrangência no Município

Isabella Belli/ Da Redação

São Leopoldo  - O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), da Brigada Militar (BM), inicia as atividades desse segundo semestre com o dobro de alunos participantes do que no semestre passado. Enquanto que nos primeiros seis meses foram cerca de 600 estudantes de escolas municipais e estaduais, agora serão 1.200. Antes participavam apenas alunos do 5.º ano e agora foram incluídos o 7º ano e as séries iniciais. “Entendemos que para afastá-los das drogas e da violência é preciso começar desde cedo, pela educação infantil e é necessário também atingir os jovens com idade entre 13 e 15 anos, porque é uma idade de risco’’, diz o soldado Arlindo de Oliveira, um dos responsáveis pelo programa no Município. Com isso, a BM pretende evitar ocorrências como a do dia 8 de agosto, quando PMs da Patrulha Escolar do 25.º BPM foram chamados pela direção de uma escola estadual, na área central, e encontraram no estojo de uma aluna 0,5 grama de maconha. Ela disse aos policiais ter comprado a droga de um colega.

É preciso atenção e diálogo
A Escola Estadual Amadeo Rossi foi uma das primeiras escolas visitadas nesse reinício do Proerd. De acordo com a vice-diretora do turno da tarde Vânia Deckemann, o trabalho do Proerd é muito importante. Segundo ela, sempre que é detectado um comportamento estranho de algum aluno, o procedimento da escola é chamar os pais para uma conversa, na qual sugere-se que algo está acontecendo. “Normalmente eles não aceitam. Então chamamos psicólogas voluntárias, já que a escola, por ser estadual, não possui o Serviço de Orientação Educacional.’’ Para ela, o encontro entre os policiais militares e os alunos é fundamental não só para alertá-los sobre o mal causado pelas drogas, mas também sobre normas básicas que devem levar para toda vida. “Eles falam sobre regras. Na segurança, no trânsito, na educação. Isso é extremamente importante. Isso é disciplina’’, afirma a vice-diretora.

Atividades extracurriculares
Além do Proerd, a equipe diretiva e os professores da Escola Amadeo Rossi, investem em atividades extracurriculares, como a banda marcial que tem como lema Não curto drogas, curto bandas. A banda é formada por 65 alunos com idade entre 10 e 18 anos e é bicampeã no concurso de bandas marciais de São Leopoldo, conta o instrutor Roger Aguiar. “As atividades no contraturno escolar ajudam a deixá-los longe das drogas e da violência. Eles ficam com a cabeça ocupada e não pensam em besteira’’, observa a vice-diretora da escola Vânia Deckemann. 

Fonte: Diário de Canoas

 

Ciclo de palestras sobre bullying no Cabo de Santo Agostinho

Palestras acontecem até o dia 30 deste mês em Jussaral, Cohab, Charneca, Engenho Liberdade e na praia de Gaibu
 
O ciclo de palestras sobre bullying continua hoje na cidade do Cabo de Santo Agostinho. O Programa Juventude em Debate, promovido pela prefeitura do município, realiza a partir das 13h desta terça-feira em encontro na Escola Municipal Marquês do Recife, no distrito de Jussaral.

As palestras acontecem até o dia 30 deste mês com o objetivo de contemplar os jovens dos bairros da Cohab, Charneca e Engenho Liberdade, além da praia de Gaibu.

O programa da Secretaria Executiva da Juventude e Esportes visa promover ações socioeducativas e preventivas na construção de políticas públicas direcionadas à formação e bem estar dos jovens e promover diálogos sobre temas fundamentais como bullying, DSTs/Aids, abuso e exploração sexual.

A instituição que desejar receber as palestras do Programa Juventude em Debate poderá entrar em contato com a Secretaria Executiva da Juventude e Esportes, através dos telefones: 3521-6747 ou 3521-6762.

Confira o cronograma das palestras:


22/08 - Escola Municipal Jason Brandão (Cohab) - 14h

23/08 - Escola Municipal Monteiro Lobato (Cohab) - 14h

24/08 - Escola Municipal Vereador João Ciríaco da Silva (Charneca) - 14h30

29/08 - Escola Municipal Professora Maria Thamar Leite da Fonseca (Enseada dos Corais) - 13h

30/08 - Escola Municipal Júlio Carneiro de Albuquerque Maranhão (Engenho Liberdade) - 13h

Fonte: Diário de Pernambuco